Pastor Samuel Ramos prega sobre a volta de Jesus Cristo ao final dos seis mil anos da Terra e sugere menos discussão sobre a natureza do Espírito Santo e mais oração pelo seu derramamento em nossa vida, a fim de que possamos estar preparados para contrariar a gravidade e ir ao encontro do Senhor nos ares, ascendendo com Ele para os Céus, morada de Seu Pai, nosso único Deus.
14 de set. de 2018
Samuel Ramos pergunta: “Queremos mesmo que Jesus Cristo volte?”
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setembro 14, 2018
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Milagre – Menino sobrevive a espeto de 15 cm atravessado em seu crânio
A família de um menino de dez anos de idade de Missouri, EUA, está agradecendo a Deus por poupar sua vida depois que ele teve o seu rosto atravessado por um espeto de 15 cm.
“Só Deus poderia ter ordenado que as coisas aconteçam de uma forma que o salvaria assim”, disse Shannon Miller, pai de Xavier Cunningham, de 10 anos, em entrevista à Fox4KC . “Realmente foi um milagre.”
Miller explicou em uma campanha do GoFundMe que pretende arrecadar US $ 200 mil para ajudar com as despesas médicas de seu filho que Xavier estava jogando com alguns amigos em um campo atrás da casa da família no sábado, quando o acidente que poderia ter levado sua vida aconteceu.
“Eles encontraram um espeto de carne para churrasco deitado na grama e pegou-lhe para que ninguém pisasse nele. À medida que a tarde chegava, eles encravaram o espeto no chão… depois começaram a subir na casa da árvore do vizinho, pela primeira vez para brincar. Sem o conhecimento de todos, havia uma grande colmeia de abelhas na casa da árvore“, disse ele.
“Meu filho e seus amigos foram atacados pelo enxame e ele caiu no espeto. Depois de muitas horas de oração e planejamento, a equipe do KU Med Center salvou sua vida e tirou o espeto do rosto”, explicou Miller.
Dr. Koji Ebersole, que analisou o caminho do espeto no rosto de Xavier no Hospital da Universidade do Kansas, explicou em um vídeo postado no canal do YouTube da Universidade do Sistema de Saúde de Kansas que ficou “espantado” que o menino tivesse sobrevivido à lesão.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, quanto mais acordado e conversando”, disse Ebersole, diretor de neurocirurgia endovascular do hospital. “Isto está passando 15 centímetros pela face, só debaixo do crânio, todo o caminho para a parte de trás do pescoço.”
Ele observou que o espeto quase pegou os dois vasos sanguíneos críticos para o cérebro de Xavier. ‘Se o espeto estivesse um milímetro mais próximo de qualquer um deles’, ele disse, “a lesão do menino de 10 anos provavelmente teria sido ‘insustentável se atravessasse’ a carótida”.
“Mas foi bem próximo a ela e ao lado da artéria vertebral. Essa trajetória é essencialmente uma em um milhão. Eu simplesmente não consigo acreditar“, disse Ebersole.
Felizmente, uma equipe médica de cerca de 100 pessoas conseguiu remover o espeto sem mais ferimentos.
“A coisa mais impressionante sobre a história é como essa coisa poderia passar tão profundamente por essa parte do corpo e não atingir algo crítico“, disse Ebersole. “Eu não sei como o garoto poderia ter tanta sorte.”
Miller disse que seu filho estava mais preocupado com as abelhas do que com a lesão depois do acidente, e a família se voltou para Deus enquanto a equipe médica trabalhava por horas para remover o espeto com segurança.
“Eu disse: ‘Senhor, eu não me importo. Eu sei que você tem um plano'”, disse Miller.
Quando a cirurgia acabou, ele disse: “Tudo o que consigo lembrar é de rir, chorar e aplaudir. Apenas o apoio de meus amigos e familiares era poderoso”.
Ele disse à NBC News que seu filho deve ter alta do hospital nesta semana e que “está ansioso por ir à igreja, ao futebol e à escola”.
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Pastor evangélico é preso pelo desaparecimento de uma jovem
Juliana Campoverde, 19 anos, desapareceu no dia 7 de julho de 2012, quando estava a caminho do trabalho, o pastor evangélico é o suspeito principal.
A Polícia do Equador informou na quarta-feira que prendeu um pastor evangélico, identificado como Jonathan C., por sua suposta responsabilidade no desaparecimento da jovem Juliana Campoverde, ocorrida em 2012.
A captura foi realizada por agentes da Direção Nacional de Crimes Contra a Vida e a Morte Violenta (Dinased), em coordenação com a Procuradoria Geral do Equador.
Segundo a Procuradoria do Equador, Campoverde, de 19 anos, desapareceu em 7 de julho de 2012. A jovem “deixou sua casa no setor de Biloxi, ao sul de Quito [capital equatoriana], junto com sua mãe Noemí Rodríguez “, mas se despediu dela e foi para uma loja naturista da qual ela era a proprietária, para a qual ela” nunca chegou “.
As autoridades implicaram o pastor no caso devido a várias mensagens que a jovem supostamente enviou para sua família em sua conta no Facebook depois de seu desaparecimento. Mas após as investigações, foi detectado que o código IP do qual eles foram enviados corresponderia ao computador do pastor, informou El Telégrafo. Em declarações ao mesmo jornal, o pai da moça, Absalón Campoverde, disse que o pastor preso tinha um comportamento muito possessivo com Juliana, a quem ele inclusive persuadiu para que estudasse ao exterior.
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‘Eu amo a Deus, e você também deveria!’, diz ator Chris Pratt
O ator Chris Pratt tem aproveitado as muitas oportunidades não apenas para agradecer a Deus, mas também para encorajar seus fãs a pensar mais profundamente sobre seus próprios relacionamentos com o Todo Poderoso. Abraçando uma abordagem única para discutir sua fé cristã em público, Pratt encontrou uma maneira de invocar Deus em locais difíceis e improváveis ??sem alienar os críticos da fé.
O irmão mais velho de Pratt, Cully Pratt – um artista, policial e veterinário do Exército – recentemente elogiou seu famoso irmão em um episódio da “The Billy Hallowell Podcast”, observando que Chris “está por trás de tudo o que acredita e valoriza” e que o ator quer melhorar o mundo em que ele vive.
“Ele é realmente uma pessoa boa e ele realmente se preocupa com as pessoas e ele realmente quer ajudar e causar impacto na comunidade e no mundo em que vivemos”, disse Cully Pratt. “Ele é o tipo de pessoa que, quando fala, é muito bem pensado, mas não ofende as pessoas. E eu respeito isso sobre ele.”
Pelo menos dois dos discursos de Chris Pratt se tornaram virais este ano. Durante o verão, ele impressionou a multidão no MTV Movie & TV Awards de 2018, falando sobre Deus, fé e oração durante um poderoso discurso de aceitação.
“Ninguém é perfeito. As pessoas vão te dizer que você é perfeita do jeito que você é, você não é! Você é imperfeito. Você sempre será, mas há uma força poderosa que projetou você desse jeito, e se você estiver disposto a aceitar isso, você terá graça ”, disse Pratt . “E a graça é um presente. Como a liberdade que desfrutamos neste país, essa graça foi paga com o sangue de outra pessoa. Não Se Esqueça. Não tome isso por garantido.”
Então ele levou outra posição corajosa para Deus em agosto durante a Teen Choice Awards, agradecendo a Deus e incentivando os jovens a se voltarem para o Todo-Poderoso.
“Eu quero agradecer a Deus. Eu sempre faço isso quando estou em uma plataforma na frente de um monte de jovens rostos”, disse Pratt. “Eu amo a Deus, isso mesmo, eu o amo! E você também deveria!”
Em meio ao caos da cultura atual, poucas pessoas têm uma plataforma tão grande quanto Chris Pratt, de modo que ver suas mensagens serem uma inspiração para muitos
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13 de set. de 2018
O desafio do evangelho no tempo do fim
Nós estamos vivendo em uma época extraordinária da história da redenção! Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, assumindo a função de um poderoso mensageiro celeste, cuja obra abarca a Terra e o mar, anuncia em Apocalipse 10, por meio de um juramento solene, que não haverá mais um período definido de tempo que nos separe da consumação do mistério de Deus!
As grandes cadeias proféticas da Bíblia já se cumpriram. Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo do santuário celestial, em 1844, "já não haverá demora" (Apocalipse 10:6).
Há somente duas coisas que de fato nos separam do grande Dia do Senhor: nossa preparação individual para recebê-Lo e a proclamação final do evangelho, em cumprimento ao último dos sinais a que Cristo se referiu em Seu sermão profético: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." (Mateus 24:14). A pregação final do evangelho é a consumação do "mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas" (Apocalipse 10:7).
Esperança em meio à crise
Não há dúvida de que a comissão de nosso Senhor será cumprida. As profecias são também promessas que garantem que a igreja de Deus será capacitada com extraordinário poder divino para cumprir o papel de "reparador de brechas e restaurador de veredas" (Isaías 58:12). Esse é um assunto dos mais vitais, a respeito do qual voltaremos a tratar oportunamente. Por agora, queremos enfatizar o necessário preparo individual em face de nossas responsabilidades diante de Deus, num momento crucial da história da salvação, quando Cristo está exercendo em Seu santuário a dupla função de Sacerdote e Juiz.
Ora, já é fato bem estabelecido o que a derradeira obra de Cristo no local do trono de Deus deve significar para o crente. Nosso Sumo Sacerdote não está ocupado com formalidades. No santuário do Céu, a obra de Cristo é viva, dinâmica, transcendental e relacionada com assuntos eternos. Ali, Ele dirige os rumos da batalha e o destino de Sua igreja em direção a um glorioso desfecho! Não há da parte de Cristo nenhuma indiferença nem tampouco uma atitude passiva frente à dramática luta de Seus filhos contra os poderes das trevas. Ele está ativamente empenhado no conflito, e nos provê amplos recursos a fim de vencermos como Ele venceu!
Não é de admirar que as promessas do Apocalipse sejam destinadas apenas aos vencedores. A vitória de Cristo mediante Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Seu ministério sacerdotal no templo de Deus é a garantia da nossa vitória! Sua intercessão junto ao trono do Pai no poder de Sua oferta sacrifical pode salvar totalmente o pecador penitente que aceita, pela fé, a Sua justiça imaculada. Por intermédio do juízo investigativo, nosso amado Salvador declara finalmente dignos da vida eterna os que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14)!
Assim, em virtude da realidade da obra de Cristo no santuário celestial, o crente tem essa esperança, a qual é como "âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu" (Hebreus 6:19-20)! Não estamos sozinhos na luta renhida que temos de travar! Conquanto haja muitos desafios e obstáculos que pareçam intransponíveis, "Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hebreus 9:24). Não é esse um assunto que deve cativar cada fibra de nosso ser e motivar-nos a triunfar como Cristo triunfou?
Advertência em face do tempo
Mas essa é também uma mensagem de advertência. A atitude solene e o senso de urgência do anjo portador do evangelho eterno (Apocalipse 14:6), motivado pelo início do juízo no Céu, indicam a suprema necessidade de desenvolvermos em nosso caráter os elementos de força, valor, fé em Deus e absoluta confiança nEle enquanto a porta da graça ainda nos é franqueada. A natureza do tempo em que vivemos requer de nós tal atitude, a qual é fruto de uma relação íntima com o Cristo vivo, que, do santuário celestial, dirige o destino do mundo e o progresso de Sua igreja.
Desde 1844, quando se cumpriu a grande profecia dos 2.300 dias/anos (Daniel 8:14), nosso Sumo Sacerdote tem estado ativamente empenhado em purificar Seu povo e o Seu santuário dos registros de pecados que contaminam os lugares santos. Quanto tempo Cristo precisará para levar a termo a solene obra que então decidirá eternamente o destino de cada alma? Haverá nosso Senhor já passado para o caso dos vivos?
Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Santo dos Santos do santuário celestial, passaram-se pouco mais de 170 anos. Parece-nos um período de tempo muito longo, se comparado à nossa curta existência neste mundo. Representa, porém, apenas uma pequena fração de tempo em relação ao maior período profético das Escrituras! Precisaria Cristo de mais 170 anos para concluir Sua obra de purificação do santuário no Céu?
O aumento da impiedade no mundo, a degradação do que restou da dignidade humana, a escalada sempre crescente da violência, o complicado jogo de poder entre as nações, os desafios à governabilidade por motivação religiosa, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mudanças climáticas, a revolução cultural, os rumos, enfim, que tem tomado o mundo, tudo isso indica com insofismável clareza que não resta muito tempo. O Espírito Santo não agirá para sempre nos homens. Em breve Cristo concluirá Sua obra de mediação e purificação do santuário celestial para vir buscar o Seu povo, "os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apocalipse 14:12).
A obra divina de julgamento é conclusiva e definitiva em suas consequências. Quando o Senhor Jesus finalmente encerrá-la, proferirá a grave e solene sentença: "Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se" (Apocalipse 22:11). Quão tremendo é esse veredito procedente do trono de Deus, o qual decidirá irrevogavelmente o futuro de cada pessoa!
Senso de urgência e necessidade
Compreendemos, então, o ímpeto do primeiro anjo de Apocalipse 14, que, movido pelo início da obra de julgamento no local do trono de Deus, proclama em grande voz o evangelho eterno a cada nação, tribo, língua e povo! Tal verdade - o evangelho original e inalterável de Cristo - deve despertar nossas faculdades espirituais adormecidas e favorecer uma completa reforma de vida, uma mudança radical nas ideias e teorias, hábitos e práticas.
A pregação de reavivamento tem sido a nota tônica do evangelho eterno. A mensagem de João Batista era: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3:2). A mensagem de Cristo para o povo advertia: "Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:5). A mesma mensagem foi ordenada aos apóstolos. E Deus deseja que a antiga mensagem evangélica seja pregada hoje: tristeza pelo pecado, arrependimento, confissão e abandono dos maus caminhos. Nesse sentido, o evangelho eterno é o evangelho como sempre tem sido. A diferença é que há agora uma razão adicional para obedecermos ao apelo da graça: o início do juízo pré-advento!
Assim como no Dia da Expiação típico o israelita necessitava realizar uma obra em favor de si mesmo, a qual consistia em um profundo exame de coração, a fim de identificar qualquer coisa que pudesse separá-lo de Deus e privá-lo dos benefícios da expiação, devemos nós hoje, em face do juízo no Céu, examinar a própria vida e colocá-la em dia com os reclamos divinos, de modo que não sejamos achados em falta quando nosso caso for apresentado perante o tribunal celeste. Nada deve ser mais importante do que ordenar a vida com Deus.
Por meio da oferta de Si mesmo, Cristo abriu um novo e vivo caminho pelo qual os cristãos tem acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus mediante a fé (Hebreus 10:19-22). Esse pleno acesso ao Céu obtido por Cristo permite a nossa reconciliação com o Senhor, pois Ele nos representa como Sumo Sacerdote perante o Pai, reclamando Seus méritos em favor daqueles que O buscam. Há, porém, certas condições que precisam ser satisfeitas para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial, isto é, para termos íntima comunhão com o Senhor.
Quatro condições essenciais
O apóstolo Paulo, escrevendo sobre o privilégio que os crentes têm do pleno acesso ao trono de Deus por meio de Jesus Cristo, destaca quatro condições que o adorador deve cumprir para se beneficiar desse encontro:
Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. (Hebreus 10:22)
Aproximar-se do Senhor com um coração sincero é a primeira condição para termos íntima comunhão com Deus. Essa sinceridade é essencial no exame de consciência na presença do Senhor. Nesse espaço íntimo do ser com Deus não há lugar para indulgência própria ou escusa para o pecado. A alma examina humildemente a si mesma a fim de revelar-se exatamente como ela é à luz do caráter de Cristo. Contudo, não se desespera frente à sua condição, pois confia no Salvador como sua justiça, santificação e redenção.
A segunda condição é ter plena certeza de fé, ou seja, não duvidar de que teremos acesso a Deus, porque Cristo, como precursor, entrou por nós no santuário celestial, assumindo o mais elevado sacerdócio (Hebreus 6:20)! O pecador que se aproxima de Deus deve demonstrar uma fé inabalável no poder de Cristo para purificar a alma de todo pecado e capacitá-lo a viver uma nova vida (I João 1:9; Romanos 6:4). Uma vez que a "fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17), a dúvida e a incredulidade não deveriam ter lugar no coração do crente que busca a Cristo nas Escrituras como a um tesouro escondido e deseja valer-se de Seus divinos méritos.
Aproximar-se do trono de Deus com o coração purificado da má consciência é a terceira condição, cuja linguagem remete ao santuário levítico. O sangue aspergido sobre o povo, que simbolizava o sangue da aliança (Êxodo 24:8), purificava-os ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hebreus 9:9, 13). Em contraste, a purificação do verdadeiro santuário é também uma purificação da consciência, efetuada pela virtude do sangue do Cristo (Hebreus 9:14). Purificar a consciência das obras mortas significa substituir o velho coração e seus desejos carnais que orientam a vida por um novo coração, regido pela mente e caráter de Cristo (Romanos 6:6; Efésios 4:22; Colossenses 3:9-10).
A quarta e última condição para uma comunhão íntima com Deus no santuário celestial é apresentar-se diante dEle com o corpo lavado com água pura, uma evidência externa de que houve uma transformação interna realizada pelos méritos de nosso grande Sumo Sacerdote. O batismo por imersão é uma parte dessa experiência, mas a purificação que se menciona aqui vai muito além da profissão de fé. Diz respeito também à santificação "por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito" (Efésios 5:26-27).
Quando o caso de cada professo filho de Deus houver passado pelo escrutínio divino diante do tribunal celeste, quando o Senhor pronunciar a sentença final que decidirá o futuro eterno de cada alma, não haverá mais oportunidade de salvação. Tudo então estará para sempre decidido. Na ocasião de Sua gloriosa vinda, Cristo não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Sua Palavra. Como tem sido desde o início do plano da salvação, o evangelho é um chamado para o perdão e a santificação, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
Pondo a vida em harmonia com o tempo
Nós precisamos pensar: Em que medida eu tenho me beneficiado do ministério sumo sacerdotal de Cristo no local do trono de Deus? Estou cooperando decididamente com o Espírito Santo para desenvolver minha salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12)? Na medida em que me beneficio dos méritos de meu grande Sumo Sacerdote, estou demonstrando verdadeiro apreço pelas almas que estão a perecer? Há em meu coração o mesmo senso de urgência do primeiro anjo (Apocalipse 14:6) face à realidade do juízo investigativo no Céu? Que declaração se fará quando o meu nome for lido perante o tribunal de Deus: "Purificado de todos os pecados diante do Senhor" ou "Pesado foste na balança e achado em falta"?
Hoje, o Senhor ainda é nosso Mediador e Juiz no tribunal celeste. Ainda podemos apresentar o nosso caso diante de Deus e reclamar a perfeita justiça de Cristo em nosso favor. Ainda é possível viver em conformidade com os Seus mandamentos por meio das provisões de Sua preciosa graça. Nosso nome ainda pode ser aprovado no juízo que confirmará quem serão os coerdeiros e coparticipantes da promessa em Cristo (Efésios 3:6). Então precisamos dar prioridade àquilo que é mais essencial: a nossa salvação e a salvação das almas que necessitam conhecer a mensagem para este tempo.
Esse é precisamente o espírito que move o anjo portador do evangelho eterno, em Apocalipse 14. Devemos demorar-nos um pouco mais sobre o teor de sua mensagem à luz do juízo pré-advento, pois nossa condição presente e futura depende de nossa resposta ao seu solene apelo.
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Reavivando o evangelho eterno
O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).
Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!
Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.
- Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).
Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)
- A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)
Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:
Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)
Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).
Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:
A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)
O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).
Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.
Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!
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O apelo de Deus à geração do fim
Aceitar o evangelho requer um decidido esforço de nossa parte para vencer o pecado. Exige abnegação pessoal, humilhação, sacrifício de si mesmo, morte para o eu, e renascimento para uma nova vida em Cristo.
Esse diligente esforço para silenciar o velho homem (Romanos 7:22-25; I Coríntios 9:27) e viver em harmonia com a vontade de Deus (I Tessalonicenses 4:3, 7) deve atuar em conjunto com o poder divino para salvar (Romanos 1:16; Filipenses 2:12-13), de modo que, uma vez renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos sensata, justa e piedosamente na perspectiva da volta de nosso Senhor Jesus (Tito 2:11-13).
