Ads Header

Pages

13 de set. de 2018

Reavivando o evangelho eterno

O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).

Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!


Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.

  • Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).

Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:


Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)


  1. A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:


E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)


Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:


Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)


Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).

Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:


A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)


O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).

Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.

Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!

0 Comments:

Postar um comentário

The Magazine

MKRdezign

300x250

Technology

Breaking News

[recent][newsticker]
[recent][featured4 autoplay]

Default Thumbnail

Default Thumbnail
[blogger]

About Us

About Us
Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's.

Last Posts

Featured

We tried to make

Integrations

Create stunning, effective sales documents with custom-designed theme & template.

Marketing

Create stunning, effective sales documents with custom-designed theme & template.

Dedicated Support

Create stunning, effective sales documents with custom-designed theme & template.

About Us

About Us
Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's.

No Thumbnail Image

No Thumbnail Image

Best Features

Our features will help
to improve busines

Sales teams use PandaDoc to improve deal workflow, insights, and speed while delivering an amazing buying experience. Get your documents out the door fast to keep deals.

Populars

Write To Me

Nome

E-mail *

Mensagem *

13 de set. de 2018

Reavivando o evangelho eterno

O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).

Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!


Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.

  • Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).

Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:


Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)


  1. A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:


E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)


Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:


Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)


Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).

Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:


A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)


O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).

Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.

Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

13 de set. de 2018

Reavivando o evangelho eterno

O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).

Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!


Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.

  • Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).

Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:


Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)


  1. A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:


E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)


Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:


Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)


Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).

Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:


A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)


O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).

Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.

Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

13 de set. de 2018

Reavivando o evangelho eterno

O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).

Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!


Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.

  • Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).

Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:


Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)


  1. A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:


E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)


Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:


Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)


Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).

Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:


A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)


O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).

Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.

Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

13 de set. de 2018

Reavivando o evangelho eterno

O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).

Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!


Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.

  • Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).

Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:


Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)


  1. A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:


E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)


Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:


Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)


Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).

Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:


A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)


O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).

Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.

Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

13 de set. de 2018

Reavivando o evangelho eterno

O glorioso cumprimento do propósito de Deus para toda a história da redenção, anunciado pelo anjo da sétima trombeta - "O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Apocalipse 11:15) - não ocorrerá sem que antes a obra mundial do "anjo forte" encontre sua plena realização (Apocalipse 10:11).

Ao proclamar que todos os períodos de tempo proféticos do livro de Daniel se cumpriram (Daniel 8:14; 12:7, 11, 12), esse poderoso Mensageiro celeste garante que não haverá mais atraso na consumação do "mistério de Deus" (Apocalipse 10:7)!


Isso significa que a derradeira fase do ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu - o juízo/purificação do santuário - já começou, e que, portanto, vivemos em um período soleníssimo da história da salvação. Em virtude desse fato, a igreja do tempo do fim, simbolizada na pessoa de João, recebe a ordem divina para tomar o livro que se acha aberto na mão do "anjo forte" e comê-lo (Apocalipse 10:9), uma imagem extraída do Antigo Testamento usada para representar o chamado de Deus ao profeta (Jeremias 15:16; Ezequiel 3:1-3). Trata-se, pois, de uma nova comissão de Cristo à Sua igreja, a qual deve proclamar o evangelho em seu marco do tempo do fim.

  • Esse sagrado mandato do Céu ao remanescente final ecoa na tríplice mensagem de Apocalipse 14, que é uma extensão da obra profética do "anjo forte" no tempo do fim. É significativo, portanto, que os capítulos que tratam da missão da igreja durante esse período (12-14) estejam localizados no centro do Apocalipse, sendo o capítulo 14 o ponto focal do livro. As três mensagens angélicas transmitem o último apelo de Deus ao mundo, o derradeiro convite da graça antes do veredito judicial do Céu, que decidirá o futuro eterno de cada pessoa, para o bem ou para o mal (Apocalipse 22:11).

