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23 de set. de 2018

Enoque é um tipo de cristão que eu quero ser

E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn : 5. 21-24).
A Bíblia nos mostra um relacionamento entre Deus e um homem chamado Enoque. Este mísero mortal que obteve de Deus um grande testemunho. Assim como tantos outros. Mais com uma diferença : Enoque andou com Deus ; e Deus o tomou para sí ; diz a Palavra. Enoque andava com Deus, assim como eu e você andamos com uma outra pessoa nesse mundo. Enoque desfrutava da mesma intimidade e confiança que temos em nossos melhores amigos,cônjuges, pais etc. A cada novo dia que iniciava, descia Deus à onde Enoque residia e com ele passava o dia todo, chegando o final do dia, eles retornavam para a casa de Enoque, onde Deus se despedia dele, até encontrá-lo no dia seguinte novamente. Pois esta é a visão que posso ter , olhando pela revelação de Deus que temos hoje. Onde o Espirito de Deus habita continuamente no homem. Com isso quero te levar a entender que o nosso Deus ama o ser por Ele criado. E nos leva a pensar profundamente em ter um relacionamento mais sério e de total intimidade com Ele.
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Suco de uva integral: benefícios e como fazer

A fruta que é mencionada até na Bíblia começou a ser cultivada no Oriente Médio há cerca de 6 mil a 8 mil anos. Mesmo sendo tão popular entre todas as faixas etárias, você ainda não sabe que o suco de uva integral é tão bom para a sua saúde.

Com certeza você já ouviu falar que o vinho traz muitos benefícios para a saúde, mas por conter álcool ele está mais para vilão do que para herói de uma vida saudável. Já o suco de uva não tem esse problema. Ele apresenta todos os pontos positivos do vinho protegendo a sua saúde e o seu organismo.

5. Benefícios do suco de uva integral

suco de uva integral beneficios
Créditos: Cooking Up Clean
O suco dessa fruta pequena e doce traz muitos benefícios para a saúde, principalmente por ter um alto teor de antioxidantes e muitos nutrientes importantes para o organismo funcionar direito. Confira agora cinco benefíciospara sua saúde ao tomar suco de uva de forma integral.
1. Retardar o envelhecimento

A substância resveratrol presente no suco de uva é capaz de aumentar o tempo de vida das células, pois as protegem dos radicais livres e as reparam. Com as células durando mais tempo o processo de envelhecimento se torna mais lento.
2. Reduzir o colesterol

A oxidação do colesterol ruim (LDL) pode resultar em maior número de placas nas artérias, o que pode causar a doença de aterosclerose. No entanto, com a ingestão do suco de uva em forma integral o nível do colesterol diminui por causa da ação antioxidante, e ainda aumenta o nível do colesterol bom.
3. Prevenir câncer

O poder antioxidante e os nutrientes presentes no suco de uva reduzem o risco de câncer pois ajudam a regular os hormônios e previne o crescimento desorientado e desordenado das células.
4. Fortalecer o sistema imunológico

Como contém vitamina C e antioxidantes, o suco de uva melhora o sistema imunológico. Ele ajuda a prevenir o corpo de infecções virais por fortalecer a função das células brancas, que é a ação de defesa do organismo contra doenças.
5. Benefícios para o cérebro

O suco de uva combate os danos dos radicais livres nas células cerebrais graças aos antioxidantes presentes na uva. Tomar o seu suco regularmente impede o estresse oxidativo e ajuda na manutenção das células, além de prevenir Alzheimer.

Engorda?

suco de uva integral emagrece
Créditos: Kalay
Ao contrário, o suco de uva integral ajuda no processo de emagrecimento graças às suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes. Mas atenção, pois deve ser o integral. O suco de caixinha faz com que o metabolismo fique mais lento pois inflamam as células. O resultado final é o ganho de peso.

Os benefícios do suco para sua dieta são que ele ajuda a reduzir a barriga, estimula o metabolismo e diminui a absorção de gordura. Além disso o suco de uva integral é ótimo para combater aquela vontade por doces. Ele prolonga a saciedade e faz com que você diminua as calorias consumidas pois mantém as taxas de glicose reguladas.

A melhor forma de aliá-lo a sua perda de peso é consumir apenas um copo do suco por dia, sempre entre as refeições. Assim não há riscos em comprometer a sua dieta ou a sua saúde.

Como fazer em casa?

suco de uva integral fazer
Créditos: CFP Winemakers
O suco de uva integral é facilmente encontrado pronto em supermercados em garrafas de vidro. Você deve sempre ler o rótulo para se certificar que é 100% integral. Além disso, você também pode fazê-lo em casa.

Ingredientes
Uva escura: 1 quilo;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

1. Retire as uvas do talo e as lave bem.

2. Coloque a água em uma panela junto com as uvas e leve ao fogo.

3. Quando as uvas começarem a se partir (em torno de 20 a 30 minutos) desligue o fogo.

4. Deixe que esfrie. Quando estiverem em baixa temperatura, peneire a mistura amassando com uma colher para retirar toda a polpa da fruta.

5. Guarde em uma garrafa bem vedada na geladeira para não estragar.

Posso tomar suco de uva integral em jejum?

suco de uva integral jejum
Créditos: Welch’s Global Ingredients Group
Sim, você pode e inclusive deve! O resveratrol, poderoso antioxidante, presente no suco de uva é o motivo. Ao ingeri-lo após acordar, e de barriga vazia, você aproveita todos os benefícios prevenindo-se do Alzheimer e mantendo seu cérebro saudável.

O suco também vai estimular seu aparelho digestivo, acelerar o metabolismo e eliminar o ácido úrico, sendo este responsável pela causa da fadiga. Ele é ótimo para tomar antes das suas atividades físicas, dando uma energia extra.


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21 de set. de 2018

Em quais candidatos o cristão deve votar segundo Ellen White?

Antes de apresentar esses conselhos de Ellen G. White para o cristão que deseja votar e assim exercer seu direito de cidadão com sabedoria e prudência, destaco que a co-fundadora do adventismo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia[1] e nem eu, assumimos qualquer partido político

Desse modo, o fato de eu concordar com algumas ideias (não todas) de um deputado ou candidato, isso não significa que sou militante de seu partido ou promovedor de suas causas. Afinal, quantos leitores em algum momento não concordaram com a opinião de um comentarista bíblico que não pertence à sua denominação religiosa, e que apresenta outros conceitos com os quais discorda?

“A Igreja [adventista] encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional”[2] porque preferimos empunhar a bandeira de Cristo (Jo 18:36) e dedicar nosso tempo na pregação do evangelho para prepararmos as pessoas para a volta de Cristo (Mt 28.19-20; Ap 14:6-12).

Porém, não cremos que o cristão deva ser isento de sua responsabilidade social em votar e eleger governantes que melhor representem os princípios divinos, e que contribuam para aliviar o sofrimento do próximo. Mesmo sendo apolíticos, não vemos vantagem alguma em ser um alienado ou ignorante político.

Além disso, entendemos que essa é uma questão pessoal e que ninguém que assuma função eclesiástica deveria influenciar os membros na defesa de qualquer partido[3]. Desse modo, cremos que em questões políticas, o livre-arbítrio também deve ser respeitado.

Todavia, somos pessoas que cultuam a Deus racionalmente (Rm 12:1,2). Não é porque não assumimos um partido ou candidato que não iremos avaliar suas ideias, planos e propostas. Afinal, mesmo nossa Pátria sendo a celestial (Fp 3:20,21), vivemos ainda na pátria brasileira e Cristo nos convida para sermos o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), influenciando para o bem e levando o conhecimento de Deus a todos os eleitores (Mt 5:15, 16).

Isso é feito também quando escolhemos representantes que não atrapalhem a divulgação da mensagem de Jesus Cristo e de Suas verdades para esse tempo.

Sugestões de Ellen G. White quanto ao voto

Mesmo a Igreja Adventista do Sétimo dia (sabiamente) não se envolvendo com qualquer partido político, sua co-fundadora deu conselhos específicos para todos aqueles cristãos que desejam exercer seu direito de cidadania através do voto.

Desejo que esse post lhe instrua a votar devidamente[4] para que, enquanto estivermos nessa pátria corrupta, façamos nossa parte para aliviarmos de verdade o sofrimento do próximo através da escolha de líderes que estejam dispostos a nos ajudarem nesse propósito.

Como muito bem destacou Alberto R. Timm: “Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas”.[5]

Eis algumas das dicas de Ellen G. White:


. Vote em candidatos temperantes (moderados, controlados) e que não sejam contra nossa mensagem de saúde. Não eleja beberrões ou indivíduos que possam estimular o comércio de drogas de qualquer espécie: “Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades”.[6]

2. Vote em pessoas íntegras, que respeitem os direitos de propriedade, os direitos da vida (humana e animal) e que, obviamente, valorizem a religião, os princípios morais e a estrutura familiar: “Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais”.[7]

3. Vote em candidatos que temam (respeitem) a Deus e estejam dispostos a receberem sabedoria dEle e de Sua Palavra para governarem: “Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do Senhor, e indicariam aos homens uma norma elevada e santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do Senhor estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O Mestre celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e o verdadeiro. A Palavra de Deus seria seu guia, e afastariam toda opressão…”.[8]

4. Vote em candidatos que respeitam a liberdade religiosa e que não promovam em hipótese alguma a união entre Igreja e Estado: “Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado”.[9]

Creio que se seguirmos tais diretrizes, estaremos sendo responsáveis na escolha de nossos representantes e contribuindo para o avanço do evangelho – nossa verdadeira bandeira.

Concluo o presente post com as palavras finais de uma resposta dada na seção “Consultoria Doutrinária” da Revista Adventista de setembro de 2000 sobre o tema em discussão:

“O cristão viaja para a Pátria celestial, mas, enquanto estiver neste mundo, deve cumprir seus deveres na comunidade de que faz parte. Assim, o exercício da cidadania é parte da vida de todo cristão responsável. Pagar impostos, com honestidade, é um dos requisitos”.[10]


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Houve um aumento de 4.000% de crianças que se identificam como transexuais

O número de pessoas que se identificam como transgênero está aumentando nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, incluindo muitas crianças e adolescentes.

Este ano, a Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes começam a usar “termos de gênero não tradicionais” para se identificarem

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto são realmente desse gênero e devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual.

De acordo com um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: “Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis de 13 anos. A razão é a disforia de gênero (” transgênero “):as meninas agora querem se identificam como meninos e é por isso que querem se parecer com meninos”.

No Reino Unido, os jovens encaminhados para “tratamento de gênero” aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

“Alguns educadores já avisaram que a promoção de problemas transgêneros nas escolas colocou confusão na mente das crianças e que encorajar as crianças a questionar o gênero se tornou uma indústria”, informou o Telegraph.

“A Dra. Joanna Williams, autora do livro ‘Mulheres Contra o Feminismo’, disse que as escolas estão encorajando até mesmo os mais jovens a se perguntarem se realmente são um menino ou uma menina”, acrescentou o Telegraph.

O problema é tão grande que autoridades do Reino Unido iniciaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Nos EUA há também um desejo crescente de injetar drogas nas crianças para impedir o início da puberdade.

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas foram injetadas com drogas bloqueadoras da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento alimentou a pesquisa do Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das redes sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente resolvem por conta própria.

“É realmente normal que as crianças entrem e saiam com algumas idéias de gênero, mas geralmente resolvem quando chegam à idade adulta sem qualquer intervenção”, explicou.


“Minha preocupação sempre é, se empurrarmos as pessoas para o que sentem neste momento de uma forma ou de outra, que realmente não permitimos que tratem as coisas como normalmente fariam e descubram quem são.”

Mintle acredita que é perigoso para os adultos incentivar as crianças a tomar medidas drásticas e invasivas para abordar suas questões sobre gênero.

“A ideia de que os adultos ponham seu pensamento em crianças que não têm a capacidade de até mesmo abstrair o que estamos falando é ridícula”, acrescentou
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20 de set. de 2018

Benefícios da moringa para diabetes

São muitas as doenças que a moringa pode tratar, por ser uma planta riquíssima em vitaminas, minerais ácidos graxos e aminoácidos essenciais para a manutenção da saúde. Ela revitaliza as células, cicatriza feridas, alivia dores por causa do efeito anti-inflamatório, equilibra a pressão e muito mais. Veja a seguir quais são os efeitos específicos da moringa para diabetes.
1. Regulariza o funcionamento do pâncreas

Quem tem diabetes sabe que o pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina, que é o hormônio responsável pela absorção e distribuição da glicose. Então, para os casos de diabetes por falta de produção de insulina, a moringa pode ajudar, pois estimula o bom funcionamento do pâncreas, permitindo que melhore sua produção.
2. Atua como hipoglicemiante

Justamente por estimular o pâncreas a funcionar melhor e a produzir a insulina necessária, a moringa acaba contribuindo na redução dos níveis de glicose no sangue. É disso que os diabéticos precisam para se manterem bem.
3. Estimula a perda de peso

Por conta do ácido clorogênico que há na moringa, que é a mesma substância que age no controle da glicose, a planta também ajuda a emagrecer. Esse fator é muito importante para diabéticos, pois a obesidade piora todos os sintomas da doença e aumenta o risco de infarto e derrame.
4. Fortalece o organismo

Como é uma planta cheia de vitaminas e minerais, a moringa para diabetes é importante, pois mantém o organismo equilibrado e mais saudável. Assim é mais fácil controlar e prevenir os sintomas da doença. É claro que, para isso, é necessário manter todas as recomendações médicas, como uma alimentação especial e a prática de atividade física.
Como tomar?

Agora que já conhece os benefícios da moringa para diabetes, veja quais são as formas em que a planta é comercializada e como pode consumir.
1. Chá de moringa

A forma mais comum e prática de consumir a planta é fazendo um chá. É possível utilizar as folhas frescas ou desidratadas. Só precisa adicionar 1 colher de sopa de folhas picadas de moringa em 1 xícara de água fervida. Deixar em infusão até amornar, coar e beber. Consulte seu médico para saber qual é a dose recomendada para o seu caso.
2. Moringa em pó

Outra forma de encontrar a moringa para comprar é na forma de pó. Pode adicionar nas comidas e bebidas, mas assim como para o chá, é importante que tenha recomendação médica para saber a quantidade que deve tomar.
3. Moringa em cápsula

Além do pó, existem também as cápsulas de moringa. Elas também devem ser recomendadas pelo médico, já que a pessoa diabética precisa ter muito cuidado com o que vai consumir. Normalmente essas cápsulas são tomadas junto com o café da manhã.
Contraindicações da moringa

A planta não é recomendada para gestantes nem lactantes. Pessoas com problemas de coagulação também devem evitar, já que a planta possui efeito anticoagulante. Por fim, não devem tomar a moringa também as pessoas que fazem uso de medicamentos para dormir.

As dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os efeitos desejados, inclua o uso da planta em uma dieta saudável, com a prática de atividade física, e pergunte ao médico qual é a dose recomendada para o seu caso.
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19 de set. de 2018

Os 4 tempos de angústia nos últimos dias

A expressão “tempo de angústia” ocorre várias vezes na Bíblia. O povo de Deus, em diferentes épocas, passou por momentos difíceis com perseguições, escravidão, guerras e fome. Vale ressaltar nas primeiras palavras desse artigo que Deus não é o causador da angústia, no sentido de que Ele não cria situações de sofrimento para os seres humanos. Isso é consequência do pecado.

Nesse artigo, vou explorar quatro tempos específicos de angústia que estão relacionados com a Igreja de Deus nos últimos dias. Esses momentos nos ajudam a entender para onde estamos indo e como Deus tem cuidado de cada detalhe da história para que os Seus propósitos sejam cumpridos.


Os 4 tempos são: os 1260 anos, o pequeno tempo de angústia, a grande angústia e por fim a angústia de Jacó.


1. A angústia dos 1.260 anos – Apocalipse 12:6
Cristo foi para o céu e a mulher, que representa a igreja, encontrou proteção divina no deserto durante o período de tempo profético de 1.260 dias. Neste tempo, ela aguarda o retorno de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus, mas não pode se manifestar publicamente por causa da intensa perseguição.


Esse período é o da supremacia papal, que começa no ano de 538 d.C., quando os ostrogodos são vencidos por Belizário, general de Justiniano, e expulsos de Roma. Nesse ano, cai o terceiro dos três chifres descritos no livro de Daniel 7:8, 20. O imperador Justiniano faz um decreto onde reconhece a supremacia do bispo de Roma e a partir daí começa a perseguição a quem não obedecer às doutrinas humanas que passam a fazer parte da igreja cristã.


As perseguições sobre os seguidores de Cristo são intensas. A Bíblia descreve essa angústia sendo “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24:21).


2. Tempo de angústia depois do deserto – Apocalipse 10:10
O propósito de Apocalipse 10 não é apenas dar uma descrição da experiência de João comendo o livro. Lembre-se que o Apocalipse é um livro de profecia e o seu objetivo é dizer ao povo de Deus o que acontecerá no futuro (1:1; 22:6). Assim, a experiência visionária de João tem um propósito muito mais profundo. Ele representa a igreja, comissionada para proclamar o evangelho por toda parte do mundo durante o tempo entre o período profético especificado em Daniel e a Segunda Vinda. Isto é, durante este período que, por meio da igreja, Deus advertirá os habitantes da Terra do Seu julgamento (14:6-12).


A experiência de João aponta para outro evento que ocorreu no final da profecia de Daniel sobre os 1260 dias. Os adventistas do sétimo dia viram um paralelo entre a experiência de João e o Grande Desapontamento experimentada pelos mileritas em 1844.


Sob a liderança do revivalista Guilherme Miller, eles erroneamente concluíram que a segunda vinda de Jesus ocorreria no outono de 1844. A mensagem sobre a vinda de Cristo foi muito doce no começo. No entanto, quando a data passou sem o retorno, os mileritas ficaram desapontados experimentaram a amargura da mensagem que eles haviam crido e pregado.


Os adventistas viram na comissão de Cristo a João para “profetizar novamente sobre muitos povos e nações e línguas e reis”, o comissionamento da igreja de Deus para proclamar a mensagem da Segunda Vinda “para aqueles que vivem na terra e para todas as nações e tribos e línguas e povos” (Apocalipse 14:6). Quando a mensagem do evangelho for ouvida no mundo inteiro, então o fim virá e a história da Terra irá terminar (Mateus 24:14).


3. O grande tempo de angústia
O grande tempo de angústia é mencionado nos escritos proféticos de Daniel. “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Daniel 12:1).


O texto de Daniel esclarece que o tempo da grande angústia ocorrerá quando Miguel Se levantará no Céu. Miguel é uma figura de Cristo, e na Sua ascensão ao Céu depois de Sua ressurreição Ele “assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3).


Como o assentar-se indica o início de Sua obra no Céu, assim o levantar-se anuncia o fim. Então o levantar-se é simultâneo ao fim da graça e o início das sete últimas pragas.


Esse tempo de angústia vai do momento em que se pronuncia no Céu o decreto de Apocalipse 22:12 – é o momento em que termina a graça ou a oportunidade de salvação – até o dia da segunda vinda de Cristo.


Será uma oportunidade para Satanás demonstrar suas intenções sobre a Terra. Após o fim da graça, ele terá domínio completo sobre os habitantes e elementos da Terra. Para esse momento ele planejou todo tempo. Agora lhe é permitido ser o pretenso Cristo e ele imagina que pode governar o mundo.


Antes desses dias, vivemos a intensificação dos sinais preditos por Jesus em Mateus 24 – guerras, rumores de guerras, furacões, enchentes, aumento da indiferença, tragédias, fome entre tantas coisas mais. O aumento desses sinais em quantidade e intensidade são evidências que nos aproximamos do fim de todas as coisas.


4. Angústia de Jacó
A expressão “angústia de Jacó” ocorre apenas uma vez na Bíblia, em Jeremias 30:7.


Esse tempo da angústia inicia com o decreto de morte promulgado no fim da segunda praga e antes do início da terceira. A primeira praga será uma chaga maligna, e, na segunda, o mar se transformará em sangue. Daí o apóstolo João declara: “Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tem dado a beber: são dignos disso” (Apocalipse 16:5, 6).


Por condenar à morte os filhos de Deus, os incrédulos se tornarão verdadeiramente culpados pelo seu sangue como se eles já o tivessem derramado com suas mãos. Assim Deus envia a terceira praga porque os ímpios promulgarão um decreto de morte contra os filhos de Deus. No auge da perseguição, os fiéis viveram essa angústia que tem suas razões:
1. Medo de serem mortos.
2. Medo de que seus pecados não foram perdoados. Assim como Satanás acusou Jacó, acusará o povo de Deus.
3. Estarão perfeitamente conscientes de sua fraqueza e indignidade. Satanás se esforçará por aterrorizá-los com o pensamento de que seus casos não dão margem à esperança.
4. Medo de não terem se arrependido de todos os pecados.
5. Medo de desonrar o nome de Deus.
O final de todo o período de angústia será por ocasião da Volta de Jesus. E o povo de Deus O receberá com uma grande aclamação de vitória. Rapidamente os fiéis são atendidos pelos anjos e todo o Céu estará brilhante com a glória de Deus. A angústia terminou para sempre. O prêmio final será para todos os que permanecerem até o final ao lado do Senhor (Mateus 24:13). Por isso, não desista, falta somente um pouco mais.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”, diz 2 Crônicas 20:20.

Rafael Rossi (via ASN)
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Por que Deus diz não? Existem pelo menos quatro motivos..

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através da visão pessoal, e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para se chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela. Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são as que têm líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Eles convencem as pessoas de que possuem a verdade e arrastam muita gente.


Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós, adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização e, confiantes na sua própria argumentação, acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são. Defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos, adaptados a uma nova época.


Em meio a essa discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções, e de acordo com a maneira como é vista, pode também ser definida como a solução do problema. Essa palavrinha mágica, pequena, mas muito forte é não. Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? O não deve ser abolido ou adaptado aos nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos?


Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele Se relacionou com essa palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude do tempo” (Gálatas 4:4). Ou seja, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação. Se Ele demorasse um pouco mais, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-Lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.


Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje – religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar a postura de Cristo em relação à verdade. Assim, definiremos melhor a nossa.


No sermão do monte (Mateus 5:21-37), Cristo tratou o assunto do não. Ao invés de anular ou diminuir, Jesus ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do não visível e foi mais longe, entrando no mundo do não invisível. Ele foi além do não ato, e chegou até o não pensamento. Ele terminou essa parte do sermão com uma posição clara: Cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições sim, sim e não, não.


À medida que nos aproximamos da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças.


Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz não. Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Essa compreensão nos ajuda a aceitar a Sua vontade, não como imposição, mas como proteção. Existem pelo menos quatro motivos para isso:


1. Para não se queimar
Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo. Quando Ele diz não para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que está dizendo, sabe o que há por trás. Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo corre o risco de se queimar.


Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, proibir totalmente o uso? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra. A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas sabe também que podem cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar o hábito. Deus conhece os riscos, por isso diz não.


Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já está demonstrando que esse é o seu ponto fraco. A história de Eva se repete: sempre que alguém enfrenta a tentação do seu jeito, porque acha ser forte para manter tudo sob controle, acaba se envolvendo muito mais do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com fogo, é pedir para se queimar. Lembro-me sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”.


2. Para evitar limites humanos
Quando você decide estabelecer sua própria verdade e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre se dá são: “Um pouco só não tem problema”; “Só vou ao cinema para ver filmes bons”; “Não vejo mal algum em usar um anelzinho ou uma correntinha discretos”.


A pergunta, porém, continua: Até onde vai o “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não têm problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos?


Se a verdade deixa de ser absoluta, e começamos a fazer concessões ou aberturas, surgem duas realidades: A primeira é que cada pessoa cuida da própria vida e estabelece os próprios limites. A verdade deixa de ser única para todos e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Sendo assim, é claro que uns serão mais rígidos e outros mais liberais. Em segundo lugar, a igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais são os limites. Nesse caso, a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém define o que é a verdade e os demais a aceitam. Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus. Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura.


3. Para não confundir os outros 
Somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na Terra, e as pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.


Se no trabalho, um jovem adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ele ser reconhecido como um cristão? Se no sábado à noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não possuem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um jovem adventista está sentado à mesa de bar com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identificá-lo com um cristão?


É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver a Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Essas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de serem reconhecidas.


4. Para vencer as sutis tentações de Satanás 

Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos quanto à verdade, para que ele não tenha espaço. Quando o não é substituído pelo “mais ou menos” ou, por “um pouquinho só não tem problema”, ou ainda: “Não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e Satanás se aproveita.


Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficaz e poderosa ela será.

Pr. Erton Köhler (via Jovem Adventista)
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FIM DOS TEMPOS! – Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Um grupo canadense criou uma marionete para ensinar crianças em idade escolar sobre transgenerismo e fluidez de gênero.

Julia, criada pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais, é uma fêmea biológica que sente em seu coração que deveria ser um menino. Julia e seus amigos fantoches, Leo e Arnie, e sua amiga humana, Alex, exploram os tópicos de transgenerismo e fluidez de gênero de uma forma que as crianças supostamente podem entender.

Um dia, Julia decide que ela quer ser chamada de “Julien” e rapidamente faz a mudança. O programa mostra como os amigos, a família e os professores devem reagir se uma criança decidir “fazer a transição” de um sexo para outro.

Os bonecos são os personagens principais em livretos e vídeos que a fundação lançou no início deste mês.
Jasmin Roy, o fundador do grupo, disse que a fundação criou o material educacional a fim de ensinar crianças e professores a lidar respeitosamente com aqueles que podem ser transexuais.

“Precisamos desenvolver habilidades emocionais e sociais para educadores, pais e outras crianças que estão ao redor dessas crianças explorando seu gênero ou expressão”, disse Roy, de acordo com a CTV News. “Agora, toda vez que você tiver uma criança em sua comunidade que esteja lidando com essa realidade, você terá uma ferramenta para ajudá-lo”.

Em 2015, o show Vila Sésamo introduziu um personagem chamado Julia, que era autista. Roy afirmou que ela baseou Julien fora de Julia, expressando seu desejo de educar as crianças sobre aqueles que são diferentes.

“Eu disse que deveríamos fazer a mesma coisa para uma criança que está explorando porque algumas crianças apenas explorarão, e isso não significa que elas vão crescer trans”, disse Roy.

“Talvez, se você tiver um filho [passando por isso], possa mostrar a eles os vídeos e dizer:“ É assim que você se sente? O que você precisa? Como posso ajudá-lo? “E eu amo você”, explicou ela

omo Faithwire relatou, apenas na primavera passada, dois trailers mostravam animações sobre crianças transgênero que foram liberadas.

O primeiro show, “Drag Tots!”, É sobre drag queens da idade da criança que, de acordo com o trailer, é exatamente o que o mundo precisa. O trailer começa com clipes de guerra, desastres naturais e o presidente Donald Trump, como um narrador diz: “Em um mundo à beira do caos, onde o medo é a regra da terra… as vozes de uma geração se uniram para dar nosso planeta o que ele precisa … BEBÊ DRAG QUEENS! ”

O segundo show é chamado de “Super Drags”, uma série sobre uma banda de super-herói drag queens.

“À noite, eles apertam seus espartilhos e se transformam no pior dos SUPER DRAGS da cidade, prontos para combater a sombra e resgatar o brilho do mundo dos vilões do mal”, diz o preview, “Prepare-se, porque os SUPER DRAGS estão indo mais fundo do que você pensa.” Se esta é a tendência é indicativo do que a televisão infantil se tornará nos próximos anos, talvez os pais devam começar a explorar diferentes alternativas.

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18 de set. de 2018

Itapetinga: Blog abre as portas trazendo uma entrevista especial com a cantora Pryscilla Just

Estamos felizes por começar este projeto de evangelização através da net, entrevistando a cantora adventista Pryscilla Just, um dos maiores nomes da música gospel do país. Em entrevista exclusiva ao nosso Blog, Pryscilla relembra o início de sua jornada na música gospel, fala de momentos marcantes e, dificuldades, ainda, dá detalhes do seu álbum lançado em .....
Porque escolhemos este tema? 

Ellen White considerava a música um “dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a temas nobres e inspirar e elevar a alma” [1]. Unida às Escrituras, a música é um meio eficaz “para gravar suas palavras na memória” e “subjugar as naturezas rudes e incultas” [2]. Ellen White comparou a canção a “uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo" [3] para abrir “as fontes do arrependimento e da fé” [4]. Um hino de louvor que sobe de um coração “cheio de gratidão e ações de graças” é agradável a Deus [5].
Blog: Diga para nossos leitores como foi sua trajetória de vida até aqui: infância, juventude, conversão etc. Enfim, sua vida cristã.
Pryscilla Just: Primeiramente, é um prazer conceder esta entrevista a vocês e aos leitores. Vamos lá. Nasci num lar adventista e me batizei aos 08 anos, iniciei meu Ministério antes de gravar meu primeiro trabalho. O Ministério começou quando eu tinha 19 anos; indo as igrejas cantar e pregar. Tenho um trabalho solo com 11 faixas intitulado “Descanse”.
Blog: Diga-nos qual maior dificuldade você tem encontrado hoje?

Pryscilla Just: A maior dificuldade tem sido o de acompanhar as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 2 anos. Ninguém mais “se interessa” por CD. As pessoas hoje possuem as plataformas digitais para acessarem o artista que quiser, no momento que quiser. Essas e outras mudanças tem sido desafiadoras!

Blog: Qual música marcou mais a sua carreira? 

Pryscilla Just: A Canção “Vinho Novo” “Eu Sou Deus”. (Faixa 03 do meu CD).
Blog: que mensagem você deixa para nossos leitores? 

Pryscilla Just: Gosto muito do verso bíblico Jó 42:5, que diz: “Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos Te veem.”

O Blog agradece a Pryscilla Just pela entrevista e define quem ela é com uma frase: Uma mulher sonhadora que está a cada dia aprendendo a viver para Deus da maneira certa.

Redação




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17 de set. de 2018

Editora adventista lança os devocionais que irão edificar os membros da igreja no próximo ano

Intitulado Minha Consagração Hoje, o primeiro devocional impresso pela Casa Publicadora Brasileira foi lançado em 1953. Na época, ele tinha formato de calendário e era, portanto, bem diferente do modelo atual. Foi somente três anos mais tarde que o material passou a ser editado no formato de livro.

Das 65 Meditações Diárias produzidas até agora, 31 foram escritas por estrangeiros, sendo que 21 consistiram em compilações dos escritos de Ellen G. White. O primeiro brasileiro a entrar para a lista de autores do devocional foi o pastor Enoch de Oliveira, em 1990, com a publicação da obra intitulada Bom Dia, Senhor. Na época, o ex-presidente da igreja no continente já havia se aposentado.Pr. José Carlos de Lima, diretor-geral da CPB, mostra exemplar da primeira meditação publicada pela igreja no Brasil, em 1953. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Quase trinta anos depois, outro brasileiro entra para a história da publicação. Autor das Meditações Diárias do próximo ano, o pastor Erton Köhler é o primeiro líder da igreja no continente a escrever o devocional ainda no exercício da função, como destacou o pastor José Carlos de Lima, diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, numa programação que reuniu os servidores da CPB e diversos líderes da igreja na sede da editora na última quinta-feira (6).

Presente no programa de lançamento das Meditações Diárias, da Inspiração Juvenil e da Meditação da Mulher para 2019, o pastor Erton Köhler falou sobre o desafio de conciliar a produção do material e as diversas responsabilidades administrativas. Desde que recebeu o convite para escrever o devocional, há três anos, o líder adventista começou a reunir materiais e a fazer anotações, mas escreveu o primeiro texto somente em fevereiro deste ano. “Quando eu olho para o livro, eu mesmo tenho dificuldade de entender como foi que tudo isso ficou pronto. Por isso, o sentimento é de realização por ver o livro impresso e de gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de escrevê-lo”, expressou o pastor Erton.

Num momento de entrevista com o autor, dirigido pela jornalista Betina Pinto durante o evento, ele disse que ao levantar informações para o devocional foi impressionado por histórias como a do casal Ignacio e Cecilia Kalbermater. Eles viveram dias difíceis no campo missionário. Enquanto serviam no Paraguai, perderam o primeiro filho, Ismael, com apenas um ano e oito meses de idade. Por conta de uma viagem, Ignacio só soube do falecimento do filho cinco dias depois. Mais tarde, trabalhando na Bolívia, o casal recebeu outro duro golpe com a perda da segunda filha, que morreu sufocada com a própria fralda quanto tinha nove meses. Apesar do sofrimento extremo, a família não desistiu, mas continuou fazendo grandes sacrifícios pela missão nesses países. “Me emocionei ao ver como Deus dirigiu os rumos dessa história. A igreja cresceu e, décadas depois, o neto do casal retornou ao Paraguai para ser presidente da igreja para todo o país. O que antes havia sido o distrito do avô tornou-se uma União, presidida por seu neto, também chamado Ignacio Kalbermatter. Além disso, desde o fim de 2017, o bisneto de Ignacio e Cecilia, Hiram Kalbertmatter, é o presidente da Igreja Adventista para toda a Bolívia. Seus filhos foram sepultados naqueles países, mas seus descendentes voltaram para continuar a obra”, relatou.

Outra história que irá inspirar os leitores no ano que vem é a que está relatada na página 330 do devocional intitulado Nossa Esperança. Ao falar sobre os milagres de Deus em favor do Seu povo, o pastor Köhler conta como um folheto entregue por um garoto de 13 anos a um senhor embriagado levou 25 membros da família Godinho ao batismo, incluindo Paulo, que é pastor, e mais oito amigos que também foram conduzidos a Cristo pela influência dessa família.Autor das Meditações Diárias tem encontro surpresa com Ivan, personagem cuja história é contada no livro. O folheto entregue por ele foi o ponto de partida para que 25 membros de uma mesma família aceitassem a mensagem. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Foi por meio do pastor Paulo que o autor ouviu o testemunho e decidiu registrá-lo no livro. No entanto, o pastor Erton Köhler não esperava a surpresa preparada pelos organizadores do programa. Além de seu Leontino, o homem alcoolizado que recebeu o folheto, e dona Rosinha, a primeira a tomar a decisão de se tornar adventista, o autor do devocional também pôde conhecer pessoalmente Ivan, hoje com 56 anos. Para encerrar a festa, o pastor Paulo Godinho entrou no tanque para realizar mais um batismo, símbolo dos frutos que continuam sendo colhidos como resultado da semente que foi plantada no passado por um adolescente.

Além do devocional Nossa Esperança, também foi lançada a Meditação da Mulher, intitulada Toques de Alegria, e a Inspiração Juvenil, obra escrita pelo pastor e jornalista Francisco Lemos que está sendo republicada com o título Natureza Viva.
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Proteção à criança

O Conselho de Administração da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, anunciou que irá criar um novo instituto para atender crianças que sofreram abuso. Votado em maio, o Instituto de Resiliência para a Adversidade Infantil (Rica, na sigla em inglês) irá ampliar as atividades do Centro de Avaliação Infantil (CAC), implantado há quase 25 anos em San Bernardino, na Califórnia. A ideia é colaborar com agências governamentais, sistemas jurídicos e o Hospital Infantil da Universidade de Loma Linda.

Como um fórum permanente, o Rica irá realizar entrevistas forenses e exames médicos para avaliar denúncias de abuso infantil. Essa abordagem ajudará a eliminar a necessidade de uma criança ter que se submeter a entrevistas com representantes de várias agências.

O Rica também servirá como um centro para o programa de residência pediátrica de abuso infantil da Universidade de Loma Linda, um dos poucos no país. Reconhecido pelo Conselho de Credenciamento para a Educação Médica de Pós-Graduação, esse programa de bolsas enfatiza a intervenção e a prevenção, além de fornecer aos pediatras uma variedade de experiências de atendimento ao paciente, oportunidades de pesquisa e atividades educacionais.

Desse modo, o novo instituto deve facilitar a cooperação multidisciplinar com suas agências parceiras por meio de reuniões mensais de membros da equipe para treinamento e revisão de casos.

Longa atuação

O Centro de Avaliação Infantil (CAC) da universidade adventista foi criado em 1994, dois anos após o Conselho de Políticas de Redes Infantis de San Bernardino ter começado a buscar novas maneiras de avaliar denúncias de abuso infantil. Frequentemente, crianças vitimadas sofriam trauma desnecessário no processo de serem entrevistadas por múltiplas agências.

Na ocasião, o conselho estabeleceu uma força-tarefa com representantes dos Serviços de Proteção à Criança, do Centro Médico do Condado, das secretarias de Saúde Pública e Saúde Comportamental, do Gabinete do Procurador e do Xerife, do Tribunal de Menores e do Tribunal de Direito Familiar, do Conselho Municipal, de entidades como a Children’s Network, de agências financiadoras como a Children’s Fund e do Centro Médico Universitário de Loma Linda.

As necessidades do centro de avaliação aumentaram drasticamente ao longo dos anos. “O abuso de crianças se tornou uma história muito familiar neste país e em outras partes do mundo”, afirma Richard H. Hart, presidente da Universidade de Loma Linda.