Nada deve ser mais importante do que a realização dessa suprema obra em nossa vida. O Senhor não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Seu Espírito. Não virá buscar aqueles cuja vida foi pesada na balança e achada em falta, mas apenas os que foram completamente cobertos pela justiça de Cristo e declarados puros diante da corte celeste (Apocalipse 3:5).
E a minuciosa, exaustiva e perseverante obra em favor de nós mesmos é ainda mais imprescindível face ao solene apelo do primeiro anjo para temer, glorificar e adorar o Criador no contexto do tempo do fim (Apocalipse 14:7).
A comissão final de Cristo à Sua igreja
A abertura do evangelho eterno dentro de sua estrutura assinalada do tempo do fim não poderia ser mais impressionante e significativa:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)
A dimensão mundial da obra do primeiro anjo, que se segue imediatamente à obra profética do "anjo forte" de Apocalipse 10, é enfatizada pelo fato de o mensageiro celestial voar no zênite do céu e pregar, em grande voz, a todos os habitantes da Terra, a cada nação, tribo, língua e povo. Esse anjo e os dois seguintes que se juntam a ele (Apocalipse 14:8 e 9) representam a igreja remanescente de Deus, a qual recebe do próprio Salvador a comissão de pregar o evangelho em seu marco do tempo do fim (Apocalipse 10:1-11).
A igreja, contudo, não pode cumprir tão elevado encargo sem que primeiro, à semelhança da experiência visionária de João, tome o livro aberto da mão do "anjo forte" e faça de seu conteúdo sua própria experiência e missão.
Apoderar-se da verdade presente significa permitir também que essa verdade se apodere de cada fibra de nosso ser e exerça na alma sua influência santificadora. O senso de urgência que deve impelir e orientar o povo de Deus na obra de anunciar o evangelho ao mundo, bem como o extraordinário poder que deve acompanhá-la resultam dessa experiência pessoal com a mensagem de Deus para os últimos dias.
Assim, o derradeiro convite da graça deve primeiramente ser recebido por aqueles aos quais foi confiada a mensagem da salvação para o tempo do fim, pois, do contrário, como "invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?" (Romanos 10:14).
Essa experiência com a mensagem resultará em "um remanescente segundo a eleição da graça" (Romanos 11:5), uma igreja santificada pelo poder do evangelho, de maneira que possa partilhar com outros os benefícios que ela mesma recebeu.
O apelo de Deus na perspectiva do juízo
Há três imperativos de Deus em Seu derradeiro convite à humanidade que merecem nossa especial consideração: "temei", "glorificai" e "adorai" o Criador! Esses três imperativos, que por si só devem despertar-nos de nosso torpor espiritual, têm sua importância aumentada em virtude da obra judicial de Cristo em Seu santuário, cuja solene sentença a ser proferida (Apocalipse 22:11) estabelecerá a distinção definitiva entre "o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Malaquias 3:18).
A tríplice exortação de nosso Senhor na primeira mensagem angélica é, com efeito, apresentada em seu evidente vínculo com a obra divina de julgamento, a qual decidirá o futuro eterno de cada pessoa em termos de justificação ou condenação.
O clamor do primeiro anjo, "é chegada a hora do seu juízo", é paralelo à grandiosa cena do julgamento celestial testemunhada por Daniel em visão, quando "assentou-se o tribunal, e se abriram os livros" (Daniel 7:10). Ambas as visões antecedem a vinda do Filho do Homem e culminam com a inauguração de Seu reino eterno (Daniel 7:9-10, 13-14; Apocalipse 14:14-20).
Essa proclamação do primeiro anjo anuncia, portanto, que a última fase do plano divino de redenção já começou, que o tribunal celeste está em sessão desde o fim do período profético de Daniel 8:14, e que em breve o reino de Cristo se tornará uma realidade histórica irrevogável para os Seus súditos!
A recepção a essa mensagem, seja positiva ou negativa, determinará a maturação da Terra para a ceifa final (Apocalipse 14:14-20). O veredito não será pronunciado do trono de Deus sem que a última geração seja advertida durante o tempo de sua oportunidade.
A proclamação final do evangelho eterno está, pois, intimamente ligada à fase preliminar do juízo de Deus no santuário celestial, a qual será seguida pelo juízo executivo na vinda do Filho do Homem, quando então o Senhor retribuirá a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).
O fato de vivermos no tempo do juízo transmite-nos esperança, pois representa o tempo da vindicação final dos santos juntamente com Cristo e a condenação de todos os poderes opressores que se opõem a eles (Daniel 7:21-22, 25-27; Apocalipse 11:15-19; 14:1)!
Nossa fonte de esperança
Uma vez percebida a clara relação entre o clamor do primeiro anjo, que anuncia "a hora" do juízo de Deus, e a abertura da sessão do tribunal divino na sede de operações no Céu, em Daniel 7, compreende-se com mais propriedade o sentido de urgência que acompanha a obra dos três anjos de Apocalipse 14. Aqui está o fundamento do mandato divino para a igreja do tempo do fim. A partir desse ponto de vista, o solene chamado de Deus na primeira mensagem angélica para temer, glorificar e adorar o Criador adquire um significado incomparavelmente superior.
Com efeito, devemos abrir o coração a esse tríplice chamado de Deus na voz do primeiro anjo, mantendo os olhos fixos em nosso Sumo Sacerdote e em Sua obra no santuário celestial como mediador e juiz de Seu povo!
Nada é mais fundamental para a igreja do que um conhecimento prático do juízo divino apoiado na convicção íntima da justificação e vindicação da parte de Deus, as quais serão ratificadas na obra final de julgamento! É preciso, portanto, ordenar a vida segundo o evangelho eterno, pois se o evangelho não for adequadamente recebido, não haverá nenhuma garantia de justificação para o homem.
Nós desejamos compreender mais profundamente a natureza desses três imperativos de Deus para a geração do fim à luz do juízo pré-advento. Essa compreensão está longe de ser abstrata. Como mencionado acima, precisamos alcançar uma experiência de fé com Cristo e Sua mensagem para o tempo do fim, de modo que, mediante Sua justiça, nossos nomes permaneçam escritos no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 3:5)! A aprovação de Deus no juízo é a certeza de nossa vitória sobre o pecado e sobre as potestades deste mundo tenebroso. Ser aprovado por Deus é a única coisa que realmente importa.
É bem possível que eu esteja escrevendo para alguém que enfrenta lutas renhidas contra o pecado. Todos nós as temos. Muitas deixam marcas difíceis de apagar, outras simplesmente permanecem...
Todavia, assim como no passado o israelita olhava para o tabernáculo em busca de orientação, conforto e esperança, nós também devemos hoje buscar a Cristo em Seu santuário, "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2)!
É nessa certeza que vamos buscar compreender e responder positivamente ao último apelo de Deus ao mundo na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14!
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TV Tribuna de Itapetinga
Tarih:
setembro 13, 2018
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14 de set. de 2018
Samuel Ramos pergunta: “Queremos mesmo que Jesus Cristo volte?”
Pastor Samuel Ramos prega sobre a volta de Jesus Cristo ao final dos seis mil anos da Terra e sugere menos discussão sobre a natureza do Espírito Santo e mais oração pelo seu derramamento em nossa vida, a fim de que possamos estar preparados para contrariar a gravidade e ir ao encontro do Senhor nos ares, ascendendo com Ele para os Céus, morada de Seu Pai, nosso único Deus.
Milagre – Menino sobrevive a espeto de 15 cm atravessado em seu crânio
A família de um menino de dez anos de idade de Missouri, EUA, está agradecendo a Deus por poupar sua vida depois que ele teve o seu rosto atravessado por um espeto de 15 cm.
“Só Deus poderia ter ordenado que as coisas aconteçam de uma forma que o salvaria assim”, disse Shannon Miller, pai de Xavier Cunningham, de 10 anos, em entrevista à Fox4KC . “Realmente foi um milagre.”
Miller explicou em uma campanha do GoFundMe que pretende arrecadar US $ 200 mil para ajudar com as despesas médicas de seu filho que Xavier estava jogando com alguns amigos em um campo atrás da casa da família no sábado, quando o acidente que poderia ter levado sua vida aconteceu.
“Eles encontraram um espeto de carne para churrasco deitado na grama e pegou-lhe para que ninguém pisasse nele. À medida que a tarde chegava, eles encravaram o espeto no chão… depois começaram a subir na casa da árvore do vizinho, pela primeira vez para brincar. Sem o conhecimento de todos, havia uma grande colmeia de abelhas na casa da árvore“, disse ele.
“Meu filho e seus amigos foram atacados pelo enxame e ele caiu no espeto. Depois de muitas horas de oração e planejamento, a equipe do KU Med Center salvou sua vida e tirou o espeto do rosto”, explicou Miller.
Dr. Koji Ebersole, que analisou o caminho do espeto no rosto de Xavier no Hospital da Universidade do Kansas, explicou em um vídeo postado no canal do YouTube da Universidade do Sistema de Saúde de Kansas que ficou “espantado” que o menino tivesse sobrevivido à lesão.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, quanto mais acordado e conversando”, disse Ebersole, diretor de neurocirurgia endovascular do hospital. “Isto está passando 15 centímetros pela face, só debaixo do crânio, todo o caminho para a parte de trás do pescoço.”
Ele observou que o espeto quase pegou os dois vasos sanguíneos críticos para o cérebro de Xavier. ‘Se o espeto estivesse um milímetro mais próximo de qualquer um deles’, ele disse, “a lesão do menino de 10 anos provavelmente teria sido ‘insustentável se atravessasse’ a carótida”.
“Mas foi bem próximo a ela e ao lado da artéria vertebral. Essa trajetória é essencialmente uma em um milhão. Eu simplesmente não consigo acreditar“, disse Ebersole.
Felizmente, uma equipe médica de cerca de 100 pessoas conseguiu remover o espeto sem mais ferimentos.
“A coisa mais impressionante sobre a história é como essa coisa poderia passar tão profundamente por essa parte do corpo e não atingir algo crítico“, disse Ebersole. “Eu não sei como o garoto poderia ter tanta sorte.”
Miller disse que seu filho estava mais preocupado com as abelhas do que com a lesão depois do acidente, e a família se voltou para Deus enquanto a equipe médica trabalhava por horas para remover o espeto com segurança.
“Eu disse: ‘Senhor, eu não me importo. Eu sei que você tem um plano'”, disse Miller.
Quando a cirurgia acabou, ele disse: “Tudo o que consigo lembrar é de rir, chorar e aplaudir. Apenas o apoio de meus amigos e familiares era poderoso”.
Ele disse à NBC News que seu filho deve ter alta do hospital nesta semana e que “está ansioso por ir à igreja, ao futebol e à escola”.
Pastor evangélico é preso pelo desaparecimento de uma jovem
Juliana Campoverde, 19 anos, desapareceu no dia 7 de julho de 2012, quando estava a caminho do trabalho, o pastor evangélico é o suspeito principal.
A Polícia do Equador informou na quarta-feira que prendeu um pastor evangélico, identificado como Jonathan C., por sua suposta responsabilidade no desaparecimento da jovem Juliana Campoverde, ocorrida em 2012.
A captura foi realizada por agentes da Direção Nacional de Crimes Contra a Vida e a Morte Violenta (Dinased), em coordenação com a Procuradoria Geral do Equador.
Segundo a Procuradoria do Equador, Campoverde, de 19 anos, desapareceu em 7 de julho de 2012. A jovem “deixou sua casa no setor de Biloxi, ao sul de Quito [capital equatoriana], junto com sua mãe Noemí Rodríguez “, mas se despediu dela e foi para uma loja naturista da qual ela era a proprietária, para a qual ela” nunca chegou “.
As autoridades implicaram o pastor no caso devido a várias mensagens que a jovem supostamente enviou para sua família em sua conta no Facebook depois de seu desaparecimento. Mas após as investigações, foi detectado que o código IP do qual eles foram enviados corresponderia ao computador do pastor, informou El Telégrafo. Em declarações ao mesmo jornal, o pai da moça, Absalón Campoverde, disse que o pastor preso tinha um comportamento muito possessivo com Juliana, a quem ele inclusive persuadiu para que estudasse ao exterior.
‘Eu amo a Deus, e você também deveria!’, diz ator Chris Pratt
O ator Chris Pratt tem aproveitado as muitas oportunidades não apenas para agradecer a Deus, mas também para encorajar seus fãs a pensar mais profundamente sobre seus próprios relacionamentos com o Todo Poderoso. Abraçando uma abordagem única para discutir sua fé cristã em público, Pratt encontrou uma maneira de invocar Deus em locais difíceis e improváveis ??sem alienar os críticos da fé.
O irmão mais velho de Pratt, Cully Pratt – um artista, policial e veterinário do Exército – recentemente elogiou seu famoso irmão em um episódio da “The Billy Hallowell Podcast”, observando que Chris “está por trás de tudo o que acredita e valoriza” e que o ator quer melhorar o mundo em que ele vive.
“Ele é realmente uma pessoa boa e ele realmente se preocupa com as pessoas e ele realmente quer ajudar e causar impacto na comunidade e no mundo em que vivemos”, disse Cully Pratt. “Ele é o tipo de pessoa que, quando fala, é muito bem pensado, mas não ofende as pessoas. E eu respeito isso sobre ele.”
Pelo menos dois dos discursos de Chris Pratt se tornaram virais este ano. Durante o verão, ele impressionou a multidão no MTV Movie & TV Awards de 2018, falando sobre Deus, fé e oração durante um poderoso discurso de aceitação.
“Ninguém é perfeito. As pessoas vão te dizer que você é perfeita do jeito que você é, você não é! Você é imperfeito. Você sempre será, mas há uma força poderosa que projetou você desse jeito, e se você estiver disposto a aceitar isso, você terá graça ”, disse Pratt . “E a graça é um presente. Como a liberdade que desfrutamos neste país, essa graça foi paga com o sangue de outra pessoa. Não Se Esqueça. Não tome isso por garantido.”
Então ele levou outra posição corajosa para Deus em agosto durante a Teen Choice Awards, agradecendo a Deus e incentivando os jovens a se voltarem para o Todo-Poderoso.
“Eu quero agradecer a Deus. Eu sempre faço isso quando estou em uma plataforma na frente de um monte de jovens rostos”, disse Pratt. “Eu amo a Deus, isso mesmo, eu o amo! E você também deveria!”
Em meio ao caos da cultura atual, poucas pessoas têm uma plataforma tão grande quanto Chris Pratt, de modo que ver suas mensagens serem uma inspiração para muitos
13 de set. de 2018
O desafio do evangelho no tempo do fim
Nós estamos vivendo em uma época extraordinária da história da redenção! Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, assumindo a função de um poderoso mensageiro celeste, cuja obra abarca a Terra e o mar, anuncia em Apocalipse 10, por meio de um juramento solene, que não haverá mais um período definido de tempo que nos separe da consumação do mistério de Deus!
As grandes cadeias proféticas da Bíblia já se cumpriram. Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo do santuário celestial, em 1844, "já não haverá demora" (Apocalipse 10:6).
Há somente duas coisas que de fato nos separam do grande Dia do Senhor: nossa preparação individual para recebê-Lo e a proclamação final do evangelho, em cumprimento ao último dos sinais a que Cristo se referiu em Seu sermão profético: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." (Mateus 24:14). A pregação final do evangelho é a consumação do "mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas" (Apocalipse 10:7).
Esperança em meio à crise
Não há dúvida de que a comissão de nosso Senhor será cumprida. As profecias são também promessas que garantem que a igreja de Deus será capacitada com extraordinário poder divino para cumprir o papel de "reparador de brechas e restaurador de veredas" (Isaías 58:12). Esse é um assunto dos mais vitais, a respeito do qual voltaremos a tratar oportunamente. Por agora, queremos enfatizar o necessário preparo individual em face de nossas responsabilidades diante de Deus, num momento crucial da história da salvação, quando Cristo está exercendo em Seu santuário a dupla função de Sacerdote e Juiz.
Ora, já é fato bem estabelecido o que a derradeira obra de Cristo no local do trono de Deus deve significar para o crente. Nosso Sumo Sacerdote não está ocupado com formalidades. No santuário do Céu, a obra de Cristo é viva, dinâmica, transcendental e relacionada com assuntos eternos. Ali, Ele dirige os rumos da batalha e o destino de Sua igreja em direção a um glorioso desfecho! Não há da parte de Cristo nenhuma indiferença nem tampouco uma atitude passiva frente à dramática luta de Seus filhos contra os poderes das trevas. Ele está ativamente empenhado no conflito, e nos provê amplos recursos a fim de vencermos como Ele venceu!
Não é de admirar que as promessas do Apocalipse sejam destinadas apenas aos vencedores. A vitória de Cristo mediante Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Seu ministério sacerdotal no templo de Deus é a garantia da nossa vitória! Sua intercessão junto ao trono do Pai no poder de Sua oferta sacrifical pode salvar totalmente o pecador penitente que aceita, pela fé, a Sua justiça imaculada. Por intermédio do juízo investigativo, nosso amado Salvador declara finalmente dignos da vida eterna os que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14)!
Assim, em virtude da realidade da obra de Cristo no santuário celestial, o crente tem essa esperança, a qual é como "âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu" (Hebreus 6:19-20)! Não estamos sozinhos na luta renhida que temos de travar! Conquanto haja muitos desafios e obstáculos que pareçam intransponíveis, "Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hebreus 9:24). Não é esse um assunto que deve cativar cada fibra de nosso ser e motivar-nos a triunfar como Cristo triunfou?
Advertência em face do tempo
Mas essa é também uma mensagem de advertência. A atitude solene e o senso de urgência do anjo portador do evangelho eterno (Apocalipse 14:6), motivado pelo início do juízo no Céu, indicam a suprema necessidade de desenvolvermos em nosso caráter os elementos de força, valor, fé em Deus e absoluta confiança nEle enquanto a porta da graça ainda nos é franqueada. A natureza do tempo em que vivemos requer de nós tal atitude, a qual é fruto de uma relação íntima com o Cristo vivo, que, do santuário celestial, dirige o destino do mundo e o progresso de Sua igreja.
Desde 1844, quando se cumpriu a grande profecia dos 2.300 dias/anos (Daniel 8:14), nosso Sumo Sacerdote tem estado ativamente empenhado em purificar Seu povo e o Seu santuário dos registros de pecados que contaminam os lugares santos. Quanto tempo Cristo precisará para levar a termo a solene obra que então decidirá eternamente o destino de cada alma? Haverá nosso Senhor já passado para o caso dos vivos?
Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Santo dos Santos do santuário celestial, passaram-se pouco mais de 170 anos. Parece-nos um período de tempo muito longo, se comparado à nossa curta existência neste mundo. Representa, porém, apenas uma pequena fração de tempo em relação ao maior período profético das Escrituras! Precisaria Cristo de mais 170 anos para concluir Sua obra de purificação do santuário no Céu?
O aumento da impiedade no mundo, a degradação do que restou da dignidade humana, a escalada sempre crescente da violência, o complicado jogo de poder entre as nações, os desafios à governabilidade por motivação religiosa, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mudanças climáticas, a revolução cultural, os rumos, enfim, que tem tomado o mundo, tudo isso indica com insofismável clareza que não resta muito tempo. O Espírito Santo não agirá para sempre nos homens. Em breve Cristo concluirá Sua obra de mediação e purificação do santuário celestial para vir buscar o Seu povo, "os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apocalipse 14:12).
A obra divina de julgamento é conclusiva e definitiva em suas consequências. Quando o Senhor Jesus finalmente encerrá-la, proferirá a grave e solene sentença: "Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se" (Apocalipse 22:11). Quão tremendo é esse veredito procedente do trono de Deus, o qual decidirá irrevogavelmente o futuro de cada pessoa!
Senso de urgência e necessidade
Compreendemos, então, o ímpeto do primeiro anjo de Apocalipse 14, que, movido pelo início da obra de julgamento no local do trono de Deus, proclama em grande voz o evangelho eterno a cada nação, tribo, língua e povo! Tal verdade - o evangelho original e inalterável de Cristo - deve despertar nossas faculdades espirituais adormecidas e favorecer uma completa reforma de vida, uma mudança radical nas ideias e teorias, hábitos e práticas.