Com efeito, o ultimato de Deus à geração do tempo do fim não poderia ser mais expressivo:


Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. (Apocalipse 14:6)


  1. A expressão "outro anjo" é bastante reveladora. Ela relaciona a obra solene desse mensageiro celeste - o primeiro dos três anjos portadores da mensagem final de Deus aos habitantes do mundo - à missão profética do último anjo mencionado por João - o "anjo forte" de Apocalipse 10! Ambos trazem consigo uma mensagem de advertência de alcance mundial. Ambos a proclamam "em grande voz". Ambos cumprem o último e definitivo sinal do fim a que se referiu nosso Salvador em Seu discurso profético:


E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. (Mateus 24:14)


Hans K. LaRondelle observa que, assim como Jesus em Mateus 24, o Apocalipse faz da proclamação mundial do evangelho o sinal preeminente dos tempos. Citando G.C. Berkouwer, ele diz:


Com muita frequência, a reflexão sobre os sinais foi separar-se do reino, que é seu ponto de concentração. Os resultados sempre são desconcertantes. Mas o assunto fundamental é a propagação universal do evangelho de Jesus Cristo (Mar. 13:10)... Geralmente os que catalogaram os sinais dos tempos incluíram isto, mas com frequência se viu simplesmente como outro elemento no "relatório da narração"... Nos últimos dias a pregação do evangelho é o ponto focal de todos os sinais. Nela podem e devem ser entendidos todos os sinais. (1)


Nesse contexto, é de grande significação que o "evangelho do reino" seja chamado no Apocalipse de "evangelho eterno". Essa expressão é única em toda a Bíblia e tem um sentido singular. Esclarece que o evangelho do tempo do fim é o mesmo evangelho de Cristo e dos apóstolos, a boa nova original e inalterável da graça salvadora, que reflete as qualidades de seu Autor (Malaquias 3:6; Hebreus 13:8; Tiago 1:17). Por sua natureza, o evangelho não pode ser alterado nem revogado pela vontade humana, sob a pena de o infrator incorrer na maldição divina (Gálatas 1:8-9).

Referindo-se à natureza e papel do evangelho eterno no tempo do fim, Ellen G. White esclarece:


A mensagem proclamada pelo anjo voando pelo meio do céu é o evangelho eterno, o mesmo evangelho que foi declarado no Éden quando Deus disse à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente." Gên. 3:15. (2)
As mensagens de Apocalipse 14 são aquelas mediante as quais o mundo há de ser provado; são o evangelho eterno e devem soar por toda parte. (3)


O adjetivo "eterno" empregado por João em Apocalipse 14:6 se torna ainda mais relevante quando consideramos que enfatiza o evangelho do reino como a contraparte positiva do "evangelho" não original do anticristo, em Apocalipse 13, cuja pretensão de reivindicar para si a prerrogativa divina da adoração demanda a lealdade de todos os habitantes da Terra a esse "evangelho" espúrio, baseado nas tradições e mandamentos dos homens e especialmente focado nos sentidos (conforme Apocalipse 13:14; 14:8; 17:2; 18:23; 19:20).

Em conexão com a sagrada obra do "anjo forte" de Apocalipse 10, cuja proclamação anuncia ao mundo o cumprimento das profecias de Daniel concernentes ao início do juízo/purificação do santuário celestial, as três mensagens angélicas desafiam cada nação, tribo, língua e povo a rejeitar as falsas reivindicações do anticristo e voltar-se para Deus, aceitando Seu evangelho.

Daí o sentido da urgência do anjo portador da mensagem divina para o tempo do fim; ele voa no zênite do céu e proclama em grande voz o último convite da graça, impelido pela realidade de um juízo que transcende em muito qualquer decisão que possa ser proferida por um tribunal humano. Assim, é natural que o anjo encarregado do evangelho eterno seja também responsável em anunciar ao mundo o justo julgamento de Deus (Apocalipse 14:7). Salvação e juízo são duas verdades inseparáveis. Como o Criador, Deus exerce ambas as funções em benefício de Seu povo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Instagram

advertise
advertise
advertise

Comment

Facebook

Affordability

Affordability

Design must reflect the practical and aesthetic in business but above all... good design must primarily serve people. Build beautiful websites in mere minutes.

Subscribe

advertise

Political News

Recent Posts

Social Share

randompost

Recent Posts

comment

Breaking News

Fashion

Business

Recent Post

Facebook SDK

  • https://connect.facebook.net/en_US/sdk.js#xfbml=1&version=v9.0

Welcome To Basil

My Instagram

Word

Iklan Atas Artikel

Brasil

Contact us

Nome

E-mail *

Mensagem *

Iklan Tengah Artikel 1

Iklan Tengah Artikel 2

Iklan Bawah Artikel

Business

Trending