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15 de set. de 2018

ADVENTISMO COM AS VESTES RASGADAS

Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

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Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
Afinal, quando Jesus volta? Volta logo, Senhor Jesus!

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Jesus volta quando? Os pioneiros adventistas estavam ansiosos pela resposta dessa pergunta. Haviam saído de uma forte experiência proporcionada pelo movimento milerita, experiência baseada na proximidade da volta de Jesus. Se o milerismo sabia tocar uma nota só, ao menos tocou-a com a excelência de uma sinfonia. Dissolvido o movimento, restava a expectativa despertada por ele.
Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
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Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
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Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
Em meio à revolução digital e o despertar do imediatismo na era dos comunicadores instantâneos e mídias sociais, estamos mantendo a mesma questão suspensa, como a aguardar sua resposta com o coração apertado? Ainda queremos saber sobre a volta de Jesus? A melhor resposta consiste em verificar quanto tempo gastamos pregando o evangelho e nos preparando pessoalmente para o encontro com Jesus.
Que o Espírito do Senhor encontre em nós um coração cheio da esperança bíblica! Temos de rasgar nossas vestes e abrir de nosso orgulho, dos preconceitos e de uma vida religiosa meramente focada em exterioridades. A Palavra precisa ser uma influência não somente no aspecto devocional/motivacional; precisamos deixar que seus preceitos removam o que nos impede verdadeiramente de servir a Deus. Sem reavivamento e reforma, dizer que esperamos Jesus seria mero cinismo ou ilusão auto impingida…
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Em cerca de seis anos, os pioneiros estudaram avidamente a Bíblia e se depararam com o sistema integrador da Verdade bíblica: o tema do santuário. Com a expectativa do retorno de Jesus, surgiu uma outra urgência: pregar a mensagem de advertência a um mundo impenitente. Ao mesmo tempo, a coerência exigia que, pregando a outros, eles mesmos não fossem reprovados (1 Co 9:27). Logo, os adventistas começaram a inquirir acerca do preparo necessário para se encontrarem com o Salvador.
Por mais que a ênfase quanto ao tempo (marcação de datas) fosse uma herança milerita do passado, a preocupação com a proximidade do retorno de Jesus permaneceu, com um sentido novo. Não se enfatizava mais a exatidão do quando, mas se entendia que a culminância da missão (pregação da última mensagem ao mundo) deveria coincidir com o fator coerência (estar preparado em nível pessoal), servindo esse binômio como uma forma antecipada de experimentar o quando – o pregando e se preparando, Jesus voltaria mais cedo.
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