A pregação de reavivamento tem sido a nota tônica do evangelho eterno. A mensagem de João Batista era: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3:2). A mensagem de Cristo para o povo advertia: "Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:5). A mesma mensagem foi ordenada aos apóstolos. E Deus deseja que a antiga mensagem evangélica seja pregada hoje: tristeza pelo pecado, arrependimento, confissão e abandono dos maus caminhos. Nesse sentido, o evangelho eterno é o evangelho como sempre tem sido. A diferença é que há agora uma razão adicional para obedecermos ao apelo da graça: o início do juízo pré-advento!
Assim como no Dia da Expiação típico o israelita necessitava realizar uma obra em favor de si mesmo, a qual consistia em um profundo exame de coração, a fim de identificar qualquer coisa que pudesse separá-lo de Deus e privá-lo dos benefícios da expiação, devemos nós hoje, em face do juízo no Céu, examinar a própria vida e colocá-la em dia com os reclamos divinos, de modo que não sejamos achados em falta quando nosso caso for apresentado perante o tribunal celeste. Nada deve ser mais importante do que ordenar a vida com Deus.
Por meio da oferta de Si mesmo, Cristo abriu um novo e vivo caminho pelo qual os cristãos tem acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus mediante a fé (Hebreus 10:19-22). Esse pleno acesso ao Céu obtido por Cristo permite a nossa reconciliação com o Senhor, pois Ele nos representa como Sumo Sacerdote perante o Pai, reclamando Seus méritos em favor daqueles que O buscam. Há, porém, certas condições que precisam ser satisfeitas para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial, isto é, para termos íntima comunhão com o Senhor.
Quatro condições essenciais
O apóstolo Paulo, escrevendo sobre o privilégio que os crentes têm do pleno acesso ao trono de Deus por meio de Jesus Cristo, destaca quatro condições que o adorador deve cumprir para se beneficiar desse encontro:
Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. (Hebreus 10:22)
Aproximar-se do Senhor com um coração sincero é a primeira condição para termos íntima comunhão com Deus. Essa sinceridade é essencial no exame de consciência na presença do Senhor. Nesse espaço íntimo do ser com Deus não há lugar para indulgência própria ou escusa para o pecado. A alma examina humildemente a si mesma a fim de revelar-se exatamente como ela é à luz do caráter de Cristo. Contudo, não se desespera frente à sua condição, pois confia no Salvador como sua justiça, santificação e redenção.
A segunda condição é ter plena certeza de fé, ou seja, não duvidar de que teremos acesso a Deus, porque Cristo, como precursor, entrou por nós no santuário celestial, assumindo o mais elevado sacerdócio (Hebreus 6:20)! O pecador que se aproxima de Deus deve demonstrar uma fé inabalável no poder de Cristo para purificar a alma de todo pecado e capacitá-lo a viver uma nova vida (I João 1:9; Romanos 6:4). Uma vez que a "fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17), a dúvida e a incredulidade não deveriam ter lugar no coração do crente que busca a Cristo nas Escrituras como a um tesouro escondido e deseja valer-se de Seus divinos méritos.
Aproximar-se do trono de Deus com o coração purificado da má consciência é a terceira condição, cuja linguagem remete ao santuário levítico. O sangue aspergido sobre o povo, que simbolizava o sangue da aliança (Êxodo 24:8), purificava-os ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hebreus 9:9, 13). Em contraste, a purificação do verdadeiro santuário é também uma purificação da consciência, efetuada pela virtude do sangue do Cristo (Hebreus 9:14). Purificar a consciência das obras mortas significa substituir o velho coração e seus desejos carnais que orientam a vida por um novo coração, regido pela mente e caráter de Cristo (Romanos 6:6; Efésios 4:22; Colossenses 3:9-10).
A quarta e última condição para uma comunhão íntima com Deus no santuário celestial é apresentar-se diante dEle com o corpo lavado com água pura, uma evidência externa de que houve uma transformação interna realizada pelos méritos de nosso grande Sumo Sacerdote. O batismo por imersão é uma parte dessa experiência, mas a purificação que se menciona aqui vai muito além da profissão de fé. Diz respeito também à santificação "por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito" (Efésios 5:26-27).
Quando o caso de cada professo filho de Deus houver passado pelo escrutínio divino diante do tribunal celeste, quando o Senhor pronunciar a sentença final que decidirá o futuro eterno de cada alma, não haverá mais oportunidade de salvação. Tudo então estará para sempre decidido. Na ocasião de Sua gloriosa vinda, Cristo não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Sua Palavra. Como tem sido desde o início do plano da salvação, o evangelho é um chamado para o perdão e a santificação, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
Pondo a vida em harmonia com o tempo
Nós precisamos pensar: Em que medida eu tenho me beneficiado do ministério sumo sacerdotal de Cristo no local do trono de Deus? Estou cooperando decididamente com o Espírito Santo para desenvolver minha salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12)? Na medida em que me beneficio dos méritos de meu grande Sumo Sacerdote, estou demonstrando verdadeiro apreço pelas almas que estão a perecer? Há em meu coração o mesmo senso de urgência do primeiro anjo (Apocalipse 14:6) face à realidade do juízo investigativo no Céu? Que declaração se fará quando o meu nome for lido perante o tribunal de Deus: "Purificado de todos os pecados diante do Senhor" ou "Pesado foste na balança e achado em falta"?
Hoje, o Senhor ainda é nosso Mediador e Juiz no tribunal celeste. Ainda podemos apresentar o nosso caso diante de Deus e reclamar a perfeita justiça de Cristo em nosso favor. Ainda é possível viver em conformidade com os Seus mandamentos por meio das provisões de Sua preciosa graça. Nosso nome ainda pode ser aprovado no juízo que confirmará quem serão os coerdeiros e coparticipantes da promessa em Cristo (Efésios 3:6). Então precisamos dar prioridade àquilo que é mais essencial: a nossa salvação e a salvação das almas que necessitam conhecer a mensagem para este tempo.
Esse é precisamente o espírito que move o anjo portador do evangelho eterno, em Apocalipse 14. Devemos demorar-nos um pouco mais sobre o teor de sua mensagem à luz do juízo pré-advento, pois nossa condição presente e futura depende de nossa resposta ao seu solene apelo.
Reavivando o evangelho eterno
O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).
Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!
Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.
- Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).
Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)
- A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)
Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:
Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)
Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).
Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:
A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)
O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).
Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.
Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!
O apelo de Deus à geração do fim
Aceitar o evangelho requer um decidido esforço de nossa parte para vencer o pecado. Exige abnegação pessoal, humilhação, sacrifício de si mesmo, morte para o eu, e renascimento para uma nova vida em Cristo.
Esse diligente esforço para silenciar o velho homem (Romanos 7:22-25; I Coríntios 9:27) e viver em harmonia com a vontade de Deus (I Tessalonicenses 4:3, 7) deve atuar em conjunto com o poder divino para salvar (Romanos 1:16; Filipenses 2:12-13), de modo que, uma vez renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos sensata, justa e piedosamente na perspectiva da volta de nosso Senhor Jesus (Tito 2:11-13).
Nada deve ser mais importante do que a realização dessa suprema obra em nossa vida. O Senhor não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Seu Espírito. Não virá buscar aqueles cuja vida foi pesada na balança e achada em falta, mas apenas os que foram completamente cobertos pela justiça de Cristo e declarados puros diante da corte celeste (Apocalipse 3:5).
E a minuciosa, exaustiva e perseverante obra em favor de nós mesmos é ainda mais imprescindível face ao solene apelo do primeiro anjo para temer, glorificar e adorar o Criador no contexto do tempo do fim (Apocalipse 14:7).
A comissão final de Cristo à Sua igreja
A abertura do evangelho eterno dentro de sua estrutura assinalada do tempo do fim não poderia ser mais impressionante e significativa:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)
A dimensão mundial da obra do primeiro anjo, que se segue imediatamente à obra profética do "anjo forte" de Apocalipse 10, é enfatizada pelo fato de o mensageiro celestial voar no zênite do céu e pregar, em grande voz, a todos os habitantes da Terra, a cada nação, tribo, língua e povo. Esse anjo e os dois seguintes que se juntam a ele (Apocalipse 14:8 e 9) representam a igreja remanescente de Deus, a qual recebe do próprio Salvador a comissão de pregar o evangelho em seu marco do tempo do fim (Apocalipse 10:1-11).
A igreja, contudo, não pode cumprir tão elevado encargo sem que primeiro, à semelhança da experiência visionária de João, tome o livro aberto da mão do "anjo forte" e faça de seu conteúdo sua própria experiência e missão.
Apoderar-se da verdade presente significa permitir também que essa verdade se apodere de cada fibra de nosso ser e exerça na alma sua influência santificadora. O senso de urgência que deve impelir e orientar o povo de Deus na obra de anunciar o evangelho ao mundo, bem como o extraordinário poder que deve acompanhá-la resultam dessa experiência pessoal com a mensagem de Deus para os últimos dias.
Assim, o derradeiro convite da graça deve primeiramente ser recebido por aqueles aos quais foi confiada a mensagem da salvação para o tempo do fim, pois, do contrário, como "invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?" (Romanos 10:14).
Essa experiência com a mensagem resultará em "um remanescente segundo a eleição da graça" (Romanos 11:5), uma igreja santificada pelo poder do evangelho, de maneira que possa partilhar com outros os benefícios que ela mesma recebeu.
O apelo de Deus na perspectiva do juízo
Há três imperativos de Deus em Seu derradeiro convite à humanidade que merecem nossa especial consideração: "temei", "glorificai" e "adorai" o Criador! Esses três imperativos, que por si só devem despertar-nos de nosso torpor espiritual, têm sua importância aumentada em virtude da obra judicial de Cristo em Seu santuário, cuja solene sentença a ser proferida (Apocalipse 22:11) estabelecerá a distinção definitiva entre "o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Malaquias 3:18).
A tríplice exortação de nosso Senhor na primeira mensagem angélica é, com efeito, apresentada em seu evidente vínculo com a obra divina de julgamento, a qual decidirá o futuro eterno de cada pessoa em termos de justificação ou condenação.
O clamor do primeiro anjo, "é chegada a hora do seu juízo", é paralelo à grandiosa cena do julgamento celestial testemunhada por Daniel em visão, quando "assentou-se o tribunal, e se abriram os livros" (Daniel 7:10). Ambas as visões antecedem a vinda do Filho do Homem e culminam com a inauguração de Seu reino eterno (Daniel 7:9-10, 13-14; Apocalipse 14:14-20).
Essa proclamação do primeiro anjo anuncia, portanto, que a última fase do plano divino de redenção já começou, que o tribunal celeste está em sessão desde o fim do período profético de Daniel 8:14, e que em breve o reino de Cristo se tornará uma realidade histórica irrevogável para os Seus súditos!
A recepção a essa mensagem, seja positiva ou negativa, determinará a maturação da Terra para a ceifa final (Apocalipse 14:14-20). O veredito não será pronunciado do trono de Deus sem que a última geração seja advertida durante o tempo de sua oportunidade.
A proclamação final do evangelho eterno está, pois, intimamente ligada à fase preliminar do juízo de Deus no santuário celestial, a qual será seguida pelo juízo executivo na vinda do Filho do Homem, quando então o Senhor retribuirá a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).
O fato de vivermos no tempo do juízo transmite-nos esperança, pois representa o tempo da vindicação final dos santos juntamente com Cristo e a condenação de todos os poderes opressores que se opõem a eles (Daniel 7:21-22, 25-27; Apocalipse 11:15-19; 14:1)!
Nossa fonte de esperança
Uma vez percebida a clara relação entre o clamor do primeiro anjo, que anuncia "a hora" do juízo de Deus, e a abertura da sessão do tribunal divino na sede de operações no Céu, em Daniel 7, compreende-se com mais propriedade o sentido de urgência que acompanha a obra dos três anjos de Apocalipse 14. Aqui está o fundamento do mandato divino para a igreja do tempo do fim. A partir desse ponto de vista, o solene chamado de Deus na primeira mensagem angélica para temer, glorificar e adorar o Criador adquire um significado incomparavelmente superior.
Com efeito, devemos abrir o coração a esse tríplice chamado de Deus na voz do primeiro anjo, mantendo os olhos fixos em nosso Sumo Sacerdote e em Sua obra no santuário celestial como mediador e juiz de Seu povo!
Nada é mais fundamental para a igreja do que um conhecimento prático do juízo divino apoiado na convicção íntima da justificação e vindicação da parte de Deus, as quais serão ratificadas na obra final de julgamento! É preciso, portanto, ordenar a vida segundo o evangelho eterno, pois se o evangelho não for adequadamente recebido, não haverá nenhuma garantia de justificação para o homem.
Nós desejamos compreender mais profundamente a natureza desses três imperativos de Deus para a geração do fim à luz do juízo pré-advento. Essa compreensão está longe de ser abstrata. Como mencionado acima, precisamos alcançar uma experiência de fé com Cristo e Sua mensagem para o tempo do fim, de modo que, mediante Sua justiça, nossos nomes permaneçam escritos no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 3:5)! A aprovação de Deus no juízo é a certeza de nossa vitória sobre o pecado e sobre as potestades deste mundo tenebroso. Ser aprovado por Deus é a única coisa que realmente importa.
É bem possível que eu esteja escrevendo para alguém que enfrenta lutas renhidas contra o pecado. Todos nós as temos. Muitas deixam marcas difíceis de apagar, outras simplesmente permanecem...
Todavia, assim como no passado o israelita olhava para o tabernáculo em busca de orientação, conforto e esperança, nós também devemos hoje buscar a Cristo em Seu santuário, "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2)!
É nessa certeza que vamos buscar compreender e responder positivamente ao último apelo de Deus ao mundo na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14!
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14 de set. de 2018
Samuel Ramos pergunta: “Queremos mesmo que Jesus Cristo volte?”
Pastor Samuel Ramos prega sobre a volta de Jesus Cristo ao final dos seis mil anos da Terra e sugere menos discussão sobre a natureza do Espírito Santo e mais oração pelo seu derramamento em nossa vida, a fim de que possamos estar preparados para contrariar a gravidade e ir ao encontro do Senhor nos ares, ascendendo com Ele para os Céus, morada de Seu Pai, nosso único Deus.
Milagre – Menino sobrevive a espeto de 15 cm atravessado em seu crânio
A família de um menino de dez anos de idade de Missouri, EUA, está agradecendo a Deus por poupar sua vida depois que ele teve o seu rosto atravessado por um espeto de 15 cm.
“Só Deus poderia ter ordenado que as coisas aconteçam de uma forma que o salvaria assim”, disse Shannon Miller, pai de Xavier Cunningham, de 10 anos, em entrevista à Fox4KC . “Realmente foi um milagre.”
Miller explicou em uma campanha do GoFundMe que pretende arrecadar US $ 200 mil para ajudar com as despesas médicas de seu filho que Xavier estava jogando com alguns amigos em um campo atrás da casa da família no sábado, quando o acidente que poderia ter levado sua vida aconteceu.
“Eles encontraram um espeto de carne para churrasco deitado na grama e pegou-lhe para que ninguém pisasse nele. À medida que a tarde chegava, eles encravaram o espeto no chão… depois começaram a subir na casa da árvore do vizinho, pela primeira vez para brincar. Sem o conhecimento de todos, havia uma grande colmeia de abelhas na casa da árvore“, disse ele.
“Meu filho e seus amigos foram atacados pelo enxame e ele caiu no espeto. Depois de muitas horas de oração e planejamento, a equipe do KU Med Center salvou sua vida e tirou o espeto do rosto”, explicou Miller.
Dr. Koji Ebersole, que analisou o caminho do espeto no rosto de Xavier no Hospital da Universidade do Kansas, explicou em um vídeo postado no canal do YouTube da Universidade do Sistema de Saúde de Kansas que ficou “espantado” que o menino tivesse sobrevivido à lesão.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, quanto mais acordado e conversando”, disse Ebersole, diretor de neurocirurgia endovascular do hospital. “Isto está passando 15 centímetros pela face, só debaixo do crânio, todo o caminho para a parte de trás do pescoço.”
Ele observou que o espeto quase pegou os dois vasos sanguíneos críticos para o cérebro de Xavier. ‘Se o espeto estivesse um milímetro mais próximo de qualquer um deles’, ele disse, “a lesão do menino de 10 anos provavelmente teria sido ‘insustentável se atravessasse’ a carótida”.
“Mas foi bem próximo a ela e ao lado da artéria vertebral. Essa trajetória é essencialmente uma em um milhão. Eu simplesmente não consigo acreditar“, disse Ebersole.
Felizmente, uma equipe médica de cerca de 100 pessoas conseguiu remover o espeto sem mais ferimentos.
“A coisa mais impressionante sobre a história é como essa coisa poderia passar tão profundamente por essa parte do corpo e não atingir algo crítico“, disse Ebersole. “Eu não sei como o garoto poderia ter tanta sorte.”
Miller disse que seu filho estava mais preocupado com as abelhas do que com a lesão depois do acidente, e a família se voltou para Deus enquanto a equipe médica trabalhava por horas para remover o espeto com segurança.
“Eu disse: ‘Senhor, eu não me importo. Eu sei que você tem um plano'”, disse Miller.
Quando a cirurgia acabou, ele disse: “Tudo o que consigo lembrar é de rir, chorar e aplaudir. Apenas o apoio de meus amigos e familiares era poderoso”.
Ele disse à NBC News que seu filho deve ter alta do hospital nesta semana e que “está ansioso por ir à igreja, ao futebol e à escola”.
Pastor evangélico é preso pelo desaparecimento de uma jovem
Juliana Campoverde, 19 anos, desapareceu no dia 7 de julho de 2012, quando estava a caminho do trabalho, o pastor evangélico é o suspeito principal.
A Polícia do Equador informou na quarta-feira que prendeu um pastor evangélico, identificado como Jonathan C., por sua suposta responsabilidade no desaparecimento da jovem Juliana Campoverde, ocorrida em 2012.
A captura foi realizada por agentes da Direção Nacional de Crimes Contra a Vida e a Morte Violenta (Dinased), em coordenação com a Procuradoria Geral do Equador.
Segundo a Procuradoria do Equador, Campoverde, de 19 anos, desapareceu em 7 de julho de 2012. A jovem “deixou sua casa no setor de Biloxi, ao sul de Quito [capital equatoriana], junto com sua mãe Noemí Rodríguez “, mas se despediu dela e foi para uma loja naturista da qual ela era a proprietária, para a qual ela” nunca chegou “.
As autoridades implicaram o pastor no caso devido a várias mensagens que a jovem supostamente enviou para sua família em sua conta no Facebook depois de seu desaparecimento. Mas após as investigações, foi detectado que o código IP do qual eles foram enviados corresponderia ao computador do pastor, informou El Telégrafo. Em declarações ao mesmo jornal, o pai da moça, Absalón Campoverde, disse que o pastor preso tinha um comportamento muito possessivo com Juliana, a quem ele inclusive persuadiu para que estudasse ao exterior.
‘Eu amo a Deus, e você também deveria!’, diz ator Chris Pratt
O ator Chris Pratt tem aproveitado as muitas oportunidades não apenas para agradecer a Deus, mas também para encorajar seus fãs a pensar mais profundamente sobre seus próprios relacionamentos com o Todo Poderoso. Abraçando uma abordagem única para discutir sua fé cristã em público, Pratt encontrou uma maneira de invocar Deus em locais difíceis e improváveis ??sem alienar os críticos da fé.
O irmão mais velho de Pratt, Cully Pratt – um artista, policial e veterinário do Exército – recentemente elogiou seu famoso irmão em um episódio da “The Billy Hallowell Podcast”, observando que Chris “está por trás de tudo o que acredita e valoriza” e que o ator quer melhorar o mundo em que ele vive.
“Ele é realmente uma pessoa boa e ele realmente se preocupa com as pessoas e ele realmente quer ajudar e causar impacto na comunidade e no mundo em que vivemos”, disse Cully Pratt. “Ele é o tipo de pessoa que, quando fala, é muito bem pensado, mas não ofende as pessoas. E eu respeito isso sobre ele.”
Pelo menos dois dos discursos de Chris Pratt se tornaram virais este ano. Durante o verão, ele impressionou a multidão no MTV Movie & TV Awards de 2018, falando sobre Deus, fé e oração durante um poderoso discurso de aceitação.