Em 2014, o CAC foi transferido para uma instalação mais moderna, de propriedade do condado e mantida em San Bernardino. Agora, o novo instituto está a caminho de ajudar a tratar 1,6 mil crianças abusadas física ou sexualmente. “O novo instituto vai construir e crescer sobre a reputação que o CAC mantém como um exemplo nacional no tratamento de crianças vítimas de abuso”, acrescenta Hart.

Na última semana de agosto, o comitê de supervisão do Rica se reuniu para designar a liderança e determinar relações funcionais com o CAC e o condado de San Bernardino.

DONAJAYNE POTTS, equipe da Universidade de Loma Linda (publicada no site da Adventist Review)
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15 de set. de 2018

ADVENTISTAS JÁ NÃO CANTAM MAIS HINOS

Naquela tarde, começávamos um culto na sala dos professores, com alguns de nós acomodados em um dos três sofás disponíveis, em frente à televisão, que exibia o hino escolhido. Uma professora, recém-convertida, chegou ao término da primeira estrofe e não conteve o comentário: “O pastor sempre escolhe essas músicas”. Não julguei que devesse me importar ou remoer qualquer aborrecimento diante daquela fala espontânea. Refletindo no episódio, só posso ver com naturalidade que alguns adventistas estranhem os velhos hinos, com os quais nunca conviveram.
E os hinos necessitam de convivência para serem conhecidos e, sobretudo admirados. Surgidos, em sua maioria, naqueles séculos anteriores aos meios de comunicação em massa, eram testados, publicados em coetâneas e apenas depois se popularizavam. A riqueza que trazem não se resume à sua poesia enxuta, direta e bela, ou às melodias simples que a encerram; são testemunhos vivos da fé de gerações passadas.
Ninguém publicava hinos para atender demandas comerciais ou pedidos de gravadoras. Não acho que o Sr. Spafford compôs It Is Well With My Soul (“Sou feliz com Jesus”, HA 230) pensando fazer sucesso nas igrejas inglesas, nas quais seu amigo Moody pregava sempre. Wayne Hooper mesmo testemunha que, ao compor o hino We have this hope (“Oh, que esperança”, HA 469), sentiu melodia e letra fluírem de sua mente, de forma como nunca experimentara antes. Não que os hinos sejam inspirados – apenas a Bíblia o é. Porém, imperfeitos como são, eles permanecem inspiradores e ligam nossos sentimentos ao Divino Salvador.
Impera hoje um revisionismo míope, que tenta encontrar em todo hino uma ligação com a música secular de sua própria época. Desconfio que seja uma estratégia para amparar a prática contemporânea de veicular letra religiosa com canções pops. Nesse sentido, Lutero acaba sendo a maior vítima de infâmia: sujam seu nome, acusando-o de, em nome da expansão da Reforma Protestante, adaptar música de taverna para ser cantada nas igrejas.
Como Lutero, pobre reformador, não está aqui para se defender (sorte dos detratores, porque o gênio do reformador alemão era excessivamente apimentado!), vale suscitar alguns fatos para desfazer esse desatino: dos 33 hinos atribuídos a Lutero, alguns eram composições originais, outros, adaptações do cantochão (o canto gregoriano, tradição antiga, condensada e oficializada pela Igreja Católica) e apenas um proveniente dos meios populares. Vale dizer que Lutero modificou sensivelmente a melodia conhecida, adaptando seu andamento, inclusive.
Além do “caso Lutero”, há diversos exemplos de melodias adaptadas de canções folclóricas (como o hino “Lindo País”, HA 571, que possui versões seculares e religiosas) e cívicas (“Vencendo vem Jesus”, HA 152). Dizem que, se formos excluir o que provê da música secular, poucos hinos restariam no hinário.
A tese, encomendada para justificar a simbiose atual entre música popular e letra religiosa, cai diante das seguintes considerações: (1) Em séculos passados, a variedade musical era pouca, fazendo com detalhes sutis, como andamento, harmonização e letra diferissem o sacro do secular; (2) Muitos dos hinos do hinário foram compostos por cristãos comprometidos, que, ou se dedicavam à tarefa (como Fanny Jane Crosby, Philip Paul Bliss, etc) ou provinham de acentuada experiência espiritual vivida por seu autor, sendo que eram prontamente testados e, uma vez aprovados, utilizados para fins congregacionais; (3) do ponto da filosofia musical, a mensagem da letra possui encaixe perfeito com as melodias, que reforçam a mensagem cristã e, por sua suavidade, simplicidade e solenidade transmitem valores religiosos inegáveis, havendo perdurado por diversas gerações.
Ainda assim, corremos o risco de substituir pérolas cristãs por coisa inferior, oriunda da mentalidade atual, cujo paradigma parece ser o da “obsolescência programada”: os “hinos” agora chegam em coletâneas divididas por anos, já indicando que possuem prazo de validade. O padrão? Seguir algumas fórmulas de sucesso: melodias pobres (facilmente assimiláveis e sem muita elaboração), muita repetição, modulações constantes, tonalidades altas (para o padrão congregacional, o que favorece o canto “gritado”), síncopes, dissonâncias mal resolvidas, percussão em destaque e letras que abusam de metáforas românticas ou da metalinguagem (músicas de adoração que falam sobre adoração).



Se pensarmos, há hinos contemporâneos belos e poderosos; desconfio, no entanto, que a polarização entre velho e novo é parte da apologia de alguns músicos para defender novos paradigmas. Todavia, deixemos claro: precisamos de novos compositores, que trabalhem criativamente a partir do legado, renovando o espírito dos hinos, trazendo composições novas e pertinentes, embelezando o repertório acumulado por séculos de produções inspiradoras. Renovar não é inovação descabida ou mundanismo travestido! Ou resgatamos os hinos e seu legado, ou toda uma geração de crentes ficará confinada a oferecer a Deus fogo estranho.
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A DEGRADAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS

A missão que temos é transmitir a última mensagem de advertência. Trata-se de uma responsabilidade solene. Solenidade é um conceito que escapa à contemporaneidade. Sua gravidade é diluída nos filmes de Hollywood, quando nos momentos trágicos parece haver a necessidade de um contraponto cômico. Nem as músicas religiosas atuais conseguem mais representar a solenidade. Talvez, apenas atrás do conceito de reverência, solenidade seja um dos artigos mais raros no mercado atual. Ambos são raros pela mesma razão: a degradação do senso da presença de Deus.
Em um contexto tecnológico, tudo apela aos sentidos. Mas Deus permanece invisível. Os comunicadores instantâneos, ubíquos, fomentam a ilusão de estarmos presentes em diversos lugares e de igualmente termos os amigos próximos. E com tantos elementos atraindo a atenção, o Deus Altíssimo, presente no mundo material, é ignorado. Se a presença do Criador passa despercebida, que dizer da comunhão com Ele? Que dizer da forma de responder ao Seu chamado?
A ironia fatal de uma época em que a adoração ganha contornos de metalinguagem – com músicas de adoração que falam sobre adoração –, é que os cristãos, em geral, não entendem adoração como a resposta obediente ao que Deus fez por mim. Adoração não significa sucumbir a um êxtase emocional, na tentativa de reproduzir a presença de Deus de forma carismática, como se a música e a emoção fossem elementos catalizadores para fazer um download de Deus. Adoração compreende me relacionar com Deus, nos termos que Ele estabeleceu em Sua Palavra. Isso implica em rendição, gratidão, júbilo, disposição para servir e obedecer e tantas outras coisas.
O verdadeiro adorador obedece voluntariamente. Ele quer testemunhar, porque não pode conter o amor que brota nele em resposta ao amor que fluiu do coração de Deus. Com humildade e poder, alegria e tato, sabedoria e entusiasmo, ele prega. Com suas palavras, mas com cada gesto silencioso. Prega usando a Bíblia, mas por meio de sua coerente busca para se mostrar fiel. Não há aquele sentimento estreito de alguém mecanicamente condicionado a fazer algo segundo um programa. Existem muitos manuais, planos e estratégias. Recursos não faltam. Falta é amor, transformação, vidas impactadas pela comunhão. Falta o Espírito de Deus descendo sobre Seu povo a cada manhã.
Ser um adventista é abraçar a missão. Sem os modismos que invadem a literatura evangélica a cada época. Sem o proselitismo pelo proselitismo. Viver a missão, ser a missão, pregar com o fogo de quem ama o Salvador e ama aquelas pessoas que Ele ama. Uma imensa responsabilidade, maior do que qualquer ser humano poderia imaginar.
Uma responsabilidade solene para tempos solenes.
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ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!
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A IGREJA ADVENTISTA MUDOU?

O adventismo mudou?
Há décadas as crenças adventistas são as mesmas.
Por que, então, se fica com a impressão de que a igreja não é a mais a mesma?
Há vários fatores, um deles, seria a mudança de ênfase.

Fale sobre a questão da mudança de ênfase.
Em sua evolução, o adventismo mudou muitas vezes de ênfase. A princípio, por ter uma proposta em muitos pontos divergente dos demais grupos evangélicos, o adventismo enfatizava seus aspectos distintivos, o que originou um comportamento legalista. Aos poucos, o movimento se equilibrou.

O legalismo continua um problema para o adventismo?
Sempre haverá a tentação do legalismo, assim como grupos e indivíduos legalistas. De um modo geral, esse não seria o problema mais sério do adventismo na atualidade.

É possível afirmar que, com a superação do legalismo inicialmente dominante, o adventismo encontrou um equilíbrio?
A princípio, sim. Contudo, com o passar das décadas, além da tentação do legalismo, surgiram outras, como o desejo latente de pertencer ao movimento evangélico.

Os adventistas não se consideram evangélicos?
Há muitas acepções para o termo evangélico. No sentido de crer na mensagem de salvação do evangelho, dom gratuito baseado na morte e ministério intercessor de Cristo, os adventistas são, sim, evangélicos. Isso não significa que o adventismo se alinhem com todas as posturas teológicas dos principais ramos do evangelicalismo.

Quais seriam alguns dos pontos de tensão entre adventistas e evangélicos?
Alguns exemplos rápidos: (1) evangélicos dissociam salvação de estilo de vida, enquanto os adventistas entendem que, uma vez justificados, todo cristão experimente o processo de santificação, que se dá pela fé e que implica em ter o caráter de Cristo formado em sua vida, mediante a obra do Espírito Santo; (2) evangélicos delimitam a obra de Cristo à Sua morte na cruz, sem possuir uma compreensão mais abrangente de Seu serviço no santuário celestial; (3) evangélicos não vêm relação entre vida cristã e obediência aos dez mandamentos, muito menos creem na importância do quarto mandamento, considerando essas temáticas referentes à religião do Antigo Testamento; (4) muitos evangélicos são dispensacionalistas e entendem que Jesus voltará e raptará secretamente a igreja, enquanto os adventistas pregam o retorno de Jesus de forma iminente, visível, literal e em glória; (5) a ênfase profética do adventismo diverge muito das principais denominações evangélicas.

Por que os adventistas quereriam se aproximar dos evangélicos?
Há vários fatores para a aproximação: (1) a influência que eruditos adventistas sofreram da teologia evangélica ao realizarem cursos de pós-graduação em universidades evangélicas; (2) a influência das metodologias e práticas ministeriais sobre setores da liderança adventista; (3) a influência da literatura, música e mídia evangélica sobre leigos e administradores adventistas, etc. Tais fatores, entre outros, fomentam o desejo de se aproximar, em detrimento da ênfase escatológica própria do adventismo, bem como da mensagem específica que o movimento possui.

Isso significa que o adventismo perdeu sua identidade própria?
A perda de identidade é um processo gradativo e heterogêneo, afetando mais a igreja em algumas geografias do que em outras. Não seria justo dizer que a igreja como um todo não cumpre mais seu papel como remanescente da profecia. A despeito da sonolência letárgica de Laodiceia (Ap 3:14-22), o clamor da meia noite será ouvido (Mt 25:6), despertando o povo de Deus. A parte individual nesse processo é orar e buscar esse despertamento, enquanto se conserva o óleo do Espírito Santo (Mt 25:8-10). Não existe um ministério da crítica, por isso, nosso papel é buscar a Deus com todas as nossas forças, para cumprir o papel que Ele espera de Seu povo.
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23 de set. de 2018

Enoque é um tipo de cristão que eu quero ser

E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn : 5. 21-24).
A Bíblia nos mostra um relacionamento entre Deus e um homem chamado Enoque. Este mísero mortal que obteve de Deus um grande testemunho. Assim como tantos outros. Mais com uma diferença : Enoque andou com Deus ; e Deus o tomou para sí ; diz a Palavra. Enoque andava com Deus, assim como eu e você andamos com uma outra pessoa nesse mundo. Enoque desfrutava da mesma intimidade e confiança que temos em nossos melhores amigos,cônjuges, pais etc. A cada novo dia que iniciava, descia Deus à onde Enoque residia e com ele passava o dia todo, chegando o final do dia, eles retornavam para a casa de Enoque, onde Deus se despedia dele, até encontrá-lo no dia seguinte novamente. Pois esta é a visão que posso ter , olhando pela revelação de Deus que temos hoje. Onde o Espirito de Deus habita continuamente no homem. Com isso quero te levar a entender que o nosso Deus ama o ser por Ele criado. E nos leva a pensar profundamente em ter um relacionamento mais sério e de total intimidade com Ele.

Suco de uva integral: benefícios e como fazer

A fruta que é mencionada até na Bíblia começou a ser cultivada no Oriente Médio há cerca de 6 mil a 8 mil anos. Mesmo sendo tão popular entre todas as faixas etárias, você ainda não sabe que o suco de uva integral é tão bom para a sua saúde.

Com certeza você já ouviu falar que o vinho traz muitos benefícios para a saúde, mas por conter álcool ele está mais para vilão do que para herói de uma vida saudável. Já o suco de uva não tem esse problema. Ele apresenta todos os pontos positivos do vinho protegendo a sua saúde e o seu organismo.

5. Benefícios do suco de uva integral

suco de uva integral beneficios
Créditos: Cooking Up Clean
O suco dessa fruta pequena e doce traz muitos benefícios para a saúde, principalmente por ter um alto teor de antioxidantes e muitos nutrientes importantes para o organismo funcionar direito. Confira agora cinco benefíciospara sua saúde ao tomar suco de uva de forma integral.
1. Retardar o envelhecimento

A substância resveratrol presente no suco de uva é capaz de aumentar o tempo de vida das células, pois as protegem dos radicais livres e as reparam. Com as células durando mais tempo o processo de envelhecimento se torna mais lento.
2. Reduzir o colesterol

A oxidação do colesterol ruim (LDL) pode resultar em maior número de placas nas artérias, o que pode causar a doença de aterosclerose. No entanto, com a ingestão do suco de uva em forma integral o nível do colesterol diminui por causa da ação antioxidante, e ainda aumenta o nível do colesterol bom.
3. Prevenir câncer

O poder antioxidante e os nutrientes presentes no suco de uva reduzem o risco de câncer pois ajudam a regular os hormônios e previne o crescimento desorientado e desordenado das células.
4. Fortalecer o sistema imunológico

Como contém vitamina C e antioxidantes, o suco de uva melhora o sistema imunológico. Ele ajuda a prevenir o corpo de infecções virais por fortalecer a função das células brancas, que é a ação de defesa do organismo contra doenças.
5. Benefícios para o cérebro

O suco de uva combate os danos dos radicais livres nas células cerebrais graças aos antioxidantes presentes na uva. Tomar o seu suco regularmente impede o estresse oxidativo e ajuda na manutenção das células, além de prevenir Alzheimer.

Engorda?

suco de uva integral emagrece
Créditos: Kalay
Ao contrário, o suco de uva integral ajuda no processo de emagrecimento graças às suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes. Mas atenção, pois deve ser o integral. O suco de caixinha faz com que o metabolismo fique mais lento pois inflamam as células. O resultado final é o ganho de peso.

Os benefícios do suco para sua dieta são que ele ajuda a reduzir a barriga, estimula o metabolismo e diminui a absorção de gordura. Além disso o suco de uva integral é ótimo para combater aquela vontade por doces. Ele prolonga a saciedade e faz com que você diminua as calorias consumidas pois mantém as taxas de glicose reguladas.

A melhor forma de aliá-lo a sua perda de peso é consumir apenas um copo do suco por dia, sempre entre as refeições. Assim não há riscos em comprometer a sua dieta ou a sua saúde.

Como fazer em casa?

suco de uva integral fazer
Créditos: CFP Winemakers
O suco de uva integral é facilmente encontrado pronto em supermercados em garrafas de vidro. Você deve sempre ler o rótulo para se certificar que é 100% integral. Além disso, você também pode fazê-lo em casa.

Ingredientes
Uva escura: 1 quilo;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

1. Retire as uvas do talo e as lave bem.

2. Coloque a água em uma panela junto com as uvas e leve ao fogo.

3. Quando as uvas começarem a se partir (em torno de 20 a 30 minutos) desligue o fogo.

4. Deixe que esfrie. Quando estiverem em baixa temperatura, peneire a mistura amassando com uma colher para retirar toda a polpa da fruta.

5. Guarde em uma garrafa bem vedada na geladeira para não estragar.

Posso tomar suco de uva integral em jejum?

suco de uva integral jejum
Créditos: Welch’s Global Ingredients Group
Sim, você pode e inclusive deve! O resveratrol, poderoso antioxidante, presente no suco de uva é o motivo. Ao ingeri-lo após acordar, e de barriga vazia, você aproveita todos os benefícios prevenindo-se do Alzheimer e mantendo seu cérebro saudável.

O suco também vai estimular seu aparelho digestivo, acelerar o metabolismo e eliminar o ácido úrico, sendo este responsável pela causa da fadiga. Ele é ótimo para tomar antes das suas atividades físicas, dando uma energia extra.


21 de set. de 2018

Em quais candidatos o cristão deve votar segundo Ellen White?

Antes de apresentar esses conselhos de Ellen G. White para o cristão que deseja votar e assim exercer seu direito de cidadão com sabedoria e prudência, destaco que a co-fundadora do adventismo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia[1] e nem eu, assumimos qualquer partido político

Desse modo, o fato de eu concordar com algumas ideias (não todas) de um deputado ou candidato, isso não significa que sou militante de seu partido ou promovedor de suas causas. Afinal, quantos leitores em algum momento não concordaram com a opinião de um comentarista bíblico que não pertence à sua denominação religiosa, e que apresenta outros conceitos com os quais discorda?

“A Igreja [adventista] encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional”[2] porque preferimos empunhar a bandeira de Cristo (Jo 18:36) e dedicar nosso tempo na pregação do evangelho para prepararmos as pessoas para a volta de Cristo (Mt 28.19-20; Ap 14:6-12).

Porém, não cremos que o cristão deva ser isento de sua responsabilidade social em votar e eleger governantes que melhor representem os princípios divinos, e que contribuam para aliviar o sofrimento do próximo. Mesmo sendo apolíticos, não vemos vantagem alguma em ser um alienado ou ignorante político.

Além disso, entendemos que essa é uma questão pessoal e que ninguém que assuma função eclesiástica deveria influenciar os membros na defesa de qualquer partido[3]. Desse modo, cremos que em questões políticas, o livre-arbítrio também deve ser respeitado.

Todavia, somos pessoas que cultuam a Deus racionalmente (Rm 12:1,2). Não é porque não assumimos um partido ou candidato que não iremos avaliar suas ideias, planos e propostas. Afinal, mesmo nossa Pátria sendo a celestial (Fp 3:20,21), vivemos ainda na pátria brasileira e Cristo nos convida para sermos o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), influenciando para o bem e levando o conhecimento de Deus a todos os eleitores (Mt 5:15, 16).

Isso é feito também quando escolhemos representantes que não atrapalhem a divulgação da mensagem de Jesus Cristo e de Suas verdades para esse tempo.

Sugestões de Ellen G. White quanto ao voto

Mesmo a Igreja Adventista do Sétimo dia (sabiamente) não se envolvendo com qualquer partido político, sua co-fundadora deu conselhos específicos para todos aqueles cristãos que desejam exercer seu direito de cidadania através do voto.

Desejo que esse post lhe instrua a votar devidamente[4] para que, enquanto estivermos nessa pátria corrupta, façamos nossa parte para aliviarmos de verdade o sofrimento do próximo através da escolha de líderes que estejam dispostos a nos ajudarem nesse propósito.

Como muito bem destacou Alberto R. Timm: “Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas”.[5]

Eis algumas das dicas de Ellen G. White:


. Vote em candidatos temperantes (moderados, controlados) e que não sejam contra nossa mensagem de saúde. Não eleja beberrões ou indivíduos que possam estimular o comércio de drogas de qualquer espécie: “Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades”.[6]

2. Vote em pessoas íntegras, que respeitem os direitos de propriedade, os direitos da vida (humana e animal) e que, obviamente, valorizem a religião, os princípios morais e a estrutura familiar: “Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais”.[7]

3. Vote em candidatos que temam (respeitem) a Deus e estejam dispostos a receberem sabedoria dEle e de Sua Palavra para governarem: “Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do Senhor, e indicariam aos homens uma norma elevada e santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do Senhor estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O Mestre celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e o verdadeiro. A Palavra de Deus seria seu guia, e afastariam toda opressão…”.[8]

4. Vote em candidatos que respeitam a liberdade religiosa e que não promovam em hipótese alguma a união entre Igreja e Estado: “Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado”.[9]

Creio que se seguirmos tais diretrizes, estaremos sendo responsáveis na escolha de nossos representantes e contribuindo para o avanço do evangelho – nossa verdadeira bandeira.

Concluo o presente post com as palavras finais de uma resposta dada na seção “Consultoria Doutrinária” da Revista Adventista de setembro de 2000 sobre o tema em discussão:

“O cristão viaja para a Pátria celestial, mas, enquanto estiver neste mundo, deve cumprir seus deveres na comunidade de que faz parte. Assim, o exercício da cidadania é parte da vida de todo cristão responsável. Pagar impostos, com honestidade, é um dos requisitos”.[10]


Houve um aumento de 4.000% de crianças que se identificam como transexuais

O número de pessoas que se identificam como transgênero está aumentando nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, incluindo muitas crianças e adolescentes.

Este ano, a Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes começam a usar “termos de gênero não tradicionais” para se identificarem

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto são realmente desse gênero e devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual.

De acordo com um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: “Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis de 13 anos. A razão é a disforia de gênero (” transgênero “):as meninas agora querem se identificam como meninos e é por isso que querem se parecer com meninos”.

No Reino Unido, os jovens encaminhados para “tratamento de gênero” aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

“Alguns educadores já avisaram que a promoção de problemas transgêneros nas escolas colocou confusão na mente das crianças e que encorajar as crianças a questionar o gênero se tornou uma indústria”, informou o Telegraph.

“A Dra. Joanna Williams, autora do livro ‘Mulheres Contra o Feminismo’, disse que as escolas estão encorajando até mesmo os mais jovens a se perguntarem se realmente são um menino ou uma menina”, acrescentou o Telegraph.

O problema é tão grande que autoridades do Reino Unido iniciaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Nos EUA há também um desejo crescente de injetar drogas nas crianças para impedir o início da puberdade.

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas foram injetadas com drogas bloqueadoras da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento alimentou a pesquisa do Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das redes sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente resolvem por conta própria.

“É realmente normal que as crianças entrem e saiam com algumas idéias de gênero, mas geralmente resolvem quando chegam à idade adulta sem qualquer intervenção”, explicou.


“Minha preocupação sempre é, se empurrarmos as pessoas para o que sentem neste momento de uma forma ou de outra, que realmente não permitimos que tratem as coisas como normalmente fariam e descubram quem são.”

Mintle acredita que é perigoso para os adultos incentivar as crianças a tomar medidas drásticas e invasivas para abordar suas questões sobre gênero.

“A ideia de que os adultos ponham seu pensamento em crianças que não têm a capacidade de até mesmo abstrair o que estamos falando é ridícula”, acrescentou

20 de set. de 2018

Benefícios da moringa para diabetes

São muitas as doenças que a moringa pode tratar, por ser uma planta riquíssima em vitaminas, minerais ácidos graxos e aminoácidos essenciais para a manutenção da saúde. Ela revitaliza as células, cicatriza feridas, alivia dores por causa do efeito anti-inflamatório, equilibra a pressão e muito mais. Veja a seguir quais são os efeitos específicos da moringa para diabetes.
1. Regulariza o funcionamento do pâncreas

Quem tem diabetes sabe que o pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina, que é o hormônio responsável pela absorção e distribuição da glicose. Então, para os casos de diabetes por falta de produção de insulina, a moringa pode ajudar, pois estimula o bom funcionamento do pâncreas, permitindo que melhore sua produção.
2. Atua como hipoglicemiante

Justamente por estimular o pâncreas a funcionar melhor e a produzir a insulina necessária, a moringa acaba contribuindo na redução dos níveis de glicose no sangue. É disso que os diabéticos precisam para se manterem bem.
3. Estimula a perda de peso

Por conta do ácido clorogênico que há na moringa, que é a mesma substância que age no controle da glicose, a planta também ajuda a emagrecer. Esse fator é muito importante para diabéticos, pois a obesidade piora todos os sintomas da doença e aumenta o risco de infarto e derrame.
4. Fortalece o organismo

Como é uma planta cheia de vitaminas e minerais, a moringa para diabetes é importante, pois mantém o organismo equilibrado e mais saudável. Assim é mais fácil controlar e prevenir os sintomas da doença. É claro que, para isso, é necessário manter todas as recomendações médicas, como uma alimentação especial e a prática de atividade física.
Como tomar?

Agora que já conhece os benefícios da moringa para diabetes, veja quais são as formas em que a planta é comercializada e como pode consumir.
1. Chá de moringa

A forma mais comum e prática de consumir a planta é fazendo um chá. É possível utilizar as folhas frescas ou desidratadas. Só precisa adicionar 1 colher de sopa de folhas picadas de moringa em 1 xícara de água fervida. Deixar em infusão até amornar, coar e beber. Consulte seu médico para saber qual é a dose recomendada para o seu caso.
2. Moringa em pó

Outra forma de encontrar a moringa para comprar é na forma de pó. Pode adicionar nas comidas e bebidas, mas assim como para o chá, é importante que tenha recomendação médica para saber a quantidade que deve tomar.
3. Moringa em cápsula

Além do pó, existem também as cápsulas de moringa. Elas também devem ser recomendadas pelo médico, já que a pessoa diabética precisa ter muito cuidado com o que vai consumir. Normalmente essas cápsulas são tomadas junto com o café da manhã.
Contraindicações da moringa

A planta não é recomendada para gestantes nem lactantes. Pessoas com problemas de coagulação também devem evitar, já que a planta possui efeito anticoagulante. Por fim, não devem tomar a moringa também as pessoas que fazem uso de medicamentos para dormir.

As dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os efeitos desejados, inclua o uso da planta em uma dieta saudável, com a prática de atividade física, e pergunte ao médico qual é a dose recomendada para o seu caso.

19 de set. de 2018

Os 4 tempos de angústia nos últimos dias

A expressão “tempo de angústia” ocorre várias vezes na Bíblia. O povo de Deus, em diferentes épocas, passou por momentos difíceis com perseguições, escravidão, guerras e fome. Vale ressaltar nas primeiras palavras desse artigo que Deus não é o causador da angústia, no sentido de que Ele não cria situações de sofrimento para os seres humanos. Isso é consequência do pecado.

Nesse artigo, vou explorar quatro tempos específicos de angústia que estão relacionados com a Igreja de Deus nos últimos dias. Esses momentos nos ajudam a entender para onde estamos indo e como Deus tem cuidado de cada detalhe da história para que os Seus propósitos sejam cumpridos.


Os 4 tempos são: os 1260 anos, o pequeno tempo de angústia, a grande angústia e por fim a angústia de Jacó.


1. A angústia dos 1.260 anos – Apocalipse 12:6
Cristo foi para o céu e a mulher, que representa a igreja, encontrou proteção divina no deserto durante o período de tempo profético de 1.260 dias. Neste tempo, ela aguarda o retorno de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus, mas não pode se manifestar publicamente por causa da intensa perseguição.


Esse período é o da supremacia papal, que começa no ano de 538 d.C., quando os ostrogodos são vencidos por Belizário, general de Justiniano, e expulsos de Roma. Nesse ano, cai o terceiro dos três chifres descritos no livro de Daniel 7:8, 20. O imperador Justiniano faz um decreto onde reconhece a supremacia do bispo de Roma e a partir daí começa a perseguição a quem não obedecer às doutrinas humanas que passam a fazer parte da igreja cristã.


As perseguições sobre os seguidores de Cristo são intensas. A Bíblia descreve essa angústia sendo “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24:21).


2. Tempo de angústia depois do deserto – Apocalipse 10:10
O propósito de Apocalipse 10 não é apenas dar uma descrição da experiência de João comendo o livro. Lembre-se que o Apocalipse é um livro de profecia e o seu objetivo é dizer ao povo de Deus o que acontecerá no futuro (1:1; 22:6). Assim, a experiência visionária de João tem um propósito muito mais profundo. Ele representa a igreja, comissionada para proclamar o evangelho por toda parte do mundo durante o tempo entre o período profético especificado em Daniel e a Segunda Vinda. Isto é, durante este período que, por meio da igreja, Deus advertirá os habitantes da Terra do Seu julgamento (14:6-12).


A experiência de João aponta para outro evento que ocorreu no final da profecia de Daniel sobre os 1260 dias. Os adventistas do sétimo dia viram um paralelo entre a experiência de João e o Grande Desapontamento experimentada pelos mileritas em 1844.


Sob a liderança do revivalista Guilherme Miller, eles erroneamente concluíram que a segunda vinda de Jesus ocorreria no outono de 1844. A mensagem sobre a vinda de Cristo foi muito doce no começo. No entanto, quando a data passou sem o retorno, os mileritas ficaram desapontados experimentaram a amargura da mensagem que eles haviam crido e pregado.


Os adventistas viram na comissão de Cristo a João para “profetizar novamente sobre muitos povos e nações e línguas e reis”, o comissionamento da igreja de Deus para proclamar a mensagem da Segunda Vinda “para aqueles que vivem na terra e para todas as nações e tribos e línguas e povos” (Apocalipse 14:6). Quando a mensagem do evangelho for ouvida no mundo inteiro, então o fim virá e a história da Terra irá terminar (Mateus 24:14).


3. O grande tempo de angústia
O grande tempo de angústia é mencionado nos escritos proféticos de Daniel. “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Daniel 12:1).


O texto de Daniel esclarece que o tempo da grande angústia ocorrerá quando Miguel Se levantará no Céu. Miguel é uma figura de Cristo, e na Sua ascensão ao Céu depois de Sua ressurreição Ele “assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3).


Como o assentar-se indica o início de Sua obra no Céu, assim o levantar-se anuncia o fim. Então o levantar-se é simultâneo ao fim da graça e o início das sete últimas pragas.


Esse tempo de angústia vai do momento em que se pronuncia no Céu o decreto de Apocalipse 22:12 – é o momento em que termina a graça ou a oportunidade de salvação – até o dia da segunda vinda de Cristo.


Será uma oportunidade para Satanás demonstrar suas intenções sobre a Terra. Após o fim da graça, ele terá domínio completo sobre os habitantes e elementos da Terra. Para esse momento ele planejou todo tempo. Agora lhe é permitido ser o pretenso Cristo e ele imagina que pode governar o mundo.


Antes desses dias, vivemos a intensificação dos sinais preditos por Jesus em Mateus 24 – guerras, rumores de guerras, furacões, enchentes, aumento da indiferença, tragédias, fome entre tantas coisas mais. O aumento desses sinais em quantidade e intensidade são evidências que nos aproximamos do fim de todas as coisas.


4. Angústia de Jacó
A expressão “angústia de Jacó” ocorre apenas uma vez na Bíblia, em Jeremias 30:7.


Esse tempo da angústia inicia com o decreto de morte promulgado no fim da segunda praga e antes do início da terceira. A primeira praga será uma chaga maligna, e, na segunda, o mar se transformará em sangue. Daí o apóstolo João declara: “Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tem dado a beber: são dignos disso” (Apocalipse 16:5, 6).


Por condenar à morte os filhos de Deus, os incrédulos se tornarão verdadeiramente culpados pelo seu sangue como se eles já o tivessem derramado com suas mãos. Assim Deus envia a terceira praga porque os ímpios promulgarão um decreto de morte contra os filhos de Deus. No auge da perseguição, os fiéis viveram essa angústia que tem suas razões:
1. Medo de serem mortos.
2. Medo de que seus pecados não foram perdoados. Assim como Satanás acusou Jacó, acusará o povo de Deus.
3. Estarão perfeitamente conscientes de sua fraqueza e indignidade. Satanás se esforçará por aterrorizá-los com o pensamento de que seus casos não dão margem à esperança.
4. Medo de não terem se arrependido de todos os pecados.
5. Medo de desonrar o nome de Deus.
O final de todo o período de angústia será por ocasião da Volta de Jesus. E o povo de Deus O receberá com uma grande aclamação de vitória. Rapidamente os fiéis são atendidos pelos anjos e todo o Céu estará brilhante com a glória de Deus. A angústia terminou para sempre. O prêmio final será para todos os que permanecerem até o final ao lado do Senhor (Mateus 24:13). Por isso, não desista, falta somente um pouco mais.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”, diz 2 Crônicas 20:20.

Rafael Rossi (via ASN)

Por que Deus diz não? Existem pelo menos quatro motivos..

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através da visão pessoal, e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para se chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela. Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são as que têm líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Eles convencem as pessoas de que possuem a verdade e arrastam muita gente.


Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós, adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização e, confiantes na sua própria argumentação, acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são. Defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos, adaptados a uma nova época.


Em meio a essa discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções, e de acordo com a maneira como é vista, pode também ser definida como a solução do problema. Essa palavrinha mágica, pequena, mas muito forte é não. Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? O não deve ser abolido ou adaptado aos nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos?


Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele Se relacionou com essa palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude do tempo” (Gálatas 4:4). Ou seja, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação. Se Ele demorasse um pouco mais, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-Lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.


Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje – religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar a postura de Cristo em relação à verdade. Assim, definiremos melhor a nossa.


No sermão do monte (Mateus 5:21-37), Cristo tratou o assunto do não. Ao invés de anular ou diminuir, Jesus ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do não visível e foi mais longe, entrando no mundo do não invisível. Ele foi além do não ato, e chegou até o não pensamento. Ele terminou essa parte do sermão com uma posição clara: Cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições sim, sim e não, não.


À medida que nos aproximamos da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças.


Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz não. Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Essa compreensão nos ajuda a aceitar a Sua vontade, não como imposição, mas como proteção. Existem pelo menos quatro motivos para isso:


1. Para não se queimar
Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo. Quando Ele diz não para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que está dizendo, sabe o que há por trás. Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo corre o risco de se queimar.


Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, proibir totalmente o uso? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra. A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas sabe também que podem cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar o hábito. Deus conhece os riscos, por isso diz não.


Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já está demonstrando que esse é o seu ponto fraco. A história de Eva se repete: sempre que alguém enfrenta a tentação do seu jeito, porque acha ser forte para manter tudo sob controle, acaba se envolvendo muito mais do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com fogo, é pedir para se queimar. Lembro-me sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”.


2. Para evitar limites humanos
Quando você decide estabelecer sua própria verdade e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre se dá são: “Um pouco só não tem problema”; “Só vou ao cinema para ver filmes bons”; “Não vejo mal algum em usar um anelzinho ou uma correntinha discretos”.


A pergunta, porém, continua: Até onde vai o “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não têm problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos?


Se a verdade deixa de ser absoluta, e começamos a fazer concessões ou aberturas, surgem duas realidades: A primeira é que cada pessoa cuida da própria vida e estabelece os próprios limites. A verdade deixa de ser única para todos e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Sendo assim, é claro que uns serão mais rígidos e outros mais liberais. Em segundo lugar, a igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais são os limites. Nesse caso, a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém define o que é a verdade e os demais a aceitam. Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus. Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura.


3. Para não confundir os outros 
Somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na Terra, e as pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.


Se no trabalho, um jovem adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ele ser reconhecido como um cristão? Se no sábado à noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não possuem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um jovem adventista está sentado à mesa de bar com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identificá-lo com um cristão?


É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver a Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Essas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de serem reconhecidas.


4. Para vencer as sutis tentações de Satanás 

Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos quanto à verdade, para que ele não tenha espaço. Quando o não é substituído pelo “mais ou menos” ou, por “um pouquinho só não tem problema”, ou ainda: “Não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e Satanás se aproveita.


Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficaz e poderosa ela será.

Pr. Erton Köhler (via Jovem Adventista)

FIM DOS TEMPOS! – Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Um grupo canadense criou uma marionete para ensinar crianças em idade escolar sobre transgenerismo e fluidez de gênero.

Julia, criada pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais, é uma fêmea biológica que sente em seu coração que deveria ser um menino. Julia e seus amigos fantoches, Leo e Arnie, e sua amiga humana, Alex, exploram os tópicos de transgenerismo e fluidez de gênero de uma forma que as crianças supostamente podem entender.

Um dia, Julia decide que ela quer ser chamada de “Julien” e rapidamente faz a mudança. O programa mostra como os amigos, a família e os professores devem reagir se uma criança decidir “fazer a transição” de um sexo para outro.

Os bonecos são os personagens principais em livretos e vídeos que a fundação lançou no início deste mês.
Jasmin Roy, o fundador do grupo, disse que a fundação criou o material educacional a fim de ensinar crianças e professores a lidar respeitosamente com aqueles que podem ser transexuais.

“Precisamos desenvolver habilidades emocionais e sociais para educadores, pais e outras crianças que estão ao redor dessas crianças explorando seu gênero ou expressão”, disse Roy, de acordo com a CTV News. “Agora, toda vez que você tiver uma criança em sua comunidade que esteja lidando com essa realidade, você terá uma ferramenta para ajudá-lo”.

Em 2015, o show Vila Sésamo introduziu um personagem chamado Julia, que era autista. Roy afirmou que ela baseou Julien fora de Julia, expressando seu desejo de educar as crianças sobre aqueles que são diferentes.

“Eu disse que deveríamos fazer a mesma coisa para uma criança que está explorando porque algumas crianças apenas explorarão, e isso não significa que elas vão crescer trans”, disse Roy.

“Talvez, se você tiver um filho [passando por isso], possa mostrar a eles os vídeos e dizer:“ É assim que você se sente? O que você precisa? Como posso ajudá-lo? “E eu amo você”, explicou ela

omo Faithwire relatou, apenas na primavera passada, dois trailers mostravam animações sobre crianças transgênero que foram liberadas.

O primeiro show, “Drag Tots!”, É sobre drag queens da idade da criança que, de acordo com o trailer, é exatamente o que o mundo precisa. O trailer começa com clipes de guerra, desastres naturais e o presidente Donald Trump, como um narrador diz: “Em um mundo à beira do caos, onde o medo é a regra da terra… as vozes de uma geração se uniram para dar nosso planeta o que ele precisa … BEBÊ DRAG QUEENS! ”

O segundo show é chamado de “Super Drags”, uma série sobre uma banda de super-herói drag queens.

“À noite, eles apertam seus espartilhos e se transformam no pior dos SUPER DRAGS da cidade, prontos para combater a sombra e resgatar o brilho do mundo dos vilões do mal”, diz o preview, “Prepare-se, porque os SUPER DRAGS estão indo mais fundo do que você pensa.” Se esta é a tendência é indicativo do que a televisão infantil se tornará nos próximos anos, talvez os pais devam começar a explorar diferentes alternativas.

18 de set. de 2018

Itapetinga: Blog abre as portas trazendo uma entrevista especial com a cantora Pryscilla Just

Estamos felizes por começar este projeto de evangelização através da net, entrevistando a cantora adventista Pryscilla Just, um dos maiores nomes da música gospel do país. Em entrevista exclusiva ao nosso Blog, Pryscilla relembra o início de sua jornada na música gospel, fala de momentos marcantes e, dificuldades, ainda, dá detalhes do seu álbum lançado em .....
Porque escolhemos este tema? 

Ellen White considerava a música um “dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a temas nobres e inspirar e elevar a alma” [1]. Unida às Escrituras, a música é um meio eficaz “para gravar suas palavras na memória” e “subjugar as naturezas rudes e incultas” [2]. Ellen White comparou a canção a “uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo" [3] para abrir “as fontes do arrependimento e da fé” [4]. Um hino de louvor que sobe de um coração “cheio de gratidão e ações de graças” é agradável a Deus [5].
Blog: Diga para nossos leitores como foi sua trajetória de vida até aqui: infância, juventude, conversão etc. Enfim, sua vida cristã.
Pryscilla Just: Primeiramente, é um prazer conceder esta entrevista a vocês e aos leitores. Vamos lá. Nasci num lar adventista e me batizei aos 08 anos, iniciei meu Ministério antes de gravar meu primeiro trabalho. O Ministério começou quando eu tinha 19 anos; indo as igrejas cantar e pregar. Tenho um trabalho solo com 11 faixas intitulado “Descanse”.
Blog: Diga-nos qual maior dificuldade você tem encontrado hoje?

Pryscilla Just: A maior dificuldade tem sido o de acompanhar as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 2 anos. Ninguém mais “se interessa” por CD. As pessoas hoje possuem as plataformas digitais para acessarem o artista que quiser, no momento que quiser. Essas e outras mudanças tem sido desafiadoras!

Blog: Qual música marcou mais a sua carreira? 

Pryscilla Just: A Canção “Vinho Novo” “Eu Sou Deus”. (Faixa 03 do meu CD).
Blog: que mensagem você deixa para nossos leitores? 

Pryscilla Just: Gosto muito do verso bíblico Jó 42:5, que diz: “Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos Te veem.”

O Blog agradece a Pryscilla Just pela entrevista e define quem ela é com uma frase: Uma mulher sonhadora que está a cada dia aprendendo a viver para Deus da maneira certa.

Redação




17 de set. de 2018

Editora adventista lança os devocionais que irão edificar os membros da igreja no próximo ano

Intitulado Minha Consagração Hoje, o primeiro devocional impresso pela Casa Publicadora Brasileira foi lançado em 1953. Na época, ele tinha formato de calendário e era, portanto, bem diferente do modelo atual. Foi somente três anos mais tarde que o material passou a ser editado no formato de livro.

Das 65 Meditações Diárias produzidas até agora, 31 foram escritas por estrangeiros, sendo que 21 consistiram em compilações dos escritos de Ellen G. White. O primeiro brasileiro a entrar para a lista de autores do devocional foi o pastor Enoch de Oliveira, em 1990, com a publicação da obra intitulada Bom Dia, Senhor. Na época, o ex-presidente da igreja no continente já havia se aposentado.Pr. José Carlos de Lima, diretor-geral da CPB, mostra exemplar da primeira meditação publicada pela igreja no Brasil, em 1953. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Quase trinta anos depois, outro brasileiro entra para a história da publicação. Autor das Meditações Diárias do próximo ano, o pastor Erton Köhler é o primeiro líder da igreja no continente a escrever o devocional ainda no exercício da função, como destacou o pastor José Carlos de Lima, diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, numa programação que reuniu os servidores da CPB e diversos líderes da igreja na sede da editora na última quinta-feira (6).

Presente no programa de lançamento das Meditações Diárias, da Inspiração Juvenil e da Meditação da Mulher para 2019, o pastor Erton Köhler falou sobre o desafio de conciliar a produção do material e as diversas responsabilidades administrativas. Desde que recebeu o convite para escrever o devocional, há três anos, o líder adventista começou a reunir materiais e a fazer anotações, mas escreveu o primeiro texto somente em fevereiro deste ano. “Quando eu olho para o livro, eu mesmo tenho dificuldade de entender como foi que tudo isso ficou pronto. Por isso, o sentimento é de realização por ver o livro impresso e de gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de escrevê-lo”, expressou o pastor Erton.

Num momento de entrevista com o autor, dirigido pela jornalista Betina Pinto durante o evento, ele disse que ao levantar informações para o devocional foi impressionado por histórias como a do casal Ignacio e Cecilia Kalbermater. Eles viveram dias difíceis no campo missionário. Enquanto serviam no Paraguai, perderam o primeiro filho, Ismael, com apenas um ano e oito meses de idade. Por conta de uma viagem, Ignacio só soube do falecimento do filho cinco dias depois. Mais tarde, trabalhando na Bolívia, o casal recebeu outro duro golpe com a perda da segunda filha, que morreu sufocada com a própria fralda quanto tinha nove meses. Apesar do sofrimento extremo, a família não desistiu, mas continuou fazendo grandes sacrifícios pela missão nesses países. “Me emocionei ao ver como Deus dirigiu os rumos dessa história. A igreja cresceu e, décadas depois, o neto do casal retornou ao Paraguai para ser presidente da igreja para todo o país. O que antes havia sido o distrito do avô tornou-se uma União, presidida por seu neto, também chamado Ignacio Kalbermatter. Além disso, desde o fim de 2017, o bisneto de Ignacio e Cecilia, Hiram Kalbertmatter, é o presidente da Igreja Adventista para toda a Bolívia. Seus filhos foram sepultados naqueles países, mas seus descendentes voltaram para continuar a obra”, relatou.

Outra história que irá inspirar os leitores no ano que vem é a que está relatada na página 330 do devocional intitulado Nossa Esperança. Ao falar sobre os milagres de Deus em favor do Seu povo, o pastor Köhler conta como um folheto entregue por um garoto de 13 anos a um senhor embriagado levou 25 membros da família Godinho ao batismo, incluindo Paulo, que é pastor, e mais oito amigos que também foram conduzidos a Cristo pela influência dessa família.Autor das Meditações Diárias tem encontro surpresa com Ivan, personagem cuja história é contada no livro. O folheto entregue por ele foi o ponto de partida para que 25 membros de uma mesma família aceitassem a mensagem. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Foi por meio do pastor Paulo que o autor ouviu o testemunho e decidiu registrá-lo no livro. No entanto, o pastor Erton Köhler não esperava a surpresa preparada pelos organizadores do programa. Além de seu Leontino, o homem alcoolizado que recebeu o folheto, e dona Rosinha, a primeira a tomar a decisão de se tornar adventista, o autor do devocional também pôde conhecer pessoalmente Ivan, hoje com 56 anos. Para encerrar a festa, o pastor Paulo Godinho entrou no tanque para realizar mais um batismo, símbolo dos frutos que continuam sendo colhidos como resultado da semente que foi plantada no passado por um adolescente.

Além do devocional Nossa Esperança, também foi lançada a Meditação da Mulher, intitulada Toques de Alegria, e a Inspiração Juvenil, obra escrita pelo pastor e jornalista Francisco Lemos que está sendo republicada com o título Natureza Viva.

Proteção à criança

O Conselho de Administração da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, anunciou que irá criar um novo instituto para atender crianças que sofreram abuso. Votado em maio, o Instituto de Resiliência para a Adversidade Infantil (Rica, na sigla em inglês) irá ampliar as atividades do Centro de Avaliação Infantil (CAC), implantado há quase 25 anos em San Bernardino, na Califórnia. A ideia é colaborar com agências governamentais, sistemas jurídicos e o Hospital Infantil da Universidade de Loma Linda.

Como um fórum permanente, o Rica irá realizar entrevistas forenses e exames médicos para avaliar denúncias de abuso infantil. Essa abordagem ajudará a eliminar a necessidade de uma criança ter que se submeter a entrevistas com representantes de várias agências.

O Rica também servirá como um centro para o programa de residência pediátrica de abuso infantil da Universidade de Loma Linda, um dos poucos no país. Reconhecido pelo Conselho de Credenciamento para a Educação Médica de Pós-Graduação, esse programa de bolsas enfatiza a intervenção e a prevenção, além de fornecer aos pediatras uma variedade de experiências de atendimento ao paciente, oportunidades de pesquisa e atividades educacionais.

Desse modo, o novo instituto deve facilitar a cooperação multidisciplinar com suas agências parceiras por meio de reuniões mensais de membros da equipe para treinamento e revisão de casos.

Longa atuação

O Centro de Avaliação Infantil (CAC) da universidade adventista foi criado em 1994, dois anos após o Conselho de Políticas de Redes Infantis de San Bernardino ter começado a buscar novas maneiras de avaliar denúncias de abuso infantil. Frequentemente, crianças vitimadas sofriam trauma desnecessário no processo de serem entrevistadas por múltiplas agências.

Na ocasião, o conselho estabeleceu uma força-tarefa com representantes dos Serviços de Proteção à Criança, do Centro Médico do Condado, das secretarias de Saúde Pública e Saúde Comportamental, do Gabinete do Procurador e do Xerife, do Tribunal de Menores e do Tribunal de Direito Familiar, do Conselho Municipal, de entidades como a Children’s Network, de agências financiadoras como a Children’s Fund e do Centro Médico Universitário de Loma Linda.

As necessidades do centro de avaliação aumentaram drasticamente ao longo dos anos. “O abuso de crianças se tornou uma história muito familiar neste país e em outras partes do mundo”, afirma Richard H. Hart, presidente da Universidade de Loma Linda.

Em 2014, o CAC foi transferido para uma instalação mais moderna, de propriedade do condado e mantida em San Bernardino. Agora, o novo instituto está a caminho de ajudar a tratar 1,6 mil crianças abusadas física ou sexualmente. “O novo instituto vai construir e crescer sobre a reputação que o CAC mantém como um exemplo nacional no tratamento de crianças vítimas de abuso”, acrescenta Hart.

Na última semana de agosto, o comitê de supervisão do Rica se reuniu para designar a liderança e determinar relações funcionais com o CAC e o condado de San Bernardino.

DONAJAYNE POTTS, equipe da Universidade de Loma Linda (publicada no site da Adventist Review)

15 de set. de 2018

ADVENTISTAS JÁ NÃO CANTAM MAIS HINOS

Naquela tarde, começávamos um culto na sala dos professores, com alguns de nós acomodados em um dos três sofás disponíveis, em frente à televisão, que exibia o hino escolhido. Uma professora, recém-convertida, chegou ao término da primeira estrofe e não conteve o comentário: “O pastor sempre escolhe essas músicas”. Não julguei que devesse me importar ou remoer qualquer aborrecimento diante daquela fala espontânea. Refletindo no episódio, só posso ver com naturalidade que alguns adventistas estranhem os velhos hinos, com os quais nunca conviveram.
E os hinos necessitam de convivência para serem conhecidos e, sobretudo admirados. Surgidos, em sua maioria, naqueles séculos anteriores aos meios de comunicação em massa, eram testados, publicados em coetâneas e apenas depois se popularizavam. A riqueza que trazem não se resume à sua poesia enxuta, direta e bela, ou às melodias simples que a encerram; são testemunhos vivos da fé de gerações passadas.
Ninguém publicava hinos para atender demandas comerciais ou pedidos de gravadoras. Não acho que o Sr. Spafford compôs It Is Well With My Soul (“Sou feliz com Jesus”, HA 230) pensando fazer sucesso nas igrejas inglesas, nas quais seu amigo Moody pregava sempre. Wayne Hooper mesmo testemunha que, ao compor o hino We have this hope (“Oh, que esperança”, HA 469), sentiu melodia e letra fluírem de sua mente, de forma como nunca experimentara antes. Não que os hinos sejam inspirados – apenas a Bíblia o é. Porém, imperfeitos como são, eles permanecem inspiradores e ligam nossos sentimentos ao Divino Salvador.
Impera hoje um revisionismo míope, que tenta encontrar em todo hino uma ligação com a música secular de sua própria época. Desconfio que seja uma estratégia para amparar a prática contemporânea de veicular letra religiosa com canções pops. Nesse sentido, Lutero acaba sendo a maior vítima de infâmia: sujam seu nome, acusando-o de, em nome da expansão da Reforma Protestante, adaptar música de taverna para ser cantada nas igrejas.
Como Lutero, pobre reformador, não está aqui para se defender (sorte dos detratores, porque o gênio do reformador alemão era excessivamente apimentado!), vale suscitar alguns fatos para desfazer esse desatino: dos 33 hinos atribuídos a Lutero, alguns eram composições originais, outros, adaptações do cantochão (o canto gregoriano, tradição antiga, condensada e oficializada pela Igreja Católica) e apenas um proveniente dos meios populares. Vale dizer que Lutero modificou sensivelmente a melodia conhecida, adaptando seu andamento, inclusive.
Além do “caso Lutero”, há diversos exemplos de melodias adaptadas de canções folclóricas (como o hino “Lindo País”, HA 571, que possui versões seculares e religiosas) e cívicas (“Vencendo vem Jesus”, HA 152). Dizem que, se formos excluir o que provê da música secular, poucos hinos restariam no hinário.
A tese, encomendada para justificar a simbiose atual entre música popular e letra religiosa, cai diante das seguintes considerações: (1) Em séculos passados, a variedade musical era pouca, fazendo com detalhes sutis, como andamento, harmonização e letra diferissem o sacro do secular; (2) Muitos dos hinos do hinário foram compostos por cristãos comprometidos, que, ou se dedicavam à tarefa (como Fanny Jane Crosby, Philip Paul Bliss, etc) ou provinham de acentuada experiência espiritual vivida por seu autor, sendo que eram prontamente testados e, uma vez aprovados, utilizados para fins congregacionais; (3) do ponto da filosofia musical, a mensagem da letra possui encaixe perfeito com as melodias, que reforçam a mensagem cristã e, por sua suavidade, simplicidade e solenidade transmitem valores religiosos inegáveis, havendo perdurado por diversas gerações.
Ainda assim, corremos o risco de substituir pérolas cristãs por coisa inferior, oriunda da mentalidade atual, cujo paradigma parece ser o da “obsolescência programada”: os “hinos” agora chegam em coletâneas divididas por anos, já indicando que possuem prazo de validade. O padrão? Seguir algumas fórmulas de sucesso: melodias pobres (facilmente assimiláveis e sem muita elaboração), muita repetição, modulações constantes, tonalidades altas (para o padrão congregacional, o que favorece o canto “gritado”), síncopes, dissonâncias mal resolvidas, percussão em destaque e letras que abusam de metáforas românticas ou da metalinguagem (músicas de adoração que falam sobre adoração).



Se pensarmos, há hinos contemporâneos belos e poderosos; desconfio, no entanto, que a polarização entre velho e novo é parte da apologia de alguns músicos para defender novos paradigmas. Todavia, deixemos claro: precisamos de novos compositores, que trabalhem criativamente a partir do legado, renovando o espírito dos hinos, trazendo composições novas e pertinentes, embelezando o repertório acumulado por séculos de produções inspiradoras. Renovar não é inovação descabida ou mundanismo travestido! Ou resgatamos os hinos e seu legado, ou toda uma geração de crentes ficará confinada a oferecer a Deus fogo estranho.

A DEGRADAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS

A missão que temos é transmitir a última mensagem de advertência. Trata-se de uma responsabilidade solene. Solenidade é um conceito que escapa à contemporaneidade. Sua gravidade é diluída nos filmes de Hollywood, quando nos momentos trágicos parece haver a necessidade de um contraponto cômico. Nem as músicas religiosas atuais conseguem mais representar a solenidade. Talvez, apenas atrás do conceito de reverência, solenidade seja um dos artigos mais raros no mercado atual. Ambos são raros pela mesma razão: a degradação do senso da presença de Deus.
Em um contexto tecnológico, tudo apela aos sentidos. Mas Deus permanece invisível. Os comunicadores instantâneos, ubíquos, fomentam a ilusão de estarmos presentes em diversos lugares e de igualmente termos os amigos próximos. E com tantos elementos atraindo a atenção, o Deus Altíssimo, presente no mundo material, é ignorado. Se a presença do Criador passa despercebida, que dizer da comunhão com Ele? Que dizer da forma de responder ao Seu chamado?
A ironia fatal de uma época em que a adoração ganha contornos de metalinguagem – com músicas de adoração que falam sobre adoração –, é que os cristãos, em geral, não entendem adoração como a resposta obediente ao que Deus fez por mim. Adoração não significa sucumbir a um êxtase emocional, na tentativa de reproduzir a presença de Deus de forma carismática, como se a música e a emoção fossem elementos catalizadores para fazer um download de Deus. Adoração compreende me relacionar com Deus, nos termos que Ele estabeleceu em Sua Palavra. Isso implica em rendição, gratidão, júbilo, disposição para servir e obedecer e tantas outras coisas.
O verdadeiro adorador obedece voluntariamente. Ele quer testemunhar, porque não pode conter o amor que brota nele em resposta ao amor que fluiu do coração de Deus. Com humildade e poder, alegria e tato, sabedoria e entusiasmo, ele prega. Com suas palavras, mas com cada gesto silencioso. Prega usando a Bíblia, mas por meio de sua coerente busca para se mostrar fiel. Não há aquele sentimento estreito de alguém mecanicamente condicionado a fazer algo segundo um programa. Existem muitos manuais, planos e estratégias. Recursos não faltam. Falta é amor, transformação, vidas impactadas pela comunhão. Falta o Espírito de Deus descendo sobre Seu povo a cada manhã.
Ser um adventista é abraçar a missão. Sem os modismos que invadem a literatura evangélica a cada época. Sem o proselitismo pelo proselitismo. Viver a missão, ser a missão, pregar com o fogo de quem ama o Salvador e ama aquelas pessoas que Ele ama. Uma imensa responsabilidade, maior do que qualquer ser humano poderia imaginar.
Uma responsabilidade solene para tempos solenes.

ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

A IGREJA ADVENTISTA MUDOU?

O adventismo mudou?
Há décadas as crenças adventistas são as mesmas.
Por que, então, se fica com a impressão de que a igreja não é a mais a mesma?
Há vários fatores, um deles, seria a mudança de ênfase.

Fale sobre a questão da mudança de ênfase.
Em sua evolução, o adventismo mudou muitas vezes de ênfase. A princípio, por ter uma proposta em muitos pontos divergente dos demais grupos evangélicos, o adventismo enfatizava seus aspectos distintivos, o que originou um comportamento legalista. Aos poucos, o movimento se equilibrou.

O legalismo continua um problema para o adventismo?
Sempre haverá a tentação do legalismo, assim como grupos e indivíduos legalistas. De um modo geral, esse não seria o problema mais sério do adventismo na atualidade.

É possível afirmar que, com a superação do legalismo inicialmente dominante, o adventismo encontrou um equilíbrio?
A princípio, sim. Contudo, com o passar das décadas, além da tentação do legalismo, surgiram outras, como o desejo latente de pertencer ao movimento evangélico.

Os adventistas não se consideram evangélicos?
Há muitas acepções para o termo evangélico. No sentido de crer na mensagem de salvação do evangelho, dom gratuito baseado na morte e ministério intercessor de Cristo, os adventistas são, sim, evangélicos. Isso não significa que o adventismo se alinhem com todas as posturas teológicas dos principais ramos do evangelicalismo.

Quais seriam alguns dos pontos de tensão entre adventistas e evangélicos?
Alguns exemplos rápidos: (1) evangélicos dissociam salvação de estilo de vida, enquanto os adventistas entendem que, uma vez justificados, todo cristão experimente o processo de santificação, que se dá pela fé e que implica em ter o caráter de Cristo formado em sua vida, mediante a obra do Espírito Santo; (2) evangélicos delimitam a obra de Cristo à Sua morte na cruz, sem possuir uma compreensão mais abrangente de Seu serviço no santuário celestial; (3) evangélicos não vêm relação entre vida cristã e obediência aos dez mandamentos, muito menos creem na importância do quarto mandamento, considerando essas temáticas referentes à religião do Antigo Testamento; (4) muitos evangélicos são dispensacionalistas e entendem que Jesus voltará e raptará secretamente a igreja, enquanto os adventistas pregam o retorno de Jesus de forma iminente, visível, literal e em glória; (5) a ênfase profética do adventismo diverge muito das principais denominações evangélicas.

Por que os adventistas quereriam se aproximar dos evangélicos?
Há vários fatores para a aproximação: (1) a influência que eruditos adventistas sofreram da teologia evangélica ao realizarem cursos de pós-graduação em universidades evangélicas; (2) a influência das metodologias e práticas ministeriais sobre setores da liderança adventista; (3) a influência da literatura, música e mídia evangélica sobre leigos e administradores adventistas, etc. Tais fatores, entre outros, fomentam o desejo de se aproximar, em detrimento da ênfase escatológica própria do adventismo, bem como da mensagem específica que o movimento possui.

Isso significa que o adventismo perdeu sua identidade própria?
A perda de identidade é um processo gradativo e heterogêneo, afetando mais a igreja em algumas geografias do que em outras. Não seria justo dizer que a igreja como um todo não cumpre mais seu papel como remanescente da profecia. A despeito da sonolência letárgica de Laodiceia (Ap 3:14-22), o clamor da meia noite será ouvido (Mt 25:6), despertando o povo de Deus. A parte individual nesse processo é orar e buscar esse despertamento, enquanto se conserva o óleo do Espírito Santo (Mt 25:8-10). Não existe um ministério da crítica, por isso, nosso papel é buscar a Deus com todas as nossas forças, para cumprir o papel que Ele espera de Seu povo.

23 de set. de 2018

Enoque é um tipo de cristão que eu quero ser

E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn : 5. 21-24).
A Bíblia nos mostra um relacionamento entre Deus e um homem chamado Enoque. Este mísero mortal que obteve de Deus um grande testemunho. Assim como tantos outros. Mais com uma diferença : Enoque andou com Deus ; e Deus o tomou para sí ; diz a Palavra. Enoque andava com Deus, assim como eu e você andamos com uma outra pessoa nesse mundo. Enoque desfrutava da mesma intimidade e confiança que temos em nossos melhores amigos,cônjuges, pais etc. A cada novo dia que iniciava, descia Deus à onde Enoque residia e com ele passava o dia todo, chegando o final do dia, eles retornavam para a casa de Enoque, onde Deus se despedia dele, até encontrá-lo no dia seguinte novamente. Pois esta é a visão que posso ter , olhando pela revelação de Deus que temos hoje. Onde o Espirito de Deus habita continuamente no homem. Com isso quero te levar a entender que o nosso Deus ama o ser por Ele criado. E nos leva a pensar profundamente em ter um relacionamento mais sério e de total intimidade com Ele.

Suco de uva integral: benefícios e como fazer

A fruta que é mencionada até na Bíblia começou a ser cultivada no Oriente Médio há cerca de 6 mil a 8 mil anos. Mesmo sendo tão popular entre todas as faixas etárias, você ainda não sabe que o suco de uva integral é tão bom para a sua saúde.

Com certeza você já ouviu falar que o vinho traz muitos benefícios para a saúde, mas por conter álcool ele está mais para vilão do que para herói de uma vida saudável. Já o suco de uva não tem esse problema. Ele apresenta todos os pontos positivos do vinho protegendo a sua saúde e o seu organismo.

5. Benefícios do suco de uva integral

suco de uva integral beneficios
Créditos: Cooking Up Clean
O suco dessa fruta pequena e doce traz muitos benefícios para a saúde, principalmente por ter um alto teor de antioxidantes e muitos nutrientes importantes para o organismo funcionar direito. Confira agora cinco benefíciospara sua saúde ao tomar suco de uva de forma integral.
1. Retardar o envelhecimento

A substância resveratrol presente no suco de uva é capaz de aumentar o tempo de vida das células, pois as protegem dos radicais livres e as reparam. Com as células durando mais tempo o processo de envelhecimento se torna mais lento.
2. Reduzir o colesterol

A oxidação do colesterol ruim (LDL) pode resultar em maior número de placas nas artérias, o que pode causar a doença de aterosclerose. No entanto, com a ingestão do suco de uva em forma integral o nível do colesterol diminui por causa da ação antioxidante, e ainda aumenta o nível do colesterol bom.
3. Prevenir câncer

O poder antioxidante e os nutrientes presentes no suco de uva reduzem o risco de câncer pois ajudam a regular os hormônios e previne o crescimento desorientado e desordenado das células.
4. Fortalecer o sistema imunológico

Como contém vitamina C e antioxidantes, o suco de uva melhora o sistema imunológico. Ele ajuda a prevenir o corpo de infecções virais por fortalecer a função das células brancas, que é a ação de defesa do organismo contra doenças.
5. Benefícios para o cérebro

O suco de uva combate os danos dos radicais livres nas células cerebrais graças aos antioxidantes presentes na uva. Tomar o seu suco regularmente impede o estresse oxidativo e ajuda na manutenção das células, além de prevenir Alzheimer.

Engorda?

suco de uva integral emagrece
Créditos: Kalay
Ao contrário, o suco de uva integral ajuda no processo de emagrecimento graças às suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes. Mas atenção, pois deve ser o integral. O suco de caixinha faz com que o metabolismo fique mais lento pois inflamam as células. O resultado final é o ganho de peso.

Os benefícios do suco para sua dieta são que ele ajuda a reduzir a barriga, estimula o metabolismo e diminui a absorção de gordura. Além disso o suco de uva integral é ótimo para combater aquela vontade por doces. Ele prolonga a saciedade e faz com que você diminua as calorias consumidas pois mantém as taxas de glicose reguladas.

A melhor forma de aliá-lo a sua perda de peso é consumir apenas um copo do suco por dia, sempre entre as refeições. Assim não há riscos em comprometer a sua dieta ou a sua saúde.

Como fazer em casa?

suco de uva integral fazer
Créditos: CFP Winemakers
O suco de uva integral é facilmente encontrado pronto em supermercados em garrafas de vidro. Você deve sempre ler o rótulo para se certificar que é 100% integral. Além disso, você também pode fazê-lo em casa.

Ingredientes
Uva escura: 1 quilo;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

1. Retire as uvas do talo e as lave bem.

2. Coloque a água em uma panela junto com as uvas e leve ao fogo.

3. Quando as uvas começarem a se partir (em torno de 20 a 30 minutos) desligue o fogo.

4. Deixe que esfrie. Quando estiverem em baixa temperatura, peneire a mistura amassando com uma colher para retirar toda a polpa da fruta.

5. Guarde em uma garrafa bem vedada na geladeira para não estragar.

Posso tomar suco de uva integral em jejum?

suco de uva integral jejum
Créditos: Welch’s Global Ingredients Group
Sim, você pode e inclusive deve! O resveratrol, poderoso antioxidante, presente no suco de uva é o motivo. Ao ingeri-lo após acordar, e de barriga vazia, você aproveita todos os benefícios prevenindo-se do Alzheimer e mantendo seu cérebro saudável.

O suco também vai estimular seu aparelho digestivo, acelerar o metabolismo e eliminar o ácido úrico, sendo este responsável pela causa da fadiga. Ele é ótimo para tomar antes das suas atividades físicas, dando uma energia extra.


21 de set. de 2018

Em quais candidatos o cristão deve votar segundo Ellen White?

Antes de apresentar esses conselhos de Ellen G. White para o cristão que deseja votar e assim exercer seu direito de cidadão com sabedoria e prudência, destaco que a co-fundadora do adventismo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia[1] e nem eu, assumimos qualquer partido político

Desse modo, o fato de eu concordar com algumas ideias (não todas) de um deputado ou candidato, isso não significa que sou militante de seu partido ou promovedor de suas causas. Afinal, quantos leitores em algum momento não concordaram com a opinião de um comentarista bíblico que não pertence à sua denominação religiosa, e que apresenta outros conceitos com os quais discorda?

“A Igreja [adventista] encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional”[2] porque preferimos empunhar a bandeira de Cristo (Jo 18:36) e dedicar nosso tempo na pregação do evangelho para prepararmos as pessoas para a volta de Cristo (Mt 28.19-20; Ap 14:6-12).

Porém, não cremos que o cristão deva ser isento de sua responsabilidade social em votar e eleger governantes que melhor representem os princípios divinos, e que contribuam para aliviar o sofrimento do próximo. Mesmo sendo apolíticos, não vemos vantagem alguma em ser um alienado ou ignorante político.

Além disso, entendemos que essa é uma questão pessoal e que ninguém que assuma função eclesiástica deveria influenciar os membros na defesa de qualquer partido[3]. Desse modo, cremos que em questões políticas, o livre-arbítrio também deve ser respeitado.

Todavia, somos pessoas que cultuam a Deus racionalmente (Rm 12:1,2). Não é porque não assumimos um partido ou candidato que não iremos avaliar suas ideias, planos e propostas. Afinal, mesmo nossa Pátria sendo a celestial (Fp 3:20,21), vivemos ainda na pátria brasileira e Cristo nos convida para sermos o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), influenciando para o bem e levando o conhecimento de Deus a todos os eleitores (Mt 5:15, 16).

Isso é feito também quando escolhemos representantes que não atrapalhem a divulgação da mensagem de Jesus Cristo e de Suas verdades para esse tempo.

Sugestões de Ellen G. White quanto ao voto

Mesmo a Igreja Adventista do Sétimo dia (sabiamente) não se envolvendo com qualquer partido político, sua co-fundadora deu conselhos específicos para todos aqueles cristãos que desejam exercer seu direito de cidadania através do voto.

Desejo que esse post lhe instrua a votar devidamente[4] para que, enquanto estivermos nessa pátria corrupta, façamos nossa parte para aliviarmos de verdade o sofrimento do próximo através da escolha de líderes que estejam dispostos a nos ajudarem nesse propósito.

Como muito bem destacou Alberto R. Timm: “Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas”.[5]

Eis algumas das dicas de Ellen G. White:


. Vote em candidatos temperantes (moderados, controlados) e que não sejam contra nossa mensagem de saúde. Não eleja beberrões ou indivíduos que possam estimular o comércio de drogas de qualquer espécie: “Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades”.[6]

2. Vote em pessoas íntegras, que respeitem os direitos de propriedade, os direitos da vida (humana e animal) e que, obviamente, valorizem a religião, os princípios morais e a estrutura familiar: “Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais”.[7]

3. Vote em candidatos que temam (respeitem) a Deus e estejam dispostos a receberem sabedoria dEle e de Sua Palavra para governarem: “Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do Senhor, e indicariam aos homens uma norma elevada e santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do Senhor estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O Mestre celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e o verdadeiro. A Palavra de Deus seria seu guia, e afastariam toda opressão…”.[8]

4. Vote em candidatos que respeitam a liberdade religiosa e que não promovam em hipótese alguma a união entre Igreja e Estado: “Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado”.[9]

Creio que se seguirmos tais diretrizes, estaremos sendo responsáveis na escolha de nossos representantes e contribuindo para o avanço do evangelho – nossa verdadeira bandeira.

Concluo o presente post com as palavras finais de uma resposta dada na seção “Consultoria Doutrinária” da Revista Adventista de setembro de 2000 sobre o tema em discussão:

“O cristão viaja para a Pátria celestial, mas, enquanto estiver neste mundo, deve cumprir seus deveres na comunidade de que faz parte. Assim, o exercício da cidadania é parte da vida de todo cristão responsável. Pagar impostos, com honestidade, é um dos requisitos”.[10]


Houve um aumento de 4.000% de crianças que se identificam como transexuais

O número de pessoas que se identificam como transgênero está aumentando nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, incluindo muitas crianças e adolescentes.

Este ano, a Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes começam a usar “termos de gênero não tradicionais” para se identificarem

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto são realmente desse gênero e devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual.

De acordo com um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: “Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis de 13 anos. A razão é a disforia de gênero (” transgênero “):as meninas agora querem se identificam como meninos e é por isso que querem se parecer com meninos”.

No Reino Unido, os jovens encaminhados para “tratamento de gênero” aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

“Alguns educadores já avisaram que a promoção de problemas transgêneros nas escolas colocou confusão na mente das crianças e que encorajar as crianças a questionar o gênero se tornou uma indústria”, informou o Telegraph.

“A Dra. Joanna Williams, autora do livro ‘Mulheres Contra o Feminismo’, disse que as escolas estão encorajando até mesmo os mais jovens a se perguntarem se realmente são um menino ou uma menina”, acrescentou o Telegraph.

O problema é tão grande que autoridades do Reino Unido iniciaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Nos EUA há também um desejo crescente de injetar drogas nas crianças para impedir o início da puberdade.

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas foram injetadas com drogas bloqueadoras da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento alimentou a pesquisa do Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das redes sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente resolvem por conta própria.

“É realmente normal que as crianças entrem e saiam com algumas idéias de gênero, mas geralmente resolvem quando chegam à idade adulta sem qualquer intervenção”, explicou.


“Minha preocupação sempre é, se empurrarmos as pessoas para o que sentem neste momento de uma forma ou de outra, que realmente não permitimos que tratem as coisas como normalmente fariam e descubram quem são.”

Mintle acredita que é perigoso para os adultos incentivar as crianças a tomar medidas drásticas e invasivas para abordar suas questões sobre gênero.

“A ideia de que os adultos ponham seu pensamento em crianças que não têm a capacidade de até mesmo abstrair o que estamos falando é ridícula”, acrescentou

20 de set. de 2018

Benefícios da moringa para diabetes

São muitas as doenças que a moringa pode tratar, por ser uma planta riquíssima em vitaminas, minerais ácidos graxos e aminoácidos essenciais para a manutenção da saúde. Ela revitaliza as células, cicatriza feridas, alivia dores por causa do efeito anti-inflamatório, equilibra a pressão e muito mais. Veja a seguir quais são os efeitos específicos da moringa para diabetes.
1. Regulariza o funcionamento do pâncreas

Quem tem diabetes sabe que o pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina, que é o hormônio responsável pela absorção e distribuição da glicose. Então, para os casos de diabetes por falta de produção de insulina, a moringa pode ajudar, pois estimula o bom funcionamento do pâncreas, permitindo que melhore sua produção.
2. Atua como hipoglicemiante

Justamente por estimular o pâncreas a funcionar melhor e a produzir a insulina necessária, a moringa acaba contribuindo na redução dos níveis de glicose no sangue. É disso que os diabéticos precisam para se manterem bem.
3. Estimula a perda de peso

Por conta do ácido clorogênico que há na moringa, que é a mesma substância que age no controle da glicose, a planta também ajuda a emagrecer. Esse fator é muito importante para diabéticos, pois a obesidade piora todos os sintomas da doença e aumenta o risco de infarto e derrame.
4. Fortalece o organismo

Como é uma planta cheia de vitaminas e minerais, a moringa para diabetes é importante, pois mantém o organismo equilibrado e mais saudável. Assim é mais fácil controlar e prevenir os sintomas da doença. É claro que, para isso, é necessário manter todas as recomendações médicas, como uma alimentação especial e a prática de atividade física.
Como tomar?