“Ninguém é perfeito. As pessoas vão te dizer que você é perfeita do jeito que você é, você não é! Você é imperfeito. Você sempre será, mas há uma força poderosa que projetou você desse jeito, e se você estiver disposto a aceitar isso, você terá graça ”, disse Pratt . “E a graça é um presente. Como a liberdade que desfrutamos neste país, essa graça foi paga com o sangue de outra pessoa. Não Se Esqueça. Não tome isso por garantido.”
Então ele levou outra posição corajosa para Deus em agosto durante a Teen Choice Awards, agradecendo a Deus e incentivando os jovens a se voltarem para o Todo-Poderoso.
“Eu quero agradecer a Deus. Eu sempre faço isso quando estou em uma plataforma na frente de um monte de jovens rostos”, disse Pratt. “Eu amo a Deus, isso mesmo, eu o amo! E você também deveria!”
Em meio ao caos da cultura atual, poucas pessoas têm uma plataforma tão grande quanto Chris Pratt, de modo que ver suas mensagens serem uma inspiração para muitos
13 de set. de 2018
O desafio do evangelho no tempo do fim
Nós estamos vivendo em uma época extraordinária da história da redenção! Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, assumindo a função de um poderoso mensageiro celeste, cuja obra abarca a Terra e o mar, anuncia em Apocalipse 10, por meio de um juramento solene, que não haverá mais um período definido de tempo que nos separe da consumação do mistério de Deus!
As grandes cadeias proféticas da Bíblia já se cumpriram. Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo do santuário celestial, em 1844, "já não haverá demora" (Apocalipse 10:6).
Há somente duas coisas que de fato nos separam do grande Dia do Senhor: nossa preparação individual para recebê-Lo e a proclamação final do evangelho, em cumprimento ao último dos sinais a que Cristo se referiu em Seu sermão profético: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." (Mateus 24:14). A pregação final do evangelho é a consumação do "mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas" (Apocalipse 10:7).
Esperança em meio à crise
Não há dúvida de que a comissão de nosso Senhor será cumprida. As profecias são também promessas que garantem que a igreja de Deus será capacitada com extraordinário poder divino para cumprir o papel de "reparador de brechas e restaurador de veredas" (Isaías 58:12). Esse é um assunto dos mais vitais, a respeito do qual voltaremos a tratar oportunamente. Por agora, queremos enfatizar o necessário preparo individual em face de nossas responsabilidades diante de Deus, num momento crucial da história da salvação, quando Cristo está exercendo em Seu santuário a dupla função de Sacerdote e Juiz.
Ora, já é fato bem estabelecido o que a derradeira obra de Cristo no local do trono de Deus deve significar para o crente. Nosso Sumo Sacerdote não está ocupado com formalidades. No santuário do Céu, a obra de Cristo é viva, dinâmica, transcendental e relacionada com assuntos eternos. Ali, Ele dirige os rumos da batalha e o destino de Sua igreja em direção a um glorioso desfecho! Não há da parte de Cristo nenhuma indiferença nem tampouco uma atitude passiva frente à dramática luta de Seus filhos contra os poderes das trevas. Ele está ativamente empenhado no conflito, e nos provê amplos recursos a fim de vencermos como Ele venceu!
Não é de admirar que as promessas do Apocalipse sejam destinadas apenas aos vencedores. A vitória de Cristo mediante Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Seu ministério sacerdotal no templo de Deus é a garantia da nossa vitória! Sua intercessão junto ao trono do Pai no poder de Sua oferta sacrifical pode salvar totalmente o pecador penitente que aceita, pela fé, a Sua justiça imaculada. Por intermédio do juízo investigativo, nosso amado Salvador declara finalmente dignos da vida eterna os que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14)!
Assim, em virtude da realidade da obra de Cristo no santuário celestial, o crente tem essa esperança, a qual é como "âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu" (Hebreus 6:19-20)! Não estamos sozinhos na luta renhida que temos de travar! Conquanto haja muitos desafios e obstáculos que pareçam intransponíveis, "Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hebreus 9:24). Não é esse um assunto que deve cativar cada fibra de nosso ser e motivar-nos a triunfar como Cristo triunfou?
Advertência em face do tempo
Mas essa é também uma mensagem de advertência. A atitude solene e o senso de urgência do anjo portador do evangelho eterno (Apocalipse 14:6), motivado pelo início do juízo no Céu, indicam a suprema necessidade de desenvolvermos em nosso caráter os elementos de força, valor, fé em Deus e absoluta confiança nEle enquanto a porta da graça ainda nos é franqueada. A natureza do tempo em que vivemos requer de nós tal atitude, a qual é fruto de uma relação íntima com o Cristo vivo, que, do santuário celestial, dirige o destino do mundo e o progresso de Sua igreja.
Desde 1844, quando se cumpriu a grande profecia dos 2.300 dias/anos (Daniel 8:14), nosso Sumo Sacerdote tem estado ativamente empenhado em purificar Seu povo e o Seu santuário dos registros de pecados que contaminam os lugares santos. Quanto tempo Cristo precisará para levar a termo a solene obra que então decidirá eternamente o destino de cada alma? Haverá nosso Senhor já passado para o caso dos vivos?
Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Santo dos Santos do santuário celestial, passaram-se pouco mais de 170 anos. Parece-nos um período de tempo muito longo, se comparado à nossa curta existência neste mundo. Representa, porém, apenas uma pequena fração de tempo em relação ao maior período profético das Escrituras! Precisaria Cristo de mais 170 anos para concluir Sua obra de purificação do santuário no Céu?
O aumento da impiedade no mundo, a degradação do que restou da dignidade humana, a escalada sempre crescente da violência, o complicado jogo de poder entre as nações, os desafios à governabilidade por motivação religiosa, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mudanças climáticas, a revolução cultural, os rumos, enfim, que tem tomado o mundo, tudo isso indica com insofismável clareza que não resta muito tempo. O Espírito Santo não agirá para sempre nos homens. Em breve Cristo concluirá Sua obra de mediação e purificação do santuário celestial para vir buscar o Seu povo, "os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apocalipse 14:12).
A obra divina de julgamento é conclusiva e definitiva em suas consequências. Quando o Senhor Jesus finalmente encerrá-la, proferirá a grave e solene sentença: "Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se" (Apocalipse 22:11). Quão tremendo é esse veredito procedente do trono de Deus, o qual decidirá irrevogavelmente o futuro de cada pessoa!
Senso de urgência e necessidade
Compreendemos, então, o ímpeto do primeiro anjo de Apocalipse 14, que, movido pelo início da obra de julgamento no local do trono de Deus, proclama em grande voz o evangelho eterno a cada nação, tribo, língua e povo! Tal verdade - o evangelho original e inalterável de Cristo - deve despertar nossas faculdades espirituais adormecidas e favorecer uma completa reforma de vida, uma mudança radical nas ideias e teorias, hábitos e práticas.
A pregação de reavivamento tem sido a nota tônica do evangelho eterno. A mensagem de João Batista era: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3:2). A mensagem de Cristo para o povo advertia: "Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:5). A mesma mensagem foi ordenada aos apóstolos. E Deus deseja que a antiga mensagem evangélica seja pregada hoje: tristeza pelo pecado, arrependimento, confissão e abandono dos maus caminhos. Nesse sentido, o evangelho eterno é o evangelho como sempre tem sido. A diferença é que há agora uma razão adicional para obedecermos ao apelo da graça: o início do juízo pré-advento!
Assim como no Dia da Expiação típico o israelita necessitava realizar uma obra em favor de si mesmo, a qual consistia em um profundo exame de coração, a fim de identificar qualquer coisa que pudesse separá-lo de Deus e privá-lo dos benefícios da expiação, devemos nós hoje, em face do juízo no Céu, examinar a própria vida e colocá-la em dia com os reclamos divinos, de modo que não sejamos achados em falta quando nosso caso for apresentado perante o tribunal celeste. Nada deve ser mais importante do que ordenar a vida com Deus.
Por meio da oferta de Si mesmo, Cristo abriu um novo e vivo caminho pelo qual os cristãos tem acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus mediante a fé (Hebreus 10:19-22). Esse pleno acesso ao Céu obtido por Cristo permite a nossa reconciliação com o Senhor, pois Ele nos representa como Sumo Sacerdote perante o Pai, reclamando Seus méritos em favor daqueles que O buscam. Há, porém, certas condições que precisam ser satisfeitas para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial, isto é, para termos íntima comunhão com o Senhor.
Quatro condições essenciais
O apóstolo Paulo, escrevendo sobre o privilégio que os crentes têm do pleno acesso ao trono de Deus por meio de Jesus Cristo, destaca quatro condições que o adorador deve cumprir para se beneficiar desse encontro:
Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. (Hebreus 10:22)
Aproximar-se do Senhor com um coração sincero é a primeira condição para termos íntima comunhão com Deus. Essa sinceridade é essencial no exame de consciência na presença do Senhor. Nesse espaço íntimo do ser com Deus não há lugar para indulgência própria ou escusa para o pecado. A alma examina humildemente a si mesma a fim de revelar-se exatamente como ela é à luz do caráter de Cristo. Contudo, não se desespera frente à sua condição, pois confia no Salvador como sua justiça, santificação e redenção.
A segunda condição é ter plena certeza de fé, ou seja, não duvidar de que teremos acesso a Deus, porque Cristo, como precursor, entrou por nós no santuário celestial, assumindo o mais elevado sacerdócio (Hebreus 6:20)! O pecador que se aproxima de Deus deve demonstrar uma fé inabalável no poder de Cristo para purificar a alma de todo pecado e capacitá-lo a viver uma nova vida (I João 1:9; Romanos 6:4). Uma vez que a "fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17), a dúvida e a incredulidade não deveriam ter lugar no coração do crente que busca a Cristo nas Escrituras como a um tesouro escondido e deseja valer-se de Seus divinos méritos.
Aproximar-se do trono de Deus com o coração purificado da má consciência é a terceira condição, cuja linguagem remete ao santuário levítico. O sangue aspergido sobre o povo, que simbolizava o sangue da aliança (Êxodo 24:8), purificava-os ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hebreus 9:9, 13). Em contraste, a purificação do verdadeiro santuário é também uma purificação da consciência, efetuada pela virtude do sangue do Cristo (Hebreus 9:14). Purificar a consciência das obras mortas significa substituir o velho coração e seus desejos carnais que orientam a vida por um novo coração, regido pela mente e caráter de Cristo (Romanos 6:6; Efésios 4:22; Colossenses 3:9-10).
A quarta e última condição para uma comunhão íntima com Deus no santuário celestial é apresentar-se diante dEle com o corpo lavado com água pura, uma evidência externa de que houve uma transformação interna realizada pelos méritos de nosso grande Sumo Sacerdote. O batismo por imersão é uma parte dessa experiência, mas a purificação que se menciona aqui vai muito além da profissão de fé. Diz respeito também à santificação "por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito" (Efésios 5:26-27).
Quando o caso de cada professo filho de Deus houver passado pelo escrutínio divino diante do tribunal celeste, quando o Senhor pronunciar a sentença final que decidirá o futuro eterno de cada alma, não haverá mais oportunidade de salvação. Tudo então estará para sempre decidido. Na ocasião de Sua gloriosa vinda, Cristo não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Sua Palavra. Como tem sido desde o início do plano da salvação, o evangelho é um chamado para o perdão e a santificação, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
Pondo a vida em harmonia com o tempo
Nós precisamos pensar: Em que medida eu tenho me beneficiado do ministério sumo sacerdotal de Cristo no local do trono de Deus? Estou cooperando decididamente com o Espírito Santo para desenvolver minha salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12)? Na medida em que me beneficio dos méritos de meu grande Sumo Sacerdote, estou demonstrando verdadeiro apreço pelas almas que estão a perecer? Há em meu coração o mesmo senso de urgência do primeiro anjo (Apocalipse 14:6) face à realidade do juízo investigativo no Céu? Que declaração se fará quando o meu nome for lido perante o tribunal de Deus: "Purificado de todos os pecados diante do Senhor" ou "Pesado foste na balança e achado em falta"?
Hoje, o Senhor ainda é nosso Mediador e Juiz no tribunal celeste. Ainda podemos apresentar o nosso caso diante de Deus e reclamar a perfeita justiça de Cristo em nosso favor. Ainda é possível viver em conformidade com os Seus mandamentos por meio das provisões de Sua preciosa graça. Nosso nome ainda pode ser aprovado no juízo que confirmará quem serão os coerdeiros e coparticipantes da promessa em Cristo (Efésios 3:6). Então precisamos dar prioridade àquilo que é mais essencial: a nossa salvação e a salvação das almas que necessitam conhecer a mensagem para este tempo.
Esse é precisamente o espírito que move o anjo portador do evangelho eterno, em Apocalipse 14. Devemos demorar-nos um pouco mais sobre o teor de sua mensagem à luz do juízo pré-advento, pois nossa condição presente e futura depende de nossa resposta ao seu solene apelo.
Reavivando o evangelho eterno
O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).
Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!
Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.
- Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).
Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)
- A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)
Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:
Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)
Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).
Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:
A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)
O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).
Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.
Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!
O apelo de Deus à geração do fim
Aceitar o evangelho requer um decidido esforço de nossa parte para vencer o pecado. Exige abnegação pessoal, humilhação, sacrifício de si mesmo, morte para o eu, e renascimento para uma nova vida em Cristo.
Esse diligente esforço para silenciar o velho homem (Romanos 7:22-25; I Coríntios 9:27) e viver em harmonia com a vontade de Deus (I Tessalonicenses 4:3, 7) deve atuar em conjunto com o poder divino para salvar (Romanos 1:16; Filipenses 2:12-13), de modo que, uma vez renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos sensata, justa e piedosamente na perspectiva da volta de nosso Senhor Jesus (Tito 2:11-13).
Nada deve ser mais importante do que a realização dessa suprema obra em nossa vida. O Senhor não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Seu Espírito. Não virá buscar aqueles cuja vida foi pesada na balança e achada em falta, mas apenas os que foram completamente cobertos pela justiça de Cristo e declarados puros diante da corte celeste (Apocalipse 3:5).
E a minuciosa, exaustiva e perseverante obra em favor de nós mesmos é ainda mais imprescindível face ao solene apelo do primeiro anjo para temer, glorificar e adorar o Criador no contexto do tempo do fim (Apocalipse 14:7).
A comissão final de Cristo à Sua igreja
A abertura do evangelho eterno dentro de sua estrutura assinalada do tempo do fim não poderia ser mais impressionante e significativa:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)
A dimensão mundial da obra do primeiro anjo, que se segue imediatamente à obra profética do "anjo forte" de Apocalipse 10, é enfatizada pelo fato de o mensageiro celestial voar no zênite do céu e pregar, em grande voz, a todos os habitantes da Terra, a cada nação, tribo, língua e povo. Esse anjo e os dois seguintes que se juntam a ele (Apocalipse 14:8 e 9) representam a igreja remanescente de Deus, a qual recebe do próprio Salvador a comissão de pregar o evangelho em seu marco do tempo do fim (Apocalipse 10:1-11).
A igreja, contudo, não pode cumprir tão elevado encargo sem que primeiro, à semelhança da experiência visionária de João, tome o livro aberto da mão do "anjo forte" e faça de seu conteúdo sua própria experiência e missão.
Apoderar-se da verdade presente significa permitir também que essa verdade se apodere de cada fibra de nosso ser e exerça na alma sua influência santificadora. O senso de urgência que deve impelir e orientar o povo de Deus na obra de anunciar o evangelho ao mundo, bem como o extraordinário poder que deve acompanhá-la resultam dessa experiência pessoal com a mensagem de Deus para os últimos dias.
Assim, o derradeiro convite da graça deve primeiramente ser recebido por aqueles aos quais foi confiada a mensagem da salvação para o tempo do fim, pois, do contrário, como "invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?" (Romanos 10:14).
Essa experiência com a mensagem resultará em "um remanescente segundo a eleição da graça" (Romanos 11:5), uma igreja santificada pelo poder do evangelho, de maneira que possa partilhar com outros os benefícios que ela mesma recebeu.
O apelo de Deus na perspectiva do juízo
Há três imperativos de Deus em Seu derradeiro convite à humanidade que merecem nossa especial consideração: "temei", "glorificai" e "adorai" o Criador! Esses três imperativos, que por si só devem despertar-nos de nosso torpor espiritual, têm sua importância aumentada em virtude da obra judicial de Cristo em Seu santuário, cuja solene sentença a ser proferida (Apocalipse 22:11) estabelecerá a distinção definitiva entre "o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Malaquias 3:18).
A tríplice exortação de nosso Senhor na primeira mensagem angélica é, com efeito, apresentada em seu evidente vínculo com a obra divina de julgamento, a qual decidirá o futuro eterno de cada pessoa em termos de justificação ou condenação.
O clamor do primeiro anjo, "é chegada a hora do seu juízo", é paralelo à grandiosa cena do julgamento celestial testemunhada por Daniel em visão, quando "assentou-se o tribunal, e se abriram os livros" (Daniel 7:10). Ambas as visões antecedem a vinda do Filho do Homem e culminam com a inauguração de Seu reino eterno (Daniel 7:9-10, 13-14; Apocalipse 14:14-20).
Essa proclamação do primeiro anjo anuncia, portanto, que a última fase do plano divino de redenção já começou, que o tribunal celeste está em sessão desde o fim do período profético de Daniel 8:14, e que em breve o reino de Cristo se tornará uma realidade histórica irrevogável para os Seus súditos!
A recepção a essa mensagem, seja positiva ou negativa, determinará a maturação da Terra para a ceifa final (Apocalipse 14:14-20). O veredito não será pronunciado do trono de Deus sem que a última geração seja advertida durante o tempo de sua oportunidade.
A proclamação final do evangelho eterno está, pois, intimamente ligada à fase preliminar do juízo de Deus no santuário celestial, a qual será seguida pelo juízo executivo na vinda do Filho do Homem, quando então o Senhor retribuirá a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).
O fato de vivermos no tempo do juízo transmite-nos esperança, pois representa o tempo da vindicação final dos santos juntamente com Cristo e a condenação de todos os poderes opressores que se opõem a eles (Daniel 7:21-22, 25-27; Apocalipse 11:15-19; 14:1)!
Nossa fonte de esperança
Uma vez percebida a clara relação entre o clamor do primeiro anjo, que anuncia "a hora" do juízo de Deus, e a abertura da sessão do tribunal divino na sede de operações no Céu, em Daniel 7, compreende-se com mais propriedade o sentido de urgência que acompanha a obra dos três anjos de Apocalipse 14. Aqui está o fundamento do mandato divino para a igreja do tempo do fim. A partir desse ponto de vista, o solene chamado de Deus na primeira mensagem angélica para temer, glorificar e adorar o Criador adquire um significado incomparavelmente superior.
Com efeito, devemos abrir o coração a esse tríplice chamado de Deus na voz do primeiro anjo, mantendo os olhos fixos em nosso Sumo Sacerdote e em Sua obra no santuário celestial como mediador e juiz de Seu povo!
Nada é mais fundamental para a igreja do que um conhecimento prático do juízo divino apoiado na convicção íntima da justificação e vindicação da parte de Deus, as quais serão ratificadas na obra final de julgamento! É preciso, portanto, ordenar a vida segundo o evangelho eterno, pois se o evangelho não for adequadamente recebido, não haverá nenhuma garantia de justificação para o homem.
Nós desejamos compreender mais profundamente a natureza desses três imperativos de Deus para a geração do fim à luz do juízo pré-advento. Essa compreensão está longe de ser abstrata. Como mencionado acima, precisamos alcançar uma experiência de fé com Cristo e Sua mensagem para o tempo do fim, de modo que, mediante Sua justiça, nossos nomes permaneçam escritos no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 3:5)! A aprovação de Deus no juízo é a certeza de nossa vitória sobre o pecado e sobre as potestades deste mundo tenebroso. Ser aprovado por Deus é a única coisa que realmente importa.
É bem possível que eu esteja escrevendo para alguém que enfrenta lutas renhidas contra o pecado. Todos nós as temos. Muitas deixam marcas difíceis de apagar, outras simplesmente permanecem...
Todavia, assim como no passado o israelita olhava para o tabernáculo em busca de orientação, conforto e esperança, nós também devemos hoje buscar a Cristo em Seu santuário, "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2)!
É nessa certeza que vamos buscar compreender e responder positivamente ao último apelo de Deus ao mundo na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14!
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14 de set. de 2018
Samuel Ramos pergunta: “Queremos mesmo que Jesus Cristo volte?”