Agora que já conhece os benefícios da moringa para diabetes, veja quais são as formas em que a planta é comercializada e como pode consumir.
1. Chá de moringa

A forma mais comum e prática de consumir a planta é fazendo um chá. É possível utilizar as folhas frescas ou desidratadas. Só precisa adicionar 1 colher de sopa de folhas picadas de moringa em 1 xícara de água fervida. Deixar em infusão até amornar, coar e beber. Consulte seu médico para saber qual é a dose recomendada para o seu caso.
2. Moringa em pó

Outra forma de encontrar a moringa para comprar é na forma de pó. Pode adicionar nas comidas e bebidas, mas assim como para o chá, é importante que tenha recomendação médica para saber a quantidade que deve tomar.
3. Moringa em cápsula

Além do pó, existem também as cápsulas de moringa. Elas também devem ser recomendadas pelo médico, já que a pessoa diabética precisa ter muito cuidado com o que vai consumir. Normalmente essas cápsulas são tomadas junto com o café da manhã.
Contraindicações da moringa

A planta não é recomendada para gestantes nem lactantes. Pessoas com problemas de coagulação também devem evitar, já que a planta possui efeito anticoagulante. Por fim, não devem tomar a moringa também as pessoas que fazem uso de medicamentos para dormir.

As dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os efeitos desejados, inclua o uso da planta em uma dieta saudável, com a prática de atividade física, e pergunte ao médico qual é a dose recomendada para o seu caso.

19 de set. de 2018

Os 4 tempos de angústia nos últimos dias

A expressão “tempo de angústia” ocorre várias vezes na Bíblia. O povo de Deus, em diferentes épocas, passou por momentos difíceis com perseguições, escravidão, guerras e fome. Vale ressaltar nas primeiras palavras desse artigo que Deus não é o causador da angústia, no sentido de que Ele não cria situações de sofrimento para os seres humanos. Isso é consequência do pecado.

Nesse artigo, vou explorar quatro tempos específicos de angústia que estão relacionados com a Igreja de Deus nos últimos dias. Esses momentos nos ajudam a entender para onde estamos indo e como Deus tem cuidado de cada detalhe da história para que os Seus propósitos sejam cumpridos.


Os 4 tempos são: os 1260 anos, o pequeno tempo de angústia, a grande angústia e por fim a angústia de Jacó.


1. A angústia dos 1.260 anos – Apocalipse 12:6
Cristo foi para o céu e a mulher, que representa a igreja, encontrou proteção divina no deserto durante o período de tempo profético de 1.260 dias. Neste tempo, ela aguarda o retorno de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus, mas não pode se manifestar publicamente por causa da intensa perseguição.


Esse período é o da supremacia papal, que começa no ano de 538 d.C., quando os ostrogodos são vencidos por Belizário, general de Justiniano, e expulsos de Roma. Nesse ano, cai o terceiro dos três chifres descritos no livro de Daniel 7:8, 20. O imperador Justiniano faz um decreto onde reconhece a supremacia do bispo de Roma e a partir daí começa a perseguição a quem não obedecer às doutrinas humanas que passam a fazer parte da igreja cristã.


As perseguições sobre os seguidores de Cristo são intensas. A Bíblia descreve essa angústia sendo “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24:21).


2. Tempo de angústia depois do deserto – Apocalipse 10:10
O propósito de Apocalipse 10 não é apenas dar uma descrição da experiência de João comendo o livro. Lembre-se que o Apocalipse é um livro de profecia e o seu objetivo é dizer ao povo de Deus o que acontecerá no futuro (1:1; 22:6). Assim, a experiência visionária de João tem um propósito muito mais profundo. Ele representa a igreja, comissionada para proclamar o evangelho por toda parte do mundo durante o tempo entre o período profético especificado em Daniel e a Segunda Vinda. Isto é, durante este período que, por meio da igreja, Deus advertirá os habitantes da Terra do Seu julgamento (14:6-12).


A experiência de João aponta para outro evento que ocorreu no final da profecia de Daniel sobre os 1260 dias. Os adventistas do sétimo dia viram um paralelo entre a experiência de João e o Grande Desapontamento experimentada pelos mileritas em 1844.


Sob a liderança do revivalista Guilherme Miller, eles erroneamente concluíram que a segunda vinda de Jesus ocorreria no outono de 1844. A mensagem sobre a vinda de Cristo foi muito doce no começo. No entanto, quando a data passou sem o retorno, os mileritas ficaram desapontados experimentaram a amargura da mensagem que eles haviam crido e pregado.


Os adventistas viram na comissão de Cristo a João para “profetizar novamente sobre muitos povos e nações e línguas e reis”, o comissionamento da igreja de Deus para proclamar a mensagem da Segunda Vinda “para aqueles que vivem na terra e para todas as nações e tribos e línguas e povos” (Apocalipse 14:6). Quando a mensagem do evangelho for ouvida no mundo inteiro, então o fim virá e a história da Terra irá terminar (Mateus 24:14).


3. O grande tempo de angústia
O grande tempo de angústia é mencionado nos escritos proféticos de Daniel. “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Daniel 12:1).


O texto de Daniel esclarece que o tempo da grande angústia ocorrerá quando Miguel Se levantará no Céu. Miguel é uma figura de Cristo, e na Sua ascensão ao Céu depois de Sua ressurreição Ele “assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3).


Como o assentar-se indica o início de Sua obra no Céu, assim o levantar-se anuncia o fim. Então o levantar-se é simultâneo ao fim da graça e o início das sete últimas pragas.


Esse tempo de angústia vai do momento em que se pronuncia no Céu o decreto de Apocalipse 22:12 – é o momento em que termina a graça ou a oportunidade de salvação – até o dia da segunda vinda de Cristo.


Será uma oportunidade para Satanás demonstrar suas intenções sobre a Terra. Após o fim da graça, ele terá domínio completo sobre os habitantes e elementos da Terra. Para esse momento ele planejou todo tempo. Agora lhe é permitido ser o pretenso Cristo e ele imagina que pode governar o mundo.


Antes desses dias, vivemos a intensificação dos sinais preditos por Jesus em Mateus 24 – guerras, rumores de guerras, furacões, enchentes, aumento da indiferença, tragédias, fome entre tantas coisas mais. O aumento desses sinais em quantidade e intensidade são evidências que nos aproximamos do fim de todas as coisas.


4. Angústia de Jacó
A expressão “angústia de Jacó” ocorre apenas uma vez na Bíblia, em Jeremias 30:7.


Esse tempo da angústia inicia com o decreto de morte promulgado no fim da segunda praga e antes do início da terceira. A primeira praga será uma chaga maligna, e, na segunda, o mar se transformará em sangue. Daí o apóstolo João declara: “Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tem dado a beber: são dignos disso” (Apocalipse 16:5, 6).


Por condenar à morte os filhos de Deus, os incrédulos se tornarão verdadeiramente culpados pelo seu sangue como se eles já o tivessem derramado com suas mãos. Assim Deus envia a terceira praga porque os ímpios promulgarão um decreto de morte contra os filhos de Deus. No auge da perseguição, os fiéis viveram essa angústia que tem suas razões:
1. Medo de serem mortos.
2. Medo de que seus pecados não foram perdoados. Assim como Satanás acusou Jacó, acusará o povo de Deus.
3. Estarão perfeitamente conscientes de sua fraqueza e indignidade. Satanás se esforçará por aterrorizá-los com o pensamento de que seus casos não dão margem à esperança.
4. Medo de não terem se arrependido de todos os pecados.
5. Medo de desonrar o nome de Deus.
O final de todo o período de angústia será por ocasião da Volta de Jesus. E o povo de Deus O receberá com uma grande aclamação de vitória. Rapidamente os fiéis são atendidos pelos anjos e todo o Céu estará brilhante com a glória de Deus. A angústia terminou para sempre. O prêmio final será para todos os que permanecerem até o final ao lado do Senhor (Mateus 24:13). Por isso, não desista, falta somente um pouco mais.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”, diz 2 Crônicas 20:20.

Rafael Rossi (via ASN)

Por que Deus diz não? Existem pelo menos quatro motivos..

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através da visão pessoal, e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para se chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela. Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são as que têm líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Eles convencem as pessoas de que possuem a verdade e arrastam muita gente.


Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós, adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização e, confiantes na sua própria argumentação, acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são. Defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos, adaptados a uma nova época.


Em meio a essa discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções, e de acordo com a maneira como é vista, pode também ser definida como a solução do problema. Essa palavrinha mágica, pequena, mas muito forte é não. Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? O não deve ser abolido ou adaptado aos nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos?


Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele Se relacionou com essa palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude do tempo” (Gálatas 4:4). Ou seja, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação. Se Ele demorasse um pouco mais, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-Lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.


Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje – religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar a postura de Cristo em relação à verdade. Assim, definiremos melhor a nossa.


No sermão do monte (Mateus 5:21-37), Cristo tratou o assunto do não. Ao invés de anular ou diminuir, Jesus ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do não visível e foi mais longe, entrando no mundo do não invisível. Ele foi além do não ato, e chegou até o não pensamento. Ele terminou essa parte do sermão com uma posição clara: Cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições sim, sim e não, não.


À medida que nos aproximamos da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças.


Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz não. Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Essa compreensão nos ajuda a aceitar a Sua vontade, não como imposição, mas como proteção. Existem pelo menos quatro motivos para isso:


1. Para não se queimar
Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo. Quando Ele diz não para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que está dizendo, sabe o que há por trás. Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo corre o risco de se queimar.


Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, proibir totalmente o uso? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra. A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas sabe também que podem cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar o hábito. Deus conhece os riscos, por isso diz não.


Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já está demonstrando que esse é o seu ponto fraco. A história de Eva se repete: sempre que alguém enfrenta a tentação do seu jeito, porque acha ser forte para manter tudo sob controle, acaba se envolvendo muito mais do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com fogo, é pedir para se queimar. Lembro-me sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”.


2. Para evitar limites humanos
Quando você decide estabelecer sua própria verdade e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre se dá são: “Um pouco só não tem problema”; “Só vou ao cinema para ver filmes bons”; “Não vejo mal algum em usar um anelzinho ou uma correntinha discretos”.


A pergunta, porém, continua: Até onde vai o “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não têm problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos?


Se a verdade deixa de ser absoluta, e começamos a fazer concessões ou aberturas, surgem duas realidades: A primeira é que cada pessoa cuida da própria vida e estabelece os próprios limites. A verdade deixa de ser única para todos e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Sendo assim, é claro que uns serão mais rígidos e outros mais liberais. Em segundo lugar, a igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais são os limites. Nesse caso, a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém define o que é a verdade e os demais a aceitam. Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus. Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura.


3. Para não confundir os outros 
Somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na Terra, e as pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.


Se no trabalho, um jovem adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ele ser reconhecido como um cristão? Se no sábado à noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não possuem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um jovem adventista está sentado à mesa de bar com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identificá-lo com um cristão?


É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver a Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Essas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de serem reconhecidas.


4. Para vencer as sutis tentações de Satanás 

Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos quanto à verdade, para que ele não tenha espaço. Quando o não é substituído pelo “mais ou menos” ou, por “um pouquinho só não tem problema”, ou ainda: “Não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e Satanás se aproveita.


Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficaz e poderosa ela será.

Pr. Erton Köhler (via Jovem Adventista)

FIM DOS TEMPOS! – Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Um grupo canadense criou uma marionete para ensinar crianças em idade escolar sobre transgenerismo e fluidez de gênero.

Julia, criada pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais, é uma fêmea biológica que sente em seu coração que deveria ser um menino. Julia e seus amigos fantoches, Leo e Arnie, e sua amiga humana, Alex, exploram os tópicos de transgenerismo e fluidez de gênero de uma forma que as crianças supostamente podem entender.

Um dia, Julia decide que ela quer ser chamada de “Julien” e rapidamente faz a mudança. O programa mostra como os amigos, a família e os professores devem reagir se uma criança decidir “fazer a transição” de um sexo para outro.

Os bonecos são os personagens principais em livretos e vídeos que a fundação lançou no início deste mês.
Jasmin Roy, o fundador do grupo, disse que a fundação criou o material educacional a fim de ensinar crianças e professores a lidar respeitosamente com aqueles que podem ser transexuais.

“Precisamos desenvolver habilidades emocionais e sociais para educadores, pais e outras crianças que estão ao redor dessas crianças explorando seu gênero ou expressão”, disse Roy, de acordo com a CTV News. “Agora, toda vez que você tiver uma criança em sua comunidade que esteja lidando com essa realidade, você terá uma ferramenta para ajudá-lo”.

Em 2015, o show Vila Sésamo introduziu um personagem chamado Julia, que era autista. Roy afirmou que ela baseou Julien fora de Julia, expressando seu desejo de educar as crianças sobre aqueles que são diferentes.

“Eu disse que deveríamos fazer a mesma coisa para uma criança que está explorando porque algumas crianças apenas explorarão, e isso não significa que elas vão crescer trans”, disse Roy.

“Talvez, se você tiver um filho [passando por isso], possa mostrar a eles os vídeos e dizer:“ É assim que você se sente? O que você precisa? Como posso ajudá-lo? “E eu amo você”, explicou ela

omo Faithwire relatou, apenas na primavera passada, dois trailers mostravam animações sobre crianças transgênero que foram liberadas.

O primeiro show, “Drag Tots!”, É sobre drag queens da idade da criança que, de acordo com o trailer, é exatamente o que o mundo precisa. O trailer começa com clipes de guerra, desastres naturais e o presidente Donald Trump, como um narrador diz: “Em um mundo à beira do caos, onde o medo é a regra da terra… as vozes de uma geração se uniram para dar nosso planeta o que ele precisa … BEBÊ DRAG QUEENS! ”

O segundo show é chamado de “Super Drags”, uma série sobre uma banda de super-herói drag queens.

“À noite, eles apertam seus espartilhos e se transformam no pior dos SUPER DRAGS da cidade, prontos para combater a sombra e resgatar o brilho do mundo dos vilões do mal”, diz o preview, “Prepare-se, porque os SUPER DRAGS estão indo mais fundo do que você pensa.” Se esta é a tendência é indicativo do que a televisão infantil se tornará nos próximos anos, talvez os pais devam começar a explorar diferentes alternativas.

18 de set. de 2018

Itapetinga: Blog abre as portas trazendo uma entrevista especial com a cantora Pryscilla Just

Estamos felizes por começar este projeto de evangelização através da net, entrevistando a cantora adventista Pryscilla Just, um dos maiores nomes da música gospel do país. Em entrevista exclusiva ao nosso Blog, Pryscilla relembra o início de sua jornada na música gospel, fala de momentos marcantes e, dificuldades, ainda, dá detalhes do seu álbum lançado em .....
Porque escolhemos este tema? 

Ellen White considerava a música um “dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a temas nobres e inspirar e elevar a alma” [1]. Unida às Escrituras, a música é um meio eficaz “para gravar suas palavras na memória” e “subjugar as naturezas rudes e incultas” [2]. Ellen White comparou a canção a “uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo" [3] para abrir “as fontes do arrependimento e da fé” [4]. Um hino de louvor que sobe de um coração “cheio de gratidão e ações de graças” é agradável a Deus [5].
Blog: Diga para nossos leitores como foi sua trajetória de vida até aqui: infância, juventude, conversão etc. Enfim, sua vida cristã.
Pryscilla Just: Primeiramente, é um prazer conceder esta entrevista a vocês e aos leitores. Vamos lá. Nasci num lar adventista e me batizei aos 08 anos, iniciei meu Ministério antes de gravar meu primeiro trabalho. O Ministério começou quando eu tinha 19 anos; indo as igrejas cantar e pregar. Tenho um trabalho solo com 11 faixas intitulado “Descanse”.
Blog: Diga-nos qual maior dificuldade você tem encontrado hoje?

Pryscilla Just: A maior dificuldade tem sido o de acompanhar as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 2 anos. Ninguém mais “se interessa” por CD. As pessoas hoje possuem as plataformas digitais para acessarem o artista que quiser, no momento que quiser. Essas e outras mudanças tem sido desafiadoras!

Blog: Qual música marcou mais a sua carreira? 

Pryscilla Just: A Canção “Vinho Novo” “Eu Sou Deus”. (Faixa 03 do meu CD).
Blog: que mensagem você deixa para nossos leitores? 

Pryscilla Just: Gosto muito do verso bíblico Jó 42:5, que diz: “Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos Te veem.”

O Blog agradece a Pryscilla Just pela entrevista e define quem ela é com uma frase: Uma mulher sonhadora que está a cada dia aprendendo a viver para Deus da maneira certa.

Redação




17 de set. de 2018

Editora adventista lança os devocionais que irão edificar os membros da igreja no próximo ano

Intitulado Minha Consagração Hoje, o primeiro devocional impresso pela Casa Publicadora Brasileira foi lançado em 1953. Na época, ele tinha formato de calendário e era, portanto, bem diferente do modelo atual. Foi somente três anos mais tarde que o material passou a ser editado no formato de livro.

Das 65 Meditações Diárias produzidas até agora, 31 foram escritas por estrangeiros, sendo que 21 consistiram em compilações dos escritos de Ellen G. White. O primeiro brasileiro a entrar para a lista de autores do devocional foi o pastor Enoch de Oliveira, em 1990, com a publicação da obra intitulada Bom Dia, Senhor. Na época, o ex-presidente da igreja no continente já havia se aposentado.Pr. José Carlos de Lima, diretor-geral da CPB, mostra exemplar da primeira meditação publicada pela igreja no Brasil, em 1953. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Quase trinta anos depois, outro brasileiro entra para a história da publicação. Autor das Meditações Diárias do próximo ano, o pastor Erton Köhler é o primeiro líder da igreja no continente a escrever o devocional ainda no exercício da função, como destacou o pastor José Carlos de Lima, diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, numa programação que reuniu os servidores da CPB e diversos líderes da igreja na sede da editora na última quinta-feira (6).

Presente no programa de lançamento das Meditações Diárias, da Inspiração Juvenil e da Meditação da Mulher para 2019, o pastor Erton Köhler falou sobre o desafio de conciliar a produção do material e as diversas responsabilidades administrativas. Desde que recebeu o convite para escrever o devocional, há três anos, o líder adventista começou a reunir materiais e a fazer anotações, mas escreveu o primeiro texto somente em fevereiro deste ano. “Quando eu olho para o livro, eu mesmo tenho dificuldade de entender como foi que tudo isso ficou pronto. Por isso, o sentimento é de realização por ver o livro impresso e de gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de escrevê-lo”, expressou o pastor Erton.

Num momento de entrevista com o autor, dirigido pela jornalista Betina Pinto durante o evento, ele disse que ao levantar informações para o devocional foi impressionado por histórias como a do casal Ignacio e Cecilia Kalbermater. Eles viveram dias difíceis no campo missionário. Enquanto serviam no Paraguai, perderam o primeiro filho, Ismael, com apenas um ano e oito meses de idade. Por conta de uma viagem, Ignacio só soube do falecimento do filho cinco dias depois. Mais tarde, trabalhando na Bolívia, o casal recebeu outro duro golpe com a perda da segunda filha, que morreu sufocada com a própria fralda quanto tinha nove meses. Apesar do sofrimento extremo, a família não desistiu, mas continuou fazendo grandes sacrifícios pela missão nesses países. “Me emocionei ao ver como Deus dirigiu os rumos dessa história. A igreja cresceu e, décadas depois, o neto do casal retornou ao Paraguai para ser presidente da igreja para todo o país. O que antes havia sido o distrito do avô tornou-se uma União, presidida por seu neto, também chamado Ignacio Kalbermatter. Além disso, desde o fim de 2017, o bisneto de Ignacio e Cecilia, Hiram Kalbertmatter, é o presidente da Igreja Adventista para toda a Bolívia. Seus filhos foram sepultados naqueles países, mas seus descendentes voltaram para continuar a obra”, relatou.

Outra história que irá inspirar os leitores no ano que vem é a que está relatada na página 330 do devocional intitulado Nossa Esperança. Ao falar sobre os milagres de Deus em favor do Seu povo, o pastor Köhler conta como um folheto entregue por um garoto de 13 anos a um senhor embriagado levou 25 membros da família Godinho ao batismo, incluindo Paulo, que é pastor, e mais oito amigos que também foram conduzidos a Cristo pela influência dessa família.Autor das Meditações Diárias tem encontro surpresa com Ivan, personagem cuja história é contada no livro. O folheto entregue por ele foi o ponto de partida para que 25 membros de uma mesma família aceitassem a mensagem. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Foi por meio do pastor Paulo que o autor ouviu o testemunho e decidiu registrá-lo no livro. No entanto, o pastor Erton Köhler não esperava a surpresa preparada pelos organizadores do programa. Além de seu Leontino, o homem alcoolizado que recebeu o folheto, e dona Rosinha, a primeira a tomar a decisão de se tornar adventista, o autor do devocional também pôde conhecer pessoalmente Ivan, hoje com 56 anos. Para encerrar a festa, o pastor Paulo Godinho entrou no tanque para realizar mais um batismo, símbolo dos frutos que continuam sendo colhidos como resultado da semente que foi plantada no passado por um adolescente.

Além do devocional Nossa Esperança, também foi lançada a Meditação da Mulher, intitulada Toques de Alegria, e a Inspiração Juvenil, obra escrita pelo pastor e jornalista Francisco Lemos que está sendo republicada com o título Natureza Viva.

Proteção à criança

O Conselho de Administração da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, anunciou que irá criar um novo instituto para atender crianças que sofreram abuso. Votado em maio, o Instituto de Resiliência para a Adversidade Infantil (Rica, na sigla em inglês) irá ampliar as atividades do Centro de Avaliação Infantil (CAC), implantado há quase 25 anos em San Bernardino, na Califórnia. A ideia é colaborar com agências governamentais, sistemas jurídicos e o Hospital Infantil da Universidade de Loma Linda.

Como um fórum permanente, o Rica irá realizar entrevistas forenses e exames médicos para avaliar denúncias de abuso infantil. Essa abordagem ajudará a eliminar a necessidade de uma criança ter que se submeter a entrevistas com representantes de várias agências.

O Rica também servirá como um centro para o programa de residência pediátrica de abuso infantil da Universidade de Loma Linda, um dos poucos no país. Reconhecido pelo Conselho de Credenciamento para a Educação Médica de Pós-Graduação, esse programa de bolsas enfatiza a intervenção e a prevenção, além de fornecer aos pediatras uma variedade de experiências de atendimento ao paciente, oportunidades de pesquisa e atividades educacionais.

Desse modo, o novo instituto deve facilitar a cooperação multidisciplinar com suas agências parceiras por meio de reuniões mensais de membros da equipe para treinamento e revisão de casos.

Longa atuação

O Centro de Avaliação Infantil (CAC) da universidade adventista foi criado em 1994, dois anos após o Conselho de Políticas de Redes Infantis de San Bernardino ter começado a buscar novas maneiras de avaliar denúncias de abuso infantil. Frequentemente, crianças vitimadas sofriam trauma desnecessário no processo de serem entrevistadas por múltiplas agências.

Na ocasião, o conselho estabeleceu uma força-tarefa com representantes dos Serviços de Proteção à Criança, do Centro Médico do Condado, das secretarias de Saúde Pública e Saúde Comportamental, do Gabinete do Procurador e do Xerife, do Tribunal de Menores e do Tribunal de Direito Familiar, do Conselho Municipal, de entidades como a Children’s Network, de agências financiadoras como a Children’s Fund e do Centro Médico Universitário de Loma Linda.

As necessidades do centro de avaliação aumentaram drasticamente ao longo dos anos. “O abuso de crianças se tornou uma história muito familiar neste país e em outras partes do mundo”, afirma Richard H. Hart, presidente da Universidade de Loma Linda.

Em 2014, o CAC foi transferido para uma instalação mais moderna, de propriedade do condado e mantida em San Bernardino. Agora, o novo instituto está a caminho de ajudar a tratar 1,6 mil crianças abusadas física ou sexualmente. “O novo instituto vai construir e crescer sobre a reputação que o CAC mantém como um exemplo nacional no tratamento de crianças vítimas de abuso”, acrescenta Hart.

Na última semana de agosto, o comitê de supervisão do Rica se reuniu para designar a liderança e determinar relações funcionais com o CAC e o condado de San Bernardino.

DONAJAYNE POTTS, equipe da Universidade de Loma Linda (publicada no site da Adventist Review)

15 de set. de 2018

ADVENTISTAS JÁ NÃO CANTAM MAIS HINOS

Naquela tarde, começávamos um culto na sala dos professores, com alguns de nós acomodados em um dos três sofás disponíveis, em frente à televisão, que exibia o hino escolhido. Uma professora, recém-convertida, chegou ao término da primeira estrofe e não conteve o comentário: “O pastor sempre escolhe essas músicas”. Não julguei que devesse me importar ou remoer qualquer aborrecimento diante daquela fala espontânea. Refletindo no episódio, só posso ver com naturalidade que alguns adventistas estranhem os velhos hinos, com os quais nunca conviveram.
E os hinos necessitam de convivência para serem conhecidos e, sobretudo admirados. Surgidos, em sua maioria, naqueles séculos anteriores aos meios de comunicação em massa, eram testados, publicados em coetâneas e apenas depois se popularizavam. A riqueza que trazem não se resume à sua poesia enxuta, direta e bela, ou às melodias simples que a encerram; são testemunhos vivos da fé de gerações passadas.
Ninguém publicava hinos para atender demandas comerciais ou pedidos de gravadoras. Não acho que o Sr. Spafford compôs It Is Well With My Soul (“Sou feliz com Jesus”, HA 230) pensando fazer sucesso nas igrejas inglesas, nas quais seu amigo Moody pregava sempre. Wayne Hooper mesmo testemunha que, ao compor o hino We have this hope (“Oh, que esperança”, HA 469), sentiu melodia e letra fluírem de sua mente, de forma como nunca experimentara antes. Não que os hinos sejam inspirados – apenas a Bíblia o é. Porém, imperfeitos como são, eles permanecem inspiradores e ligam nossos sentimentos ao Divino Salvador.
Impera hoje um revisionismo míope, que tenta encontrar em todo hino uma ligação com a música secular de sua própria época. Desconfio que seja uma estratégia para amparar a prática contemporânea de veicular letra religiosa com canções pops. Nesse sentido, Lutero acaba sendo a maior vítima de infâmia: sujam seu nome, acusando-o de, em nome da expansão da Reforma Protestante, adaptar música de taverna para ser cantada nas igrejas.
Como Lutero, pobre reformador, não está aqui para se defender (sorte dos detratores, porque o gênio do reformador alemão era excessivamente apimentado!), vale suscitar alguns fatos para desfazer esse desatino: dos 33 hinos atribuídos a Lutero, alguns eram composições originais, outros, adaptações do cantochão (o canto gregoriano, tradição antiga, condensada e oficializada pela Igreja Católica) e apenas um proveniente dos meios populares. Vale dizer que Lutero modificou sensivelmente a melodia conhecida, adaptando seu andamento, inclusive.
Além do “caso Lutero”, há diversos exemplos de melodias adaptadas de canções folclóricas (como o hino “Lindo País”, HA 571, que possui versões seculares e religiosas) e cívicas (“Vencendo vem Jesus”, HA 152). Dizem que, se formos excluir o que provê da música secular, poucos hinos restariam no hinário.
A tese, encomendada para justificar a simbiose atual entre música popular e letra religiosa, cai diante das seguintes considerações: (1) Em séculos passados, a variedade musical era pouca, fazendo com detalhes sutis, como andamento, harmonização e letra diferissem o sacro do secular; (2) Muitos dos hinos do hinário foram compostos por cristãos comprometidos, que, ou se dedicavam à tarefa (como Fanny Jane Crosby, Philip Paul Bliss, etc) ou provinham de acentuada experiência espiritual vivida por seu autor, sendo que eram prontamente testados e, uma vez aprovados, utilizados para fins congregacionais; (3) do ponto da filosofia musical, a mensagem da letra possui encaixe perfeito com as melodias, que reforçam a mensagem cristã e, por sua suavidade, simplicidade e solenidade transmitem valores religiosos inegáveis, havendo perdurado por diversas gerações.
Ainda assim, corremos o risco de substituir pérolas cristãs por coisa inferior, oriunda da mentalidade atual, cujo paradigma parece ser o da “obsolescência programada”: os “hinos” agora chegam em coletâneas divididas por anos, já indicando que possuem prazo de validade. O padrão? Seguir algumas fórmulas de sucesso: melodias pobres (facilmente assimiláveis e sem muita elaboração), muita repetição, modulações constantes, tonalidades altas (para o padrão congregacional, o que favorece o canto “gritado”), síncopes, dissonâncias mal resolvidas, percussão em destaque e letras que abusam de metáforas românticas ou da metalinguagem (músicas de adoração que falam sobre adoração).



Se pensarmos, há hinos contemporâneos belos e poderosos; desconfio, no entanto, que a polarização entre velho e novo é parte da apologia de alguns músicos para defender novos paradigmas. Todavia, deixemos claro: precisamos de novos compositores, que trabalhem criativamente a partir do legado, renovando o espírito dos hinos, trazendo composições novas e pertinentes, embelezando o repertório acumulado por séculos de produções inspiradoras. Renovar não é inovação descabida ou mundanismo travestido! Ou resgatamos os hinos e seu legado, ou toda uma geração de crentes ficará confinada a oferecer a Deus fogo estranho.

A DEGRADAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS

A missão que temos é transmitir a última mensagem de advertência. Trata-se de uma responsabilidade solene. Solenidade é um conceito que escapa à contemporaneidade. Sua gravidade é diluída nos filmes de Hollywood, quando nos momentos trágicos parece haver a necessidade de um contraponto cômico. Nem as músicas religiosas atuais conseguem mais representar a solenidade. Talvez, apenas atrás do conceito de reverência, solenidade seja um dos artigos mais raros no mercado atual. Ambos são raros pela mesma razão: a degradação do senso da presença de Deus.
Em um contexto tecnológico, tudo apela aos sentidos. Mas Deus permanece invisível. Os comunicadores instantâneos, ubíquos, fomentam a ilusão de estarmos presentes em diversos lugares e de igualmente termos os amigos próximos. E com tantos elementos atraindo a atenção, o Deus Altíssimo, presente no mundo material, é ignorado. Se a presença do Criador passa despercebida, que dizer da comunhão com Ele? Que dizer da forma de responder ao Seu chamado?
A ironia fatal de uma época em que a adoração ganha contornos de metalinguagem – com músicas de adoração que falam sobre adoração –, é que os cristãos, em geral, não entendem adoração como a resposta obediente ao que Deus fez por mim. Adoração não significa sucumbir a um êxtase emocional, na tentativa de reproduzir a presença de Deus de forma carismática, como se a música e a emoção fossem elementos catalizadores para fazer um download de Deus. Adoração compreende me relacionar com Deus, nos termos que Ele estabeleceu em Sua Palavra. Isso implica em rendição, gratidão, júbilo, disposição para servir e obedecer e tantas outras coisas.
O verdadeiro adorador obedece voluntariamente. Ele quer testemunhar, porque não pode conter o amor que brota nele em resposta ao amor que fluiu do coração de Deus. Com humildade e poder, alegria e tato, sabedoria e entusiasmo, ele prega. Com suas palavras, mas com cada gesto silencioso. Prega usando a Bíblia, mas por meio de sua coerente busca para se mostrar fiel. Não há aquele sentimento estreito de alguém mecanicamente condicionado a fazer algo segundo um programa. Existem muitos manuais, planos e estratégias. Recursos não faltam. Falta é amor, transformação, vidas impactadas pela comunhão. Falta o Espírito de Deus descendo sobre Seu povo a cada manhã.
Ser um adventista é abraçar a missão. Sem os modismos que invadem a literatura evangélica a cada época. Sem o proselitismo pelo proselitismo. Viver a missão, ser a missão, pregar com o fogo de quem ama o Salvador e ama aquelas pessoas que Ele ama. Uma imensa responsabilidade, maior do que qualquer ser humano poderia imaginar.
Uma responsabilidade solene para tempos solenes.

ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

A IGREJA ADVENTISTA MUDOU?

O adventismo mudou?
Há décadas as crenças adventistas são as mesmas.
Por que, então, se fica com a impressão de que a igreja não é a mais a mesma?
Há vários fatores, um deles, seria a mudança de ênfase.

Fale sobre a questão da mudança de ênfase.
Em sua evolução, o adventismo mudou muitas vezes de ênfase. A princípio, por ter uma proposta em muitos pontos divergente dos demais grupos evangélicos, o adventismo enfatizava seus aspectos distintivos, o que originou um comportamento legalista. Aos poucos, o movimento se equilibrou.

O legalismo continua um problema para o adventismo?
Sempre haverá a tentação do legalismo, assim como grupos e indivíduos legalistas. De um modo geral, esse não seria o problema mais sério do adventismo na atualidade.

É possível afirmar que, com a superação do legalismo inicialmente dominante, o adventismo encontrou um equilíbrio?
A princípio, sim. Contudo, com o passar das décadas, além da tentação do legalismo, surgiram outras, como o desejo latente de pertencer ao movimento evangélico.

Os adventistas não se consideram evangélicos?
Há muitas acepções para o termo evangélico. No sentido de crer na mensagem de salvação do evangelho, dom gratuito baseado na morte e ministério intercessor de Cristo, os adventistas são, sim, evangélicos. Isso não significa que o adventismo se alinhem com todas as posturas teológicas dos principais ramos do evangelicalismo.

Quais seriam alguns dos pontos de tensão entre adventistas e evangélicos?
Alguns exemplos rápidos: (1) evangélicos dissociam salvação de estilo de vida, enquanto os adventistas entendem que, uma vez justificados, todo cristão experimente o processo de santificação, que se dá pela fé e que implica em ter o caráter de Cristo formado em sua vida, mediante a obra do Espírito Santo; (2) evangélicos delimitam a obra de Cristo à Sua morte na cruz, sem possuir uma compreensão mais abrangente de Seu serviço no santuário celestial; (3) evangélicos não vêm relação entre vida cristã e obediência aos dez mandamentos, muito menos creem na importância do quarto mandamento, considerando essas temáticas referentes à religião do Antigo Testamento; (4) muitos evangélicos são dispensacionalistas e entendem que Jesus voltará e raptará secretamente a igreja, enquanto os adventistas pregam o retorno de Jesus de forma iminente, visível, literal e em glória; (5) a ênfase profética do adventismo diverge muito das principais denominações evangélicas.

Por que os adventistas quereriam se aproximar dos evangélicos?
Há vários fatores para a aproximação: (1) a influência que eruditos adventistas sofreram da teologia evangélica ao realizarem cursos de pós-graduação em universidades evangélicas; (2) a influência das metodologias e práticas ministeriais sobre setores da liderança adventista; (3) a influência da literatura, música e mídia evangélica sobre leigos e administradores adventistas, etc. Tais fatores, entre outros, fomentam o desejo de se aproximar, em detrimento da ênfase escatológica própria do adventismo, bem como da mensagem específica que o movimento possui.

Isso significa que o adventismo perdeu sua identidade própria?
A perda de identidade é um processo gradativo e heterogêneo, afetando mais a igreja em algumas geografias do que em outras. Não seria justo dizer que a igreja como um todo não cumpre mais seu papel como remanescente da profecia. A despeito da sonolência letárgica de Laodiceia (Ap 3:14-22), o clamor da meia noite será ouvido (Mt 25:6), despertando o povo de Deus. A parte individual nesse processo é orar e buscar esse despertamento, enquanto se conserva o óleo do Espírito Santo (Mt 25:8-10). Não existe um ministério da crítica, por isso, nosso papel é buscar a Deus com todas as nossas forças, para cumprir o papel que Ele espera de Seu povo.

23 de set. de 2018

Enoque é um tipo de cristão que eu quero ser

E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn : 5. 21-24).
A Bíblia nos mostra um relacionamento entre Deus e um homem chamado Enoque. Este mísero mortal que obteve de Deus um grande testemunho. Assim como tantos outros. Mais com uma diferença : Enoque andou com Deus ; e Deus o tomou para sí ; diz a Palavra. Enoque andava com Deus, assim como eu e você andamos com uma outra pessoa nesse mundo. Enoque desfrutava da mesma intimidade e confiança que temos em nossos melhores amigos,cônjuges, pais etc. A cada novo dia que iniciava, descia Deus à onde Enoque residia e com ele passava o dia todo, chegando o final do dia, eles retornavam para a casa de Enoque, onde Deus se despedia dele, até encontrá-lo no dia seguinte novamente. Pois esta é a visão que posso ter , olhando pela revelação de Deus que temos hoje. Onde o Espirito de Deus habita continuamente no homem. Com isso quero te levar a entender que o nosso Deus ama o ser por Ele criado. E nos leva a pensar profundamente em ter um relacionamento mais sério e de total intimidade com Ele.

Suco de uva integral: benefícios e como fazer

A fruta que é mencionada até na Bíblia começou a ser cultivada no Oriente Médio há cerca de 6 mil a 8 mil anos. Mesmo sendo tão popular entre todas as faixas etárias, você ainda não sabe que o suco de uva integral é tão bom para a sua saúde.

Com certeza você já ouviu falar que o vinho traz muitos benefícios para a saúde, mas por conter álcool ele está mais para vilão do que para herói de uma vida saudável. Já o suco de uva não tem esse problema. Ele apresenta todos os pontos positivos do vinho protegendo a sua saúde e o seu organismo.

5. Benefícios do suco de uva integral

suco de uva integral beneficios
Créditos: Cooking Up Clean
O suco dessa fruta pequena e doce traz muitos benefícios para a saúde, principalmente por ter um alto teor de antioxidantes e muitos nutrientes importantes para o organismo funcionar direito. Confira agora cinco benefíciospara sua saúde ao tomar suco de uva de forma integral.
1. Retardar o envelhecimento

A substância resveratrol presente no suco de uva é capaz de aumentar o tempo de vida das células, pois as protegem dos radicais livres e as reparam. Com as células durando mais tempo o processo de envelhecimento se torna mais lento.
2. Reduzir o colesterol

A oxidação do colesterol ruim (LDL) pode resultar em maior número de placas nas artérias, o que pode causar a doença de aterosclerose. No entanto, com a ingestão do suco de uva em forma integral o nível do colesterol diminui por causa da ação antioxidante, e ainda aumenta o nível do colesterol bom.
3. Prevenir câncer

O poder antioxidante e os nutrientes presentes no suco de uva reduzem o risco de câncer pois ajudam a regular os hormônios e previne o crescimento desorientado e desordenado das células.
4. Fortalecer o sistema imunológico

Como contém vitamina C e antioxidantes, o suco de uva melhora o sistema imunológico. Ele ajuda a prevenir o corpo de infecções virais por fortalecer a função das células brancas, que é a ação de defesa do organismo contra doenças.
5. Benefícios para o cérebro

O suco de uva combate os danos dos radicais livres nas células cerebrais graças aos antioxidantes presentes na uva. Tomar o seu suco regularmente impede o estresse oxidativo e ajuda na manutenção das células, além de prevenir Alzheimer.

Engorda?

suco de uva integral emagrece
Créditos: Kalay
Ao contrário, o suco de uva integral ajuda no processo de emagrecimento graças às suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes. Mas atenção, pois deve ser o integral. O suco de caixinha faz com que o metabolismo fique mais lento pois inflamam as células. O resultado final é o ganho de peso.

Os benefícios do suco para sua dieta são que ele ajuda a reduzir a barriga, estimula o metabolismo e diminui a absorção de gordura. Além disso o suco de uva integral é ótimo para combater aquela vontade por doces. Ele prolonga a saciedade e faz com que você diminua as calorias consumidas pois mantém as taxas de glicose reguladas.

A melhor forma de aliá-lo a sua perda de peso é consumir apenas um copo do suco por dia, sempre entre as refeições. Assim não há riscos em comprometer a sua dieta ou a sua saúde.

Como fazer em casa?

suco de uva integral fazer
Créditos: CFP Winemakers
O suco de uva integral é facilmente encontrado pronto em supermercados em garrafas de vidro. Você deve sempre ler o rótulo para se certificar que é 100% integral. Além disso, você também pode fazê-lo em casa.

Ingredientes
Uva escura: 1 quilo;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

1. Retire as uvas do talo e as lave bem.

2. Coloque a água em uma panela junto com as uvas e leve ao fogo.

3. Quando as uvas começarem a se partir (em torno de 20 a 30 minutos) desligue o fogo.

4. Deixe que esfrie. Quando estiverem em baixa temperatura, peneire a mistura amassando com uma colher para retirar toda a polpa da fruta.

5. Guarde em uma garrafa bem vedada na geladeira para não estragar.

Posso tomar suco de uva integral em jejum?

suco de uva integral jejum
Créditos: Welch’s Global Ingredients Group
Sim, você pode e inclusive deve! O resveratrol, poderoso antioxidante, presente no suco de uva é o motivo. Ao ingeri-lo após acordar, e de barriga vazia, você aproveita todos os benefícios prevenindo-se do Alzheimer e mantendo seu cérebro saudável.

O suco também vai estimular seu aparelho digestivo, acelerar o metabolismo e eliminar o ácido úrico, sendo este responsável pela causa da fadiga. Ele é ótimo para tomar antes das suas atividades físicas, dando uma energia extra.


21 de set. de 2018

Em quais candidatos o cristão deve votar segundo Ellen White?

Antes de apresentar esses conselhos de Ellen G. White para o cristão que deseja votar e assim exercer seu direito de cidadão com sabedoria e prudência, destaco que a co-fundadora do adventismo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia[1] e nem eu, assumimos qualquer partido político

Desse modo, o fato de eu concordar com algumas ideias (não todas) de um deputado ou candidato, isso não significa que sou militante de seu partido ou promovedor de suas causas. Afinal, quantos leitores em algum momento não concordaram com a opinião de um comentarista bíblico que não pertence à sua denominação religiosa, e que apresenta outros conceitos com os quais discorda?

“A Igreja [adventista] encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional”[2] porque preferimos empunhar a bandeira de Cristo (Jo 18:36) e dedicar nosso tempo na pregação do evangelho para prepararmos as pessoas para a volta de Cristo (Mt 28.19-20; Ap 14:6-12).

Porém, não cremos que o cristão deva ser isento de sua responsabilidade social em votar e eleger governantes que melhor representem os princípios divinos, e que contribuam para aliviar o sofrimento do próximo. Mesmo sendo apolíticos, não vemos vantagem alguma em ser um alienado ou ignorante político.

Além disso, entendemos que essa é uma questão pessoal e que ninguém que assuma função eclesiástica deveria influenciar os membros na defesa de qualquer partido[3]. Desse modo, cremos que em questões políticas, o livre-arbítrio também deve ser respeitado.

Todavia, somos pessoas que cultuam a Deus racionalmente (Rm 12:1,2). Não é porque não assumimos um partido ou candidato que não iremos avaliar suas ideias, planos e propostas. Afinal, mesmo nossa Pátria sendo a celestial (Fp 3:20,21), vivemos ainda na pátria brasileira e Cristo nos convida para sermos o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), influenciando para o bem e levando o conhecimento de Deus a todos os eleitores (Mt 5:15, 16).

Isso é feito também quando escolhemos representantes que não atrapalhem a divulgação da mensagem de Jesus Cristo e de Suas verdades para esse tempo.

Sugestões de Ellen G. White quanto ao voto

Mesmo a Igreja Adventista do Sétimo dia (sabiamente) não se envolvendo com qualquer partido político, sua co-fundadora deu conselhos específicos para todos aqueles cristãos que desejam exercer seu direito de cidadania através do voto.

Desejo que esse post lhe instrua a votar devidamente[4] para que, enquanto estivermos nessa pátria corrupta, façamos nossa parte para aliviarmos de verdade o sofrimento do próximo através da escolha de líderes que estejam dispostos a nos ajudarem nesse propósito.

Como muito bem destacou Alberto R. Timm: “Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas”.[5]

Eis algumas das dicas de Ellen G. White:


. Vote em candidatos temperantes (moderados, controlados) e que não sejam contra nossa mensagem de saúde. Não eleja beberrões ou indivíduos que possam estimular o comércio de drogas de qualquer espécie: “Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades”.[6]

2. Vote em pessoas íntegras, que respeitem os direitos de propriedade, os direitos da vida (humana e animal) e que, obviamente, valorizem a religião, os princípios morais e a estrutura familiar: “Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais”.[7]

3. Vote em candidatos que temam (respeitem) a Deus e estejam dispostos a receberem sabedoria dEle e de Sua Palavra para governarem: “Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do Senhor, e indicariam aos homens uma norma elevada e santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do Senhor estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O Mestre celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e o verdadeiro. A Palavra de Deus seria seu guia, e afastariam toda opressão…”.[8]

4. Vote em candidatos que respeitam a liberdade religiosa e que não promovam em hipótese alguma a união entre Igreja e Estado: “Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado”.[9]

Creio que se seguirmos tais diretrizes, estaremos sendo responsáveis na escolha de nossos representantes e contribuindo para o avanço do evangelho – nossa verdadeira bandeira.

Concluo o presente post com as palavras finais de uma resposta dada na seção “Consultoria Doutrinária” da Revista Adventista de setembro de 2000 sobre o tema em discussão:

“O cristão viaja para a Pátria celestial, mas, enquanto estiver neste mundo, deve cumprir seus deveres na comunidade de que faz parte. Assim, o exercício da cidadania é parte da vida de todo cristão responsável. Pagar impostos, com honestidade, é um dos requisitos”.[10]


Houve um aumento de 4.000% de crianças que se identificam como transexuais

O número de pessoas que se identificam como transgênero está aumentando nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, incluindo muitas crianças e adolescentes.

Este ano, a Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes começam a usar “termos de gênero não tradicionais” para se identificarem

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto são realmente desse gênero e devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual.

De acordo com um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: “Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis de 13 anos. A razão é a disforia de gênero (” transgênero “):as meninas agora querem se identificam como meninos e é por isso que querem se parecer com meninos”.

No Reino Unido, os jovens encaminhados para “tratamento de gênero” aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

“Alguns educadores já avisaram que a promoção de problemas transgêneros nas escolas colocou confusão na mente das crianças e que encorajar as crianças a questionar o gênero se tornou uma indústria”, informou o Telegraph.

“A Dra. Joanna Williams, autora do livro ‘Mulheres Contra o Feminismo’, disse que as escolas estão encorajando até mesmo os mais jovens a se perguntarem se realmente são um menino ou uma menina”, acrescentou o Telegraph.

O problema é tão grande que autoridades do Reino Unido iniciaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Nos EUA há também um desejo crescente de injetar drogas nas crianças para impedir o início da puberdade.

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas foram injetadas com drogas bloqueadoras da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento alimentou a pesquisa do Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das redes sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente resolvem por conta própria.

“É realmente normal que as crianças entrem e saiam com algumas idéias de gênero, mas geralmente resolvem quando chegam à idade adulta sem qualquer intervenção”, explicou.


“Minha preocupação sempre é, se empurrarmos as pessoas para o que sentem neste momento de uma forma ou de outra, que realmente não permitimos que tratem as coisas como normalmente fariam e descubram quem são.”

Mintle acredita que é perigoso para os adultos incentivar as crianças a tomar medidas drásticas e invasivas para abordar suas questões sobre gênero.

“A ideia de que os adultos ponham seu pensamento em crianças que não têm a capacidade de até mesmo abstrair o que estamos falando é ridícula”, acrescentou

20 de set. de 2018

Benefícios da moringa para diabetes

São muitas as doenças que a moringa pode tratar, por ser uma planta riquíssima em vitaminas, minerais ácidos graxos e aminoácidos essenciais para a manutenção da saúde. Ela revitaliza as células, cicatriza feridas, alivia dores por causa do efeito anti-inflamatório, equilibra a pressão e muito mais. Veja a seguir quais são os efeitos específicos da moringa para diabetes.
1. Regulariza o funcionamento do pâncreas

Quem tem diabetes sabe que o pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina, que é o hormônio responsável pela absorção e distribuição da glicose. Então, para os casos de diabetes por falta de produção de insulina, a moringa pode ajudar, pois estimula o bom funcionamento do pâncreas, permitindo que melhore sua produção.
2. Atua como hipoglicemiante

Justamente por estimular o pâncreas a funcionar melhor e a produzir a insulina necessária, a moringa acaba contribuindo na redução dos níveis de glicose no sangue. É disso que os diabéticos precisam para se manterem bem.
3. Estimula a perda de peso

Por conta do ácido clorogênico que há na moringa, que é a mesma substância que age no controle da glicose, a planta também ajuda a emagrecer. Esse fator é muito importante para diabéticos, pois a obesidade piora todos os sintomas da doença e aumenta o risco de infarto e derrame.
4. Fortalece o organismo

Como é uma planta cheia de vitaminas e minerais, a moringa para diabetes é importante, pois mantém o organismo equilibrado e mais saudável. Assim é mais fácil controlar e prevenir os sintomas da doença. É claro que, para isso, é necessário manter todas as recomendações médicas, como uma alimentação especial e a prática de atividade física.
Como tomar?

Agora que já conhece os benefícios da moringa para diabetes, veja quais são as formas em que a planta é comercializada e como pode consumir.
1. Chá de moringa

A forma mais comum e prática de consumir a planta é fazendo um chá. É possível utilizar as folhas frescas ou desidratadas. Só precisa adicionar 1 colher de sopa de folhas picadas de moringa em 1 xícara de água fervida. Deixar em infusão até amornar, coar e beber. Consulte seu médico para saber qual é a dose recomendada para o seu caso.
2. Moringa em pó

Outra forma de encontrar a moringa para comprar é na forma de pó. Pode adicionar nas comidas e bebidas, mas assim como para o chá, é importante que tenha recomendação médica para saber a quantidade que deve tomar.
3. Moringa em cápsula

Além do pó, existem também as cápsulas de moringa. Elas também devem ser recomendadas pelo médico, já que a pessoa diabética precisa ter muito cuidado com o que vai consumir. Normalmente essas cápsulas são tomadas junto com o café da manhã.
Contraindicações da moringa

A planta não é recomendada para gestantes nem lactantes. Pessoas com problemas de coagulação também devem evitar, já que a planta possui efeito anticoagulante. Por fim, não devem tomar a moringa também as pessoas que fazem uso de medicamentos para dormir.

As dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os efeitos desejados, inclua o uso da planta em uma dieta saudável, com a prática de atividade física, e pergunte ao médico qual é a dose recomendada para o seu caso.

19 de set. de 2018

Os 4 tempos de angústia nos últimos dias

A expressão “tempo de angústia” ocorre várias vezes na Bíblia. O povo de Deus, em diferentes épocas, passou por momentos difíceis com perseguições, escravidão, guerras e fome. Vale ressaltar nas primeiras palavras desse artigo que Deus não é o causador da angústia, no sentido de que Ele não cria situações de sofrimento para os seres humanos. Isso é consequência do pecado.

Nesse artigo, vou explorar quatro tempos específicos de angústia que estão relacionados com a Igreja de Deus nos últimos dias. Esses momentos nos ajudam a entender para onde estamos indo e como Deus tem cuidado de cada detalhe da história para que os Seus propósitos sejam cumpridos.


Os 4 tempos são: os 1260 anos, o pequeno tempo de angústia, a grande angústia e por fim a angústia de Jacó.


1. A angústia dos 1.260 anos – Apocalipse 12:6
Cristo foi para o céu e a mulher, que representa a igreja, encontrou proteção divina no deserto durante o período de tempo profético de 1.260 dias. Neste tempo, ela aguarda o retorno de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus, mas não pode se manifestar publicamente por causa da intensa perseguição.


Esse período é o da supremacia papal, que começa no ano de 538 d.C., quando os ostrogodos são vencidos por Belizário, general de Justiniano, e expulsos de Roma. Nesse ano, cai o terceiro dos três chifres descritos no livro de Daniel 7:8, 20. O imperador Justiniano faz um decreto onde reconhece a supremacia do bispo de Roma e a partir daí começa a perseguição a quem não obedecer às doutrinas humanas que passam a fazer parte da igreja cristã.


As perseguições sobre os seguidores de Cristo são intensas. A Bíblia descreve essa angústia sendo “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24:21).


2. Tempo de angústia depois do deserto – Apocalipse 10:10
O propósito de Apocalipse 10 não é apenas dar uma descrição da experiência de João comendo o livro. Lembre-se que o Apocalipse é um livro de profecia e o seu objetivo é dizer ao povo de Deus o que acontecerá no futuro (1:1; 22:6). Assim, a experiência visionária de João tem um propósito muito mais profundo. Ele representa a igreja, comissionada para proclamar o evangelho por toda parte do mundo durante o tempo entre o período profético especificado em Daniel e a Segunda Vinda. Isto é, durante este período que, por meio da igreja, Deus advertirá os habitantes da Terra do Seu julgamento (14:6-12).


A experiência de João aponta para outro evento que ocorreu no final da profecia de Daniel sobre os 1260 dias. Os adventistas do sétimo dia viram um paralelo entre a experiência de João e o Grande Desapontamento experimentada pelos mileritas em 1844.


Sob a liderança do revivalista Guilherme Miller, eles erroneamente concluíram que a segunda vinda de Jesus ocorreria no outono de 1844. A mensagem sobre a vinda de Cristo foi muito doce no começo. No entanto, quando a data passou sem o retorno, os mileritas ficaram desapontados experimentaram a amargura da mensagem que eles haviam crido e pregado.


Os adventistas viram na comissão de Cristo a João para “profetizar novamente sobre muitos povos e nações e línguas e reis”, o comissionamento da igreja de Deus para proclamar a mensagem da Segunda Vinda “para aqueles que vivem na terra e para todas as nações e tribos e línguas e povos” (Apocalipse 14:6). Quando a mensagem do evangelho for ouvida no mundo inteiro, então o fim virá e a história da Terra irá terminar (Mateus 24:14).


3. O grande tempo de angústia
O grande tempo de angústia é mencionado nos escritos proféticos de Daniel. “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Daniel 12:1).


O texto de Daniel esclarece que o tempo da grande angústia ocorrerá quando Miguel Se levantará no Céu. Miguel é uma figura de Cristo, e na Sua ascensão ao Céu depois de Sua ressurreição Ele “assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3).


Como o assentar-se indica o início de Sua obra no Céu, assim o levantar-se anuncia o fim. Então o levantar-se é simultâneo ao fim da graça e o início das sete últimas pragas.


Esse tempo de angústia vai do momento em que se pronuncia no Céu o decreto de Apocalipse 22:12 – é o momento em que termina a graça ou a oportunidade de salvação – até o dia da segunda vinda de Cristo.


Será uma oportunidade para Satanás demonstrar suas intenções sobre a Terra. Após o fim da graça, ele terá domínio completo sobre os habitantes e elementos da Terra. Para esse momento ele planejou todo tempo. Agora lhe é permitido ser o pretenso Cristo e ele imagina que pode governar o mundo.


Antes desses dias, vivemos a intensificação dos sinais preditos por Jesus em Mateus 24 – guerras, rumores de guerras, furacões, enchentes, aumento da indiferença, tragédias, fome entre tantas coisas mais. O aumento desses sinais em quantidade e intensidade são evidências que nos aproximamos do fim de todas as coisas.


4. Angústia de Jacó
A expressão “angústia de Jacó” ocorre apenas uma vez na Bíblia, em Jeremias 30:7.


Esse tempo da angústia inicia com o decreto de morte promulgado no fim da segunda praga e antes do início da terceira. A primeira praga será uma chaga maligna, e, na segunda, o mar se transformará em sangue. Daí o apóstolo João declara: “Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tem dado a beber: são dignos disso” (Apocalipse 16:5, 6).


Por condenar à morte os filhos de Deus, os incrédulos se tornarão verdadeiramente culpados pelo seu sangue como se eles já o tivessem derramado com suas mãos. Assim Deus envia a terceira praga porque os ímpios promulgarão um decreto de morte contra os filhos de Deus. No auge da perseguição, os fiéis viveram essa angústia que tem suas razões:
1. Medo de serem mortos.
2. Medo de que seus pecados não foram perdoados. Assim como Satanás acusou Jacó, acusará o povo de Deus.
3. Estarão perfeitamente conscientes de sua fraqueza e indignidade. Satanás se esforçará por aterrorizá-los com o pensamento de que seus casos não dão margem à esperança.
4. Medo de não terem se arrependido de todos os pecados.
5. Medo de desonrar o nome de Deus.
O final de todo o período de angústia será por ocasião da Volta de Jesus. E o povo de Deus O receberá com uma grande aclamação de vitória. Rapidamente os fiéis são atendidos pelos anjos e todo o Céu estará brilhante com a glória de Deus. A angústia terminou para sempre. O prêmio final será para todos os que permanecerem até o final ao lado do Senhor (Mateus 24:13). Por isso, não desista, falta somente um pouco mais.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”, diz 2 Crônicas 20:20.

Rafael Rossi (via ASN)

Por que Deus diz não? Existem pelo menos quatro motivos..

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através da visão pessoal, e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para se chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela. Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são as que têm líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Eles convencem as pessoas de que possuem a verdade e arrastam muita gente.


Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós, adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização e, confiantes na sua própria argumentação, acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são. Defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos, adaptados a uma nova época.


Em meio a essa discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções, e de acordo com a maneira como é vista, pode também ser definida como a solução do problema. Essa palavrinha mágica, pequena, mas muito forte é não. Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? O não deve ser abolido ou adaptado aos nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos?


Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele Se relacionou com essa palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude do tempo” (Gálatas 4:4). Ou seja, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação. Se Ele demorasse um pouco mais, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-Lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.


Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje – religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar a postura de Cristo em relação à verdade. Assim, definiremos melhor a nossa.


No sermão do monte (Mateus 5:21-37), Cristo tratou o assunto do não. Ao invés de anular ou diminuir, Jesus ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do não visível e foi mais longe, entrando no mundo do não invisível. Ele foi além do não ato, e chegou até o não pensamento. Ele terminou essa parte do sermão com uma posição clara: Cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições sim, sim e não, não.


À medida que nos aproximamos da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças.


Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz não. Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Essa compreensão nos ajuda a aceitar a Sua vontade, não como imposição, mas como proteção. Existem pelo menos quatro motivos para isso:


1. Para não se queimar
Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo. Quando Ele diz não para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que está dizendo, sabe o que há por trás. Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo corre o risco de se queimar.


Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, proibir totalmente o uso? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra. A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas sabe também que podem cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar o hábito. Deus conhece os riscos, por isso diz não.


Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já está demonstrando que esse é o seu ponto fraco. A história de Eva se repete: sempre que alguém enfrenta a tentação do seu jeito, porque acha ser forte para manter tudo sob controle, acaba se envolvendo muito mais do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com fogo, é pedir para se queimar. Lembro-me sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”.


2. Para evitar limites humanos
Quando você decide estabelecer sua própria verdade e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre se dá são: “Um pouco só não tem problema”; “Só vou ao cinema para ver filmes bons”; “Não vejo mal algum em usar um anelzinho ou uma correntinha discretos”.


A pergunta, porém, continua: Até onde vai o “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não têm problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos?


Se a verdade deixa de ser absoluta, e começamos a fazer concessões ou aberturas, surgem duas realidades: A primeira é que cada pessoa cuida da própria vida e estabelece os próprios limites. A verdade deixa de ser única para todos e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Sendo assim, é claro que uns serão mais rígidos e outros mais liberais. Em segundo lugar, a igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais são os limites. Nesse caso, a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém define o que é a verdade e os demais a aceitam. Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus. Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura.


3. Para não confundir os outros 
Somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na Terra, e as pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.


Se no trabalho, um jovem adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ele ser reconhecido como um cristão? Se no sábado à noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não possuem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um jovem adventista está sentado à mesa de bar com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identificá-lo com um cristão?


É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver a Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Essas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de serem reconhecidas.


4. Para vencer as sutis tentações de Satanás 

Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos quanto à verdade, para que ele não tenha espaço. Quando o não é substituído pelo “mais ou menos” ou, por “um pouquinho só não tem problema”, ou ainda: “Não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e Satanás se aproveita.


Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficaz e poderosa ela será.

Pr. Erton Köhler (via Jovem Adventista)

FIM DOS TEMPOS! – Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Um grupo canadense criou uma marionete para ensinar crianças em idade escolar sobre transgenerismo e fluidez de gênero.

Julia, criada pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais, é uma fêmea biológica que sente em seu coração que deveria ser um menino. Julia e seus amigos fantoches, Leo e Arnie, e sua amiga humana, Alex, exploram os tópicos de transgenerismo e fluidez de gênero de uma forma que as crianças supostamente podem entender.

Um dia, Julia decide que ela quer ser chamada de “Julien” e rapidamente faz a mudança. O programa mostra como os amigos, a família e os professores devem reagir se uma criança decidir “fazer a transição” de um sexo para outro.

Os bonecos são os personagens principais em livretos e vídeos que a fundação lançou no início deste mês.
Jasmin Roy, o fundador do grupo, disse que a fundação criou o material educacional a fim de ensinar crianças e professores a lidar respeitosamente com aqueles que podem ser transexuais.

“Precisamos desenvolver habilidades emocionais e sociais para educadores, pais e outras crianças que estão ao redor dessas crianças explorando seu gênero ou expressão”, disse Roy, de acordo com a CTV News. “Agora, toda vez que você tiver uma criança em sua comunidade que esteja lidando com essa realidade, você terá uma ferramenta para ajudá-lo”.

Em 2015, o show Vila Sésamo introduziu um personagem chamado Julia, que era autista. Roy afirmou que ela baseou Julien fora de Julia, expressando seu desejo de educar as crianças sobre aqueles que são diferentes.

“Eu disse que deveríamos fazer a mesma coisa para uma criança que está explorando porque algumas crianças apenas explorarão, e isso não significa que elas vão crescer trans”, disse Roy.

“Talvez, se você tiver um filho [passando por isso], possa mostrar a eles os vídeos e dizer:“ É assim que você se sente? O que você precisa? Como posso ajudá-lo? “E eu amo você”, explicou ela

omo Faithwire relatou, apenas na primavera passada, dois trailers mostravam animações sobre crianças transgênero que foram liberadas.

O primeiro show, “Drag Tots!”, É sobre drag queens da idade da criança que, de acordo com o trailer, é exatamente o que o mundo precisa. O trailer começa com clipes de guerra, desastres naturais e o presidente Donald Trump, como um narrador diz: “Em um mundo à beira do caos, onde o medo é a regra da terra… as vozes de uma geração se uniram para dar nosso planeta o que ele precisa … BEBÊ DRAG QUEENS! ”

O segundo show é chamado de “Super Drags”, uma série sobre uma banda de super-herói drag queens.

“À noite, eles apertam seus espartilhos e se transformam no pior dos SUPER DRAGS da cidade, prontos para combater a sombra e resgatar o brilho do mundo dos vilões do mal”, diz o preview, “Prepare-se, porque os SUPER DRAGS estão indo mais fundo do que você pensa.” Se esta é a tendência é indicativo do que a televisão infantil se tornará nos próximos anos, talvez os pais devam começar a explorar diferentes alternativas.

18 de set. de 2018

Itapetinga: Blog abre as portas trazendo uma entrevista especial com a cantora Pryscilla Just

Estamos felizes por começar este projeto de evangelização através da net, entrevistando a cantora adventista Pryscilla Just, um dos maiores nomes da música gospel do país. Em entrevista exclusiva ao nosso Blog, Pryscilla relembra o início de sua jornada na música gospel, fala de momentos marcantes e, dificuldades, ainda, dá detalhes do seu álbum lançado em .....
Porque escolhemos este tema? 

Ellen White considerava a música um “dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a temas nobres e inspirar e elevar a alma” [1]. Unida às Escrituras, a música é um meio eficaz “para gravar suas palavras na memória” e “subjugar as naturezas rudes e incultas” [2]. Ellen White comparou a canção a “uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo" [3] para abrir “as fontes do arrependimento e da fé” [4]. Um hino de louvor que sobe de um coração “cheio de gratidão e ações de graças” é agradável a Deus [5].
Blog: Diga para nossos leitores como foi sua trajetória de vida até aqui: infância, juventude, conversão etc. Enfim, sua vida cristã.
Pryscilla Just: Primeiramente, é um prazer conceder esta entrevista a vocês e aos leitores. Vamos lá. Nasci num lar adventista e me batizei aos 08 anos, iniciei meu Ministério antes de gravar meu primeiro trabalho. O Ministério começou quando eu tinha 19 anos; indo as igrejas cantar e pregar. Tenho um trabalho solo com 11 faixas intitulado “Descanse”.
Blog: Diga-nos qual maior dificuldade você tem encontrado hoje?

Pryscilla Just: A maior dificuldade tem sido o de acompanhar as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 2 anos. Ninguém mais “se interessa” por CD. As pessoas hoje possuem as plataformas digitais para acessarem o artista que quiser, no momento que quiser. Essas e outras mudanças tem sido desafiadoras!

Blog: Qual música marcou mais a sua carreira? 

Pryscilla Just: A Canção “Vinho Novo” “Eu Sou Deus”. (Faixa 03 do meu CD).
Blog: que mensagem você deixa para nossos leitores? 

Pryscilla Just: Gosto muito do verso bíblico Jó 42:5, que diz: “Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos Te veem.”

O Blog agradece a Pryscilla Just pela entrevista e define quem ela é com uma frase: Uma mulher sonhadora que está a cada dia aprendendo a viver para Deus da maneira certa.

Redação




17 de set. de 2018

Editora adventista lança os devocionais que irão edificar os membros da igreja no próximo ano

Intitulado Minha Consagração Hoje, o primeiro devocional impresso pela Casa Publicadora Brasileira foi lançado em 1953. Na época, ele tinha formato de calendário e era, portanto, bem diferente do modelo atual. Foi somente três anos mais tarde que o material passou a ser editado no formato de livro.

Das 65 Meditações Diárias produzidas até agora, 31 foram escritas por estrangeiros, sendo que 21 consistiram em compilações dos escritos de Ellen G. White. O primeiro brasileiro a entrar para a lista de autores do devocional foi o pastor Enoch de Oliveira, em 1990, com a publicação da obra intitulada Bom Dia, Senhor. Na época, o ex-presidente da igreja no continente já havia se aposentado.Pr. José Carlos de Lima, diretor-geral da CPB, mostra exemplar da primeira meditação publicada pela igreja no Brasil, em 1953. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Quase trinta anos depois, outro brasileiro entra para a história da publicação. Autor das Meditações Diárias do próximo ano, o pastor Erton Köhler é o primeiro líder da igreja no continente a escrever o devocional ainda no exercício da função, como destacou o pastor José Carlos de Lima, diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, numa programação que reuniu os servidores da CPB e diversos líderes da igreja na sede da editora na última quinta-feira (6).

Presente no programa de lançamento das Meditações Diárias, da Inspiração Juvenil e da Meditação da Mulher para 2019, o pastor Erton Köhler falou sobre o desafio de conciliar a produção do material e as diversas responsabilidades administrativas. Desde que recebeu o convite para escrever o devocional, há três anos, o líder adventista começou a reunir materiais e a fazer anotações, mas escreveu o primeiro texto somente em fevereiro deste ano. “Quando eu olho para o livro, eu mesmo tenho dificuldade de entender como foi que tudo isso ficou pronto. Por isso, o sentimento é de realização por ver o livro impresso e de gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de escrevê-lo”, expressou o pastor Erton.

Num momento de entrevista com o autor, dirigido pela jornalista Betina Pinto durante o evento, ele disse que ao levantar informações para o devocional foi impressionado por histórias como a do casal Ignacio e Cecilia Kalbermater. Eles viveram dias difíceis no campo missionário. Enquanto serviam no Paraguai, perderam o primeiro filho, Ismael, com apenas um ano e oito meses de idade. Por conta de uma viagem, Ignacio só soube do falecimento do filho cinco dias depois. Mais tarde, trabalhando na Bolívia, o casal recebeu outro duro golpe com a perda da segunda filha, que morreu sufocada com a própria fralda quanto tinha nove meses. Apesar do sofrimento extremo, a família não desistiu, mas continuou fazendo grandes sacrifícios pela missão nesses países. “Me emocionei ao ver como Deus dirigiu os rumos dessa história. A igreja cresceu e, décadas depois, o neto do casal retornou ao Paraguai para ser presidente da igreja para todo o país. O que antes havia sido o distrito do avô tornou-se uma União, presidida por seu neto, também chamado Ignacio Kalbermatter. Além disso, desde o fim de 2017, o bisneto de Ignacio e Cecilia, Hiram Kalbertmatter, é o presidente da Igreja Adventista para toda a Bolívia. Seus filhos foram sepultados naqueles países, mas seus descendentes voltaram para continuar a obra”, relatou.

Outra história que irá inspirar os leitores no ano que vem é a que está relatada na página 330 do devocional intitulado Nossa Esperança. Ao falar sobre os milagres de Deus em favor do Seu povo, o pastor Köhler conta como um folheto entregue por um garoto de 13 anos a um senhor embriagado levou 25 membros da família Godinho ao batismo, incluindo Paulo, que é pastor, e mais oito amigos que também foram conduzidos a Cristo pela influência dessa família.Autor das Meditações Diárias tem encontro surpresa com Ivan, personagem cuja história é contada no livro. O folheto entregue por ele foi o ponto de partida para que 25 membros de uma mesma família aceitassem a mensagem. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Foi por meio do pastor Paulo que o autor ouviu o testemunho e decidiu registrá-lo no livro. No entanto, o pastor Erton Köhler não esperava a surpresa preparada pelos organizadores do programa. Além de seu Leontino, o homem alcoolizado que recebeu o folheto, e dona Rosinha, a primeira a tomar a decisão de se tornar adventista, o autor do devocional também pôde conhecer pessoalmente Ivan, hoje com 56 anos. Para encerrar a festa, o pastor Paulo Godinho entrou no tanque para realizar mais um batismo, símbolo dos frutos que continuam sendo colhidos como resultado da semente que foi plantada no passado por um adolescente.

Além do devocional Nossa Esperança, também foi lançada a Meditação da Mulher, intitulada Toques de Alegria, e a Inspiração Juvenil, obra escrita pelo pastor e jornalista Francisco Lemos que está sendo republicada com o título Natureza Viva.

Proteção à criança

O Conselho de Administração da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, anunciou que irá criar um novo instituto para atender crianças que sofreram abuso. Votado em maio, o Instituto de Resiliência para a Adversidade Infantil (Rica, na sigla em inglês) irá ampliar as atividades do Centro de Avaliação Infantil (CAC), implantado há quase 25 anos em San Bernardino, na Califórnia. A ideia é colaborar com agências governamentais, sistemas jurídicos e o Hospital Infantil da Universidade de Loma Linda.

Como um fórum permanente, o Rica irá realizar entrevistas forenses e exames médicos para avaliar denúncias de abuso infantil. Essa abordagem ajudará a eliminar a necessidade de uma criança ter que se submeter a entrevistas com representantes de várias agências.

O Rica também servirá como um centro para o programa de residência pediátrica de abuso infantil da Universidade de Loma Linda, um dos poucos no país. Reconhecido pelo Conselho de Credenciamento para a Educação Médica de Pós-Graduação, esse programa de bolsas enfatiza a intervenção e a prevenção, além de fornecer aos pediatras uma variedade de experiências de atendimento ao paciente, oportunidades de pesquisa e atividades educacionais.

Desse modo, o novo instituto deve facilitar a cooperação multidisciplinar com suas agências parceiras por meio de reuniões mensais de membros da equipe para treinamento e revisão de casos.

Longa atuação

O Centro de Avaliação Infantil (CAC) da universidade adventista foi criado em 1994, dois anos após o Conselho de Políticas de Redes Infantis de San Bernardino ter começado a buscar novas maneiras de avaliar denúncias de abuso infantil. Frequentemente, crianças vitimadas sofriam trauma desnecessário no processo de serem entrevistadas por múltiplas agências.

Na ocasião, o conselho estabeleceu uma força-tarefa com representantes dos Serviços de Proteção à Criança, do Centro Médico do Condado, das secretarias de Saúde Pública e Saúde Comportamental, do Gabinete do Procurador e do Xerife, do Tribunal de Menores e do Tribunal de Direito Familiar, do Conselho Municipal, de entidades como a Children’s Network, de agências financiadoras como a Children’s Fund e do Centro Médico Universitário de Loma Linda.

As necessidades do centro de avaliação aumentaram drasticamente ao longo dos anos. “O abuso de crianças se tornou uma história muito familiar neste país e em outras partes do mundo”, afirma Richard H. Hart, presidente da Universidade de Loma Linda.

Em 2014, o CAC foi transferido para uma instalação mais moderna, de propriedade do condado e mantida em San Bernardino. Agora, o novo instituto está a caminho de ajudar a tratar 1,6 mil crianças abusadas física ou sexualmente. “O novo instituto vai construir e crescer sobre a reputação que o CAC mantém como um exemplo nacional no tratamento de crianças vítimas de abuso”, acrescenta Hart.

Na última semana de agosto, o comitê de supervisão do Rica se reuniu para designar a liderança e determinar relações funcionais com o CAC e o condado de San Bernardino.