Pastor Samuel Ramos prega sobre a volta de Jesus Cristo ao final dos seis mil anos da Terra e sugere menos discussão sobre a natureza do Espírito Santo e mais oração pelo seu derramamento em nossa vida, a fim de que possamos estar preparados para contrariar a gravidade e ir ao encontro do Senhor nos ares, ascendendo com Ele para os Céus, morada de Seu Pai, nosso único Deus.
Milagre – Menino sobrevive a espeto de 15 cm atravessado em seu crânio
A família de um menino de dez anos de idade de Missouri, EUA, está agradecendo a Deus por poupar sua vida depois que ele teve o seu rosto atravessado por um espeto de 15 cm.
“Só Deus poderia ter ordenado que as coisas aconteçam de uma forma que o salvaria assim”, disse Shannon Miller, pai de Xavier Cunningham, de 10 anos, em entrevista à Fox4KC . “Realmente foi um milagre.”
Miller explicou em uma campanha do GoFundMe que pretende arrecadar US $ 200 mil para ajudar com as despesas médicas de seu filho que Xavier estava jogando com alguns amigos em um campo atrás da casa da família no sábado, quando o acidente que poderia ter levado sua vida aconteceu.
“Eles encontraram um espeto de carne para churrasco deitado na grama e pegou-lhe para que ninguém pisasse nele. À medida que a tarde chegava, eles encravaram o espeto no chão… depois começaram a subir na casa da árvore do vizinho, pela primeira vez para brincar. Sem o conhecimento de todos, havia uma grande colmeia de abelhas na casa da árvore“, disse ele.
“Meu filho e seus amigos foram atacados pelo enxame e ele caiu no espeto. Depois de muitas horas de oração e planejamento, a equipe do KU Med Center salvou sua vida e tirou o espeto do rosto”, explicou Miller.
Dr. Koji Ebersole, que analisou o caminho do espeto no rosto de Xavier no Hospital da Universidade do Kansas, explicou em um vídeo postado no canal do YouTube da Universidade do Sistema de Saúde de Kansas que ficou “espantado” que o menino tivesse sobrevivido à lesão.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, quanto mais acordado e conversando”, disse Ebersole, diretor de neurocirurgia endovascular do hospital. “Isto está passando 15 centímetros pela face, só debaixo do crânio, todo o caminho para a parte de trás do pescoço.”
Ele observou que o espeto quase pegou os dois vasos sanguíneos críticos para o cérebro de Xavier. ‘Se o espeto estivesse um milímetro mais próximo de qualquer um deles’, ele disse, “a lesão do menino de 10 anos provavelmente teria sido ‘insustentável se atravessasse’ a carótida”.
“Mas foi bem próximo a ela e ao lado da artéria vertebral. Essa trajetória é essencialmente uma em um milhão. Eu simplesmente não consigo acreditar“, disse Ebersole.
Felizmente, uma equipe médica de cerca de 100 pessoas conseguiu remover o espeto sem mais ferimentos.
“A coisa mais impressionante sobre a história é como essa coisa poderia passar tão profundamente por essa parte do corpo e não atingir algo crítico“, disse Ebersole. “Eu não sei como o garoto poderia ter tanta sorte.”
Miller disse que seu filho estava mais preocupado com as abelhas do que com a lesão depois do acidente, e a família se voltou para Deus enquanto a equipe médica trabalhava por horas para remover o espeto com segurança.
“Eu disse: ‘Senhor, eu não me importo. Eu sei que você tem um plano'”, disse Miller.
Quando a cirurgia acabou, ele disse: “Tudo o que consigo lembrar é de rir, chorar e aplaudir. Apenas o apoio de meus amigos e familiares era poderoso”.
Ele disse à NBC News que seu filho deve ter alta do hospital nesta semana e que “está ansioso por ir à igreja, ao futebol e à escola”.
Pastor evangélico é preso pelo desaparecimento de uma jovem
Juliana Campoverde, 19 anos, desapareceu no dia 7 de julho de 2012, quando estava a caminho do trabalho, o pastor evangélico é o suspeito principal.
A Polícia do Equador informou na quarta-feira que prendeu um pastor evangélico, identificado como Jonathan C., por sua suposta responsabilidade no desaparecimento da jovem Juliana Campoverde, ocorrida em 2012.
A captura foi realizada por agentes da Direção Nacional de Crimes Contra a Vida e a Morte Violenta (Dinased), em coordenação com a Procuradoria Geral do Equador.
Segundo a Procuradoria do Equador, Campoverde, de 19 anos, desapareceu em 7 de julho de 2012. A jovem “deixou sua casa no setor de Biloxi, ao sul de Quito [capital equatoriana], junto com sua mãe Noemí Rodríguez “, mas se despediu dela e foi para uma loja naturista da qual ela era a proprietária, para a qual ela” nunca chegou “.
As autoridades implicaram o pastor no caso devido a várias mensagens que a jovem supostamente enviou para sua família em sua conta no Facebook depois de seu desaparecimento. Mas após as investigações, foi detectado que o código IP do qual eles foram enviados corresponderia ao computador do pastor, informou El Telégrafo. Em declarações ao mesmo jornal, o pai da moça, Absalón Campoverde, disse que o pastor preso tinha um comportamento muito possessivo com Juliana, a quem ele inclusive persuadiu para que estudasse ao exterior.
‘Eu amo a Deus, e você também deveria!’, diz ator Chris Pratt
O ator Chris Pratt tem aproveitado as muitas oportunidades não apenas para agradecer a Deus, mas também para encorajar seus fãs a pensar mais profundamente sobre seus próprios relacionamentos com o Todo Poderoso. Abraçando uma abordagem única para discutir sua fé cristã em público, Pratt encontrou uma maneira de invocar Deus em locais difíceis e improváveis ??sem alienar os críticos da fé.
O irmão mais velho de Pratt, Cully Pratt – um artista, policial e veterinário do Exército – recentemente elogiou seu famoso irmão em um episódio da “The Billy Hallowell Podcast”, observando que Chris “está por trás de tudo o que acredita e valoriza” e que o ator quer melhorar o mundo em que ele vive.
“Ele é realmente uma pessoa boa e ele realmente se preocupa com as pessoas e ele realmente quer ajudar e causar impacto na comunidade e no mundo em que vivemos”, disse Cully Pratt. “Ele é o tipo de pessoa que, quando fala, é muito bem pensado, mas não ofende as pessoas. E eu respeito isso sobre ele.”
Pelo menos dois dos discursos de Chris Pratt se tornaram virais este ano. Durante o verão, ele impressionou a multidão no MTV Movie & TV Awards de 2018, falando sobre Deus, fé e oração durante um poderoso discurso de aceitação.
“Ninguém é perfeito. As pessoas vão te dizer que você é perfeita do jeito que você é, você não é! Você é imperfeito. Você sempre será, mas há uma força poderosa que projetou você desse jeito, e se você estiver disposto a aceitar isso, você terá graça ”, disse Pratt . “E a graça é um presente. Como a liberdade que desfrutamos neste país, essa graça foi paga com o sangue de outra pessoa. Não Se Esqueça. Não tome isso por garantido.”
Então ele levou outra posição corajosa para Deus em agosto durante a Teen Choice Awards, agradecendo a Deus e incentivando os jovens a se voltarem para o Todo-Poderoso.
“Eu quero agradecer a Deus. Eu sempre faço isso quando estou em uma plataforma na frente de um monte de jovens rostos”, disse Pratt. “Eu amo a Deus, isso mesmo, eu o amo! E você também deveria!”
Em meio ao caos da cultura atual, poucas pessoas têm uma plataforma tão grande quanto Chris Pratt, de modo que ver suas mensagens serem uma inspiração para muitos
13 de set. de 2018
O desafio do evangelho no tempo do fim
Nós estamos vivendo em uma época extraordinária da história da redenção! Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, assumindo a função de um poderoso mensageiro celeste, cuja obra abarca a Terra e o mar, anuncia em Apocalipse 10, por meio de um juramento solene, que não haverá mais um período definido de tempo que nos separe da consumação do mistério de Deus!
As grandes cadeias proféticas da Bíblia já se cumpriram. Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo do santuário celestial, em 1844, "já não haverá demora" (Apocalipse 10:6).
Há somente duas coisas que de fato nos separam do grande Dia do Senhor: nossa preparação individual para recebê-Lo e a proclamação final do evangelho, em cumprimento ao último dos sinais a que Cristo se referiu em Seu sermão profético: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." (Mateus 24:14). A pregação final do evangelho é a consumação do "mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas" (Apocalipse 10:7).
Esperança em meio à crise
Não há dúvida de que a comissão de nosso Senhor será cumprida. As profecias são também promessas que garantem que a igreja de Deus será capacitada com extraordinário poder divino para cumprir o papel de "reparador de brechas e restaurador de veredas" (Isaías 58:12). Esse é um assunto dos mais vitais, a respeito do qual voltaremos a tratar oportunamente. Por agora, queremos enfatizar o necessário preparo individual em face de nossas responsabilidades diante de Deus, num momento crucial da história da salvação, quando Cristo está exercendo em Seu santuário a dupla função de Sacerdote e Juiz.
Ora, já é fato bem estabelecido o que a derradeira obra de Cristo no local do trono de Deus deve significar para o crente. Nosso Sumo Sacerdote não está ocupado com formalidades. No santuário do Céu, a obra de Cristo é viva, dinâmica, transcendental e relacionada com assuntos eternos. Ali, Ele dirige os rumos da batalha e o destino de Sua igreja em direção a um glorioso desfecho! Não há da parte de Cristo nenhuma indiferença nem tampouco uma atitude passiva frente à dramática luta de Seus filhos contra os poderes das trevas. Ele está ativamente empenhado no conflito, e nos provê amplos recursos a fim de vencermos como Ele venceu!
Não é de admirar que as promessas do Apocalipse sejam destinadas apenas aos vencedores. A vitória de Cristo mediante Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Seu ministério sacerdotal no templo de Deus é a garantia da nossa vitória! Sua intercessão junto ao trono do Pai no poder de Sua oferta sacrifical pode salvar totalmente o pecador penitente que aceita, pela fé, a Sua justiça imaculada. Por intermédio do juízo investigativo, nosso amado Salvador declara finalmente dignos da vida eterna os que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14)!
Assim, em virtude da realidade da obra de Cristo no santuário celestial, o crente tem essa esperança, a qual é como "âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu" (Hebreus 6:19-20)! Não estamos sozinhos na luta renhida que temos de travar! Conquanto haja muitos desafios e obstáculos que pareçam intransponíveis, "Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hebreus 9:24). Não é esse um assunto que deve cativar cada fibra de nosso ser e motivar-nos a triunfar como Cristo triunfou?
Advertência em face do tempo
Mas essa é também uma mensagem de advertência. A atitude solene e o senso de urgência do anjo portador do evangelho eterno (Apocalipse 14:6), motivado pelo início do juízo no Céu, indicam a suprema necessidade de desenvolvermos em nosso caráter os elementos de força, valor, fé em Deus e absoluta confiança nEle enquanto a porta da graça ainda nos é franqueada. A natureza do tempo em que vivemos requer de nós tal atitude, a qual é fruto de uma relação íntima com o Cristo vivo, que, do santuário celestial, dirige o destino do mundo e o progresso de Sua igreja.
Desde 1844, quando se cumpriu a grande profecia dos 2.300 dias/anos (Daniel 8:14), nosso Sumo Sacerdote tem estado ativamente empenhado em purificar Seu povo e o Seu santuário dos registros de pecados que contaminam os lugares santos. Quanto tempo Cristo precisará para levar a termo a solene obra que então decidirá eternamente o destino de cada alma? Haverá nosso Senhor já passado para o caso dos vivos?
Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Santo dos Santos do santuário celestial, passaram-se pouco mais de 170 anos. Parece-nos um período de tempo muito longo, se comparado à nossa curta existência neste mundo. Representa, porém, apenas uma pequena fração de tempo em relação ao maior período profético das Escrituras! Precisaria Cristo de mais 170 anos para concluir Sua obra de purificação do santuário no Céu?
O aumento da impiedade no mundo, a degradação do que restou da dignidade humana, a escalada sempre crescente da violência, o complicado jogo de poder entre as nações, os desafios à governabilidade por motivação religiosa, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mudanças climáticas, a revolução cultural, os rumos, enfim, que tem tomado o mundo, tudo isso indica com insofismável clareza que não resta muito tempo. O Espírito Santo não agirá para sempre nos homens. Em breve Cristo concluirá Sua obra de mediação e purificação do santuário celestial para vir buscar o Seu povo, "os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apocalipse 14:12).
A obra divina de julgamento é conclusiva e definitiva em suas consequências. Quando o Senhor Jesus finalmente encerrá-la, proferirá a grave e solene sentença: "Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se" (Apocalipse 22:11). Quão tremendo é esse veredito procedente do trono de Deus, o qual decidirá irrevogavelmente o futuro de cada pessoa!
Senso de urgência e necessidade
Compreendemos, então, o ímpeto do primeiro anjo de Apocalipse 14, que, movido pelo início da obra de julgamento no local do trono de Deus, proclama em grande voz o evangelho eterno a cada nação, tribo, língua e povo! Tal verdade - o evangelho original e inalterável de Cristo - deve despertar nossas faculdades espirituais adormecidas e favorecer uma completa reforma de vida, uma mudança radical nas ideias e teorias, hábitos e práticas.
A pregação de reavivamento tem sido a nota tônica do evangelho eterno. A mensagem de João Batista era: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3:2). A mensagem de Cristo para o povo advertia: "Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:5). A mesma mensagem foi ordenada aos apóstolos. E Deus deseja que a antiga mensagem evangélica seja pregada hoje: tristeza pelo pecado, arrependimento, confissão e abandono dos maus caminhos. Nesse sentido, o evangelho eterno é o evangelho como sempre tem sido. A diferença é que há agora uma razão adicional para obedecermos ao apelo da graça: o início do juízo pré-advento!
Assim como no Dia da Expiação típico o israelita necessitava realizar uma obra em favor de si mesmo, a qual consistia em um profundo exame de coração, a fim de identificar qualquer coisa que pudesse separá-lo de Deus e privá-lo dos benefícios da expiação, devemos nós hoje, em face do juízo no Céu, examinar a própria vida e colocá-la em dia com os reclamos divinos, de modo que não sejamos achados em falta quando nosso caso for apresentado perante o tribunal celeste. Nada deve ser mais importante do que ordenar a vida com Deus.
Por meio da oferta de Si mesmo, Cristo abriu um novo e vivo caminho pelo qual os cristãos tem acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus mediante a fé (Hebreus 10:19-22). Esse pleno acesso ao Céu obtido por Cristo permite a nossa reconciliação com o Senhor, pois Ele nos representa como Sumo Sacerdote perante o Pai, reclamando Seus méritos em favor daqueles que O buscam. Há, porém, certas condições que precisam ser satisfeitas para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial, isto é, para termos íntima comunhão com o Senhor.
Quatro condições essenciais
O apóstolo Paulo, escrevendo sobre o privilégio que os crentes têm do pleno acesso ao trono de Deus por meio de Jesus Cristo, destaca quatro condições que o adorador deve cumprir para se beneficiar desse encontro:
Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. (Hebreus 10:22)
Aproximar-se do Senhor com um coração sincero é a primeira condição para termos íntima comunhão com Deus. Essa sinceridade é essencial no exame de consciência na presença do Senhor. Nesse espaço íntimo do ser com Deus não há lugar para indulgência própria ou escusa para o pecado. A alma examina humildemente a si mesma a fim de revelar-se exatamente como ela é à luz do caráter de Cristo. Contudo, não se desespera frente à sua condição, pois confia no Salvador como sua justiça, santificação e redenção.
A segunda condição é ter plena certeza de fé, ou seja, não duvidar de que teremos acesso a Deus, porque Cristo, como precursor, entrou por nós no santuário celestial, assumindo o mais elevado sacerdócio (Hebreus 6:20)! O pecador que se aproxima de Deus deve demonstrar uma fé inabalável no poder de Cristo para purificar a alma de todo pecado e capacitá-lo a viver uma nova vida (I João 1:9; Romanos 6:4). Uma vez que a "fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17), a dúvida e a incredulidade não deveriam ter lugar no coração do crente que busca a Cristo nas Escrituras como a um tesouro escondido e deseja valer-se de Seus divinos méritos.
Aproximar-se do trono de Deus com o coração purificado da má consciência é a terceira condição, cuja linguagem remete ao santuário levítico. O sangue aspergido sobre o povo, que simbolizava o sangue da aliança (Êxodo 24:8), purificava-os ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hebreus 9:9, 13). Em contraste, a purificação do verdadeiro santuário é também uma purificação da consciência, efetuada pela virtude do sangue do Cristo (Hebreus 9:14). Purificar a consciência das obras mortas significa substituir o velho coração e seus desejos carnais que orientam a vida por um novo coração, regido pela mente e caráter de Cristo (Romanos 6:6; Efésios 4:22; Colossenses 3:9-10).
A quarta e última condição para uma comunhão íntima com Deus no santuário celestial é apresentar-se diante dEle com o corpo lavado com água pura, uma evidência externa de que houve uma transformação interna realizada pelos méritos de nosso grande Sumo Sacerdote. O batismo por imersão é uma parte dessa experiência, mas a purificação que se menciona aqui vai muito além da profissão de fé. Diz respeito também à santificação "por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito" (Efésios 5:26-27).
Quando o caso de cada professo filho de Deus houver passado pelo escrutínio divino diante do tribunal celeste, quando o Senhor pronunciar a sentença final que decidirá o futuro eterno de cada alma, não haverá mais oportunidade de salvação. Tudo então estará para sempre decidido. Na ocasião de Sua gloriosa vinda, Cristo não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Sua Palavra. Como tem sido desde o início do plano da salvação, o evangelho é um chamado para o perdão e a santificação, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
Pondo a vida em harmonia com o tempo
Nós precisamos pensar: Em que medida eu tenho me beneficiado do ministério sumo sacerdotal de Cristo no local do trono de Deus? Estou cooperando decididamente com o Espírito Santo para desenvolver minha salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12)? Na medida em que me beneficio dos méritos de meu grande Sumo Sacerdote, estou demonstrando verdadeiro apreço pelas almas que estão a perecer? Há em meu coração o mesmo senso de urgência do primeiro anjo (Apocalipse 14:6) face à realidade do juízo investigativo no Céu? Que declaração se fará quando o meu nome for lido perante o tribunal de Deus: "Purificado de todos os pecados diante do Senhor" ou "Pesado foste na balança e achado em falta"?
Hoje, o Senhor ainda é nosso Mediador e Juiz no tribunal celeste. Ainda podemos apresentar o nosso caso diante de Deus e reclamar a perfeita justiça de Cristo em nosso favor. Ainda é possível viver em conformidade com os Seus mandamentos por meio das provisões de Sua preciosa graça. Nosso nome ainda pode ser aprovado no juízo que confirmará quem serão os coerdeiros e coparticipantes da promessa em Cristo (Efésios 3:6). Então precisamos dar prioridade àquilo que é mais essencial: a nossa salvação e a salvação das almas que necessitam conhecer a mensagem para este tempo.
Esse é precisamente o espírito que move o anjo portador do evangelho eterno, em Apocalipse 14. Devemos demorar-nos um pouco mais sobre o teor de sua mensagem à luz do juízo pré-advento, pois nossa condição presente e futura depende de nossa resposta ao seu solene apelo.
Reavivando o evangelho eterno
O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).
Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!
Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.
- Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).
Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)
- A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)
Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:
Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)
Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).
Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:
A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)
O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).
Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.
Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!
O apelo de Deus à geração do fim
Aceitar o evangelho requer um decidido esforço de nossa parte para vencer o pecado. Exige abnegação pessoal, humilhação, sacrifício de si mesmo, morte para o eu, e renascimento para uma nova vida em Cristo.
Esse diligente esforço para silenciar o velho homem (Romanos 7:22-25; I Coríntios 9:27) e viver em harmonia com a vontade de Deus (I Tessalonicenses 4:3, 7) deve atuar em conjunto com o poder divino para salvar (Romanos 1:16; Filipenses 2:12-13), de modo que, uma vez renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos sensata, justa e piedosamente na perspectiva da volta de nosso Senhor Jesus (Tito 2:11-13).