DONAJAYNE POTTS, equipe da Universidade de Loma Linda (publicada no site da Adventist Review)

15 de set. de 2018

ADVENTISTAS JÁ NÃO CANTAM MAIS HINOS

Naquela tarde, começávamos um culto na sala dos professores, com alguns de nós acomodados em um dos três sofás disponíveis, em frente à televisão, que exibia o hino escolhido. Uma professora, recém-convertida, chegou ao término da primeira estrofe e não conteve o comentário: “O pastor sempre escolhe essas músicas”. Não julguei que devesse me importar ou remoer qualquer aborrecimento diante daquela fala espontânea. Refletindo no episódio, só posso ver com naturalidade que alguns adventistas estranhem os velhos hinos, com os quais nunca conviveram.
E os hinos necessitam de convivência para serem conhecidos e, sobretudo admirados. Surgidos, em sua maioria, naqueles séculos anteriores aos meios de comunicação em massa, eram testados, publicados em coetâneas e apenas depois se popularizavam. A riqueza que trazem não se resume à sua poesia enxuta, direta e bela, ou às melodias simples que a encerram; são testemunhos vivos da fé de gerações passadas.
Ninguém publicava hinos para atender demandas comerciais ou pedidos de gravadoras. Não acho que o Sr. Spafford compôs It Is Well With My Soul (“Sou feliz com Jesus”, HA 230) pensando fazer sucesso nas igrejas inglesas, nas quais seu amigo Moody pregava sempre. Wayne Hooper mesmo testemunha que, ao compor o hino We have this hope (“Oh, que esperança”, HA 469), sentiu melodia e letra fluírem de sua mente, de forma como nunca experimentara antes. Não que os hinos sejam inspirados – apenas a Bíblia o é. Porém, imperfeitos como são, eles permanecem inspiradores e ligam nossos sentimentos ao Divino Salvador.
Impera hoje um revisionismo míope, que tenta encontrar em todo hino uma ligação com a música secular de sua própria época. Desconfio que seja uma estratégia para amparar a prática contemporânea de veicular letra religiosa com canções pops. Nesse sentido, Lutero acaba sendo a maior vítima de infâmia: sujam seu nome, acusando-o de, em nome da expansão da Reforma Protestante, adaptar música de taverna para ser cantada nas igrejas.
Como Lutero, pobre reformador, não está aqui para se defender (sorte dos detratores, porque o gênio do reformador alemão era excessivamente apimentado!), vale suscitar alguns fatos para desfazer esse desatino: dos 33 hinos atribuídos a Lutero, alguns eram composições originais, outros, adaptações do cantochão (o canto gregoriano, tradição antiga, condensada e oficializada pela Igreja Católica) e apenas um proveniente dos meios populares. Vale dizer que Lutero modificou sensivelmente a melodia conhecida, adaptando seu andamento, inclusive.
Além do “caso Lutero”, há diversos exemplos de melodias adaptadas de canções folclóricas (como o hino “Lindo País”, HA 571, que possui versões seculares e religiosas) e cívicas (“Vencendo vem Jesus”, HA 152). Dizem que, se formos excluir o que provê da música secular, poucos hinos restariam no hinário.
A tese, encomendada para justificar a simbiose atual entre música popular e letra religiosa, cai diante das seguintes considerações: (1) Em séculos passados, a variedade musical era pouca, fazendo com detalhes sutis, como andamento, harmonização e letra diferissem o sacro do secular; (2) Muitos dos hinos do hinário foram compostos por cristãos comprometidos, que, ou se dedicavam à tarefa (como Fanny Jane Crosby, Philip Paul Bliss, etc) ou provinham de acentuada experiência espiritual vivida por seu autor, sendo que eram prontamente testados e, uma vez aprovados, utilizados para fins congregacionais; (3) do ponto da filosofia musical, a mensagem da letra possui encaixe perfeito com as melodias, que reforçam a mensagem cristã e, por sua suavidade, simplicidade e solenidade transmitem valores religiosos inegáveis, havendo perdurado por diversas gerações.
Ainda assim, corremos o risco de substituir pérolas cristãs por coisa inferior, oriunda da mentalidade atual, cujo paradigma parece ser o da “obsolescência programada”: os “hinos” agora chegam em coletâneas divididas por anos, já indicando que possuem prazo de validade. O padrão? Seguir algumas fórmulas de sucesso: melodias pobres (facilmente assimiláveis e sem muita elaboração), muita repetição, modulações constantes, tonalidades altas (para o padrão congregacional, o que favorece o canto “gritado”), síncopes, dissonâncias mal resolvidas, percussão em destaque e letras que abusam de metáforas românticas ou da metalinguagem (músicas de adoração que falam sobre adoração).



Se pensarmos, há hinos contemporâneos belos e poderosos; desconfio, no entanto, que a polarização entre velho e novo é parte da apologia de alguns músicos para defender novos paradigmas. Todavia, deixemos claro: precisamos de novos compositores, que trabalhem criativamente a partir do legado, renovando o espírito dos hinos, trazendo composições novas e pertinentes, embelezando o repertório acumulado por séculos de produções inspiradoras. Renovar não é inovação descabida ou mundanismo travestido! Ou resgatamos os hinos e seu legado, ou toda uma geração de crentes ficará confinada a oferecer a Deus fogo estranho.

A DEGRADAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS

A missão que temos é transmitir a última mensagem de advertência. Trata-se de uma responsabilidade solene. Solenidade é um conceito que escapa à contemporaneidade. Sua gravidade é diluída nos filmes de Hollywood, quando nos momentos trágicos parece haver a necessidade de um contraponto cômico. Nem as músicas religiosas atuais conseguem mais representar a solenidade. Talvez, apenas atrás do conceito de reverência, solenidade seja um dos artigos mais raros no mercado atual. Ambos são raros pela mesma razão: a degradação do senso da presença de Deus.
Em um contexto tecnológico, tudo apela aos sentidos. Mas Deus permanece invisível. Os comunicadores instantâneos, ubíquos, fomentam a ilusão de estarmos presentes em diversos lugares e de igualmente termos os amigos próximos. E com tantos elementos atraindo a atenção, o Deus Altíssimo, presente no mundo material, é ignorado. Se a presença do Criador passa despercebida, que dizer da comunhão com Ele? Que dizer da forma de responder ao Seu chamado?
A ironia fatal de uma época em que a adoração ganha contornos de metalinguagem – com músicas de adoração que falam sobre adoração –, é que os cristãos, em geral, não entendem adoração como a resposta obediente ao que Deus fez por mim. Adoração não significa sucumbir a um êxtase emocional, na tentativa de reproduzir a presença de Deus de forma carismática, como se a música e a emoção fossem elementos catalizadores para fazer um download de Deus. Adoração compreende me relacionar com Deus, nos termos que Ele estabeleceu em Sua Palavra. Isso implica em rendição, gratidão, júbilo, disposição para servir e obedecer e tantas outras coisas.
O verdadeiro adorador obedece voluntariamente. Ele quer testemunhar, porque não pode conter o amor que brota nele em resposta ao amor que fluiu do coração de Deus. Com humildade e poder, alegria e tato, sabedoria e entusiasmo, ele prega. Com suas palavras, mas com cada gesto silencioso. Prega usando a Bíblia, mas por meio de sua coerente busca para se mostrar fiel. Não há aquele sentimento estreito de alguém mecanicamente condicionado a fazer algo segundo um programa. Existem muitos manuais, planos e estratégias. Recursos não faltam. Falta é amor, transformação, vidas impactadas pela comunhão. Falta o Espírito de Deus descendo sobre Seu povo a cada manhã.
Ser um adventista é abraçar a missão. Sem os modismos que invadem a literatura evangélica a cada época. Sem o proselitismo pelo proselitismo. Viver a missão, ser a missão, pregar com o fogo de quem ama o Salvador e ama aquelas pessoas que Ele ama. Uma imensa responsabilidade, maior do que qualquer ser humano poderia imaginar.
Uma responsabilidade solene para tempos solenes.

ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

A IGREJA ADVENTISTA MUDOU?

O adventismo mudou?
Há décadas as crenças adventistas são as mesmas.
Por que, então, se fica com a impressão de que a igreja não é a mais a mesma?
Há vários fatores, um deles, seria a mudança de ênfase.

Fale sobre a questão da mudança de ênfase.
Em sua evolução, o adventismo mudou muitas vezes de ênfase. A princípio, por ter uma proposta em muitos pontos divergente dos demais grupos evangélicos, o adventismo enfatizava seus aspectos distintivos, o que originou um comportamento legalista. Aos poucos, o movimento se equilibrou.

O legalismo continua um problema para o adventismo?
Sempre haverá a tentação do legalismo, assim como grupos e indivíduos legalistas. De um modo geral, esse não seria o problema mais sério do adventismo na atualidade.

É possível afirmar que, com a superação do legalismo inicialmente dominante, o adventismo encontrou um equilíbrio?
A princípio, sim. Contudo, com o passar das décadas, além da tentação do legalismo, surgiram outras, como o desejo latente de pertencer ao movimento evangélico.

Os adventistas não se consideram evangélicos?
Há muitas acepções para o termo evangélico. No sentido de crer na mensagem de salvação do evangelho, dom gratuito baseado na morte e ministério intercessor de Cristo, os adventistas são, sim, evangélicos. Isso não significa que o adventismo se alinhem com todas as posturas teológicas dos principais ramos do evangelicalismo.

Quais seriam alguns dos pontos de tensão entre adventistas e evangélicos?
Alguns exemplos rápidos: (1) evangélicos dissociam salvação de estilo de vida, enquanto os adventistas entendem que, uma vez justificados, todo cristão experimente o processo de santificação, que se dá pela fé e que implica em ter o caráter de Cristo formado em sua vida, mediante a obra do Espírito Santo; (2) evangélicos delimitam a obra de Cristo à Sua morte na cruz, sem possuir uma compreensão mais abrangente de Seu serviço no santuário celestial; (3) evangélicos não vêm relação entre vida cristã e obediência aos dez mandamentos, muito menos creem na importância do quarto mandamento, considerando essas temáticas referentes à religião do Antigo Testamento; (4) muitos evangélicos são dispensacionalistas e entendem que Jesus voltará e raptará secretamente a igreja, enquanto os adventistas pregam o retorno de Jesus de forma iminente, visível, literal e em glória; (5) a ênfase profética do adventismo diverge muito das principais denominações evangélicas.

Por que os adventistas quereriam se aproximar dos evangélicos?
Há vários fatores para a aproximação: (1) a influência que eruditos adventistas sofreram da teologia evangélica ao realizarem cursos de pós-graduação em universidades evangélicas; (2) a influência das metodologias e práticas ministeriais sobre setores da liderança adventista; (3) a influência da literatura, música e mídia evangélica sobre leigos e administradores adventistas, etc. Tais fatores, entre outros, fomentam o desejo de se aproximar, em detrimento da ênfase escatológica própria do adventismo, bem como da mensagem específica que o movimento possui.

Isso significa que o adventismo perdeu sua identidade própria?
A perda de identidade é um processo gradativo e heterogêneo, afetando mais a igreja em algumas geografias do que em outras. Não seria justo dizer que a igreja como um todo não cumpre mais seu papel como remanescente da profecia. A despeito da sonolência letárgica de Laodiceia (Ap 3:14-22), o clamor da meia noite será ouvido (Mt 25:6), despertando o povo de Deus. A parte individual nesse processo é orar e buscar esse despertamento, enquanto se conserva o óleo do Espírito Santo (Mt 25:8-10). Não existe um ministério da crítica, por isso, nosso papel é buscar a Deus com todas as nossas forças, para cumprir o papel que Ele espera de Seu povo.

23 de set. de 2018

Enoque é um tipo de cristão que eu quero ser

E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn : 5. 21-24).
A Bíblia nos mostra um relacionamento entre Deus e um homem chamado Enoque. Este mísero mortal que obteve de Deus um grande testemunho. Assim como tantos outros. Mais com uma diferença : Enoque andou com Deus ; e Deus o tomou para sí ; diz a Palavra. Enoque andava com Deus, assim como eu e você andamos com uma outra pessoa nesse mundo. Enoque desfrutava da mesma intimidade e confiança que temos em nossos melhores amigos,cônjuges, pais etc. A cada novo dia que iniciava, descia Deus à onde Enoque residia e com ele passava o dia todo, chegando o final do dia, eles retornavam para a casa de Enoque, onde Deus se despedia dele, até encontrá-lo no dia seguinte novamente. Pois esta é a visão que posso ter , olhando pela revelação de Deus que temos hoje. Onde o Espirito de Deus habita continuamente no homem. Com isso quero te levar a entender que o nosso Deus ama o ser por Ele criado. E nos leva a pensar profundamente em ter um relacionamento mais sério e de total intimidade com Ele.

Suco de uva integral: benefícios e como fazer

A fruta que é mencionada até na Bíblia começou a ser cultivada no Oriente Médio há cerca de 6 mil a 8 mil anos. Mesmo sendo tão popular entre todas as faixas etárias, você ainda não sabe que o suco de uva integral é tão bom para a sua saúde.

Com certeza você já ouviu falar que o vinho traz muitos benefícios para a saúde, mas por conter álcool ele está mais para vilão do que para herói de uma vida saudável. Já o suco de uva não tem esse problema. Ele apresenta todos os pontos positivos do vinho protegendo a sua saúde e o seu organismo.

5. Benefícios do suco de uva integral

suco de uva integral beneficios
Créditos: Cooking Up Clean
O suco dessa fruta pequena e doce traz muitos benefícios para a saúde, principalmente por ter um alto teor de antioxidantes e muitos nutrientes importantes para o organismo funcionar direito. Confira agora cinco benefíciospara sua saúde ao tomar suco de uva de forma integral.
1. Retardar o envelhecimento

A substância resveratrol presente no suco de uva é capaz de aumentar o tempo de vida das células, pois as protegem dos radicais livres e as reparam. Com as células durando mais tempo o processo de envelhecimento se torna mais lento.
2. Reduzir o colesterol

A oxidação do colesterol ruim (LDL) pode resultar em maior número de placas nas artérias, o que pode causar a doença de aterosclerose. No entanto, com a ingestão do suco de uva em forma integral o nível do colesterol diminui por causa da ação antioxidante, e ainda aumenta o nível do colesterol bom.
3. Prevenir câncer

O poder antioxidante e os nutrientes presentes no suco de uva reduzem o risco de câncer pois ajudam a regular os hormônios e previne o crescimento desorientado e desordenado das células.
4. Fortalecer o sistema imunológico

Como contém vitamina C e antioxidantes, o suco de uva melhora o sistema imunológico. Ele ajuda a prevenir o corpo de infecções virais por fortalecer a função das células brancas, que é a ação de defesa do organismo contra doenças.
5. Benefícios para o cérebro

O suco de uva combate os danos dos radicais livres nas células cerebrais graças aos antioxidantes presentes na uva. Tomar o seu suco regularmente impede o estresse oxidativo e ajuda na manutenção das células, além de prevenir Alzheimer.

Engorda?

suco de uva integral emagrece
Créditos: Kalay
Ao contrário, o suco de uva integral ajuda no processo de emagrecimento graças às suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes. Mas atenção, pois deve ser o integral. O suco de caixinha faz com que o metabolismo fique mais lento pois inflamam as células. O resultado final é o ganho de peso.

Os benefícios do suco para sua dieta são que ele ajuda a reduzir a barriga, estimula o metabolismo e diminui a absorção de gordura. Além disso o suco de uva integral é ótimo para combater aquela vontade por doces. Ele prolonga a saciedade e faz com que você diminua as calorias consumidas pois mantém as taxas de glicose reguladas.

A melhor forma de aliá-lo a sua perda de peso é consumir apenas um copo do suco por dia, sempre entre as refeições. Assim não há riscos em comprometer a sua dieta ou a sua saúde.

Como fazer em casa?

suco de uva integral fazer
Créditos: CFP Winemakers
O suco de uva integral é facilmente encontrado pronto em supermercados em garrafas de vidro. Você deve sempre ler o rótulo para se certificar que é 100% integral. Além disso, você também pode fazê-lo em casa.

Ingredientes
Uva escura: 1 quilo;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

1. Retire as uvas do talo e as lave bem.

2. Coloque a água em uma panela junto com as uvas e leve ao fogo.

3. Quando as uvas começarem a se partir (em torno de 20 a 30 minutos) desligue o fogo.

4. Deixe que esfrie. Quando estiverem em baixa temperatura, peneire a mistura amassando com uma colher para retirar toda a polpa da fruta.

5. Guarde em uma garrafa bem vedada na geladeira para não estragar.

Posso tomar suco de uva integral em jejum?

suco de uva integral jejum
Créditos: Welch’s Global Ingredients Group
Sim, você pode e inclusive deve! O resveratrol, poderoso antioxidante, presente no suco de uva é o motivo. Ao ingeri-lo após acordar, e de barriga vazia, você aproveita todos os benefícios prevenindo-se do Alzheimer e mantendo seu cérebro saudável.

O suco também vai estimular seu aparelho digestivo, acelerar o metabolismo e eliminar o ácido úrico, sendo este responsável pela causa da fadiga. Ele é ótimo para tomar antes das suas atividades físicas, dando uma energia extra.


21 de set. de 2018

Em quais candidatos o cristão deve votar segundo Ellen White?

Antes de apresentar esses conselhos de Ellen G. White para o cristão que deseja votar e assim exercer seu direito de cidadão com sabedoria e prudência, destaco que a co-fundadora do adventismo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia[1] e nem eu, assumimos qualquer partido político

Desse modo, o fato de eu concordar com algumas ideias (não todas) de um deputado ou candidato, isso não significa que sou militante de seu partido ou promovedor de suas causas. Afinal, quantos leitores em algum momento não concordaram com a opinião de um comentarista bíblico que não pertence à sua denominação religiosa, e que apresenta outros conceitos com os quais discorda?

“A Igreja [adventista] encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional”[2] porque preferimos empunhar a bandeira de Cristo (Jo 18:36) e dedicar nosso tempo na pregação do evangelho para prepararmos as pessoas para a volta de Cristo (Mt 28.19-20; Ap 14:6-12).

Porém, não cremos que o cristão deva ser isento de sua responsabilidade social em votar e eleger governantes que melhor representem os princípios divinos, e que contribuam para aliviar o sofrimento do próximo. Mesmo sendo apolíticos, não vemos vantagem alguma em ser um alienado ou ignorante político.

Além disso, entendemos que essa é uma questão pessoal e que ninguém que assuma função eclesiástica deveria influenciar os membros na defesa de qualquer partido[3]. Desse modo, cremos que em questões políticas, o livre-arbítrio também deve ser respeitado.

Todavia, somos pessoas que cultuam a Deus racionalmente (Rm 12:1,2). Não é porque não assumimos um partido ou candidato que não iremos avaliar suas ideias, planos e propostas. Afinal, mesmo nossa Pátria sendo a celestial (Fp 3:20,21), vivemos ainda na pátria brasileira e Cristo nos convida para sermos o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), influenciando para o bem e levando o conhecimento de Deus a todos os eleitores (Mt 5:15, 16).

Isso é feito também quando escolhemos representantes que não atrapalhem a divulgação da mensagem de Jesus Cristo e de Suas verdades para esse tempo.

Sugestões de Ellen G. White quanto ao voto

Mesmo a Igreja Adventista do Sétimo dia (sabiamente) não se envolvendo com qualquer partido político, sua co-fundadora deu conselhos específicos para todos aqueles cristãos que desejam exercer seu direito de cidadania através do voto.

Desejo que esse post lhe instrua a votar devidamente[4] para que, enquanto estivermos nessa pátria corrupta, façamos nossa parte para aliviarmos de verdade o sofrimento do próximo através da escolha de líderes que estejam dispostos a nos ajudarem nesse propósito.

Como muito bem destacou Alberto R. Timm: “Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas”.[5]

Eis algumas das dicas de Ellen G. White:


. Vote em candidatos temperantes (moderados, controlados) e que não sejam contra nossa mensagem de saúde. Não eleja beberrões ou indivíduos que possam estimular o comércio de drogas de qualquer espécie: “Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades”.[6]

2. Vote em pessoas íntegras, que respeitem os direitos de propriedade, os direitos da vida (humana e animal) e que, obviamente, valorizem a religião, os princípios morais e a estrutura familiar: “Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais”.[7]

3. Vote em candidatos que temam (respeitem) a Deus e estejam dispostos a receberem sabedoria dEle e de Sua Palavra para governarem: “Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do Senhor, e indicariam aos homens uma norma elevada e santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do Senhor estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O Mestre celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e o verdadeiro. A Palavra de Deus seria seu guia, e afastariam toda opressão…”.[8]

4. Vote em candidatos que respeitam a liberdade religiosa e que não promovam em hipótese alguma a união entre Igreja e Estado: “Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado”.[9]

Creio que se seguirmos tais diretrizes, estaremos sendo responsáveis na escolha de nossos representantes e contribuindo para o avanço do evangelho – nossa verdadeira bandeira.

Concluo o presente post com as palavras finais de uma resposta dada na seção “Consultoria Doutrinária” da Revista Adventista de setembro de 2000 sobre o tema em discussão:

“O cristão viaja para a Pátria celestial, mas, enquanto estiver neste mundo, deve cumprir seus deveres na comunidade de que faz parte. Assim, o exercício da cidadania é parte da vida de todo cristão responsável. Pagar impostos, com honestidade, é um dos requisitos”.[10]


Houve um aumento de 4.000% de crianças que se identificam como transexuais

O número de pessoas que se identificam como transgênero está aumentando nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, incluindo muitas crianças e adolescentes.

Este ano, a Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes começam a usar “termos de gênero não tradicionais” para se identificarem

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto são realmente desse gênero e devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual.

De acordo com um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: “Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis de 13 anos. A razão é a disforia de gênero (” transgênero “):as meninas agora querem se identificam como meninos e é por isso que querem se parecer com meninos”.

No Reino Unido, os jovens encaminhados para “tratamento de gênero” aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

“Alguns educadores já avisaram que a promoção de problemas transgêneros nas escolas colocou confusão na mente das crianças e que encorajar as crianças a questionar o gênero se tornou uma indústria”, informou o Telegraph.

“A Dra. Joanna Williams, autora do livro ‘Mulheres Contra o Feminismo’, disse que as escolas estão encorajando até mesmo os mais jovens a se perguntarem se realmente são um menino ou uma menina”, acrescentou o Telegraph.

O problema é tão grande que autoridades do Reino Unido iniciaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Nos EUA há também um desejo crescente de injetar drogas nas crianças para impedir o início da puberdade.

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas foram injetadas com drogas bloqueadoras da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento alimentou a pesquisa do Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das redes sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente resolvem por conta própria.

“É realmente normal que as crianças entrem e saiam com algumas idéias de gênero, mas geralmente resolvem quando chegam à idade adulta sem qualquer intervenção”, explicou.


“Minha preocupação sempre é, se empurrarmos as pessoas para o que sentem neste momento de uma forma ou de outra, que realmente não permitimos que tratem as coisas como normalmente fariam e descubram quem são.”

Mintle acredita que é perigoso para os adultos incentivar as crianças a tomar medidas drásticas e invasivas para abordar suas questões sobre gênero.

“A ideia de que os adultos ponham seu pensamento em crianças que não têm a capacidade de até mesmo abstrair o que estamos falando é ridícula”, acrescentou

20 de set. de 2018

Benefícios da moringa para diabetes

São muitas as doenças que a moringa pode tratar, por ser uma planta riquíssima em vitaminas, minerais ácidos graxos e aminoácidos essenciais para a manutenção da saúde. Ela revitaliza as células, cicatriza feridas, alivia dores por causa do efeito anti-inflamatório, equilibra a pressão e muito mais. Veja a seguir quais são os efeitos específicos da moringa para diabetes.
1. Regulariza o funcionamento do pâncreas

Quem tem diabetes sabe que o pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina, que é o hormônio responsável pela absorção e distribuição da glicose. Então, para os casos de diabetes por falta de produção de insulina, a moringa pode ajudar, pois estimula o bom funcionamento do pâncreas, permitindo que melhore sua produção.
2. Atua como hipoglicemiante

Justamente por estimular o pâncreas a funcionar melhor e a produzir a insulina necessária, a moringa acaba contribuindo na redução dos níveis de glicose no sangue. É disso que os diabéticos precisam para se manterem bem.
3. Estimula a perda de peso

Por conta do ácido clorogênico que há na moringa, que é a mesma substância que age no controle da glicose, a planta também ajuda a emagrecer. Esse fator é muito importante para diabéticos, pois a obesidade piora todos os sintomas da doença e aumenta o risco de infarto e derrame.
4. Fortalece o organismo

Como é uma planta cheia de vitaminas e minerais, a moringa para diabetes é importante, pois mantém o organismo equilibrado e mais saudável. Assim é mais fácil controlar e prevenir os sintomas da doença. É claro que, para isso, é necessário manter todas as recomendações médicas, como uma alimentação especial e a prática de atividade física.
Como tomar?

Agora que já conhece os benefícios da moringa para diabetes, veja quais são as formas em que a planta é comercializada e como pode consumir.
1. Chá de moringa

A forma mais comum e prática de consumir a planta é fazendo um chá. É possível utilizar as folhas frescas ou desidratadas. Só precisa adicionar 1 colher de sopa de folhas picadas de moringa em 1 xícara de água fervida. Deixar em infusão até amornar, coar e beber. Consulte seu médico para saber qual é a dose recomendada para o seu caso.
2. Moringa em pó

Outra forma de encontrar a moringa para comprar é na forma de pó. Pode adicionar nas comidas e bebidas, mas assim como para o chá, é importante que tenha recomendação médica para saber a quantidade que deve tomar.
3. Moringa em cápsula

Além do pó, existem também as cápsulas de moringa. Elas também devem ser recomendadas pelo médico, já que a pessoa diabética precisa ter muito cuidado com o que vai consumir. Normalmente essas cápsulas são tomadas junto com o café da manhã.
Contraindicações da moringa

A planta não é recomendada para gestantes nem lactantes. Pessoas com problemas de coagulação também devem evitar, já que a planta possui efeito anticoagulante. Por fim, não devem tomar a moringa também as pessoas que fazem uso de medicamentos para dormir.

As dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os efeitos desejados, inclua o uso da planta em uma dieta saudável, com a prática de atividade física, e pergunte ao médico qual é a dose recomendada para o seu caso.

19 de set. de 2018

Os 4 tempos de angústia nos últimos dias

A expressão “tempo de angústia” ocorre várias vezes na Bíblia. O povo de Deus, em diferentes épocas, passou por momentos difíceis com perseguições, escravidão, guerras e fome. Vale ressaltar nas primeiras palavras desse artigo que Deus não é o causador da angústia, no sentido de que Ele não cria situações de sofrimento para os seres humanos. Isso é consequência do pecado.

Nesse artigo, vou explorar quatro tempos específicos de angústia que estão relacionados com a Igreja de Deus nos últimos dias. Esses momentos nos ajudam a entender para onde estamos indo e como Deus tem cuidado de cada detalhe da história para que os Seus propósitos sejam cumpridos.


Os 4 tempos são: os 1260 anos, o pequeno tempo de angústia, a grande angústia e por fim a angústia de Jacó.


1. A angústia dos 1.260 anos – Apocalipse 12:6
Cristo foi para o céu e a mulher, que representa a igreja, encontrou proteção divina no deserto durante o período de tempo profético de 1.260 dias. Neste tempo, ela aguarda o retorno de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus, mas não pode se manifestar publicamente por causa da intensa perseguição.


Esse período é o da supremacia papal, que começa no ano de 538 d.C., quando os ostrogodos são vencidos por Belizário, general de Justiniano, e expulsos de Roma. Nesse ano, cai o terceiro dos três chifres descritos no livro de Daniel 7:8, 20. O imperador Justiniano faz um decreto onde reconhece a supremacia do bispo de Roma e a partir daí começa a perseguição a quem não obedecer às doutrinas humanas que passam a fazer parte da igreja cristã.


As perseguições sobre os seguidores de Cristo são intensas. A Bíblia descreve essa angústia sendo “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24:21).


2. Tempo de angústia depois do deserto – Apocalipse 10:10
O propósito de Apocalipse 10 não é apenas dar uma descrição da experiência de João comendo o livro. Lembre-se que o Apocalipse é um livro de profecia e o seu objetivo é dizer ao povo de Deus o que acontecerá no futuro (1:1; 22:6). Assim, a experiência visionária de João tem um propósito muito mais profundo. Ele representa a igreja, comissionada para proclamar o evangelho por toda parte do mundo durante o tempo entre o período profético especificado em Daniel e a Segunda Vinda. Isto é, durante este período que, por meio da igreja, Deus advertirá os habitantes da Terra do Seu julgamento (14:6-12).


A experiência de João aponta para outro evento que ocorreu no final da profecia de Daniel sobre os 1260 dias. Os adventistas do sétimo dia viram um paralelo entre a experiência de João e o Grande Desapontamento experimentada pelos mileritas em 1844.


Sob a liderança do revivalista Guilherme Miller, eles erroneamente concluíram que a segunda vinda de Jesus ocorreria no outono de 1844. A mensagem sobre a vinda de Cristo foi muito doce no começo. No entanto, quando a data passou sem o retorno, os mileritas ficaram desapontados experimentaram a amargura da mensagem que eles haviam crido e pregado.


Os adventistas viram na comissão de Cristo a João para “profetizar novamente sobre muitos povos e nações e línguas e reis”, o comissionamento da igreja de Deus para proclamar a mensagem da Segunda Vinda “para aqueles que vivem na terra e para todas as nações e tribos e línguas e povos” (Apocalipse 14:6). Quando a mensagem do evangelho for ouvida no mundo inteiro, então o fim virá e a história da Terra irá terminar (Mateus 24:14).


3. O grande tempo de angústia
O grande tempo de angústia é mencionado nos escritos proféticos de Daniel. “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Daniel 12:1).


O texto de Daniel esclarece que o tempo da grande angústia ocorrerá quando Miguel Se levantará no Céu. Miguel é uma figura de Cristo, e na Sua ascensão ao Céu depois de Sua ressurreição Ele “assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3).


Como o assentar-se indica o início de Sua obra no Céu, assim o levantar-se anuncia o fim. Então o levantar-se é simultâneo ao fim da graça e o início das sete últimas pragas.


Esse tempo de angústia vai do momento em que se pronuncia no Céu o decreto de Apocalipse 22:12 – é o momento em que termina a graça ou a oportunidade de salvação – até o dia da segunda vinda de Cristo.


Será uma oportunidade para Satanás demonstrar suas intenções sobre a Terra. Após o fim da graça, ele terá domínio completo sobre os habitantes e elementos da Terra. Para esse momento ele planejou todo tempo. Agora lhe é permitido ser o pretenso Cristo e ele imagina que pode governar o mundo.


Antes desses dias, vivemos a intensificação dos sinais preditos por Jesus em Mateus 24 – guerras, rumores de guerras, furacões, enchentes, aumento da indiferença, tragédias, fome entre tantas coisas mais. O aumento desses sinais em quantidade e intensidade são evidências que nos aproximamos do fim de todas as coisas.


4. Angústia de Jacó
A expressão “angústia de Jacó” ocorre apenas uma vez na Bíblia, em Jeremias 30:7.


Esse tempo da angústia inicia com o decreto de morte promulgado no fim da segunda praga e antes do início da terceira. A primeira praga será uma chaga maligna, e, na segunda, o mar se transformará em sangue. Daí o apóstolo João declara: “Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tem dado a beber: são dignos disso” (Apocalipse 16:5, 6).


Por condenar à morte os filhos de Deus, os incrédulos se tornarão verdadeiramente culpados pelo seu sangue como se eles já o tivessem derramado com suas mãos. Assim Deus envia a terceira praga porque os ímpios promulgarão um decreto de morte contra os filhos de Deus. No auge da perseguição, os fiéis viveram essa angústia que tem suas razões:
1. Medo de serem mortos.
2. Medo de que seus pecados não foram perdoados. Assim como Satanás acusou Jacó, acusará o povo de Deus.
3. Estarão perfeitamente conscientes de sua fraqueza e indignidade. Satanás se esforçará por aterrorizá-los com o pensamento de que seus casos não dão margem à esperança.
4. Medo de não terem se arrependido de todos os pecados.
5. Medo de desonrar o nome de Deus.
O final de todo o período de angústia será por ocasião da Volta de Jesus. E o povo de Deus O receberá com uma grande aclamação de vitória. Rapidamente os fiéis são atendidos pelos anjos e todo o Céu estará brilhante com a glória de Deus. A angústia terminou para sempre. O prêmio final será para todos os que permanecerem até o final ao lado do Senhor (Mateus 24:13). Por isso, não desista, falta somente um pouco mais.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”, diz 2 Crônicas 20:20.

Rafael Rossi (via ASN)

Por que Deus diz não? Existem pelo menos quatro motivos..

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através da visão pessoal, e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para se chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela. Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são as que têm líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Eles convencem as pessoas de que possuem a verdade e arrastam muita gente.


Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós, adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização e, confiantes na sua própria argumentação, acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são. Defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos, adaptados a uma nova época.


Em meio a essa discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções, e de acordo com a maneira como é vista, pode também ser definida como a solução do problema. Essa palavrinha mágica, pequena, mas muito forte é não. Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? O não deve ser abolido ou adaptado aos nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos?


Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele Se relacionou com essa palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude do tempo” (Gálatas 4:4). Ou seja, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação. Se Ele demorasse um pouco mais, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-Lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.


Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje – religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar a postura de Cristo em relação à verdade. Assim, definiremos melhor a nossa.


No sermão do monte (Mateus 5:21-37), Cristo tratou o assunto do não. Ao invés de anular ou diminuir, Jesus ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do não visível e foi mais longe, entrando no mundo do não invisível. Ele foi além do não ato, e chegou até o não pensamento. Ele terminou essa parte do sermão com uma posição clara: Cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições sim, sim e não, não.


À medida que nos aproximamos da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças.


Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz não. Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Essa compreensão nos ajuda a aceitar a Sua vontade, não como imposição, mas como proteção. Existem pelo menos quatro motivos para isso:


1. Para não se queimar
Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo. Quando Ele diz não para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que está dizendo, sabe o que há por trás. Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo corre o risco de se queimar.


Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, proibir totalmente o uso? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra. A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas sabe também que podem cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar o hábito. Deus conhece os riscos, por isso diz não.


Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já está demonstrando que esse é o seu ponto fraco. A história de Eva se repete: sempre que alguém enfrenta a tentação do seu jeito, porque acha ser forte para manter tudo sob controle, acaba se envolvendo muito mais do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com fogo, é pedir para se queimar. Lembro-me sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”.


2. Para evitar limites humanos
Quando você decide estabelecer sua própria verdade e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre se dá são: “Um pouco só não tem problema”; “Só vou ao cinema para ver filmes bons”; “Não vejo mal algum em usar um anelzinho ou uma correntinha discretos”.


A pergunta, porém, continua: Até onde vai o “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não têm problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos?


Se a verdade deixa de ser absoluta, e começamos a fazer concessões ou aberturas, surgem duas realidades: A primeira é que cada pessoa cuida da própria vida e estabelece os próprios limites. A verdade deixa de ser única para todos e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Sendo assim, é claro que uns serão mais rígidos e outros mais liberais. Em segundo lugar, a igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais são os limites. Nesse caso, a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém define o que é a verdade e os demais a aceitam. Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus. Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura.


3. Para não confundir os outros 
Somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na Terra, e as pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.


Se no trabalho, um jovem adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ele ser reconhecido como um cristão? Se no sábado à noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não possuem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um jovem adventista está sentado à mesa de bar com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identificá-lo com um cristão?


É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver a Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Essas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de serem reconhecidas.


4. Para vencer as sutis tentações de Satanás 

Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos quanto à verdade, para que ele não tenha espaço. Quando o não é substituído pelo “mais ou menos” ou, por “um pouquinho só não tem problema”, ou ainda: “Não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e Satanás se aproveita.


Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficaz e poderosa ela será.

Pr. Erton Köhler (via Jovem Adventista)

FIM DOS TEMPOS! – Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Um grupo canadense criou uma marionete para ensinar crianças em idade escolar sobre transgenerismo e fluidez de gênero.

Julia, criada pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais, é uma fêmea biológica que sente em seu coração que deveria ser um menino. Julia e seus amigos fantoches, Leo e Arnie, e sua amiga humana, Alex, exploram os tópicos de transgenerismo e fluidez de gênero de uma forma que as crianças supostamente podem entender.

Um dia, Julia decide que ela quer ser chamada de “Julien” e rapidamente faz a mudança. O programa mostra como os amigos, a família e os professores devem reagir se uma criança decidir “fazer a transição” de um sexo para outro.

Os bonecos são os personagens principais em livretos e vídeos que a fundação lançou no início deste mês.
Jasmin Roy, o fundador do grupo, disse que a fundação criou o material educacional a fim de ensinar crianças e professores a lidar respeitosamente com aqueles que podem ser transexuais.

“Precisamos desenvolver habilidades emocionais e sociais para educadores, pais e outras crianças que estão ao redor dessas crianças explorando seu gênero ou expressão”, disse Roy, de acordo com a CTV News. “Agora, toda vez que você tiver uma criança em sua comunidade que esteja lidando com essa realidade, você terá uma ferramenta para ajudá-lo”.

Em 2015, o show Vila Sésamo introduziu um personagem chamado Julia, que era autista. Roy afirmou que ela baseou Julien fora de Julia, expressando seu desejo de educar as crianças sobre aqueles que são diferentes.

“Eu disse que deveríamos fazer a mesma coisa para uma criança que está explorando porque algumas crianças apenas explorarão, e isso não significa que elas vão crescer trans”, disse Roy.

“Talvez, se você tiver um filho [passando por isso], possa mostrar a eles os vídeos e dizer:“ É assim que você se sente? O que você precisa? Como posso ajudá-lo? “E eu amo você”, explicou ela

omo Faithwire relatou, apenas na primavera passada, dois trailers mostravam animações sobre crianças transgênero que foram liberadas.

O primeiro show, “Drag Tots!”, É sobre drag queens da idade da criança que, de acordo com o trailer, é exatamente o que o mundo precisa. O trailer começa com clipes de guerra, desastres naturais e o presidente Donald Trump, como um narrador diz: “Em um mundo à beira do caos, onde o medo é a regra da terra… as vozes de uma geração se uniram para dar nosso planeta o que ele precisa … BEBÊ DRAG QUEENS! ”

O segundo show é chamado de “Super Drags”, uma série sobre uma banda de super-herói drag queens.

“À noite, eles apertam seus espartilhos e se transformam no pior dos SUPER DRAGS da cidade, prontos para combater a sombra e resgatar o brilho do mundo dos vilões do mal”, diz o preview, “Prepare-se, porque os SUPER DRAGS estão indo mais fundo do que você pensa.” Se esta é a tendência é indicativo do que a televisão infantil se tornará nos próximos anos, talvez os pais devam começar a explorar diferentes alternativas.

18 de set. de 2018

Itapetinga: Blog abre as portas trazendo uma entrevista especial com a cantora Pryscilla Just

Estamos felizes por começar este projeto de evangelização através da net, entrevistando a cantora adventista Pryscilla Just, um dos maiores nomes da música gospel do país. Em entrevista exclusiva ao nosso Blog, Pryscilla relembra o início de sua jornada na música gospel, fala de momentos marcantes e, dificuldades, ainda, dá detalhes do seu álbum lançado em .....
Porque escolhemos este tema? 

Ellen White considerava a música um “dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a temas nobres e inspirar e elevar a alma” [1]. Unida às Escrituras, a música é um meio eficaz “para gravar suas palavras na memória” e “subjugar as naturezas rudes e incultas” [2]. Ellen White comparou a canção a “uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo" [3] para abrir “as fontes do arrependimento e da fé” [4]. Um hino de louvor que sobe de um coração “cheio de gratidão e ações de graças” é agradável a Deus [5].
Blog: Diga para nossos leitores como foi sua trajetória de vida até aqui: infância, juventude, conversão etc. Enfim, sua vida cristã.
Pryscilla Just: Primeiramente, é um prazer conceder esta entrevista a vocês e aos leitores. Vamos lá. Nasci num lar adventista e me batizei aos 08 anos, iniciei meu Ministério antes de gravar meu primeiro trabalho. O Ministério começou quando eu tinha 19 anos; indo as igrejas cantar e pregar. Tenho um trabalho solo com 11 faixas intitulado “Descanse”.
Blog: Diga-nos qual maior dificuldade você tem encontrado hoje?

Pryscilla Just: A maior dificuldade tem sido o de acompanhar as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 2 anos. Ninguém mais “se interessa” por CD. As pessoas hoje possuem as plataformas digitais para acessarem o artista que quiser, no momento que quiser. Essas e outras mudanças tem sido desafiadoras!

Blog: Qual música marcou mais a sua carreira? 

Pryscilla Just: A Canção “Vinho Novo” “Eu Sou Deus”. (Faixa 03 do meu CD).
Blog: que mensagem você deixa para nossos leitores? 

Pryscilla Just: Gosto muito do verso bíblico Jó 42:5, que diz: “Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos Te veem.”

O Blog agradece a Pryscilla Just pela entrevista e define quem ela é com uma frase: Uma mulher sonhadora que está a cada dia aprendendo a viver para Deus da maneira certa.

Redação




17 de set. de 2018

Editora adventista lança os devocionais que irão edificar os membros da igreja no próximo ano

Intitulado Minha Consagração Hoje, o primeiro devocional impresso pela Casa Publicadora Brasileira foi lançado em 1953. Na época, ele tinha formato de calendário e era, portanto, bem diferente do modelo atual. Foi somente três anos mais tarde que o material passou a ser editado no formato de livro.

Das 65 Meditações Diárias produzidas até agora, 31 foram escritas por estrangeiros, sendo que 21 consistiram em compilações dos escritos de Ellen G. White. O primeiro brasileiro a entrar para a lista de autores do devocional foi o pastor Enoch de Oliveira, em 1990, com a publicação da obra intitulada Bom Dia, Senhor. Na época, o ex-presidente da igreja no continente já havia se aposentado.Pr. José Carlos de Lima, diretor-geral da CPB, mostra exemplar da primeira meditação publicada pela igreja no Brasil, em 1953. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Quase trinta anos depois, outro brasileiro entra para a história da publicação. Autor das Meditações Diárias do próximo ano, o pastor Erton Köhler é o primeiro líder da igreja no continente a escrever o devocional ainda no exercício da função, como destacou o pastor José Carlos de Lima, diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, numa programação que reuniu os servidores da CPB e diversos líderes da igreja na sede da editora na última quinta-feira (6).

Presente no programa de lançamento das Meditações Diárias, da Inspiração Juvenil e da Meditação da Mulher para 2019, o pastor Erton Köhler falou sobre o desafio de conciliar a produção do material e as diversas responsabilidades administrativas. Desde que recebeu o convite para escrever o devocional, há três anos, o líder adventista começou a reunir materiais e a fazer anotações, mas escreveu o primeiro texto somente em fevereiro deste ano. “Quando eu olho para o livro, eu mesmo tenho dificuldade de entender como foi que tudo isso ficou pronto. Por isso, o sentimento é de realização por ver o livro impresso e de gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de escrevê-lo”, expressou o pastor Erton.

Num momento de entrevista com o autor, dirigido pela jornalista Betina Pinto durante o evento, ele disse que ao levantar informações para o devocional foi impressionado por histórias como a do casal Ignacio e Cecilia Kalbermater. Eles viveram dias difíceis no campo missionário. Enquanto serviam no Paraguai, perderam o primeiro filho, Ismael, com apenas um ano e oito meses de idade. Por conta de uma viagem, Ignacio só soube do falecimento do filho cinco dias depois. Mais tarde, trabalhando na Bolívia, o casal recebeu outro duro golpe com a perda da segunda filha, que morreu sufocada com a própria fralda quanto tinha nove meses. Apesar do sofrimento extremo, a família não desistiu, mas continuou fazendo grandes sacrifícios pela missão nesses países. “Me emocionei ao ver como Deus dirigiu os rumos dessa história. A igreja cresceu e, décadas depois, o neto do casal retornou ao Paraguai para ser presidente da igreja para todo o país. O que antes havia sido o distrito do avô tornou-se uma União, presidida por seu neto, também chamado Ignacio Kalbermatter. Além disso, desde o fim de 2017, o bisneto de Ignacio e Cecilia, Hiram Kalbertmatter, é o presidente da Igreja Adventista para toda a Bolívia. Seus filhos foram sepultados naqueles países, mas seus descendentes voltaram para continuar a obra”, relatou.

Outra história que irá inspirar os leitores no ano que vem é a que está relatada na página 330 do devocional intitulado Nossa Esperança. Ao falar sobre os milagres de Deus em favor do Seu povo, o pastor Köhler conta como um folheto entregue por um garoto de 13 anos a um senhor embriagado levou 25 membros da família Godinho ao batismo, incluindo Paulo, que é pastor, e mais oito amigos que também foram conduzidos a Cristo pela influência dessa família.Autor das Meditações Diárias tem encontro surpresa com Ivan, personagem cuja história é contada no livro. O folheto entregue por ele foi o ponto de partida para que 25 membros de uma mesma família aceitassem a mensagem. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Foi por meio do pastor Paulo que o autor ouviu o testemunho e decidiu registrá-lo no livro. No entanto, o pastor Erton Köhler não esperava a surpresa preparada pelos organizadores do programa. Além de seu Leontino, o homem alcoolizado que recebeu o folheto, e dona Rosinha, a primeira a tomar a decisão de se tornar adventista, o autor do devocional também pôde conhecer pessoalmente Ivan, hoje com 56 anos. Para encerrar a festa, o pastor Paulo Godinho entrou no tanque para realizar mais um batismo, símbolo dos frutos que continuam sendo colhidos como resultado da semente que foi plantada no passado por um adolescente.

Além do devocional Nossa Esperança, também foi lançada a Meditação da Mulher, intitulada Toques de Alegria, e a Inspiração Juvenil, obra escrita pelo pastor e jornalista Francisco Lemos que está sendo republicada com o título Natureza Viva.

Proteção à criança

O Conselho de Administração da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, anunciou que irá criar um novo instituto para atender crianças que sofreram abuso. Votado em maio, o Instituto de Resiliência para a Adversidade Infantil (Rica, na sigla em inglês) irá ampliar as atividades do Centro de Avaliação Infantil (CAC), implantado há quase 25 anos em San Bernardino, na Califórnia. A ideia é colaborar com agências governamentais, sistemas jurídicos e o Hospital Infantil da Universidade de Loma Linda.

Como um fórum permanente, o Rica irá realizar entrevistas forenses e exames médicos para avaliar denúncias de abuso infantil. Essa abordagem ajudará a eliminar a necessidade de uma criança ter que se submeter a entrevistas com representantes de várias agências.

O Rica também servirá como um centro para o programa de residência pediátrica de abuso infantil da Universidade de Loma Linda, um dos poucos no país. Reconhecido pelo Conselho de Credenciamento para a Educação Médica de Pós-Graduação, esse programa de bolsas enfatiza a intervenção e a prevenção, além de fornecer aos pediatras uma variedade de experiências de atendimento ao paciente, oportunidades de pesquisa e atividades educacionais.

Desse modo, o novo instituto deve facilitar a cooperação multidisciplinar com suas agências parceiras por meio de reuniões mensais de membros da equipe para treinamento e revisão de casos.

Longa atuação

O Centro de Avaliação Infantil (CAC) da universidade adventista foi criado em 1994, dois anos após o Conselho de Políticas de Redes Infantis de San Bernardino ter começado a buscar novas maneiras de avaliar denúncias de abuso infantil. Frequentemente, crianças vitimadas sofriam trauma desnecessário no processo de serem entrevistadas por múltiplas agências.

Na ocasião, o conselho estabeleceu uma força-tarefa com representantes dos Serviços de Proteção à Criança, do Centro Médico do Condado, das secretarias de Saúde Pública e Saúde Comportamental, do Gabinete do Procurador e do Xerife, do Tribunal de Menores e do Tribunal de Direito Familiar, do Conselho Municipal, de entidades como a Children’s Network, de agências financiadoras como a Children’s Fund e do Centro Médico Universitário de Loma Linda.

As necessidades do centro de avaliação aumentaram drasticamente ao longo dos anos. “O abuso de crianças se tornou uma história muito familiar neste país e em outras partes do mundo”, afirma Richard H. Hart, presidente da Universidade de Loma Linda.

Em 2014, o CAC foi transferido para uma instalação mais moderna, de propriedade do condado e mantida em San Bernardino. Agora, o novo instituto está a caminho de ajudar a tratar 1,6 mil crianças abusadas física ou sexualmente. “O novo instituto vai construir e crescer sobre a reputação que o CAC mantém como um exemplo nacional no tratamento de crianças vítimas de abuso”, acrescenta Hart.

Na última semana de agosto, o comitê de supervisão do Rica se reuniu para designar a liderança e determinar relações funcionais com o CAC e o condado de San Bernardino.

DONAJAYNE POTTS, equipe da Universidade de Loma Linda (publicada no site da Adventist Review)

15 de set. de 2018

ADVENTISTAS JÁ NÃO CANTAM MAIS HINOS

Naquela tarde, começávamos um culto na sala dos professores, com alguns de nós acomodados em um dos três sofás disponíveis, em frente à televisão, que exibia o hino escolhido. Uma professora, recém-convertida, chegou ao término da primeira estrofe e não conteve o comentário: “O pastor sempre escolhe essas músicas”. Não julguei que devesse me importar ou remoer qualquer aborrecimento diante daquela fala espontânea. Refletindo no episódio, só posso ver com naturalidade que alguns adventistas estranhem os velhos hinos, com os quais nunca conviveram.
E os hinos necessitam de convivência para serem conhecidos e, sobretudo admirados. Surgidos, em sua maioria, naqueles séculos anteriores aos meios de comunicação em massa, eram testados, publicados em coetâneas e apenas depois se popularizavam. A riqueza que trazem não se resume à sua poesia enxuta, direta e bela, ou às melodias simples que a encerram; são testemunhos vivos da fé de gerações passadas.
Ninguém publicava hinos para atender demandas comerciais ou pedidos de gravadoras. Não acho que o Sr. Spafford compôs It Is Well With My Soul (“Sou feliz com Jesus”, HA 230) pensando fazer sucesso nas igrejas inglesas, nas quais seu amigo Moody pregava sempre. Wayne Hooper mesmo testemunha que, ao compor o hino We have this hope (“Oh, que esperança”, HA 469), sentiu melodia e letra fluírem de sua mente, de forma como nunca experimentara antes. Não que os hinos sejam inspirados – apenas a Bíblia o é. Porém, imperfeitos como são, eles permanecem inspiradores e ligam nossos sentimentos ao Divino Salvador.
Impera hoje um revisionismo míope, que tenta encontrar em todo hino uma ligação com a música secular de sua própria época. Desconfio que seja uma estratégia para amparar a prática contemporânea de veicular letra religiosa com canções pops. Nesse sentido, Lutero acaba sendo a maior vítima de infâmia: sujam seu nome, acusando-o de, em nome da expansão da Reforma Protestante, adaptar música de taverna para ser cantada nas igrejas.
Como Lutero, pobre reformador, não está aqui para se defender (sorte dos detratores, porque o gênio do reformador alemão era excessivamente apimentado!), vale suscitar alguns fatos para desfazer esse desatino: dos 33 hinos atribuídos a Lutero, alguns eram composições originais, outros, adaptações do cantochão (o canto gregoriano, tradição antiga, condensada e oficializada pela Igreja Católica) e apenas um proveniente dos meios populares. Vale dizer que Lutero modificou sensivelmente a melodia conhecida, adaptando seu andamento, inclusive.
Além do “caso Lutero”, há diversos exemplos de melodias adaptadas de canções folclóricas (como o hino “Lindo País”, HA 571, que possui versões seculares e religiosas) e cívicas (“Vencendo vem Jesus”, HA 152). Dizem que, se formos excluir o que provê da música secular, poucos hinos restariam no hinário.
A tese, encomendada para justificar a simbiose atual entre música popular e letra religiosa, cai diante das seguintes considerações: (1) Em séculos passados, a variedade musical era pouca, fazendo com detalhes sutis, como andamento, harmonização e letra diferissem o sacro do secular; (2) Muitos dos hinos do hinário foram compostos por cristãos comprometidos, que, ou se dedicavam à tarefa (como Fanny Jane Crosby, Philip Paul Bliss, etc) ou provinham de acentuada experiência espiritual vivida por seu autor, sendo que eram prontamente testados e, uma vez aprovados, utilizados para fins congregacionais; (3) do ponto da filosofia musical, a mensagem da letra possui encaixe perfeito com as melodias, que reforçam a mensagem cristã e, por sua suavidade, simplicidade e solenidade transmitem valores religiosos inegáveis, havendo perdurado por diversas gerações.
Ainda assim, corremos o risco de substituir pérolas cristãs por coisa inferior, oriunda da mentalidade atual, cujo paradigma parece ser o da “obsolescência programada”: os “hinos” agora chegam em coletâneas divididas por anos, já indicando que possuem prazo de validade. O padrão? Seguir algumas fórmulas de sucesso: melodias pobres (facilmente assimiláveis e sem muita elaboração), muita repetição, modulações constantes, tonalidades altas (para o padrão congregacional, o que favorece o canto “gritado”), síncopes, dissonâncias mal resolvidas, percussão em destaque e letras que abusam de metáforas românticas ou da metalinguagem (músicas de adoração que falam sobre adoração).



Se pensarmos, há hinos contemporâneos belos e poderosos; desconfio, no entanto, que a polarização entre velho e novo é parte da apologia de alguns músicos para defender novos paradigmas. Todavia, deixemos claro: precisamos de novos compositores, que trabalhem criativamente a partir do legado, renovando o espírito dos hinos, trazendo composições novas e pertinentes, embelezando o repertório acumulado por séculos de produções inspiradoras. Renovar não é inovação descabida ou mundanismo travestido! Ou resgatamos os hinos e seu legado, ou toda uma geração de crentes ficará confinada a oferecer a Deus fogo estranho.

A DEGRADAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS

A missão que temos é transmitir a última mensagem de advertência. Trata-se de uma responsabilidade solene. Solenidade é um conceito que escapa à contemporaneidade. Sua gravidade é diluída nos filmes de Hollywood, quando nos momentos trágicos parece haver a necessidade de um contraponto cômico. Nem as músicas religiosas atuais conseguem mais representar a solenidade. Talvez, apenas atrás do conceito de reverência, solenidade seja um dos artigos mais raros no mercado atual. Ambos são raros pela mesma razão: a degradação do senso da presença de Deus.
Em um contexto tecnológico, tudo apela aos sentidos. Mas Deus permanece invisível. Os comunicadores instantâneos, ubíquos, fomentam a ilusão de estarmos presentes em diversos lugares e de igualmente termos os amigos próximos. E com tantos elementos atraindo a atenção, o Deus Altíssimo, presente no mundo material, é ignorado. Se a presença do Criador passa despercebida, que dizer da comunhão com Ele? Que dizer da forma de responder ao Seu chamado?
A ironia fatal de uma época em que a adoração ganha contornos de metalinguagem – com músicas de adoração que falam sobre adoração –, é que os cristãos, em geral, não entendem adoração como a resposta obediente ao que Deus fez por mim. Adoração não significa sucumbir a um êxtase emocional, na tentativa de reproduzir a presença de Deus de forma carismática, como se a música e a emoção fossem elementos catalizadores para fazer um download de Deus. Adoração compreende me relacionar com Deus, nos termos que Ele estabeleceu em Sua Palavra. Isso implica em rendição, gratidão, júbilo, disposição para servir e obedecer e tantas outras coisas.
O verdadeiro adorador obedece voluntariamente. Ele quer testemunhar, porque não pode conter o amor que brota nele em resposta ao amor que fluiu do coração de Deus. Com humildade e poder, alegria e tato, sabedoria e entusiasmo, ele prega. Com suas palavras, mas com cada gesto silencioso. Prega usando a Bíblia, mas por meio de sua coerente busca para se mostrar fiel. Não há aquele sentimento estreito de alguém mecanicamente condicionado a fazer algo segundo um programa. Existem muitos manuais, planos e estratégias. Recursos não faltam. Falta é amor, transformação, vidas impactadas pela comunhão. Falta o Espírito de Deus descendo sobre Seu povo a cada manhã.
Ser um adventista é abraçar a missão. Sem os modismos que invadem a literatura evangélica a cada época. Sem o proselitismo pelo proselitismo. Viver a missão, ser a missão, pregar com o fogo de quem ama o Salvador e ama aquelas pessoas que Ele ama. Uma imensa responsabilidade, maior do que qualquer ser humano poderia imaginar.
Uma responsabilidade solene para tempos solenes.

ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

A IGREJA ADVENTISTA MUDOU?

O adventismo mudou?
Há décadas as crenças adventistas são as mesmas.
Por que, então, se fica com a impressão de que a igreja não é a mais a mesma?
Há vários fatores, um deles, seria a mudança de ênfase.

Fale sobre a questão da mudança de ênfase.
Em sua evolução, o adventismo mudou muitas vezes de ênfase. A princípio, por ter uma proposta em muitos pontos divergente dos demais grupos evangélicos, o adventismo enfatizava seus aspectos distintivos, o que originou um comportamento legalista. Aos poucos, o movimento se equilibrou.

O legalismo continua um problema para o adventismo?
Sempre haverá a tentação do legalismo, assim como grupos e indivíduos legalistas. De um modo geral, esse não seria o problema mais sério do adventismo na atualidade.

É possível afirmar que, com a superação do legalismo inicialmente dominante, o adventismo encontrou um equilíbrio?
A princípio, sim. Contudo, com o passar das décadas, além da tentação do legalismo, surgiram outras, como o desejo latente de pertencer ao movimento evangélico.

Os adventistas não se consideram evangélicos?
Há muitas acepções para o termo evangélico. No sentido de crer na mensagem de salvação do evangelho, dom gratuito baseado na morte e ministério intercessor de Cristo, os adventistas são, sim, evangélicos. Isso não significa que o adventismo se alinhem com todas as posturas teológicas dos principais ramos do evangelicalismo.

Quais seriam alguns dos pontos de tensão entre adventistas e evangélicos?
Alguns exemplos rápidos: (1) evangélicos dissociam salvação de estilo de vida, enquanto os adventistas entendem que, uma vez justificados, todo cristão experimente o processo de santificação, que se dá pela fé e que implica em ter o caráter de Cristo formado em sua vida, mediante a obra do Espírito Santo; (2) evangélicos delimitam a obra de Cristo à Sua morte na cruz, sem possuir uma compreensão mais abrangente de Seu serviço no santuário celestial; (3) evangélicos não vêm relação entre vida cristã e obediência aos dez mandamentos, muito menos creem na importância do quarto mandamento, considerando essas temáticas referentes à religião do Antigo Testamento; (4) muitos evangélicos são dispensacionalistas e entendem que Jesus voltará e raptará secretamente a igreja, enquanto os adventistas pregam o retorno de Jesus de forma iminente, visível, literal e em glória; (5) a ênfase profética do adventismo diverge muito das principais denominações evangélicas.

Por que os adventistas quereriam se aproximar dos evangélicos?
Há vários fatores para a aproximação: (1) a influência que eruditos adventistas sofreram da teologia evangélica ao realizarem cursos de pós-graduação em universidades evangélicas; (2) a influência das metodologias e práticas ministeriais sobre setores da liderança adventista; (3) a influência da literatura, música e mídia evangélica sobre leigos e administradores adventistas, etc. Tais fatores, entre outros, fomentam o desejo de se aproximar, em detrimento da ênfase escatológica própria do adventismo, bem como da mensagem específica que o movimento possui.

Isso significa que o adventismo perdeu sua identidade própria?
A perda de identidade é um processo gradativo e heterogêneo, afetando mais a igreja em algumas geografias do que em outras. Não seria justo dizer que a igreja como um todo não cumpre mais seu papel como remanescente da profecia. A despeito da sonolência letárgica de Laodiceia (Ap 3:14-22), o clamor da meia noite será ouvido (Mt 25:6), despertando o povo de Deus. A parte individual nesse processo é orar e buscar esse despertamento, enquanto se conserva o óleo do Espírito Santo (Mt 25:8-10). Não existe um ministério da crítica, por isso, nosso papel é buscar a Deus com todas as nossas forças, para cumprir o papel que Ele espera de Seu povo.

23 de set. de 2018

Enoque é um tipo de cristão que eu quero ser

E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas.E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou (Gn : 5. 21-24).
A Bíblia nos mostra um relacionamento entre Deus e um homem chamado Enoque. Este mísero mortal que obteve de Deus um grande testemunho. Assim como tantos outros. Mais com uma diferença : Enoque andou com Deus ; e Deus o tomou para sí ; diz a Palavra. Enoque andava com Deus, assim como eu e você andamos com uma outra pessoa nesse mundo. Enoque desfrutava da mesma intimidade e confiança que temos em nossos melhores amigos,cônjuges, pais etc. A cada novo dia que iniciava, descia Deus à onde Enoque residia e com ele passava o dia todo, chegando o final do dia, eles retornavam para a casa de Enoque, onde Deus se despedia dele, até encontrá-lo no dia seguinte novamente. Pois esta é a visão que posso ter , olhando pela revelação de Deus que temos hoje. Onde o Espirito de Deus habita continuamente no homem. Com isso quero te levar a entender que o nosso Deus ama o ser por Ele criado. E nos leva a pensar profundamente em ter um relacionamento mais sério e de total intimidade com Ele.

Suco de uva integral: benefícios e como fazer

A fruta que é mencionada até na Bíblia começou a ser cultivada no Oriente Médio há cerca de 6 mil a 8 mil anos. Mesmo sendo tão popular entre todas as faixas etárias, você ainda não sabe que o suco de uva integral é tão bom para a sua saúde.

Com certeza você já ouviu falar que o vinho traz muitos benefícios para a saúde, mas por conter álcool ele está mais para vilão do que para herói de uma vida saudável. Já o suco de uva não tem esse problema. Ele apresenta todos os pontos positivos do vinho protegendo a sua saúde e o seu organismo.

5. Benefícios do suco de uva integral

suco de uva integral beneficios
Créditos: Cooking Up Clean
O suco dessa fruta pequena e doce traz muitos benefícios para a saúde, principalmente por ter um alto teor de antioxidantes e muitos nutrientes importantes para o organismo funcionar direito. Confira agora cinco benefíciospara sua saúde ao tomar suco de uva de forma integral.
1. Retardar o envelhecimento

A substância resveratrol presente no suco de uva é capaz de aumentar o tempo de vida das células, pois as protegem dos radicais livres e as reparam. Com as células durando mais tempo o processo de envelhecimento se torna mais lento.
2. Reduzir o colesterol

A oxidação do colesterol ruim (LDL) pode resultar em maior número de placas nas artérias, o que pode causar a doença de aterosclerose. No entanto, com a ingestão do suco de uva em forma integral o nível do colesterol diminui por causa da ação antioxidante, e ainda aumenta o nível do colesterol bom.
3. Prevenir câncer

O poder antioxidante e os nutrientes presentes no suco de uva reduzem o risco de câncer pois ajudam a regular os hormônios e previne o crescimento desorientado e desordenado das células.
4. Fortalecer o sistema imunológico

Como contém vitamina C e antioxidantes, o suco de uva melhora o sistema imunológico. Ele ajuda a prevenir o corpo de infecções virais por fortalecer a função das células brancas, que é a ação de defesa do organismo contra doenças.
5. Benefícios para o cérebro

O suco de uva combate os danos dos radicais livres nas células cerebrais graças aos antioxidantes presentes na uva. Tomar o seu suco regularmente impede o estresse oxidativo e ajuda na manutenção das células, além de prevenir Alzheimer.

Engorda?

suco de uva integral emagrece
Créditos: Kalay
Ao contrário, o suco de uva integral ajuda no processo de emagrecimento graças às suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes. Mas atenção, pois deve ser o integral. O suco de caixinha faz com que o metabolismo fique mais lento pois inflamam as células. O resultado final é o ganho de peso.

Os benefícios do suco para sua dieta são que ele ajuda a reduzir a barriga, estimula o metabolismo e diminui a absorção de gordura. Além disso o suco de uva integral é ótimo para combater aquela vontade por doces. Ele prolonga a saciedade e faz com que você diminua as calorias consumidas pois mantém as taxas de glicose reguladas.

A melhor forma de aliá-lo a sua perda de peso é consumir apenas um copo do suco por dia, sempre entre as refeições. Assim não há riscos em comprometer a sua dieta ou a sua saúde.

Como fazer em casa?

suco de uva integral fazer
Créditos: CFP Winemakers
O suco de uva integral é facilmente encontrado pronto em supermercados em garrafas de vidro. Você deve sempre ler o rótulo para se certificar que é 100% integral. Além disso, você também pode fazê-lo em casa.

Ingredientes
Uva escura: 1 quilo;
Água: 1 litro.

Modo de preparo

1. Retire as uvas do talo e as lave bem.

2. Coloque a água em uma panela junto com as uvas e leve ao fogo.

3. Quando as uvas começarem a se partir (em torno de 20 a 30 minutos) desligue o fogo.

4. Deixe que esfrie. Quando estiverem em baixa temperatura, peneire a mistura amassando com uma colher para retirar toda a polpa da fruta.

5. Guarde em uma garrafa bem vedada na geladeira para não estragar.

Posso tomar suco de uva integral em jejum?

suco de uva integral jejum
Créditos: Welch’s Global Ingredients Group
Sim, você pode e inclusive deve! O resveratrol, poderoso antioxidante, presente no suco de uva é o motivo. Ao ingeri-lo após acordar, e de barriga vazia, você aproveita todos os benefícios prevenindo-se do Alzheimer e mantendo seu cérebro saudável.

O suco também vai estimular seu aparelho digestivo, acelerar o metabolismo e eliminar o ácido úrico, sendo este responsável pela causa da fadiga. Ele é ótimo para tomar antes das suas atividades físicas, dando uma energia extra.


21 de set. de 2018

Em quais candidatos o cristão deve votar segundo Ellen White?

Antes de apresentar esses conselhos de Ellen G. White para o cristão que deseja votar e assim exercer seu direito de cidadão com sabedoria e prudência, destaco que a co-fundadora do adventismo, a Igreja Adventista do Sétimo Dia[1] e nem eu, assumimos qualquer partido político

Desse modo, o fato de eu concordar com algumas ideias (não todas) de um deputado ou candidato, isso não significa que sou militante de seu partido ou promovedor de suas causas. Afinal, quantos leitores em algum momento não concordaram com a opinião de um comentarista bíblico que não pertence à sua denominação religiosa, e que apresenta outros conceitos com os quais discorda?

“A Igreja [adventista] encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base suficiente para evitar qualquer militância política institucional”[2] porque preferimos empunhar a bandeira de Cristo (Jo 18:36) e dedicar nosso tempo na pregação do evangelho para prepararmos as pessoas para a volta de Cristo (Mt 28.19-20; Ap 14:6-12).

Porém, não cremos que o cristão deva ser isento de sua responsabilidade social em votar e eleger governantes que melhor representem os princípios divinos, e que contribuam para aliviar o sofrimento do próximo. Mesmo sendo apolíticos, não vemos vantagem alguma em ser um alienado ou ignorante político.

Além disso, entendemos que essa é uma questão pessoal e que ninguém que assuma função eclesiástica deveria influenciar os membros na defesa de qualquer partido[3]. Desse modo, cremos que em questões políticas, o livre-arbítrio também deve ser respeitado.

Todavia, somos pessoas que cultuam a Deus racionalmente (Rm 12:1,2). Não é porque não assumimos um partido ou candidato que não iremos avaliar suas ideias, planos e propostas. Afinal, mesmo nossa Pátria sendo a celestial (Fp 3:20,21), vivemos ainda na pátria brasileira e Cristo nos convida para sermos o “sal da terra” e a “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), influenciando para o bem e levando o conhecimento de Deus a todos os eleitores (Mt 5:15, 16).

Isso é feito também quando escolhemos representantes que não atrapalhem a divulgação da mensagem de Jesus Cristo e de Suas verdades para esse tempo.

Sugestões de Ellen G. White quanto ao voto

Mesmo a Igreja Adventista do Sétimo dia (sabiamente) não se envolvendo com qualquer partido político, sua co-fundadora deu conselhos específicos para todos aqueles cristãos que desejam exercer seu direito de cidadania através do voto.

Desejo que esse post lhe instrua a votar devidamente[4] para que, enquanto estivermos nessa pátria corrupta, façamos nossa parte para aliviarmos de verdade o sofrimento do próximo através da escolha de líderes que estejam dispostos a nos ajudarem nesse propósito.

Como muito bem destacou Alberto R. Timm: “Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher conscientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princípios adventistas”.[5]

Eis algumas das dicas de Ellen G. White:


. Vote em candidatos temperantes (moderados, controlados) e que não sejam contra nossa mensagem de saúde. Não eleja beberrões ou indivíduos que possam estimular o comércio de drogas de qualquer espécie: “Homens intemperantes não devem ser colocados em posições de confiança pelo voto do povo. Sua influência corrompe a outros, e acham-se envolvidas sérias responsabilidades”.[6]

2. Vote em pessoas íntegras, que respeitem os direitos de propriedade, os direitos da vida (humana e animal) e que, obviamente, valorizem a religião, os princípios morais e a estrutura familiar: “Unicamente homens estritamente temperantes e íntegros devem ser admitidos em nossas assembleias legislativas e escolhidos para presidir nossas cortes de justiça. As propriedades, a reputação e a própria vida se acham inseguras quando deixadas ao juízo de homens intemperantes e imorais”.[7]

3. Vote em candidatos que temam (respeitem) a Deus e estejam dispostos a receberem sabedoria dEle e de Sua Palavra para governarem: “Fossem os homens representativos observadores dos caminhos do Senhor, e indicariam aos homens uma norma elevada e santa. Os que ocupam posições de confiança seriam estritamente temperantes. Magistrados, senadores e juízes teriam clara compreensão, e seu discernimento seria são, isento de perversões. O temor do Senhor estaria sempre presente, e dependeriam de uma sabedoria superior à sua. O Mestre celestial os tornaria sábios no conselho, e fortes para agir firmemente em oposição a todo erro, e promover o direito, o justo e o verdadeiro. A Palavra de Deus seria seu guia, e afastariam toda opressão…”.[8]

4. Vote em candidatos que respeitam a liberdade religiosa e que não promovam em hipótese alguma a união entre Igreja e Estado: “Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado”.[9]

Creio que se seguirmos tais diretrizes, estaremos sendo responsáveis na escolha de nossos representantes e contribuindo para o avanço do evangelho – nossa verdadeira bandeira.

Concluo o presente post com as palavras finais de uma resposta dada na seção “Consultoria Doutrinária” da Revista Adventista de setembro de 2000 sobre o tema em discussão:

“O cristão viaja para a Pátria celestial, mas, enquanto estiver neste mundo, deve cumprir seus deveres na comunidade de que faz parte. Assim, o exercício da cidadania é parte da vida de todo cristão responsável. Pagar impostos, com honestidade, é um dos requisitos”.[10]


Houve um aumento de 4.000% de crianças que se identificam como transexuais

O número de pessoas que se identificam como transgênero está aumentando nos Estados Unidos da América e no Reino Unido, incluindo muitas crianças e adolescentes.

Este ano, a Academia Americana de Pediatria publicou descobertas de que mais adolescentes começam a usar “termos de gênero não tradicionais” para se identificarem

Ativistas transgêneros insistem que as pessoas que se identificam como o sexo oposto são realmente desse gênero e devem passar pelo processo de transição que requer terapia hormonal e cirurgia de redesignação sexual.

De acordo com um estudo no Journal of American Medical Association, a revista conservadora disse: “Alguns médicos nos Estados Unidos estão realizando mastectomias duplas em meninas saudáveis de 13 anos. A razão é a disforia de gênero (” transgênero “):as meninas agora querem se identificam como meninos e é por isso que querem se parecer com meninos”.

No Reino Unido, os jovens encaminhados para “tratamento de gênero” aumentaram de 97 em 2009 para 2.510 em 2017-2018, um aumento de mais de 4.000% em 10 anos.

“Alguns educadores já avisaram que a promoção de problemas transgêneros nas escolas colocou confusão na mente das crianças e que encorajar as crianças a questionar o gênero se tornou uma indústria”, informou o Telegraph.

“A Dra. Joanna Williams, autora do livro ‘Mulheres Contra o Feminismo’, disse que as escolas estão encorajando até mesmo os mais jovens a se perguntarem se realmente são um menino ou uma menina”, acrescentou o Telegraph.

O problema é tão grande que autoridades do Reino Unido iniciaram uma investigação sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto.

Nos EUA há também um desejo crescente de injetar drogas nas crianças para impedir o início da puberdade.

Na Inglaterra, 800 crianças disfóricas foram injetadas com drogas bloqueadoras da puberdade no ano passado, incluindo algumas com apenas 10 anos de idade.

O aumento alimentou a pesquisa do Reino Unido sobre o aumento de crianças que buscam a transição para o sexo oposto. As autoridades vão analisar o papel das redes sociais em incentivar as crianças a considerar a mudança de sexo.

A terapeuta familiar, Dra. Linda Mintle, disse à CBN News que as crianças muitas vezes enfrentam confusão sobre sua identidade de gênero, mas geralmente resolvem por conta própria.

“É realmente normal que as crianças entrem e saiam com algumas idéias de gênero, mas geralmente resolvem quando chegam à idade adulta sem qualquer intervenção”, explicou.


“Minha preocupação sempre é, se empurrarmos as pessoas para o que sentem neste momento de uma forma ou de outra, que realmente não permitimos que tratem as coisas como normalmente fariam e descubram quem são.”

Mintle acredita que é perigoso para os adultos incentivar as crianças a tomar medidas drásticas e invasivas para abordar suas questões sobre gênero.