Nada deve ser mais importante do que a realização dessa suprema obra em nossa vida. O Senhor não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Seu Espírito. Não virá buscar aqueles cuja vida foi pesada na balança e achada em falta, mas apenas os que foram completamente cobertos pela justiça de Cristo e declarados puros diante da corte celeste (Apocalipse 3:5).
E a minuciosa, exaustiva e perseverante obra em favor de nós mesmos é ainda mais imprescindível face ao solene apelo do primeiro anjo para temer, glorificar e adorar o Criador no contexto do tempo do fim (Apocalipse 14:7).
A comissão final de Cristo à Sua igreja
A abertura do evangelho eterno dentro de sua estrutura assinalada do tempo do fim não poderia ser mais impressionante e significativa:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)
A dimensão mundial da obra do primeiro anjo, que se segue imediatamente à obra profética do "anjo forte" de Apocalipse 10, é enfatizada pelo fato de o mensageiro celestial voar no zênite do céu e pregar, em grande voz, a todos os habitantes da Terra, a cada nação, tribo, língua e povo. Esse anjo e os dois seguintes que se juntam a ele (Apocalipse 14:8 e 9) representam a igreja remanescente de Deus, a qual recebe do próprio Salvador a comissão de pregar o evangelho em seu marco do tempo do fim (Apocalipse 10:1-11).
A igreja, contudo, não pode cumprir tão elevado encargo sem que primeiro, à semelhança da experiência visionária de João, tome o livro aberto da mão do "anjo forte" e faça de seu conteúdo sua própria experiência e missão.
Apoderar-se da verdade presente significa permitir também que essa verdade se apodere de cada fibra de nosso ser e exerça na alma sua influência santificadora. O senso de urgência que deve impelir e orientar o povo de Deus na obra de anunciar o evangelho ao mundo, bem como o extraordinário poder que deve acompanhá-la resultam dessa experiência pessoal com a mensagem de Deus para os últimos dias.
Assim, o derradeiro convite da graça deve primeiramente ser recebido por aqueles aos quais foi confiada a mensagem da salvação para o tempo do fim, pois, do contrário, como "invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?" (Romanos 10:14).
Essa experiência com a mensagem resultará em "um remanescente segundo a eleição da graça" (Romanos 11:5), uma igreja santificada pelo poder do evangelho, de maneira que possa partilhar com outros os benefícios que ela mesma recebeu.
O apelo de Deus na perspectiva do juízo
Há três imperativos de Deus em Seu derradeiro convite à humanidade que merecem nossa especial consideração: "temei", "glorificai" e "adorai" o Criador! Esses três imperativos, que por si só devem despertar-nos de nosso torpor espiritual, têm sua importância aumentada em virtude da obra judicial de Cristo em Seu santuário, cuja solene sentença a ser proferida (Apocalipse 22:11) estabelecerá a distinção definitiva entre "o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Malaquias 3:18).
A tríplice exortação de nosso Senhor na primeira mensagem angélica é, com efeito, apresentada em seu evidente vínculo com a obra divina de julgamento, a qual decidirá o futuro eterno de cada pessoa em termos de justificação ou condenação.
O clamor do primeiro anjo, "é chegada a hora do seu juízo", é paralelo à grandiosa cena do julgamento celestial testemunhada por Daniel em visão, quando "assentou-se o tribunal, e se abriram os livros" (Daniel 7:10). Ambas as visões antecedem a vinda do Filho do Homem e culminam com a inauguração de Seu reino eterno (Daniel 7:9-10, 13-14; Apocalipse 14:14-20).
Essa proclamação do primeiro anjo anuncia, portanto, que a última fase do plano divino de redenção já começou, que o tribunal celeste está em sessão desde o fim do período profético de Daniel 8:14, e que em breve o reino de Cristo se tornará uma realidade histórica irrevogável para os Seus súditos!
A recepção a essa mensagem, seja positiva ou negativa, determinará a maturação da Terra para a ceifa final (Apocalipse 14:14-20). O veredito não será pronunciado do trono de Deus sem que a última geração seja advertida durante o tempo de sua oportunidade.
A proclamação final do evangelho eterno está, pois, intimamente ligada à fase preliminar do juízo de Deus no santuário celestial, a qual será seguida pelo juízo executivo na vinda do Filho do Homem, quando então o Senhor retribuirá a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).
O fato de vivermos no tempo do juízo transmite-nos esperança, pois representa o tempo da vindicação final dos santos juntamente com Cristo e a condenação de todos os poderes opressores que se opõem a eles (Daniel 7:21-22, 25-27; Apocalipse 11:15-19; 14:1)!
Nossa fonte de esperança
Uma vez percebida a clara relação entre o clamor do primeiro anjo, que anuncia "a hora" do juízo de Deus, e a abertura da sessão do tribunal divino na sede de operações no Céu, em Daniel 7, compreende-se com mais propriedade o sentido de urgência que acompanha a obra dos três anjos de Apocalipse 14. Aqui está o fundamento do mandato divino para a igreja do tempo do fim. A partir desse ponto de vista, o solene chamado de Deus na primeira mensagem angélica para temer, glorificar e adorar o Criador adquire um significado incomparavelmente superior.
Com efeito, devemos abrir o coração a esse tríplice chamado de Deus na voz do primeiro anjo, mantendo os olhos fixos em nosso Sumo Sacerdote e em Sua obra no santuário celestial como mediador e juiz de Seu povo!
Nada é mais fundamental para a igreja do que um conhecimento prático do juízo divino apoiado na convicção íntima da justificação e vindicação da parte de Deus, as quais serão ratificadas na obra final de julgamento! É preciso, portanto, ordenar a vida segundo o evangelho eterno, pois se o evangelho não for adequadamente recebido, não haverá nenhuma garantia de justificação para o homem.
Nós desejamos compreender mais profundamente a natureza desses três imperativos de Deus para a geração do fim à luz do juízo pré-advento. Essa compreensão está longe de ser abstrata. Como mencionado acima, precisamos alcançar uma experiência de fé com Cristo e Sua mensagem para o tempo do fim, de modo que, mediante Sua justiça, nossos nomes permaneçam escritos no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 3:5)! A aprovação de Deus no juízo é a certeza de nossa vitória sobre o pecado e sobre as potestades deste mundo tenebroso. Ser aprovado por Deus é a única coisa que realmente importa.
É bem possível que eu esteja escrevendo para alguém que enfrenta lutas renhidas contra o pecado. Todos nós as temos. Muitas deixam marcas difíceis de apagar, outras simplesmente permanecem...
Todavia, assim como no passado o israelita olhava para o tabernáculo em busca de orientação, conforto e esperança, nós também devemos hoje buscar a Cristo em Seu santuário, "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2)!
É nessa certeza que vamos buscar compreender e responder positivamente ao último apelo de Deus ao mundo na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14!
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14 de set. de 2018
Samuel Ramos pergunta: “Queremos mesmo que Jesus Cristo volte?”
Pastor Samuel Ramos prega sobre a volta de Jesus Cristo ao final dos seis mil anos da Terra e sugere menos discussão sobre a natureza do Espírito Santo e mais oração pelo seu derramamento em nossa vida, a fim de que possamos estar preparados para contrariar a gravidade e ir ao encontro do Senhor nos ares, ascendendo com Ele para os Céus, morada de Seu Pai, nosso único Deus.
Milagre – Menino sobrevive a espeto de 15 cm atravessado em seu crânio
A família de um menino de dez anos de idade de Missouri, EUA, está agradecendo a Deus por poupar sua vida depois que ele teve o seu rosto atravessado por um espeto de 15 cm.
“Só Deus poderia ter ordenado que as coisas aconteçam de uma forma que o salvaria assim”, disse Shannon Miller, pai de Xavier Cunningham, de 10 anos, em entrevista à Fox4KC . “Realmente foi um milagre.”
Miller explicou em uma campanha do GoFundMe que pretende arrecadar US $ 200 mil para ajudar com as despesas médicas de seu filho que Xavier estava jogando com alguns amigos em um campo atrás da casa da família no sábado, quando o acidente que poderia ter levado sua vida aconteceu.
“Eles encontraram um espeto de carne para churrasco deitado na grama e pegou-lhe para que ninguém pisasse nele. À medida que a tarde chegava, eles encravaram o espeto no chão… depois começaram a subir na casa da árvore do vizinho, pela primeira vez para brincar. Sem o conhecimento de todos, havia uma grande colmeia de abelhas na casa da árvore“, disse ele.
“Meu filho e seus amigos foram atacados pelo enxame e ele caiu no espeto. Depois de muitas horas de oração e planejamento, a equipe do KU Med Center salvou sua vida e tirou o espeto do rosto”, explicou Miller.
Dr. Koji Ebersole, que analisou o caminho do espeto no rosto de Xavier no Hospital da Universidade do Kansas, explicou em um vídeo postado no canal do YouTube da Universidade do Sistema de Saúde de Kansas que ficou “espantado” que o menino tivesse sobrevivido à lesão.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, quanto mais acordado e conversando”, disse Ebersole, diretor de neurocirurgia endovascular do hospital. “Isto está passando 15 centímetros pela face, só debaixo do crânio, todo o caminho para a parte de trás do pescoço.”
Ele observou que o espeto quase pegou os dois vasos sanguíneos críticos para o cérebro de Xavier. ‘Se o espeto estivesse um milímetro mais próximo de qualquer um deles’, ele disse, “a lesão do menino de 10 anos provavelmente teria sido ‘insustentável se atravessasse’ a carótida”.
“Mas foi bem próximo a ela e ao lado da artéria vertebral. Essa trajetória é essencialmente uma em um milhão. Eu simplesmente não consigo acreditar“, disse Ebersole.
Felizmente, uma equipe médica de cerca de 100 pessoas conseguiu remover o espeto sem mais ferimentos.
“A coisa mais impressionante sobre a história é como essa coisa poderia passar tão profundamente por essa parte do corpo e não atingir algo crítico“, disse Ebersole. “Eu não sei como o garoto poderia ter tanta sorte.”
Miller disse que seu filho estava mais preocupado com as abelhas do que com a lesão depois do acidente, e a família se voltou para Deus enquanto a equipe médica trabalhava por horas para remover o espeto com segurança.
“Eu disse: ‘Senhor, eu não me importo. Eu sei que você tem um plano'”, disse Miller.
Quando a cirurgia acabou, ele disse: “Tudo o que consigo lembrar é de rir, chorar e aplaudir. Apenas o apoio de meus amigos e familiares era poderoso”.
Ele disse à NBC News que seu filho deve ter alta do hospital nesta semana e que “está ansioso por ir à igreja, ao futebol e à escola”.
Pastor evangélico é preso pelo desaparecimento de uma jovem
Juliana Campoverde, 19 anos, desapareceu no dia 7 de julho de 2012, quando estava a caminho do trabalho, o pastor evangélico é o suspeito principal.
A Polícia do Equador informou na quarta-feira que prendeu um pastor evangélico, identificado como Jonathan C., por sua suposta responsabilidade no desaparecimento da jovem Juliana Campoverde, ocorrida em 2012.
A captura foi realizada por agentes da Direção Nacional de Crimes Contra a Vida e a Morte Violenta (Dinased), em coordenação com a Procuradoria Geral do Equador.
Segundo a Procuradoria do Equador, Campoverde, de 19 anos, desapareceu em 7 de julho de 2012. A jovem “deixou sua casa no setor de Biloxi, ao sul de Quito [capital equatoriana], junto com sua mãe Noemí Rodríguez “, mas se despediu dela e foi para uma loja naturista da qual ela era a proprietária, para a qual ela” nunca chegou “.
As autoridades implicaram o pastor no caso devido a várias mensagens que a jovem supostamente enviou para sua família em sua conta no Facebook depois de seu desaparecimento. Mas após as investigações, foi detectado que o código IP do qual eles foram enviados corresponderia ao computador do pastor, informou El Telégrafo. Em declarações ao mesmo jornal, o pai da moça, Absalón Campoverde, disse que o pastor preso tinha um comportamento muito possessivo com Juliana, a quem ele inclusive persuadiu para que estudasse ao exterior.
‘Eu amo a Deus, e você também deveria!’, diz ator Chris Pratt
O ator Chris Pratt tem aproveitado as muitas oportunidades não apenas para agradecer a Deus, mas também para encorajar seus fãs a pensar mais profundamente sobre seus próprios relacionamentos com o Todo Poderoso. Abraçando uma abordagem única para discutir sua fé cristã em público, Pratt encontrou uma maneira de invocar Deus em locais difíceis e improváveis ??sem alienar os críticos da fé.
O irmão mais velho de Pratt, Cully Pratt – um artista, policial e veterinário do Exército – recentemente elogiou seu famoso irmão em um episódio da “The Billy Hallowell Podcast”, observando que Chris “está por trás de tudo o que acredita e valoriza” e que o ator quer melhorar o mundo em que ele vive.
“Ele é realmente uma pessoa boa e ele realmente se preocupa com as pessoas e ele realmente quer ajudar e causar impacto na comunidade e no mundo em que vivemos”, disse Cully Pratt. “Ele é o tipo de pessoa que, quando fala, é muito bem pensado, mas não ofende as pessoas. E eu respeito isso sobre ele.”
Pelo menos dois dos discursos de Chris Pratt se tornaram virais este ano. Durante o verão, ele impressionou a multidão no MTV Movie & TV Awards de 2018, falando sobre Deus, fé e oração durante um poderoso discurso de aceitação.
“Ninguém é perfeito. As pessoas vão te dizer que você é perfeita do jeito que você é, você não é! Você é imperfeito. Você sempre será, mas há uma força poderosa que projetou você desse jeito, e se você estiver disposto a aceitar isso, você terá graça ”, disse Pratt . “E a graça é um presente. Como a liberdade que desfrutamos neste país, essa graça foi paga com o sangue de outra pessoa. Não Se Esqueça. Não tome isso por garantido.”
Então ele levou outra posição corajosa para Deus em agosto durante a Teen Choice Awards, agradecendo a Deus e incentivando os jovens a se voltarem para o Todo-Poderoso.
“Eu quero agradecer a Deus. Eu sempre faço isso quando estou em uma plataforma na frente de um monte de jovens rostos”, disse Pratt. “Eu amo a Deus, isso mesmo, eu o amo! E você também deveria!”
Em meio ao caos da cultura atual, poucas pessoas têm uma plataforma tão grande quanto Chris Pratt, de modo que ver suas mensagens serem uma inspiração para muitos
13 de set. de 2018
O desafio do evangelho no tempo do fim
Nós estamos vivendo em uma época extraordinária da história da redenção! Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, assumindo a função de um poderoso mensageiro celeste, cuja obra abarca a Terra e o mar, anuncia em Apocalipse 10, por meio de um juramento solene, que não haverá mais um período definido de tempo que nos separe da consumação do mistério de Deus!
As grandes cadeias proféticas da Bíblia já se cumpriram. Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo do santuário celestial, em 1844, "já não haverá demora" (Apocalipse 10:6).
Há somente duas coisas que de fato nos separam do grande Dia do Senhor: nossa preparação individual para recebê-Lo e a proclamação final do evangelho, em cumprimento ao último dos sinais a que Cristo se referiu em Seu sermão profético: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." (Mateus 24:14). A pregação final do evangelho é a consumação do "mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas" (Apocalipse 10:7).
Esperança em meio à crise
Não há dúvida de que a comissão de nosso Senhor será cumprida. As profecias são também promessas que garantem que a igreja de Deus será capacitada com extraordinário poder divino para cumprir o papel de "reparador de brechas e restaurador de veredas" (Isaías 58:12). Esse é um assunto dos mais vitais, a respeito do qual voltaremos a tratar oportunamente. Por agora, queremos enfatizar o necessário preparo individual em face de nossas responsabilidades diante de Deus, num momento crucial da história da salvação, quando Cristo está exercendo em Seu santuário a dupla função de Sacerdote e Juiz.
Ora, já é fato bem estabelecido o que a derradeira obra de Cristo no local do trono de Deus deve significar para o crente. Nosso Sumo Sacerdote não está ocupado com formalidades. No santuário do Céu, a obra de Cristo é viva, dinâmica, transcendental e relacionada com assuntos eternos. Ali, Ele dirige os rumos da batalha e o destino de Sua igreja em direção a um glorioso desfecho! Não há da parte de Cristo nenhuma indiferença nem tampouco uma atitude passiva frente à dramática luta de Seus filhos contra os poderes das trevas. Ele está ativamente empenhado no conflito, e nos provê amplos recursos a fim de vencermos como Ele venceu!
Não é de admirar que as promessas do Apocalipse sejam destinadas apenas aos vencedores. A vitória de Cristo mediante Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Seu ministério sacerdotal no templo de Deus é a garantia da nossa vitória! Sua intercessão junto ao trono do Pai no poder de Sua oferta sacrifical pode salvar totalmente o pecador penitente que aceita, pela fé, a Sua justiça imaculada. Por intermédio do juízo investigativo, nosso amado Salvador declara finalmente dignos da vida eterna os que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14)!
Assim, em virtude da realidade da obra de Cristo no santuário celestial, o crente tem essa esperança, a qual é como "âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu" (Hebreus 6:19-20)! Não estamos sozinhos na luta renhida que temos de travar! Conquanto haja muitos desafios e obstáculos que pareçam intransponíveis, "Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hebreus 9:24). Não é esse um assunto que deve cativar cada fibra de nosso ser e motivar-nos a triunfar como Cristo triunfou?
Advertência em face do tempo
Mas essa é também uma mensagem de advertência. A atitude solene e o senso de urgência do anjo portador do evangelho eterno (Apocalipse 14:6), motivado pelo início do juízo no Céu, indicam a suprema necessidade de desenvolvermos em nosso caráter os elementos de força, valor, fé em Deus e absoluta confiança nEle enquanto a porta da graça ainda nos é franqueada. A natureza do tempo em que vivemos requer de nós tal atitude, a qual é fruto de uma relação íntima com o Cristo vivo, que, do santuário celestial, dirige o destino do mundo e o progresso de Sua igreja.
Desde 1844, quando se cumpriu a grande profecia dos 2.300 dias/anos (Daniel 8:14), nosso Sumo Sacerdote tem estado ativamente empenhado em purificar Seu povo e o Seu santuário dos registros de pecados que contaminam os lugares santos. Quanto tempo Cristo precisará para levar a termo a solene obra que então decidirá eternamente o destino de cada alma? Haverá nosso Senhor já passado para o caso dos vivos?
Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Santo dos Santos do santuário celestial, passaram-se pouco mais de 170 anos. Parece-nos um período de tempo muito longo, se comparado à nossa curta existência neste mundo. Representa, porém, apenas uma pequena fração de tempo em relação ao maior período profético das Escrituras! Precisaria Cristo de mais 170 anos para concluir Sua obra de purificação do santuário no Céu?
O aumento da impiedade no mundo, a degradação do que restou da dignidade humana, a escalada sempre crescente da violência, o complicado jogo de poder entre as nações, os desafios à governabilidade por motivação religiosa, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mudanças climáticas, a revolução cultural, os rumos, enfim, que tem tomado o mundo, tudo isso indica com insofismável clareza que não resta muito tempo. O Espírito Santo não agirá para sempre nos homens. Em breve Cristo concluirá Sua obra de mediação e purificação do santuário celestial para vir buscar o Seu povo, "os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apocalipse 14:12).
A obra divina de julgamento é conclusiva e definitiva em suas consequências. Quando o Senhor Jesus finalmente encerrá-la, proferirá a grave e solene sentença: "Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se" (Apocalipse 22:11). Quão tremendo é esse veredito procedente do trono de Deus, o qual decidirá irrevogavelmente o futuro de cada pessoa!
Senso de urgência e necessidade
Compreendemos, então, o ímpeto do primeiro anjo de Apocalipse 14, que, movido pelo início da obra de julgamento no local do trono de Deus, proclama em grande voz o evangelho eterno a cada nação, tribo, língua e povo! Tal verdade - o evangelho original e inalterável de Cristo - deve despertar nossas faculdades espirituais adormecidas e favorecer uma completa reforma de vida, uma mudança radical nas ideias e teorias, hábitos e práticas.
A pregação de reavivamento tem sido a nota tônica do evangelho eterno. A mensagem de João Batista era: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3:2). A mensagem de Cristo para o povo advertia: "Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:5). A mesma mensagem foi ordenada aos apóstolos. E Deus deseja que a antiga mensagem evangélica seja pregada hoje: tristeza pelo pecado, arrependimento, confissão e abandono dos maus caminhos. Nesse sentido, o evangelho eterno é o evangelho como sempre tem sido. A diferença é que há agora uma razão adicional para obedecermos ao apelo da graça: o início do juízo pré-advento!