“A ideia de que os adultos ponham seu pensamento em crianças que não têm a capacidade de até mesmo abstrair o que estamos falando é ridícula”, acrescentou

20 de set. de 2018

Benefícios da moringa para diabetes

São muitas as doenças que a moringa pode tratar, por ser uma planta riquíssima em vitaminas, minerais ácidos graxos e aminoácidos essenciais para a manutenção da saúde. Ela revitaliza as células, cicatriza feridas, alivia dores por causa do efeito anti-inflamatório, equilibra a pressão e muito mais. Veja a seguir quais são os efeitos específicos da moringa para diabetes.
1. Regulariza o funcionamento do pâncreas

Quem tem diabetes sabe que o pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina, que é o hormônio responsável pela absorção e distribuição da glicose. Então, para os casos de diabetes por falta de produção de insulina, a moringa pode ajudar, pois estimula o bom funcionamento do pâncreas, permitindo que melhore sua produção.
2. Atua como hipoglicemiante

Justamente por estimular o pâncreas a funcionar melhor e a produzir a insulina necessária, a moringa acaba contribuindo na redução dos níveis de glicose no sangue. É disso que os diabéticos precisam para se manterem bem.
3. Estimula a perda de peso

Por conta do ácido clorogênico que há na moringa, que é a mesma substância que age no controle da glicose, a planta também ajuda a emagrecer. Esse fator é muito importante para diabéticos, pois a obesidade piora todos os sintomas da doença e aumenta o risco de infarto e derrame.
4. Fortalece o organismo

Como é uma planta cheia de vitaminas e minerais, a moringa para diabetes é importante, pois mantém o organismo equilibrado e mais saudável. Assim é mais fácil controlar e prevenir os sintomas da doença. É claro que, para isso, é necessário manter todas as recomendações médicas, como uma alimentação especial e a prática de atividade física.
Como tomar?

Agora que já conhece os benefícios da moringa para diabetes, veja quais são as formas em que a planta é comercializada e como pode consumir.
1. Chá de moringa

A forma mais comum e prática de consumir a planta é fazendo um chá. É possível utilizar as folhas frescas ou desidratadas. Só precisa adicionar 1 colher de sopa de folhas picadas de moringa em 1 xícara de água fervida. Deixar em infusão até amornar, coar e beber. Consulte seu médico para saber qual é a dose recomendada para o seu caso.
2. Moringa em pó

Outra forma de encontrar a moringa para comprar é na forma de pó. Pode adicionar nas comidas e bebidas, mas assim como para o chá, é importante que tenha recomendação médica para saber a quantidade que deve tomar.
3. Moringa em cápsula

Além do pó, existem também as cápsulas de moringa. Elas também devem ser recomendadas pelo médico, já que a pessoa diabética precisa ter muito cuidado com o que vai consumir. Normalmente essas cápsulas são tomadas junto com o café da manhã.
Contraindicações da moringa

A planta não é recomendada para gestantes nem lactantes. Pessoas com problemas de coagulação também devem evitar, já que a planta possui efeito anticoagulante. Por fim, não devem tomar a moringa também as pessoas que fazem uso de medicamentos para dormir.

As dicas desse artigo não substituem a consulta ao médico. Cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. Para obter os efeitos desejados, inclua o uso da planta em uma dieta saudável, com a prática de atividade física, e pergunte ao médico qual é a dose recomendada para o seu caso.

19 de set. de 2018

Os 4 tempos de angústia nos últimos dias

A expressão “tempo de angústia” ocorre várias vezes na Bíblia. O povo de Deus, em diferentes épocas, passou por momentos difíceis com perseguições, escravidão, guerras e fome. Vale ressaltar nas primeiras palavras desse artigo que Deus não é o causador da angústia, no sentido de que Ele não cria situações de sofrimento para os seres humanos. Isso é consequência do pecado.

Nesse artigo, vou explorar quatro tempos específicos de angústia que estão relacionados com a Igreja de Deus nos últimos dias. Esses momentos nos ajudam a entender para onde estamos indo e como Deus tem cuidado de cada detalhe da história para que os Seus propósitos sejam cumpridos.


Os 4 tempos são: os 1260 anos, o pequeno tempo de angústia, a grande angústia e por fim a angústia de Jacó.


1. A angústia dos 1.260 anos – Apocalipse 12:6
Cristo foi para o céu e a mulher, que representa a igreja, encontrou proteção divina no deserto durante o período de tempo profético de 1.260 dias. Neste tempo, ela aguarda o retorno de Cristo e o estabelecimento do reino eterno de Deus, mas não pode se manifestar publicamente por causa da intensa perseguição.


Esse período é o da supremacia papal, que começa no ano de 538 d.C., quando os ostrogodos são vencidos por Belizário, general de Justiniano, e expulsos de Roma. Nesse ano, cai o terceiro dos três chifres descritos no livro de Daniel 7:8, 20. O imperador Justiniano faz um decreto onde reconhece a supremacia do bispo de Roma e a partir daí começa a perseguição a quem não obedecer às doutrinas humanas que passam a fazer parte da igreja cristã.


As perseguições sobre os seguidores de Cristo são intensas. A Bíblia descreve essa angústia sendo “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.” (Mateus 24:21).


2. Tempo de angústia depois do deserto – Apocalipse 10:10
O propósito de Apocalipse 10 não é apenas dar uma descrição da experiência de João comendo o livro. Lembre-se que o Apocalipse é um livro de profecia e o seu objetivo é dizer ao povo de Deus o que acontecerá no futuro (1:1; 22:6). Assim, a experiência visionária de João tem um propósito muito mais profundo. Ele representa a igreja, comissionada para proclamar o evangelho por toda parte do mundo durante o tempo entre o período profético especificado em Daniel e a Segunda Vinda. Isto é, durante este período que, por meio da igreja, Deus advertirá os habitantes da Terra do Seu julgamento (14:6-12).


A experiência de João aponta para outro evento que ocorreu no final da profecia de Daniel sobre os 1260 dias. Os adventistas do sétimo dia viram um paralelo entre a experiência de João e o Grande Desapontamento experimentada pelos mileritas em 1844.


Sob a liderança do revivalista Guilherme Miller, eles erroneamente concluíram que a segunda vinda de Jesus ocorreria no outono de 1844. A mensagem sobre a vinda de Cristo foi muito doce no começo. No entanto, quando a data passou sem o retorno, os mileritas ficaram desapontados experimentaram a amargura da mensagem que eles haviam crido e pregado.


Os adventistas viram na comissão de Cristo a João para “profetizar novamente sobre muitos povos e nações e línguas e reis”, o comissionamento da igreja de Deus para proclamar a mensagem da Segunda Vinda “para aqueles que vivem na terra e para todas as nações e tribos e línguas e povos” (Apocalipse 14:6). Quando a mensagem do evangelho for ouvida no mundo inteiro, então o fim virá e a história da Terra irá terminar (Mateus 24:14).


3. O grande tempo de angústia
O grande tempo de angústia é mencionado nos escritos proféticos de Daniel. “Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Daniel 12:1).


O texto de Daniel esclarece que o tempo da grande angústia ocorrerá quando Miguel Se levantará no Céu. Miguel é uma figura de Cristo, e na Sua ascensão ao Céu depois de Sua ressurreição Ele “assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3).


Como o assentar-se indica o início de Sua obra no Céu, assim o levantar-se anuncia o fim. Então o levantar-se é simultâneo ao fim da graça e o início das sete últimas pragas.


Esse tempo de angústia vai do momento em que se pronuncia no Céu o decreto de Apocalipse 22:12 – é o momento em que termina a graça ou a oportunidade de salvação – até o dia da segunda vinda de Cristo.


Será uma oportunidade para Satanás demonstrar suas intenções sobre a Terra. Após o fim da graça, ele terá domínio completo sobre os habitantes e elementos da Terra. Para esse momento ele planejou todo tempo. Agora lhe é permitido ser o pretenso Cristo e ele imagina que pode governar o mundo.


Antes desses dias, vivemos a intensificação dos sinais preditos por Jesus em Mateus 24 – guerras, rumores de guerras, furacões, enchentes, aumento da indiferença, tragédias, fome entre tantas coisas mais. O aumento desses sinais em quantidade e intensidade são evidências que nos aproximamos do fim de todas as coisas.


4. Angústia de Jacó
A expressão “angústia de Jacó” ocorre apenas uma vez na Bíblia, em Jeremias 30:7.


Esse tempo da angústia inicia com o decreto de morte promulgado no fim da segunda praga e antes do início da terceira. A primeira praga será uma chaga maligna, e, na segunda, o mar se transformará em sangue. Daí o apóstolo João declara: “Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tem dado a beber: são dignos disso” (Apocalipse 16:5, 6).


Por condenar à morte os filhos de Deus, os incrédulos se tornarão verdadeiramente culpados pelo seu sangue como se eles já o tivessem derramado com suas mãos. Assim Deus envia a terceira praga porque os ímpios promulgarão um decreto de morte contra os filhos de Deus. No auge da perseguição, os fiéis viveram essa angústia que tem suas razões:
1. Medo de serem mortos.
2. Medo de que seus pecados não foram perdoados. Assim como Satanás acusou Jacó, acusará o povo de Deus.
3. Estarão perfeitamente conscientes de sua fraqueza e indignidade. Satanás se esforçará por aterrorizá-los com o pensamento de que seus casos não dão margem à esperança.
4. Medo de não terem se arrependido de todos os pecados.
5. Medo de desonrar o nome de Deus.
O final de todo o período de angústia será por ocasião da Volta de Jesus. E o povo de Deus O receberá com uma grande aclamação de vitória. Rapidamente os fiéis são atendidos pelos anjos e todo o Céu estará brilhante com a glória de Deus. A angústia terminou para sempre. O prêmio final será para todos os que permanecerem até o final ao lado do Senhor (Mateus 24:13). Por isso, não desista, falta somente um pouco mais.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros”, diz 2 Crônicas 20:20.

Rafael Rossi (via ASN)

Por que Deus diz não? Existem pelo menos quatro motivos..

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através da visão pessoal, e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para se chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela. Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são as que têm líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Eles convencem as pessoas de que possuem a verdade e arrastam muita gente.


Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós, adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização e, confiantes na sua própria argumentação, acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são. Defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos, adaptados a uma nova época.


Em meio a essa discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções, e de acordo com a maneira como é vista, pode também ser definida como a solução do problema. Essa palavrinha mágica, pequena, mas muito forte é não. Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? O não deve ser abolido ou adaptado aos nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos?


Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele Se relacionou com essa palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude do tempo” (Gálatas 4:4). Ou seja, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação. Se Ele demorasse um pouco mais, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-Lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.


Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje – religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar a postura de Cristo em relação à verdade. Assim, definiremos melhor a nossa.


No sermão do monte (Mateus 5:21-37), Cristo tratou o assunto do não. Ao invés de anular ou diminuir, Jesus ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do não visível e foi mais longe, entrando no mundo do não invisível. Ele foi além do não ato, e chegou até o não pensamento. Ele terminou essa parte do sermão com uma posição clara: Cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições sim, sim e não, não.


À medida que nos aproximamos da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças.


Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz não. Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Essa compreensão nos ajuda a aceitar a Sua vontade, não como imposição, mas como proteção. Existem pelo menos quatro motivos para isso:


1. Para não se queimar
Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo. Quando Ele diz não para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que está dizendo, sabe o que há por trás. Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo corre o risco de se queimar.


Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, proibir totalmente o uso? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra. A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas sabe também que podem cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar o hábito. Deus conhece os riscos, por isso diz não.


Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já está demonstrando que esse é o seu ponto fraco. A história de Eva se repete: sempre que alguém enfrenta a tentação do seu jeito, porque acha ser forte para manter tudo sob controle, acaba se envolvendo muito mais do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com fogo, é pedir para se queimar. Lembro-me sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”.


2. Para evitar limites humanos
Quando você decide estabelecer sua própria verdade e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre se dá são: “Um pouco só não tem problema”; “Só vou ao cinema para ver filmes bons”; “Não vejo mal algum em usar um anelzinho ou uma correntinha discretos”.


A pergunta, porém, continua: Até onde vai o “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não têm problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos?


Se a verdade deixa de ser absoluta, e começamos a fazer concessões ou aberturas, surgem duas realidades: A primeira é que cada pessoa cuida da própria vida e estabelece os próprios limites. A verdade deixa de ser única para todos e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Sendo assim, é claro que uns serão mais rígidos e outros mais liberais. Em segundo lugar, a igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais são os limites. Nesse caso, a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém define o que é a verdade e os demais a aceitam. Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus. Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura.


3. Para não confundir os outros 
Somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na Terra, e as pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.


Se no trabalho, um jovem adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ele ser reconhecido como um cristão? Se no sábado à noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não possuem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um jovem adventista está sentado à mesa de bar com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identificá-lo com um cristão?


É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver a Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Essas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de serem reconhecidas.


4. Para vencer as sutis tentações de Satanás 

Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos quanto à verdade, para que ele não tenha espaço. Quando o não é substituído pelo “mais ou menos” ou, por “um pouquinho só não tem problema”, ou ainda: “Não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e Satanás se aproveita.


Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficaz e poderosa ela será.

Pr. Erton Köhler (via Jovem Adventista)

FIM DOS TEMPOS! – Fantoches ensinam ideologia de gênero para crianças no Youtube

Um grupo canadense criou uma marionete para ensinar crianças em idade escolar sobre transgenerismo e fluidez de gênero.

Julia, criada pela Fundação Jasmin Roy Sophie Desmarais, é uma fêmea biológica que sente em seu coração que deveria ser um menino. Julia e seus amigos fantoches, Leo e Arnie, e sua amiga humana, Alex, exploram os tópicos de transgenerismo e fluidez de gênero de uma forma que as crianças supostamente podem entender.

Um dia, Julia decide que ela quer ser chamada de “Julien” e rapidamente faz a mudança. O programa mostra como os amigos, a família e os professores devem reagir se uma criança decidir “fazer a transição” de um sexo para outro.

Os bonecos são os personagens principais em livretos e vídeos que a fundação lançou no início deste mês.
Jasmin Roy, o fundador do grupo, disse que a fundação criou o material educacional a fim de ensinar crianças e professores a lidar respeitosamente com aqueles que podem ser transexuais.

“Precisamos desenvolver habilidades emocionais e sociais para educadores, pais e outras crianças que estão ao redor dessas crianças explorando seu gênero ou expressão”, disse Roy, de acordo com a CTV News. “Agora, toda vez que você tiver uma criança em sua comunidade que esteja lidando com essa realidade, você terá uma ferramenta para ajudá-lo”.

Em 2015, o show Vila Sésamo introduziu um personagem chamado Julia, que era autista. Roy afirmou que ela baseou Julien fora de Julia, expressando seu desejo de educar as crianças sobre aqueles que são diferentes.

“Eu disse que deveríamos fazer a mesma coisa para uma criança que está explorando porque algumas crianças apenas explorarão, e isso não significa que elas vão crescer trans”, disse Roy.

“Talvez, se você tiver um filho [passando por isso], possa mostrar a eles os vídeos e dizer:“ É assim que você se sente? O que você precisa? Como posso ajudá-lo? “E eu amo você”, explicou ela

omo Faithwire relatou, apenas na primavera passada, dois trailers mostravam animações sobre crianças transgênero que foram liberadas.

O primeiro show, “Drag Tots!”, É sobre drag queens da idade da criança que, de acordo com o trailer, é exatamente o que o mundo precisa. O trailer começa com clipes de guerra, desastres naturais e o presidente Donald Trump, como um narrador diz: “Em um mundo à beira do caos, onde o medo é a regra da terra… as vozes de uma geração se uniram para dar nosso planeta o que ele precisa … BEBÊ DRAG QUEENS! ”

O segundo show é chamado de “Super Drags”, uma série sobre uma banda de super-herói drag queens.

“À noite, eles apertam seus espartilhos e se transformam no pior dos SUPER DRAGS da cidade, prontos para combater a sombra e resgatar o brilho do mundo dos vilões do mal”, diz o preview, “Prepare-se, porque os SUPER DRAGS estão indo mais fundo do que você pensa.” Se esta é a tendência é indicativo do que a televisão infantil se tornará nos próximos anos, talvez os pais devam começar a explorar diferentes alternativas.

18 de set. de 2018

Itapetinga: Blog abre as portas trazendo uma entrevista especial com a cantora Pryscilla Just

Estamos felizes por começar este projeto de evangelização através da net, entrevistando a cantora adventista Pryscilla Just, um dos maiores nomes da música gospel do país. Em entrevista exclusiva ao nosso Blog, Pryscilla relembra o início de sua jornada na música gospel, fala de momentos marcantes e, dificuldades, ainda, dá detalhes do seu álbum lançado em .....
Porque escolhemos este tema? 

Ellen White considerava a música um “dom precioso de Deus, destinado a erguer os pensamentos a temas nobres e inspirar e elevar a alma” [1]. Unida às Escrituras, a música é um meio eficaz “para gravar suas palavras na memória” e “subjugar as naturezas rudes e incultas” [2]. Ellen White comparou a canção a “uma arma que podemos empregar sempre contra o desânimo" [3] para abrir “as fontes do arrependimento e da fé” [4]. Um hino de louvor que sobe de um coração “cheio de gratidão e ações de graças” é agradável a Deus [5].
Blog: Diga para nossos leitores como foi sua trajetória de vida até aqui: infância, juventude, conversão etc. Enfim, sua vida cristã.
Pryscilla Just: Primeiramente, é um prazer conceder esta entrevista a vocês e aos leitores. Vamos lá. Nasci num lar adventista e me batizei aos 08 anos, iniciei meu Ministério antes de gravar meu primeiro trabalho. O Ministério começou quando eu tinha 19 anos; indo as igrejas cantar e pregar. Tenho um trabalho solo com 11 faixas intitulado “Descanse”.
Blog: Diga-nos qual maior dificuldade você tem encontrado hoje?

Pryscilla Just: A maior dificuldade tem sido o de acompanhar as mudanças tecnológicas ocorridas nos últimos 2 anos. Ninguém mais “se interessa” por CD. As pessoas hoje possuem as plataformas digitais para acessarem o artista que quiser, no momento que quiser. Essas e outras mudanças tem sido desafiadoras!

Blog: Qual música marcou mais a sua carreira? 

Pryscilla Just: A Canção “Vinho Novo” “Eu Sou Deus”. (Faixa 03 do meu CD).
Blog: que mensagem você deixa para nossos leitores? 

Pryscilla Just: Gosto muito do verso bíblico Jó 42:5, que diz: “Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos Te veem.”

O Blog agradece a Pryscilla Just pela entrevista e define quem ela é com uma frase: Uma mulher sonhadora que está a cada dia aprendendo a viver para Deus da maneira certa.

Redação




17 de set. de 2018

Editora adventista lança os devocionais que irão edificar os membros da igreja no próximo ano

Intitulado Minha Consagração Hoje, o primeiro devocional impresso pela Casa Publicadora Brasileira foi lançado em 1953. Na época, ele tinha formato de calendário e era, portanto, bem diferente do modelo atual. Foi somente três anos mais tarde que o material passou a ser editado no formato de livro.

Das 65 Meditações Diárias produzidas até agora, 31 foram escritas por estrangeiros, sendo que 21 consistiram em compilações dos escritos de Ellen G. White. O primeiro brasileiro a entrar para a lista de autores do devocional foi o pastor Enoch de Oliveira, em 1990, com a publicação da obra intitulada Bom Dia, Senhor. Na época, o ex-presidente da igreja no continente já havia se aposentado.Pr. José Carlos de Lima, diretor-geral da CPB, mostra exemplar da primeira meditação publicada pela igreja no Brasil, em 1953. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Quase trinta anos depois, outro brasileiro entra para a história da publicação. Autor das Meditações Diárias do próximo ano, o pastor Erton Köhler é o primeiro líder da igreja no continente a escrever o devocional ainda no exercício da função, como destacou o pastor José Carlos de Lima, diretor-geral da Casa Publicadora Brasileira, numa programação que reuniu os servidores da CPB e diversos líderes da igreja na sede da editora na última quinta-feira (6).

Presente no programa de lançamento das Meditações Diárias, da Inspiração Juvenil e da Meditação da Mulher para 2019, o pastor Erton Köhler falou sobre o desafio de conciliar a produção do material e as diversas responsabilidades administrativas. Desde que recebeu o convite para escrever o devocional, há três anos, o líder adventista começou a reunir materiais e a fazer anotações, mas escreveu o primeiro texto somente em fevereiro deste ano. “Quando eu olho para o livro, eu mesmo tenho dificuldade de entender como foi que tudo isso ficou pronto. Por isso, o sentimento é de realização por ver o livro impresso e de gratidão a Deus por ter me dado a oportunidade de escrevê-lo”, expressou o pastor Erton.

Num momento de entrevista com o autor, dirigido pela jornalista Betina Pinto durante o evento, ele disse que ao levantar informações para o devocional foi impressionado por histórias como a do casal Ignacio e Cecilia Kalbermater. Eles viveram dias difíceis no campo missionário. Enquanto serviam no Paraguai, perderam o primeiro filho, Ismael, com apenas um ano e oito meses de idade. Por conta de uma viagem, Ignacio só soube do falecimento do filho cinco dias depois. Mais tarde, trabalhando na Bolívia, o casal recebeu outro duro golpe com a perda da segunda filha, que morreu sufocada com a própria fralda quanto tinha nove meses. Apesar do sofrimento extremo, a família não desistiu, mas continuou fazendo grandes sacrifícios pela missão nesses países. “Me emocionei ao ver como Deus dirigiu os rumos dessa história. A igreja cresceu e, décadas depois, o neto do casal retornou ao Paraguai para ser presidente da igreja para todo o país. O que antes havia sido o distrito do avô tornou-se uma União, presidida por seu neto, também chamado Ignacio Kalbermatter. Além disso, desde o fim de 2017, o bisneto de Ignacio e Cecilia, Hiram Kalbertmatter, é o presidente da Igreja Adventista para toda a Bolívia. Seus filhos foram sepultados naqueles países, mas seus descendentes voltaram para continuar a obra”, relatou.

Outra história que irá inspirar os leitores no ano que vem é a que está relatada na página 330 do devocional intitulado Nossa Esperança. Ao falar sobre os milagres de Deus em favor do Seu povo, o pastor Köhler conta como um folheto entregue por um garoto de 13 anos a um senhor embriagado levou 25 membros da família Godinho ao batismo, incluindo Paulo, que é pastor, e mais oito amigos que também foram conduzidos a Cristo pela influência dessa família.Autor das Meditações Diárias tem encontro surpresa com Ivan, personagem cuja história é contada no livro. O folheto entregue por ele foi o ponto de partida para que 25 membros de uma mesma família aceitassem a mensagem. Foto: Daniel de Oliveira e William Moraes

Foi por meio do pastor Paulo que o autor ouviu o testemunho e decidiu registrá-lo no livro. No entanto, o pastor Erton Köhler não esperava a surpresa preparada pelos organizadores do programa. Além de seu Leontino, o homem alcoolizado que recebeu o folheto, e dona Rosinha, a primeira a tomar a decisão de se tornar adventista, o autor do devocional também pôde conhecer pessoalmente Ivan, hoje com 56 anos. Para encerrar a festa, o pastor Paulo Godinho entrou no tanque para realizar mais um batismo, símbolo dos frutos que continuam sendo colhidos como resultado da semente que foi plantada no passado por um adolescente.

Além do devocional Nossa Esperança, também foi lançada a Meditação da Mulher, intitulada Toques de Alegria, e a Inspiração Juvenil, obra escrita pelo pastor e jornalista Francisco Lemos que está sendo republicada com o título Natureza Viva.

Proteção à criança

O Conselho de Administração da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, anunciou que irá criar um novo instituto para atender crianças que sofreram abuso. Votado em maio, o Instituto de Resiliência para a Adversidade Infantil (Rica, na sigla em inglês) irá ampliar as atividades do Centro de Avaliação Infantil (CAC), implantado há quase 25 anos em San Bernardino, na Califórnia. A ideia é colaborar com agências governamentais, sistemas jurídicos e o Hospital Infantil da Universidade de Loma Linda.

Como um fórum permanente, o Rica irá realizar entrevistas forenses e exames médicos para avaliar denúncias de abuso infantil. Essa abordagem ajudará a eliminar a necessidade de uma criança ter que se submeter a entrevistas com representantes de várias agências.

O Rica também servirá como um centro para o programa de residência pediátrica de abuso infantil da Universidade de Loma Linda, um dos poucos no país. Reconhecido pelo Conselho de Credenciamento para a Educação Médica de Pós-Graduação, esse programa de bolsas enfatiza a intervenção e a prevenção, além de fornecer aos pediatras uma variedade de experiências de atendimento ao paciente, oportunidades de pesquisa e atividades educacionais.

Desse modo, o novo instituto deve facilitar a cooperação multidisciplinar com suas agências parceiras por meio de reuniões mensais de membros da equipe para treinamento e revisão de casos.

Longa atuação

O Centro de Avaliação Infantil (CAC) da universidade adventista foi criado em 1994, dois anos após o Conselho de Políticas de Redes Infantis de San Bernardino ter começado a buscar novas maneiras de avaliar denúncias de abuso infantil. Frequentemente, crianças vitimadas sofriam trauma desnecessário no processo de serem entrevistadas por múltiplas agências.

Na ocasião, o conselho estabeleceu uma força-tarefa com representantes dos Serviços de Proteção à Criança, do Centro Médico do Condado, das secretarias de Saúde Pública e Saúde Comportamental, do Gabinete do Procurador e do Xerife, do Tribunal de Menores e do Tribunal de Direito Familiar, do Conselho Municipal, de entidades como a Children’s Network, de agências financiadoras como a Children’s Fund e do Centro Médico Universitário de Loma Linda.

As necessidades do centro de avaliação aumentaram drasticamente ao longo dos anos. “O abuso de crianças se tornou uma história muito familiar neste país e em outras partes do mundo”, afirma Richard H. Hart, presidente da Universidade de Loma Linda.

Em 2014, o CAC foi transferido para uma instalação mais moderna, de propriedade do condado e mantida em San Bernardino. Agora, o novo instituto está a caminho de ajudar a tratar 1,6 mil crianças abusadas física ou sexualmente. “O novo instituto vai construir e crescer sobre a reputação que o CAC mantém como um exemplo nacional no tratamento de crianças vítimas de abuso”, acrescenta Hart.

Na última semana de agosto, o comitê de supervisão do Rica se reuniu para designar a liderança e determinar relações funcionais com o CAC e o condado de San Bernardino.

DONAJAYNE POTTS, equipe da Universidade de Loma Linda (publicada no site da Adventist Review)

15 de set. de 2018

ADVENTISTAS JÁ NÃO CANTAM MAIS HINOS

Naquela tarde, começávamos um culto na sala dos professores, com alguns de nós acomodados em um dos três sofás disponíveis, em frente à televisão, que exibia o hino escolhido. Uma professora, recém-convertida, chegou ao término da primeira estrofe e não conteve o comentário: “O pastor sempre escolhe essas músicas”. Não julguei que devesse me importar ou remoer qualquer aborrecimento diante daquela fala espontânea. Refletindo no episódio, só posso ver com naturalidade que alguns adventistas estranhem os velhos hinos, com os quais nunca conviveram.
E os hinos necessitam de convivência para serem conhecidos e, sobretudo admirados. Surgidos, em sua maioria, naqueles séculos anteriores aos meios de comunicação em massa, eram testados, publicados em coetâneas e apenas depois se popularizavam. A riqueza que trazem não se resume à sua poesia enxuta, direta e bela, ou às melodias simples que a encerram; são testemunhos vivos da fé de gerações passadas.
Ninguém publicava hinos para atender demandas comerciais ou pedidos de gravadoras. Não acho que o Sr. Spafford compôs It Is Well With My Soul (“Sou feliz com Jesus”, HA 230) pensando fazer sucesso nas igrejas inglesas, nas quais seu amigo Moody pregava sempre. Wayne Hooper mesmo testemunha que, ao compor o hino We have this hope (“Oh, que esperança”, HA 469), sentiu melodia e letra fluírem de sua mente, de forma como nunca experimentara antes. Não que os hinos sejam inspirados – apenas a Bíblia o é. Porém, imperfeitos como são, eles permanecem inspiradores e ligam nossos sentimentos ao Divino Salvador.
Impera hoje um revisionismo míope, que tenta encontrar em todo hino uma ligação com a música secular de sua própria época. Desconfio que seja uma estratégia para amparar a prática contemporânea de veicular letra religiosa com canções pops. Nesse sentido, Lutero acaba sendo a maior vítima de infâmia: sujam seu nome, acusando-o de, em nome da expansão da Reforma Protestante, adaptar música de taverna para ser cantada nas igrejas.
Como Lutero, pobre reformador, não está aqui para se defender (sorte dos detratores, porque o gênio do reformador alemão era excessivamente apimentado!), vale suscitar alguns fatos para desfazer esse desatino: dos 33 hinos atribuídos a Lutero, alguns eram composições originais, outros, adaptações do cantochão (o canto gregoriano, tradição antiga, condensada e oficializada pela Igreja Católica) e apenas um proveniente dos meios populares. Vale dizer que Lutero modificou sensivelmente a melodia conhecida, adaptando seu andamento, inclusive.
Além do “caso Lutero”, há diversos exemplos de melodias adaptadas de canções folclóricas (como o hino “Lindo País”, HA 571, que possui versões seculares e religiosas) e cívicas (“Vencendo vem Jesus”, HA 152). Dizem que, se formos excluir o que provê da música secular, poucos hinos restariam no hinário.
A tese, encomendada para justificar a simbiose atual entre música popular e letra religiosa, cai diante das seguintes considerações: (1) Em séculos passados, a variedade musical era pouca, fazendo com detalhes sutis, como andamento, harmonização e letra diferissem o sacro do secular; (2) Muitos dos hinos do hinário foram compostos por cristãos comprometidos, que, ou se dedicavam à tarefa (como Fanny Jane Crosby, Philip Paul Bliss, etc) ou provinham de acentuada experiência espiritual vivida por seu autor, sendo que eram prontamente testados e, uma vez aprovados, utilizados para fins congregacionais; (3) do ponto da filosofia musical, a mensagem da letra possui encaixe perfeito com as melodias, que reforçam a mensagem cristã e, por sua suavidade, simplicidade e solenidade transmitem valores religiosos inegáveis, havendo perdurado por diversas gerações.
Ainda assim, corremos o risco de substituir pérolas cristãs por coisa inferior, oriunda da mentalidade atual, cujo paradigma parece ser o da “obsolescência programada”: os “hinos” agora chegam em coletâneas divididas por anos, já indicando que possuem prazo de validade. O padrão? Seguir algumas fórmulas de sucesso: melodias pobres (facilmente assimiláveis e sem muita elaboração), muita repetição, modulações constantes, tonalidades altas (para o padrão congregacional, o que favorece o canto “gritado”), síncopes, dissonâncias mal resolvidas, percussão em destaque e letras que abusam de metáforas românticas ou da metalinguagem (músicas de adoração que falam sobre adoração).



Se pensarmos, há hinos contemporâneos belos e poderosos; desconfio, no entanto, que a polarização entre velho e novo é parte da apologia de alguns músicos para defender novos paradigmas. Todavia, deixemos claro: precisamos de novos compositores, que trabalhem criativamente a partir do legado, renovando o espírito dos hinos, trazendo composições novas e pertinentes, embelezando o repertório acumulado por séculos de produções inspiradoras. Renovar não é inovação descabida ou mundanismo travestido! Ou resgatamos os hinos e seu legado, ou toda uma geração de crentes ficará confinada a oferecer a Deus fogo estranho.

A DEGRADAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS

A missão que temos é transmitir a última mensagem de advertência. Trata-se de uma responsabilidade solene. Solenidade é um conceito que escapa à contemporaneidade. Sua gravidade é diluída nos filmes de Hollywood, quando nos momentos trágicos parece haver a necessidade de um contraponto cômico. Nem as músicas religiosas atuais conseguem mais representar a solenidade. Talvez, apenas atrás do conceito de reverência, solenidade seja um dos artigos mais raros no mercado atual. Ambos são raros pela mesma razão: a degradação do senso da presença de Deus.
Em um contexto tecnológico, tudo apela aos sentidos. Mas Deus permanece invisível. Os comunicadores instantâneos, ubíquos, fomentam a ilusão de estarmos presentes em diversos lugares e de igualmente termos os amigos próximos. E com tantos elementos atraindo a atenção, o Deus Altíssimo, presente no mundo material, é ignorado. Se a presença do Criador passa despercebida, que dizer da comunhão com Ele? Que dizer da forma de responder ao Seu chamado?
A ironia fatal de uma época em que a adoração ganha contornos de metalinguagem – com músicas de adoração que falam sobre adoração –, é que os cristãos, em geral, não entendem adoração como a resposta obediente ao que Deus fez por mim. Adoração não significa sucumbir a um êxtase emocional, na tentativa de reproduzir a presença de Deus de forma carismática, como se a música e a emoção fossem elementos catalizadores para fazer um download de Deus. Adoração compreende me relacionar com Deus, nos termos que Ele estabeleceu em Sua Palavra. Isso implica em rendição, gratidão, júbilo, disposição para servir e obedecer e tantas outras coisas.
O verdadeiro adorador obedece voluntariamente. Ele quer testemunhar, porque não pode conter o amor que brota nele em resposta ao amor que fluiu do coração de Deus. Com humildade e poder, alegria e tato, sabedoria e entusiasmo, ele prega. Com suas palavras, mas com cada gesto silencioso. Prega usando a Bíblia, mas por meio de sua coerente busca para se mostrar fiel. Não há aquele sentimento estreito de alguém mecanicamente condicionado a fazer algo segundo um programa. Existem muitos manuais, planos e estratégias. Recursos não faltam. Falta é amor, transformação, vidas impactadas pela comunhão. Falta o Espírito de Deus descendo sobre Seu povo a cada manhã.
Ser um adventista é abraçar a missão. Sem os modismos que invadem a literatura evangélica a cada época. Sem o proselitismo pelo proselitismo. Viver a missão, ser a missão, pregar com o fogo de quem ama o Salvador e ama aquelas pessoas que Ele ama. Uma imensa responsabilidade, maior do que qualquer ser humano poderia imaginar.
Uma responsabilidade solene para tempos solenes.

ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

A IGREJA ADVENTISTA MUDOU?

O adventismo mudou?
Há décadas as crenças adventistas são as mesmas.
Por que, então, se fica com a impressão de que a igreja não é a mais a mesma?
Há vários fatores, um deles, seria a mudança de ênfase.

Fale sobre a questão da mudança de ênfase.
Em sua evolução, o adventismo mudou muitas vezes de ênfase. A princípio, por ter uma proposta em muitos pontos divergente dos demais grupos evangélicos, o adventismo enfatizava seus aspectos distintivos, o que originou um comportamento legalista. Aos poucos, o movimento se equilibrou.

O legalismo continua um problema para o adventismo?
Sempre haverá a tentação do legalismo, assim como grupos e indivíduos legalistas. De um modo geral, esse não seria o problema mais sério do adventismo na atualidade.

É possível afirmar que, com a superação do legalismo inicialmente dominante, o adventismo encontrou um equilíbrio?
A princípio, sim. Contudo, com o passar das décadas, além da tentação do legalismo, surgiram outras, como o desejo latente de pertencer ao movimento evangélico.

Os adventistas não se consideram evangélicos?
Há muitas acepções para o termo evangélico. No sentido de crer na mensagem de salvação do evangelho, dom gratuito baseado na morte e ministério intercessor de Cristo, os adventistas são, sim, evangélicos. Isso não significa que o adventismo se alinhem com todas as posturas teológicas dos principais ramos do evangelicalismo.

Quais seriam alguns dos pontos de tensão entre adventistas e evangélicos?
Alguns exemplos rápidos: (1) evangélicos dissociam salvação de estilo de vida, enquanto os adventistas entendem que, uma vez justificados, todo cristão experimente o processo de santificação, que se dá pela fé e que implica em ter o caráter de Cristo formado em sua vida, mediante a obra do Espírito Santo; (2) evangélicos delimitam a obra de Cristo à Sua morte na cruz, sem possuir uma compreensão mais abrangente de Seu serviço no santuário celestial; (3) evangélicos não vêm relação entre vida cristã e obediência aos dez mandamentos, muito menos creem na importância do quarto mandamento, considerando essas temáticas referentes à religião do Antigo Testamento; (4) muitos evangélicos são dispensacionalistas e entendem que Jesus voltará e raptará secretamente a igreja, enquanto os adventistas pregam o retorno de Jesus de forma iminente, visível, literal e em glória; (5) a ênfase profética do adventismo diverge muito das principais denominações evangélicas.

Por que os adventistas quereriam se aproximar dos evangélicos?
Há vários fatores para a aproximação: (1) a influência que eruditos adventistas sofreram da teologia evangélica ao realizarem cursos de pós-graduação em universidades evangélicas; (2) a influência das metodologias e práticas ministeriais sobre setores da liderança adventista; (3) a influência da literatura, música e mídia evangélica sobre leigos e administradores adventistas, etc. Tais fatores, entre outros, fomentam o desejo de se aproximar, em detrimento da ênfase escatológica própria do adventismo, bem como da mensagem específica que o movimento possui.

Isso significa que o adventismo perdeu sua identidade própria?
A perda de identidade é um processo gradativo e heterogêneo, afetando mais a igreja em algumas geografias do que em outras. Não seria justo dizer que a igreja como um todo não cumpre mais seu papel como remanescente da profecia. A despeito da sonolência letárgica de Laodiceia (Ap 3:14-22), o clamor da meia noite será ouvido (Mt 25:6), despertando o povo de Deus. A parte individual nesse processo é orar e buscar esse despertamento, enquanto se conserva o óleo do Espírito Santo (Mt 25:8-10). Não existe um ministério da crítica, por isso, nosso papel é buscar a Deus com todas as nossas forças, para cumprir o papel que Ele espera de Seu povo.

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