Assim como no Dia da Expiação típico o israelita necessitava realizar uma obra em favor de si mesmo, a qual consistia em um profundo exame de coração, a fim de identificar qualquer coisa que pudesse separá-lo de Deus e privá-lo dos benefícios da expiação, devemos nós hoje, em face do juízo no Céu, examinar a própria vida e colocá-la em dia com os reclamos divinos, de modo que não sejamos achados em falta quando nosso caso for apresentado perante o tribunal celeste. Nada deve ser mais importante do que ordenar a vida com Deus.
Por meio da oferta de Si mesmo, Cristo abriu um novo e vivo caminho pelo qual os cristãos tem acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus mediante a fé (Hebreus 10:19-22). Esse pleno acesso ao Céu obtido por Cristo permite a nossa reconciliação com o Senhor, pois Ele nos representa como Sumo Sacerdote perante o Pai, reclamando Seus méritos em favor daqueles que O buscam. Há, porém, certas condições que precisam ser satisfeitas para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial, isto é, para termos íntima comunhão com o Senhor.
Quatro condições essenciais
O apóstolo Paulo, escrevendo sobre o privilégio que os crentes têm do pleno acesso ao trono de Deus por meio de Jesus Cristo, destaca quatro condições que o adorador deve cumprir para se beneficiar desse encontro:
Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. (Hebreus 10:22)
Aproximar-se do Senhor com um coração sincero é a primeira condição para termos íntima comunhão com Deus. Essa sinceridade é essencial no exame de consciência na presença do Senhor. Nesse espaço íntimo do ser com Deus não há lugar para indulgência própria ou escusa para o pecado. A alma examina humildemente a si mesma a fim de revelar-se exatamente como ela é à luz do caráter de Cristo. Contudo, não se desespera frente à sua condição, pois confia no Salvador como sua justiça, santificação e redenção.
A segunda condição é ter plena certeza de fé, ou seja, não duvidar de que teremos acesso a Deus, porque Cristo, como precursor, entrou por nós no santuário celestial, assumindo o mais elevado sacerdócio (Hebreus 6:20)! O pecador que se aproxima de Deus deve demonstrar uma fé inabalável no poder de Cristo para purificar a alma de todo pecado e capacitá-lo a viver uma nova vida (I João 1:9; Romanos 6:4). Uma vez que a "fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17), a dúvida e a incredulidade não deveriam ter lugar no coração do crente que busca a Cristo nas Escrituras como a um tesouro escondido e deseja valer-se de Seus divinos méritos.
Aproximar-se do trono de Deus com o coração purificado da má consciência é a terceira condição, cuja linguagem remete ao santuário levítico. O sangue aspergido sobre o povo, que simbolizava o sangue da aliança (Êxodo 24:8), purificava-os ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hebreus 9:9, 13). Em contraste, a purificação do verdadeiro santuário é também uma purificação da consciência, efetuada pela virtude do sangue do Cristo (Hebreus 9:14). Purificar a consciência das obras mortas significa substituir o velho coração e seus desejos carnais que orientam a vida por um novo coração, regido pela mente e caráter de Cristo (Romanos 6:6; Efésios 4:22; Colossenses 3:9-10).
A quarta e última condição para uma comunhão íntima com Deus no santuário celestial é apresentar-se diante dEle com o corpo lavado com água pura, uma evidência externa de que houve uma transformação interna realizada pelos méritos de nosso grande Sumo Sacerdote. O batismo por imersão é uma parte dessa experiência, mas a purificação que se menciona aqui vai muito além da profissão de fé. Diz respeito também à santificação "por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito" (Efésios 5:26-27).
Quando o caso de cada professo filho de Deus houver passado pelo escrutínio divino diante do tribunal celeste, quando o Senhor pronunciar a sentença final que decidirá o futuro eterno de cada alma, não haverá mais oportunidade de salvação. Tudo então estará para sempre decidido. Na ocasião de Sua gloriosa vinda, Cristo não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Sua Palavra. Como tem sido desde o início do plano da salvação, o evangelho é um chamado para o perdão e a santificação, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
Pondo a vida em harmonia com o tempo
Nós precisamos pensar: Em que medida eu tenho me beneficiado do ministério sumo sacerdotal de Cristo no local do trono de Deus? Estou cooperando decididamente com o Espírito Santo para desenvolver minha salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12)? Na medida em que me beneficio dos méritos de meu grande Sumo Sacerdote, estou demonstrando verdadeiro apreço pelas almas que estão a perecer? Há em meu coração o mesmo senso de urgência do primeiro anjo (Apocalipse 14:6) face à realidade do juízo investigativo no Céu? Que declaração se fará quando o meu nome for lido perante o tribunal de Deus: "Purificado de todos os pecados diante do Senhor" ou "Pesado foste na balança e achado em falta"?
Hoje, o Senhor ainda é nosso Mediador e Juiz no tribunal celeste. Ainda podemos apresentar o nosso caso diante de Deus e reclamar a perfeita justiça de Cristo em nosso favor. Ainda é possível viver em conformidade com os Seus mandamentos por meio das provisões de Sua preciosa graça. Nosso nome ainda pode ser aprovado no juízo que confirmará quem serão os coerdeiros e coparticipantes da promessa em Cristo (Efésios 3:6). Então precisamos dar prioridade àquilo que é mais essencial: a nossa salvação e a salvação das almas que necessitam conhecer a mensagem para este tempo.
Esse é precisamente o espírito que move o anjo portador do evangelho eterno, em Apocalipse 14. Devemos demorar-nos um pouco mais sobre o teor de sua mensagem à luz do juízo pré-advento, pois nossa condição presente e futura depende de nossa resposta ao seu solene apelo.
Reavivando o evangelho eterno
O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).
Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!
Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.
- Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).
Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)
- A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)
Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:
Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)
Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).
Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:
A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)
O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).
Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.
Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!
O apelo de Deus à geração do fim
Aceitar o evangelho requer um decidido esforço de nossa parte para vencer o pecado. Exige abnegação pessoal, humilhação, sacrifício de si mesmo, morte para o eu, e renascimento para uma nova vida em Cristo.
Esse diligente esforço para silenciar o velho homem (Romanos 7:22-25; I Coríntios 9:27) e viver em harmonia com a vontade de Deus (I Tessalonicenses 4:3, 7) deve atuar em conjunto com o poder divino para salvar (Romanos 1:16; Filipenses 2:12-13), de modo que, uma vez renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos sensata, justa e piedosamente na perspectiva da volta de nosso Senhor Jesus (Tito 2:11-13).
Nada deve ser mais importante do que a realização dessa suprema obra em nossa vida. O Senhor não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Seu Espírito. Não virá buscar aqueles cuja vida foi pesada na balança e achada em falta, mas apenas os que foram completamente cobertos pela justiça de Cristo e declarados puros diante da corte celeste (Apocalipse 3:5).
E a minuciosa, exaustiva e perseverante obra em favor de nós mesmos é ainda mais imprescindível face ao solene apelo do primeiro anjo para temer, glorificar e adorar o Criador no contexto do tempo do fim (Apocalipse 14:7).
A comissão final de Cristo à Sua igreja
A abertura do evangelho eterno dentro de sua estrutura assinalada do tempo do fim não poderia ser mais impressionante e significativa:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)
A dimensão mundial da obra do primeiro anjo, que se segue imediatamente à obra profética do "anjo forte" de Apocalipse 10, é enfatizada pelo fato de o mensageiro celestial voar no zênite do céu e pregar, em grande voz, a todos os habitantes da Terra, a cada nação, tribo, língua e povo. Esse anjo e os dois seguintes que se juntam a ele (Apocalipse 14:8 e 9) representam a igreja remanescente de Deus, a qual recebe do próprio Salvador a comissão de pregar o evangelho em seu marco do tempo do fim (Apocalipse 10:1-11).
A igreja, contudo, não pode cumprir tão elevado encargo sem que primeiro, à semelhança da experiência visionária de João, tome o livro aberto da mão do "anjo forte" e faça de seu conteúdo sua própria experiência e missão.
Apoderar-se da verdade presente significa permitir também que essa verdade se apodere de cada fibra de nosso ser e exerça na alma sua influência santificadora. O senso de urgência que deve impelir e orientar o povo de Deus na obra de anunciar o evangelho ao mundo, bem como o extraordinário poder que deve acompanhá-la resultam dessa experiência pessoal com a mensagem de Deus para os últimos dias.
Assim, o derradeiro convite da graça deve primeiramente ser recebido por aqueles aos quais foi confiada a mensagem da salvação para o tempo do fim, pois, do contrário, como "invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?" (Romanos 10:14).
Essa experiência com a mensagem resultará em "um remanescente segundo a eleição da graça" (Romanos 11:5), uma igreja santificada pelo poder do evangelho, de maneira que possa partilhar com outros os benefícios que ela mesma recebeu.
O apelo de Deus na perspectiva do juízo
Há três imperativos de Deus em Seu derradeiro convite à humanidade que merecem nossa especial consideração: "temei", "glorificai" e "adorai" o Criador! Esses três imperativos, que por si só devem despertar-nos de nosso torpor espiritual, têm sua importância aumentada em virtude da obra judicial de Cristo em Seu santuário, cuja solene sentença a ser proferida (Apocalipse 22:11) estabelecerá a distinção definitiva entre "o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Malaquias 3:18).
A tríplice exortação de nosso Senhor na primeira mensagem angélica é, com efeito, apresentada em seu evidente vínculo com a obra divina de julgamento, a qual decidirá o futuro eterno de cada pessoa em termos de justificação ou condenação.
O clamor do primeiro anjo, "é chegada a hora do seu juízo", é paralelo à grandiosa cena do julgamento celestial testemunhada por Daniel em visão, quando "assentou-se o tribunal, e se abriram os livros" (Daniel 7:10). Ambas as visões antecedem a vinda do Filho do Homem e culminam com a inauguração de Seu reino eterno (Daniel 7:9-10, 13-14; Apocalipse 14:14-20).
Essa proclamação do primeiro anjo anuncia, portanto, que a última fase do plano divino de redenção já começou, que o tribunal celeste está em sessão desde o fim do período profético de Daniel 8:14, e que em breve o reino de Cristo se tornará uma realidade histórica irrevogável para os Seus súditos!
A recepção a essa mensagem, seja positiva ou negativa, determinará a maturação da Terra para a ceifa final (Apocalipse 14:14-20). O veredito não será pronunciado do trono de Deus sem que a última geração seja advertida durante o tempo de sua oportunidade.
A proclamação final do evangelho eterno está, pois, intimamente ligada à fase preliminar do juízo de Deus no santuário celestial, a qual será seguida pelo juízo executivo na vinda do Filho do Homem, quando então o Senhor retribuirá a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).
O fato de vivermos no tempo do juízo transmite-nos esperança, pois representa o tempo da vindicação final dos santos juntamente com Cristo e a condenação de todos os poderes opressores que se opõem a eles (Daniel 7:21-22, 25-27; Apocalipse 11:15-19; 14:1)!
Nossa fonte de esperança
Uma vez percebida a clara relação entre o clamor do primeiro anjo, que anuncia "a hora" do juízo de Deus, e a abertura da sessão do tribunal divino na sede de operações no Céu, em Daniel 7, compreende-se com mais propriedade o sentido de urgência que acompanha a obra dos três anjos de Apocalipse 14. Aqui está o fundamento do mandato divino para a igreja do tempo do fim. A partir desse ponto de vista, o solene chamado de Deus na primeira mensagem angélica para temer, glorificar e adorar o Criador adquire um significado incomparavelmente superior.
Com efeito, devemos abrir o coração a esse tríplice chamado de Deus na voz do primeiro anjo, mantendo os olhos fixos em nosso Sumo Sacerdote e em Sua obra no santuário celestial como mediador e juiz de Seu povo!
Nada é mais fundamental para a igreja do que um conhecimento prático do juízo divino apoiado na convicção íntima da justificação e vindicação da parte de Deus, as quais serão ratificadas na obra final de julgamento! É preciso, portanto, ordenar a vida segundo o evangelho eterno, pois se o evangelho não for adequadamente recebido, não haverá nenhuma garantia de justificação para o homem.
Nós desejamos compreender mais profundamente a natureza desses três imperativos de Deus para a geração do fim à luz do juízo pré-advento. Essa compreensão está longe de ser abstrata. Como mencionado acima, precisamos alcançar uma experiência de fé com Cristo e Sua mensagem para o tempo do fim, de modo que, mediante Sua justiça, nossos nomes permaneçam escritos no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 3:5)! A aprovação de Deus no juízo é a certeza de nossa vitória sobre o pecado e sobre as potestades deste mundo tenebroso. Ser aprovado por Deus é a única coisa que realmente importa.
É bem possível que eu esteja escrevendo para alguém que enfrenta lutas renhidas contra o pecado. Todos nós as temos. Muitas deixam marcas difíceis de apagar, outras simplesmente permanecem...
Todavia, assim como no passado o israelita olhava para o tabernáculo em busca de orientação, conforto e esperança, nós também devemos hoje buscar a Cristo em Seu santuário, "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2)!
É nessa certeza que vamos buscar compreender e responder positivamente ao último apelo de Deus ao mundo na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14!
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14 de set. de 2018
Samuel Ramos pergunta: “Queremos mesmo que Jesus Cristo volte?”
Pastor Samuel Ramos prega sobre a volta de Jesus Cristo ao final dos seis mil anos da Terra e sugere menos discussão sobre a natureza do Espírito Santo e mais oração pelo seu derramamento em nossa vida, a fim de que possamos estar preparados para contrariar a gravidade e ir ao encontro do Senhor nos ares, ascendendo com Ele para os Céus, morada de Seu Pai, nosso único Deus.
Milagre – Menino sobrevive a espeto de 15 cm atravessado em seu crânio
A família de um menino de dez anos de idade de Missouri, EUA, está agradecendo a Deus por poupar sua vida depois que ele teve o seu rosto atravessado por um espeto de 15 cm.
“Só Deus poderia ter ordenado que as coisas aconteçam de uma forma que o salvaria assim”, disse Shannon Miller, pai de Xavier Cunningham, de 10 anos, em entrevista à Fox4KC . “Realmente foi um milagre.”
Miller explicou em uma campanha do GoFundMe que pretende arrecadar US $ 200 mil para ajudar com as despesas médicas de seu filho que Xavier estava jogando com alguns amigos em um campo atrás da casa da família no sábado, quando o acidente que poderia ter levado sua vida aconteceu.
“Eles encontraram um espeto de carne para churrasco deitado na grama e pegou-lhe para que ninguém pisasse nele. À medida que a tarde chegava, eles encravaram o espeto no chão… depois começaram a subir na casa da árvore do vizinho, pela primeira vez para brincar. Sem o conhecimento de todos, havia uma grande colmeia de abelhas na casa da árvore“, disse ele.
“Meu filho e seus amigos foram atacados pelo enxame e ele caiu no espeto. Depois de muitas horas de oração e planejamento, a equipe do KU Med Center salvou sua vida e tirou o espeto do rosto”, explicou Miller.
Dr. Koji Ebersole, que analisou o caminho do espeto no rosto de Xavier no Hospital da Universidade do Kansas, explicou em um vídeo postado no canal do YouTube da Universidade do Sistema de Saúde de Kansas que ficou “espantado” que o menino tivesse sobrevivido à lesão.
“Fiquei impressionado que ele estivesse vivo, quanto mais acordado e conversando”, disse Ebersole, diretor de neurocirurgia endovascular do hospital. “Isto está passando 15 centímetros pela face, só debaixo do crânio, todo o caminho para a parte de trás do pescoço.”
Ele observou que o espeto quase pegou os dois vasos sanguíneos críticos para o cérebro de Xavier. ‘Se o espeto estivesse um milímetro mais próximo de qualquer um deles’, ele disse, “a lesão do menino de 10 anos provavelmente teria sido ‘insustentável se atravessasse’ a carótida”.
“Mas foi bem próximo a ela e ao lado da artéria vertebral. Essa trajetória é essencialmente uma em um milhão. Eu simplesmente não consigo acreditar“, disse Ebersole.
Felizmente, uma equipe médica de cerca de 100 pessoas conseguiu remover o espeto sem mais ferimentos.
“A coisa mais impressionante sobre a história é como essa coisa poderia passar tão profundamente por essa parte do corpo e não atingir algo crítico“, disse Ebersole. “Eu não sei como o garoto poderia ter tanta sorte.”
Miller disse que seu filho estava mais preocupado com as abelhas do que com a lesão depois do acidente, e a família se voltou para Deus enquanto a equipe médica trabalhava por horas para remover o espeto com segurança.
“Eu disse: ‘Senhor, eu não me importo. Eu sei que você tem um plano'”, disse Miller.
Quando a cirurgia acabou, ele disse: “Tudo o que consigo lembrar é de rir, chorar e aplaudir. Apenas o apoio de meus amigos e familiares era poderoso”.
Ele disse à NBC News que seu filho deve ter alta do hospital nesta semana e que “está ansioso por ir à igreja, ao futebol e à escola”.
Pastor evangélico é preso pelo desaparecimento de uma jovem
Juliana Campoverde, 19 anos, desapareceu no dia 7 de julho de 2012, quando estava a caminho do trabalho, o pastor evangélico é o suspeito principal.
A Polícia do Equador informou na quarta-feira que prendeu um pastor evangélico, identificado como Jonathan C., por sua suposta responsabilidade no desaparecimento da jovem Juliana Campoverde, ocorrida em 2012.
A captura foi realizada por agentes da Direção Nacional de Crimes Contra a Vida e a Morte Violenta (Dinased), em coordenação com a Procuradoria Geral do Equador.
Segundo a Procuradoria do Equador, Campoverde, de 19 anos, desapareceu em 7 de julho de 2012. A jovem “deixou sua casa no setor de Biloxi, ao sul de Quito [capital equatoriana], junto com sua mãe Noemí Rodríguez “, mas se despediu dela e foi para uma loja naturista da qual ela era a proprietária, para a qual ela” nunca chegou “.
As autoridades implicaram o pastor no caso devido a várias mensagens que a jovem supostamente enviou para sua família em sua conta no Facebook depois de seu desaparecimento. Mas após as investigações, foi detectado que o código IP do qual eles foram enviados corresponderia ao computador do pastor, informou El Telégrafo. Em declarações ao mesmo jornal, o pai da moça, Absalón Campoverde, disse que o pastor preso tinha um comportamento muito possessivo com Juliana, a quem ele inclusive persuadiu para que estudasse ao exterior.
‘Eu amo a Deus, e você também deveria!’, diz ator Chris Pratt
O ator Chris Pratt tem aproveitado as muitas oportunidades não apenas para agradecer a Deus, mas também para encorajar seus fãs a pensar mais profundamente sobre seus próprios relacionamentos com o Todo Poderoso. Abraçando uma abordagem única para discutir sua fé cristã em público, Pratt encontrou uma maneira de invocar Deus em locais difíceis e improváveis ??sem alienar os críticos da fé.
O irmão mais velho de Pratt, Cully Pratt – um artista, policial e veterinário do Exército – recentemente elogiou seu famoso irmão em um episódio da “The Billy Hallowell Podcast”, observando que Chris “está por trás de tudo o que acredita e valoriza” e que o ator quer melhorar o mundo em que ele vive.
“Ele é realmente uma pessoa boa e ele realmente se preocupa com as pessoas e ele realmente quer ajudar e causar impacto na comunidade e no mundo em que vivemos”, disse Cully Pratt. “Ele é o tipo de pessoa que, quando fala, é muito bem pensado, mas não ofende as pessoas. E eu respeito isso sobre ele.”
Pelo menos dois dos discursos de Chris Pratt se tornaram virais este ano. Durante o verão, ele impressionou a multidão no MTV Movie & TV Awards de 2018, falando sobre Deus, fé e oração durante um poderoso discurso de aceitação.
“Ninguém é perfeito. As pessoas vão te dizer que você é perfeita do jeito que você é, você não é! Você é imperfeito. Você sempre será, mas há uma força poderosa que projetou você desse jeito, e se você estiver disposto a aceitar isso, você terá graça ”, disse Pratt . “E a graça é um presente. Como a liberdade que desfrutamos neste país, essa graça foi paga com o sangue de outra pessoa. Não Se Esqueça. Não tome isso por garantido.”
Então ele levou outra posição corajosa para Deus em agosto durante a Teen Choice Awards, agradecendo a Deus e incentivando os jovens a se voltarem para o Todo-Poderoso.
“Eu quero agradecer a Deus. Eu sempre faço isso quando estou em uma plataforma na frente de um monte de jovens rostos”, disse Pratt. “Eu amo a Deus, isso mesmo, eu o amo! E você também deveria!”
Em meio ao caos da cultura atual, poucas pessoas têm uma plataforma tão grande quanto Chris Pratt, de modo que ver suas mensagens serem uma inspiração para muitos
13 de set. de 2018
O desafio do evangelho no tempo do fim
Nós estamos vivendo em uma época extraordinária da história da redenção! Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, assumindo a função de um poderoso mensageiro celeste, cuja obra abarca a Terra e o mar, anuncia em Apocalipse 10, por meio de um juramento solene, que não haverá mais um período definido de tempo que nos separe da consumação do mistério de Deus!
As grandes cadeias proféticas da Bíblia já se cumpriram. Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Lugar Santíssimo do santuário celestial, em 1844, "já não haverá demora" (Apocalipse 10:6).
Há somente duas coisas que de fato nos separam do grande Dia do Senhor: nossa preparação individual para recebê-Lo e a proclamação final do evangelho, em cumprimento ao último dos sinais a que Cristo se referiu em Seu sermão profético: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim." (Mateus 24:14). A pregação final do evangelho é a consumação do "mistério de Deus, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas" (Apocalipse 10:7).
Esperança em meio à crise
Não há dúvida de que a comissão de nosso Senhor será cumprida. As profecias são também promessas que garantem que a igreja de Deus será capacitada com extraordinário poder divino para cumprir o papel de "reparador de brechas e restaurador de veredas" (Isaías 58:12). Esse é um assunto dos mais vitais, a respeito do qual voltaremos a tratar oportunamente. Por agora, queremos enfatizar o necessário preparo individual em face de nossas responsabilidades diante de Deus, num momento crucial da história da salvação, quando Cristo está exercendo em Seu santuário a dupla função de Sacerdote e Juiz.
Ora, já é fato bem estabelecido o que a derradeira obra de Cristo no local do trono de Deus deve significar para o crente. Nosso Sumo Sacerdote não está ocupado com formalidades. No santuário do Céu, a obra de Cristo é viva, dinâmica, transcendental e relacionada com assuntos eternos. Ali, Ele dirige os rumos da batalha e o destino de Sua igreja em direção a um glorioso desfecho! Não há da parte de Cristo nenhuma indiferença nem tampouco uma atitude passiva frente à dramática luta de Seus filhos contra os poderes das trevas. Ele está ativamente empenhado no conflito, e nos provê amplos recursos a fim de vencermos como Ele venceu!
Não é de admirar que as promessas do Apocalipse sejam destinadas apenas aos vencedores. A vitória de Cristo mediante Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Seu ministério sacerdotal no templo de Deus é a garantia da nossa vitória! Sua intercessão junto ao trono do Pai no poder de Sua oferta sacrifical pode salvar totalmente o pecador penitente que aceita, pela fé, a Sua justiça imaculada. Por intermédio do juízo investigativo, nosso amado Salvador declara finalmente dignos da vida eterna os que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14)!
Assim, em virtude da realidade da obra de Cristo no santuário celestial, o crente tem essa esperança, a qual é como "âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu" (Hebreus 6:19-20)! Não estamos sozinhos na luta renhida que temos de travar! Conquanto haja muitos desafios e obstáculos que pareçam intransponíveis, "Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus" (Hebreus 9:24). Não é esse um assunto que deve cativar cada fibra de nosso ser e motivar-nos a triunfar como Cristo triunfou?
Advertência em face do tempo
Mas essa é também uma mensagem de advertência. A atitude solene e o senso de urgência do anjo portador do evangelho eterno (Apocalipse 14:6), motivado pelo início do juízo no Céu, indicam a suprema necessidade de desenvolvermos em nosso caráter os elementos de força, valor, fé em Deus e absoluta confiança nEle enquanto a porta da graça ainda nos é franqueada. A natureza do tempo em que vivemos requer de nós tal atitude, a qual é fruto de uma relação íntima com o Cristo vivo, que, do santuário celestial, dirige o destino do mundo e o progresso de Sua igreja.
Desde 1844, quando se cumpriu a grande profecia dos 2.300 dias/anos (Daniel 8:14), nosso Sumo Sacerdote tem estado ativamente empenhado em purificar Seu povo e o Seu santuário dos registros de pecados que contaminam os lugares santos. Quanto tempo Cristo precisará para levar a termo a solene obra que então decidirá eternamente o destino de cada alma? Haverá nosso Senhor já passado para o caso dos vivos?
Desde que nosso Sumo Sacerdote entrou no Santo dos Santos do santuário celestial, passaram-se pouco mais de 170 anos. Parece-nos um período de tempo muito longo, se comparado à nossa curta existência neste mundo. Representa, porém, apenas uma pequena fração de tempo em relação ao maior período profético das Escrituras! Precisaria Cristo de mais 170 anos para concluir Sua obra de purificação do santuário no Céu?
O aumento da impiedade no mundo, a degradação do que restou da dignidade humana, a escalada sempre crescente da violência, o complicado jogo de poder entre as nações, os desafios à governabilidade por motivação religiosa, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, as mudanças climáticas, a revolução cultural, os rumos, enfim, que tem tomado o mundo, tudo isso indica com insofismável clareza que não resta muito tempo. O Espírito Santo não agirá para sempre nos homens. Em breve Cristo concluirá Sua obra de mediação e purificação do santuário celestial para vir buscar o Seu povo, "os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apocalipse 14:12).
A obra divina de julgamento é conclusiva e definitiva em suas consequências. Quando o Senhor Jesus finalmente encerrá-la, proferirá a grave e solene sentença: "Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se" (Apocalipse 22:11). Quão tremendo é esse veredito procedente do trono de Deus, o qual decidirá irrevogavelmente o futuro de cada pessoa!
Senso de urgência e necessidade
Compreendemos, então, o ímpeto do primeiro anjo de Apocalipse 14, que, movido pelo início da obra de julgamento no local do trono de Deus, proclama em grande voz o evangelho eterno a cada nação, tribo, língua e povo! Tal verdade - o evangelho original e inalterável de Cristo - deve despertar nossas faculdades espirituais adormecidas e favorecer uma completa reforma de vida, uma mudança radical nas ideias e teorias, hábitos e práticas.
A pregação de reavivamento tem sido a nota tônica do evangelho eterno. A mensagem de João Batista era: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (Mateus 3:2). A mensagem de Cristo para o povo advertia: "Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:5). A mesma mensagem foi ordenada aos apóstolos. E Deus deseja que a antiga mensagem evangélica seja pregada hoje: tristeza pelo pecado, arrependimento, confissão e abandono dos maus caminhos. Nesse sentido, o evangelho eterno é o evangelho como sempre tem sido. A diferença é que há agora uma razão adicional para obedecermos ao apelo da graça: o início do juízo pré-advento!
Assim como no Dia da Expiação típico o israelita necessitava realizar uma obra em favor de si mesmo, a qual consistia em um profundo exame de coração, a fim de identificar qualquer coisa que pudesse separá-lo de Deus e privá-lo dos benefícios da expiação, devemos nós hoje, em face do juízo no Céu, examinar a própria vida e colocá-la em dia com os reclamos divinos, de modo que não sejamos achados em falta quando nosso caso for apresentado perante o tribunal celeste. Nada deve ser mais importante do que ordenar a vida com Deus.
Por meio da oferta de Si mesmo, Cristo abriu um novo e vivo caminho pelo qual os cristãos tem acesso ao santuário celestial, ao próprio trono de Deus mediante a fé (Hebreus 10:19-22). Esse pleno acesso ao Céu obtido por Cristo permite a nossa reconciliação com o Senhor, pois Ele nos representa como Sumo Sacerdote perante o Pai, reclamando Seus méritos em favor daqueles que O buscam. Há, porém, certas condições que precisam ser satisfeitas para nos aproximarmos de Deus no santuário celestial, isto é, para termos íntima comunhão com o Senhor.
Quatro condições essenciais
O apóstolo Paulo, escrevendo sobre o privilégio que os crentes têm do pleno acesso ao trono de Deus por meio de Jesus Cristo, destaca quatro condições que o adorador deve cumprir para se beneficiar desse encontro:
Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura. (Hebreus 10:22)
Aproximar-se do Senhor com um coração sincero é a primeira condição para termos íntima comunhão com Deus. Essa sinceridade é essencial no exame de consciência na presença do Senhor. Nesse espaço íntimo do ser com Deus não há lugar para indulgência própria ou escusa para o pecado. A alma examina humildemente a si mesma a fim de revelar-se exatamente como ela é à luz do caráter de Cristo. Contudo, não se desespera frente à sua condição, pois confia no Salvador como sua justiça, santificação e redenção.
A segunda condição é ter plena certeza de fé, ou seja, não duvidar de que teremos acesso a Deus, porque Cristo, como precursor, entrou por nós no santuário celestial, assumindo o mais elevado sacerdócio (Hebreus 6:20)! O pecador que se aproxima de Deus deve demonstrar uma fé inabalável no poder de Cristo para purificar a alma de todo pecado e capacitá-lo a viver uma nova vida (I João 1:9; Romanos 6:4). Uma vez que a "fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Romanos 10:17), a dúvida e a incredulidade não deveriam ter lugar no coração do crente que busca a Cristo nas Escrituras como a um tesouro escondido e deseja valer-se de Seus divinos méritos.
Aproximar-se do trono de Deus com o coração purificado da má consciência é a terceira condição, cuja linguagem remete ao santuário levítico. O sangue aspergido sobre o povo, que simbolizava o sangue da aliança (Êxodo 24:8), purificava-os ritualmente, mas não podia purificar sua consciência (Hebreus 9:9, 13). Em contraste, a purificação do verdadeiro santuário é também uma purificação da consciência, efetuada pela virtude do sangue do Cristo (Hebreus 9:14). Purificar a consciência das obras mortas significa substituir o velho coração e seus desejos carnais que orientam a vida por um novo coração, regido pela mente e caráter de Cristo (Romanos 6:6; Efésios 4:22; Colossenses 3:9-10).
A quarta e última condição para uma comunhão íntima com Deus no santuário celestial é apresentar-se diante dEle com o corpo lavado com água pura, uma evidência externa de que houve uma transformação interna realizada pelos méritos de nosso grande Sumo Sacerdote. O batismo por imersão é uma parte dessa experiência, mas a purificação que se menciona aqui vai muito além da profissão de fé. Diz respeito também à santificação "por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito" (Efésios 5:26-27).
Quando o caso de cada professo filho de Deus houver passado pelo escrutínio divino diante do tribunal celeste, quando o Senhor pronunciar a sentença final que decidirá o futuro eterno de cada alma, não haverá mais oportunidade de salvação. Tudo então estará para sempre decidido. Na ocasião de Sua gloriosa vinda, Cristo não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Sua Palavra. Como tem sido desde o início do plano da salvação, o evangelho é um chamado para o perdão e a santificação, "sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
Pondo a vida em harmonia com o tempo
Nós precisamos pensar: Em que medida eu tenho me beneficiado do ministério sumo sacerdotal de Cristo no local do trono de Deus? Estou cooperando decididamente com o Espírito Santo para desenvolver minha salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12)? Na medida em que me beneficio dos méritos de meu grande Sumo Sacerdote, estou demonstrando verdadeiro apreço pelas almas que estão a perecer? Há em meu coração o mesmo senso de urgência do primeiro anjo (Apocalipse 14:6) face à realidade do juízo investigativo no Céu? Que declaração se fará quando o meu nome for lido perante o tribunal de Deus: "Purificado de todos os pecados diante do Senhor" ou "Pesado foste na balança e achado em falta"?
Hoje, o Senhor ainda é nosso Mediador e Juiz no tribunal celeste. Ainda podemos apresentar o nosso caso diante de Deus e reclamar a perfeita justiça de Cristo em nosso favor. Ainda é possível viver em conformidade com os Seus mandamentos por meio das provisões de Sua preciosa graça. Nosso nome ainda pode ser aprovado no juízo que confirmará quem serão os coerdeiros e coparticipantes da promessa em Cristo (Efésios 3:6). Então precisamos dar prioridade àquilo que é mais essencial: a nossa salvação e a salvação das almas que necessitam conhecer a mensagem para este tempo.
Esse é precisamente o espírito que move o anjo portador do evangelho eterno, em Apocalipse 14. Devemos demorar-nos um pouco mais sobre o teor de sua mensagem à luz do juízo pré-advento, pois nossa condição presente e futura depende de nossa resposta ao seu solene apelo.
Reavivando o evangelho eterno
O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).
Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!
Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.
- Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).
Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)
- A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)
Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:
Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)
Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).
Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:
A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)
O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).
Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.
Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!
O apelo de Deus à geração do fim
Aceitar o evangelho requer um decidido esforço de nossa parte para vencer o pecado. Exige abnegação pessoal, humilhação, sacrifício de si mesmo, morte para o eu, e renascimento para uma nova vida em Cristo.
Esse diligente esforço para silenciar o velho homem (Romanos 7:22-25; I Coríntios 9:27) e viver em harmonia com a vontade de Deus (I Tessalonicenses 4:3, 7) deve atuar em conjunto com o poder divino para salvar (Romanos 1:16; Filipenses 2:12-13), de modo que, uma vez renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos sensata, justa e piedosamente na perspectiva da volta de nosso Senhor Jesus (Tito 2:11-13).
Nada deve ser mais importante do que a realização dessa suprema obra em nossa vida. O Senhor não virá buscar pecadores, mas pessoas santificadas pelo poder de Seu Espírito. Não virá buscar aqueles cuja vida foi pesada na balança e achada em falta, mas apenas os que foram completamente cobertos pela justiça de Cristo e declarados puros diante da corte celeste (Apocalipse 3:5).
E a minuciosa, exaustiva e perseverante obra em favor de nós mesmos é ainda mais imprescindível face ao solene apelo do primeiro anjo para temer, glorificar e adorar o Criador no contexto do tempo do fim (Apocalipse 14:7).
A comissão final de Cristo à Sua igreja
A abertura do evangelho eterno dentro de sua estrutura assinalada do tempo do fim não poderia ser mais impressionante e significativa:
Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)
A dimensão mundial da obra do primeiro anjo, que se segue imediatamente à obra profética do "anjo forte" de Apocalipse 10, é enfatizada pelo fato de o mensageiro celestial voar no zênite do céu e pregar, em grande voz, a todos os habitantes da Terra, a cada nação, tribo, língua e povo. Esse anjo e os dois seguintes que se juntam a ele (Apocalipse 14:8 e 9) representam a igreja remanescente de Deus, a qual recebe do próprio Salvador a comissão de pregar o evangelho em seu marco do tempo do fim (Apocalipse 10:1-11).
A igreja, contudo, não pode cumprir tão elevado encargo sem que primeiro, à semelhança da experiência visionária de João, tome o livro aberto da mão do "anjo forte" e faça de seu conteúdo sua própria experiência e missão.
Apoderar-se da verdade presente significa permitir também que essa verdade se apodere de cada fibra de nosso ser e exerça na alma sua influência santificadora. O senso de urgência que deve impelir e orientar o povo de Deus na obra de anunciar o evangelho ao mundo, bem como o extraordinário poder que deve acompanhá-la resultam dessa experiência pessoal com a mensagem de Deus para os últimos dias.
Assim, o derradeiro convite da graça deve primeiramente ser recebido por aqueles aos quais foi confiada a mensagem da salvação para o tempo do fim, pois, do contrário, como "invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?" (Romanos 10:14).
Essa experiência com a mensagem resultará em "um remanescente segundo a eleição da graça" (Romanos 11:5), uma igreja santificada pelo poder do evangelho, de maneira que possa partilhar com outros os benefícios que ela mesma recebeu.
O apelo de Deus na perspectiva do juízo
Há três imperativos de Deus em Seu derradeiro convite à humanidade que merecem nossa especial consideração: "temei", "glorificai" e "adorai" o Criador! Esses três imperativos, que por si só devem despertar-nos de nosso torpor espiritual, têm sua importância aumentada em virtude da obra judicial de Cristo em Seu santuário, cuja solene sentença a ser proferida (Apocalipse 22:11) estabelecerá a distinção definitiva entre "o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve" (Malaquias 3:18).
A tríplice exortação de nosso Senhor na primeira mensagem angélica é, com efeito, apresentada em seu evidente vínculo com a obra divina de julgamento, a qual decidirá o futuro eterno de cada pessoa em termos de justificação ou condenação.
O clamor do primeiro anjo, "é chegada a hora do seu juízo", é paralelo à grandiosa cena do julgamento celestial testemunhada por Daniel em visão, quando "assentou-se o tribunal, e se abriram os livros" (Daniel 7:10). Ambas as visões antecedem a vinda do Filho do Homem e culminam com a inauguração de Seu reino eterno (Daniel 7:9-10, 13-14; Apocalipse 14:14-20).
Essa proclamação do primeiro anjo anuncia, portanto, que a última fase do plano divino de redenção já começou, que o tribunal celeste está em sessão desde o fim do período profético de Daniel 8:14, e que em breve o reino de Cristo se tornará uma realidade histórica irrevogável para os Seus súditos!
A recepção a essa mensagem, seja positiva ou negativa, determinará a maturação da Terra para a ceifa final (Apocalipse 14:14-20). O veredito não será pronunciado do trono de Deus sem que a última geração seja advertida durante o tempo de sua oportunidade.
A proclamação final do evangelho eterno está, pois, intimamente ligada à fase preliminar do juízo de Deus no santuário celestial, a qual será seguida pelo juízo executivo na vinda do Filho do Homem, quando então o Senhor retribuirá a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).
O fato de vivermos no tempo do juízo transmite-nos esperança, pois representa o tempo da vindicação final dos santos juntamente com Cristo e a condenação de todos os poderes opressores que se opõem a eles (Daniel 7:21-22, 25-27; Apocalipse 11:15-19; 14:1)!
Nossa fonte de esperança
Uma vez percebida a clara relação entre o clamor do primeiro anjo, que anuncia "a hora" do juízo de Deus, e a abertura da sessão do tribunal divino na sede de operações no Céu, em Daniel 7, compreende-se com mais propriedade o sentido de urgência que acompanha a obra dos três anjos de Apocalipse 14. Aqui está o fundamento do mandato divino para a igreja do tempo do fim. A partir desse ponto de vista, o solene chamado de Deus na primeira mensagem angélica para temer, glorificar e adorar o Criador adquire um significado incomparavelmente superior.
Com efeito, devemos abrir o coração a esse tríplice chamado de Deus na voz do primeiro anjo, mantendo os olhos fixos em nosso Sumo Sacerdote e em Sua obra no santuário celestial como mediador e juiz de Seu povo!
Nada é mais fundamental para a igreja do que um conhecimento prático do juízo divino apoiado na convicção íntima da justificação e vindicação da parte de Deus, as quais serão ratificadas na obra final de julgamento! É preciso, portanto, ordenar a vida segundo o evangelho eterno, pois se o evangelho não for adequadamente recebido, não haverá nenhuma garantia de justificação para o homem.
Nós desejamos compreender mais profundamente a natureza desses três imperativos de Deus para a geração do fim à luz do juízo pré-advento. Essa compreensão está longe de ser abstrata. Como mencionado acima, precisamos alcançar uma experiência de fé com Cristo e Sua mensagem para o tempo do fim, de modo que, mediante Sua justiça, nossos nomes permaneçam escritos no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 3:5)! A aprovação de Deus no juízo é a certeza de nossa vitória sobre o pecado e sobre as potestades deste mundo tenebroso. Ser aprovado por Deus é a única coisa que realmente importa.
É bem possível que eu esteja escrevendo para alguém que enfrenta lutas renhidas contra o pecado. Todos nós as temos. Muitas deixam marcas difíceis de apagar, outras simplesmente permanecem...
Todavia, assim como no passado o israelita olhava para o tabernáculo em busca de orientação, conforto e esperança, nós também devemos hoje buscar a Cristo em Seu santuário, "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus" (Hebreus 12:2)!
É nessa certeza que vamos buscar compreender e responder positivamente ao último apelo de Deus ao mundo na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14!
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